FOLHETO CELEBRATIVO
MISSA DE AGRADECIMENTO E ENCERRAMENTO DO PONTIFICADO
04.12.21 | 21h00
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
TU ÉS PETRUS
TU ÉS PETRUS
TU ÉS PETRUS
TU ÉS PETRUS
ET SUPER HANC PETRAM
AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM
ET PORTAE INFERI
ET PORTAE INFERI
NON PRAEVALEBUNT
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CAELORUM
QUODCUMQUE LIGAVERIS SUPER TERRAM,
ERIT LIGATUM ET IN CÆLIS:
ET QUODCUMQUE SOLVERIS SUPER TERRAM,
ERIT SOLUTUM ET IN CÆLIS.
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CÆLORUM.
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
SAUDAÇÃO
Terminado o cântico de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se para o ato penitencial, o sacerdote convida os fiéis a penitência.
Pres: O Senhor disse: "Quem dentre de vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
O povo permanece em silêncio por um momento em silêncio:
O sacerdote, diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Estendendo as mãos, segue-se para a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
CANTO
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
CHRISTE ELEISON
CHRISTE ELEISON
CHRISTE ELEISON
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
KYRIE ELEISON
HINO DE LOUVOR
CANTO
Pres: GLORIA IN EXCELSIS DEO.
Ass: ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONÆ VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE.
BENEDICIMUS TE.
ADORAMUS TE.
GLORIFICAMUS TE.
GRATIAS AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM.
DOMINE DEUS, REX CÆLESTIS, DEUS PATER OMNIPOTENS.
DOMINE FILI UNIGENITE, IESU CHRISTE.
DOMINE DEUS, AGNUS DEI, FILIUS PATRIS.
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS.
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM.
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS.
TU SOLUS DOMINUS.
TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE.
CUM SANCTO SPIRITU IN GLORIA DEI PATRIS.
AMEN.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino de louvor, de braços abertos diz:
Pres: Oremos
E todos oram em silêncio durante alguns momentos:
Depois, o sacerdote, de braços abertos, reza:
Pres: Ó Deus, que na vossa providência quisestes edificar a vossa Igreja sobre São Pedro, chefe dos Apóstolos, fazei que a mim, que constituístes sucessor de Pedro, seja para vosso povo o princípio e o fundamento visível da unidade da fé e da comunhão na caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao concluir o povo responde:
Ass: Amém
LITURGIA DA PALAVRA
Nos dias de semana há somente uma leitura e o salmo, nos domingos e Solenidades há duas leituras e um salmo.
PRIMEIRA LEITURA
7. Em seguida, o leitor dirige-se ao ambão e lê a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias, o rei Herodes prendeu alguns membros da Igreja, para torturá-los. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. E, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender a Pedro. Eram os dias dos Pães ázimos. Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo, depois da festa da Páscoa. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes; e os guardas vigiavam a porta da prisão. Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: “Levanta-te depressa!” As correntes caíram-lhe das mãos. O anjo continuou: “Coloca o cinto e calça tuas sandálias!” Pedro obedeceu e o anjo lhe disse: “Põe tua capa e vem comigo!” Pedro acompanhou-o, e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão. Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e logo depois o anjo o deixou. Então Pedro caiu em si e disse: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!”
Ao término da leitura, o leitor diz:
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
8. O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde o estribilho.
S.: DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU O SENHOR DEUS.
Ass: DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU O SENHOR DEUS.
S.: BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO O TEMPO,
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA.
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR;
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM!
S.: COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME!
TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI, ELE ME OUVIU,
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU.
S.: CONTEMPLAI A SUA FACE E ALEGRAI-VOS,
E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA!
ESTE INFELIZ GRITOU A DEUS, E FOI OUVIDO,
E O SENHOR O LIBERTOU DE TODA ANGÚSTIA.
S.: O ANJO DO SENHOR VEM ACAMPAR
AO REDOR DOS QUE O TEMEM, E OS SALVA.
PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!
FELIZ O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO!
SEGUNDA LEITURA
9. Se houver a segunda leitura antes do Evangelho, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo.
Caríssimo: Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente, e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu Reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém.
No fim da leitura, o leitor diz:
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
TU ÉS PEDRO,
E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA,
E AS PORTAS DO INFERNO
NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.
11. Entretanto, o sacerdote, se se usa o incenso, coloca incenso no turíbulo. Em seguida, se tiver diácono ele deverá proclamar o evangelho, inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
Diác: Me conceda a vossa bênção.
O sacerdote, em voz baixa, diz:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde:
Diác: Amém
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, diz em silêncio:
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos ministros que podem levar o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
14. Depois, segue-se a homilia que deve ser feita todos os domingos e festas de preceito, e é recomendada nos outros dias.
PROFISSÃO DA FÉ
15. Na conclusão da Homilia, faz-se conforme as rubricas, a Profissão da Fé.
Pres: Professemos a Nossa fé
Ass: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
(Todos se inclinam)
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
(Todos se erguem)
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
OFERTÓRIO
16. Inicia-se o canto do ofertório. O diácono colocam no altar o corporal, o pão e o vinho para serem oferecidos.
CANTO DO OFERTÓRIO
UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST.
CONGREGAVIT NOS IN UNUM CHRISTI AMOR.
EXSULTEMUS, ET IN IPSO JUCUNDEMUR.
TIMEAMUS, ET AMEMUS DEUM VIVUM.
ET EX CORDE DILIGAMUS NOS SINCERO.
UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST.
SIMUL ERGO CUM IN UNUM CONGREGAMUR:
NE NOS MENTE DIVIDAMUR, CAVEAMUS.
CESSENT IURGIA MALIGNA, CESSENT LITES.
ET IN MEDIO NOSTRI SIT CHRISTUS DEUS.
UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST.
SIMUL QUOQUE CUM BEATIS VIDEAMUS,
GLORIANTER VULTUM TUUM, CHRISTE DEUS:
GAUDIUM QUOD EST IMMENSUM, ATQUE PROBUM,
SAECULA PER INFINITA SAECULORUM. AMEN.
UBI CARITAS ET AMOR, DEUS IBI EST.
17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para ocorrer às necessidades da Igreja e dos pobres.
18. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
19. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
21. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
22. Depois, se oportuno, incensa as oblatas e o altar. A seguir, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
23. Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
24. Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
25. Em seguida, de braços abertos, o sacerdote reza;
Pres: Acolhei, ó Deus, estas oferendas, e comigo, pastor de vossa Igreja, governai o vosso povo. Por Cristo, Senhor Nosso.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO
Ao iniciar a Oração Eucarística, o celebrante Abrindo os braços diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, prossegue o prefácio de braços abertos.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso e cheio de bondade. Pastor eterno, vós não abandoneis o rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos apóstolos. E assim a Igreja é conduzida pelos mesmos pastores que pusestes à sua frente como representantes de vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz...
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
26. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
27. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
28. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
29. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
30. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
31. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, São Gregório Magno e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Pio, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
32. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
ORAÇÃO PELA PAZ
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Ou para cantar.
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
CANTO DE COMUNHÃO
PANIS ANGELICUS,
FIT PANIS HOMINUM,
DAT PANIS CAELICUS FIGURIS TERMINUM.
O RES MIRABILIS,
MANDUCAT DOMINUM,
PAUPER, SERVUS ET HUMILIS.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
AÇÃO DE GRAÇAS
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
CANTO
O SALUTARIS HOSTIA
QUAE CAELI PANDIS OSTIUM:
BELLA PREMUNT HOSTILIA,
DA ROBUR, FER AUXILIUM.
UNI TRINOQUE DOMINO
SIT SEMPITERNA GLORIA,
QUI VITAM SINE TERMINO
NOBIS DONET IN PATRIA. AMEN.
ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Ao participarmos, ó Deus, desta mesa eucarística, dignai-vos, pela a força deste sacramento, confirmar a vossa Igreja na unidade e no amor, me guardar constantemente , assim com todo o rebanho que a mim foi confiado. Por Cristo Senhor Nosso.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
BENÇÃO FINAL
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres: Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação
Ass: Amém.
Pres: Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar em boas obras.
Ass: Amém.
Pres: Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com vossa vida; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
CANTO FINAL
SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE, VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE.
AD TE CLAMAMUS, EXSULES FILII HEVAE, AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES IN HAC LACRIMARUM VALLE.
EIA, ERGO, ADVOCATA NOSTRA, ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS AD NOS CONVERTE;
ET JESUM, BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS POST HOC EXILIUM OSTENDE.
NOBIS POST HOC EXILIUM OSTENDE.
O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA.