Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
Subsídios Litúrgicos
Semanário Litúrgico
7º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo exige-nos o amor total, o amor sem limites, mesmo para com os nossos inimigos. Convida-nos a pôr de lado a lógica da violência e a substituí-la pela lógica do amor. A primeira leitura apresenta-nos o exemplo concreto de um homem de coração magnânimo (David) que, tendo a possibilidade de eliminar o seu inimigo, escolhe o perdão. O Evangelho reforça esta proposta. Exige dos seguidores de Jesus um coração sempre disponível para perdoar, para acolher, para dar a mão, independentemente de quem esteja do outro lado. Não se trata de amar apenas os membros do próprio grupo social, da própria raça, do próprio povo, da própria classe, partido, igreja ou clube de futebol; trata-se de um amor sem discriminações, que nos leve a ver em cada homem – mesmo no inimigo – um nosso irmão. A segunda leitura continua a catequese iniciada há uns domingos atrás sobre a ressurreição. Podemos ligá-la com o tema central da Palavra de Deus deste domingo – o amor aos inimigos – dizendo que é na lógica do amor que preparamos essa vida plena que Deus nos reserva; e que o amor vivido com radicalidade e sem limitações é um anúncio desse mundo novo que nos espera para além desta terra.
Entrada
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
(Sl 12,6)
Antífona de Entrada: Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez.
Canto de Entrada
COM GRANDE ALEGRIA
REJUBILO-ME NO SENHOR,
E MINHA ALMA EXULTARÁ,
EXULTARÁ NO MEU DEUS,
POIS ME REVESTIU DE JUSTIÇA E SALVAÇÃO,
COMO A NOIVA ORNADA DE SUAS JOIAS!
1. POR SUAS GRANDES MARAVILHAS,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SEU AMOR-MISERICÓRDIA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SUA BONDADE INFINITA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SUA PALAVRA QUE NOS SALVA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
2. PORQUE SEU NOME É O MAIS SUBLIME,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE ELE É BOM E AMA SEU POVO,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE PERDOA AS NOSSAS FALTAS,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE RENOVA A NOSSA VIDA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
REJUBILO-ME NO SENHOR,
E MINHA ALMA EXULTARÁ,
EXULTARÁ NO MEU DEUS,
POIS ME REVESTIU DE JUSTIÇA E SALVAÇÃO,
COMO A NOIVA ORNADA DE SUAS JOIAS!
1. POR SUAS GRANDES MARAVILHAS,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SEU AMOR-MISERICÓRDIA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SUA BONDADE INFINITA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
POR SUA PALAVRA QUE NOS SALVA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
2. PORQUE SEU NOME É O MAIS SUBLIME,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE ELE É BOM E AMA SEU POVO,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE PERDOA AS NOSSAS FALTAS,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
PORQUE RENOVA A NOSSA VIDA,
EU ME ALEGRO NO SENHOR!
Saudação
Terminado o cântico de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
V.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
T.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
V.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
O povo responde:
T.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Ato Penitencial
Segue-se para o ato penitencial, o sacerdote convida os fiéis a penitência.
V.: O Senhor disse: "Quem dentre de vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio o sacerdote, diz:
V.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
T.: Senhor, tende piedade de nós.V.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
T.: Cristo, tende piedade de nós.V.: Senhor, que intercedeis phor nós junto do Pai, tende piedade de nós.
T.: Senhor, tende piedade de nós.4. Estendendo as mãos sobre o povo, segue-se para a absolvição:
V.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T.: Amém.
Hino de Louvor
5. Quando prescrito na Liturgia, cante-se ou recite-se o Hino de Louvor.
a) Recitado:
T.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
b) Cantado:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
1. SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JE - SUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
1. SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JE - SUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
Oração do Dia
6. Terminado o hino de louvor, de braços abertos diz:
V.: Oremos
E todos oram em silêncio durante alguns momentos:
Depois, o sacerdote, de braços abertos, reza conforme abaixo em Oração da Coleta:
V.: Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, procurando conhecer sempre o que é reto, realizemos vossa vontade em nossas palavras e ações. Phor Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao concluir, o povo responde:
T.: Amém
Na Missa diz-se sempre uma só oração coleta, exceto em outros ritos aprovados pela igreja que a liturgia determinar.
Primeira Leitura
1Sm 26,2.7-9.12-13.22-23
7. Em seguida, o leitor dirige-se ao ambão e lê a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Primeiro Livro de Samuel.
Naqueles dias, Saul pôs-se em marcha e desceu ao deserto de Zif. Vinha acompanhado de três mil homens, escolhidos de Israel, para procurar Davi no deserto de Zif. Davi e Abisai dirigiram-se de noite até ao acampamento, e encontraram Saul deitado e dormindo no meio das barricadas, com a sua lança à cabeceira, fincada no chão. Abner e seus soldados dormiam ao redor dele. Abisai disse a Davi: “Deus entregou hoje em tuas mãos o teu inimigo. Vou cravá-lo em terra com uma lançada, e não será preciso repetir o golpe”. Mas Davi respondeu: “Não o mates! Pois quem poderia estender a mão contra o ungido do Senhor, e ficar impune?” Então Davi apanhou a lança e a bilha de água, que estavam junto da cabeceira de Saul, e foram-se embora. Ninguém os viu, ninguém se deu conta de nada, ninguém despertou, pois todos dormiam um profundo sono que o Senhor lhes tinha enviado. Davi atravessou para o outro lado, parou no alto do monte, ao longe, deixando um grande espaço entre eles. E Davi disse: “Aqui está a lança do rei. Venha cá um dos teus servos buscá-la! O Senhor retribuirá a cada um conforme a sua justiça e a sua fidelidade. Pois ele te havia entregue hoje em meu poder, mas eu não quis estender a minha mão contra o ungido do Senhor.
Ao término da leitura, o leitor diz:
L.: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
T.: Graças a Deus.
Responsório
Sl 102(103)
8. O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde o estribilho.
O Senhor é bondoso e compassivo.
— Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!
— Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão.
— O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas.
— Quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. Como um pai se compadece de seus filhos, o Senhor tem compaixão dos que o temem.
Segunda Leitura
1Cor 15,45-49
9. Se houver a segunda leitura antes do Evangelho, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos: O primeiro homem, Adão, “foi um ser vivo”. O segundo Adão é um espírito vivificante. Veio primeiro não o homem espiritual, mas o homem natural; depois é que veio o homem espiritual. O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo homem vem do céu. Como foi o homem terrestre, assim também são as pessoas terrestres; e como é o homem celeste, assim também vão ser as pessoas celestes. E como já refletimos a imagem do homem terrestre, assim também refletiremos a imagem do homem celeste.
No fim da leitura, o leitor diz:
L.: Palavra do Senhor
Todos aclamam:
T.: Graças a Deus.
Aclamação ao Evangelho
Jo 13,34
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
EU VOU DOU ESTE NOVO MANDAMENTO,
NOVA ORDEM, AGORA VOS DOU;
QUE TAMBÉM VOS AMEIS UNS AOS OUTROS,
COMO EU VOS AMEI, DIZ O SENHOR.
Evangelho
Lc 6,27-38
12. A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos ministros que podem levar o incenso e as velas, e diz:
V.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
T.: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
V.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
T.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “A vós, que me escutais, eu digo: Amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos amaldiçoam, e rezai por aqueles que vos caluniam. Se alguém te der uma bofetada numa face, oferece também a outra. Se alguém te tomar o manto, deixa-o levar também a túnica. Dá a quem te pedir e, se alguém tirar o que é teu, não peças que o devolva. O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles. Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam aqueles que os amam. E se fazeis o bem somente aos que vos fazem o bem, que recompensa tereis? Até os pecadores fazem assim. E se emprestais somente àqueles de quem esperais receber, que recompensa tereis? Até os pecadores emprestam aos pecadores, para receber de volta a mesma quantia. Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus. Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque, com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
V.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
T.: Glória a vós, Senhor.
Em seguida, beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Homilia
14. Depois, segue-se a homilia que deve ser feita todos os domingos e festas de preceito, e é recomendada nos outros dias.
Profissão da Fé
T.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
Preces da Assembléia
V.: Irmãos e irmãs caríssimos: invoquemos Jesus Cristo, que prometeu a bem-aventurança aos que têm fome e sede de justiça, e digamos (ou: e cantemos), confiantes:
T.: Ouvi-nos, ó Rei da glória
L.: Para que o Papa Leão , os bispos a ele unidos e os presbíteros dêem testemunho, por palavras e por obras, da santidade a que Deus os chama dia após dia, oremos.
L.: Pelos pobres, para que o Senhor lhes dê esperança, e pelos ricos, para que lhes converta o coração e lhes dê gosto de repartir com quem não tem, oremos
L.: Pelos que têm fome, para que encontrem o pão de cada dia, e pelos que vivem na abundância, para que tenham fome de Deus e da sua justiça, oremos.
L.: Pelos que choram enquanto vivem neste mundo, para que o Senhor os console no seu amor, e pelos que riem, para que lhes purifique os sentimentos, oremos.
L.: Pelos que são rejeitados e insultados, para que Jesus os una à sua Paixão, e lhes revele o mistério da sua Cruz gloriosa, oremos.
V.: Senhor Jesus Cristo, que quisestes experimentar a perseguição e a pobreza, a fome, a incompreensão e a dor, dai-nos a graça de sentir a força da vossa ressurreição e ensinai-nos a falar da felicidade que a todos prometeis. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
T.: Amém
Canto do Ofertório
16. Inicia-se o canto do ofertório. O diácono colocam no altar o corporal, o pão e o vinho para serem oferecidos.
1. UM CORAÇÃO PARA AMAR,
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU.
2. QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU.
2. QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR
Ofertório
17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para ocorrer às necessidades da Igreja e dos pobres.
18. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
T.: Bendito seja Deus para sempre!
19. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
T.: Bendito seja Deus para sempre!
21. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
22. Depois, se oportuno, incensa as oblatas e o altar. A seguir, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
23. Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
Oração sobre as Oferendas
24. Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
V.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
T.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
25. Em seguida, de braços abertos, o sacerdote reza a Oração sobre as oferendas;
V.: Ao celebrar com reverência vossos mistérios, nós vos suplicamos, ó Deus, que os dons oferecidos em vossa honra sejam úteis à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
T.: Amém.
Oração Eucarística VIII
c/ Prefácio Próprio
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
V.: O Senhor esteja convosco.
V.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
V.: Corações ao alto.
T.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
V.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
T.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
V.: Nós vos agradecemos, Deus Pai todo-poderoso, e por causa de vossa ação no mundo vos louvamos pelo Senhor Jesus. No meio da humanidade, dividida em contínua discórdia, sabemos por experiência que sempre levais as pessoas a procurar a reconciliação. Vosso Espírito Santo move os corações, de modo que os inimigos voltem à amizade, os adversários se deem as mãos e os povos procurem reencontrar a paz.
T.: Fazei-nos, ó Pai, instrumentos de vossa Paz!
De braços abertos, prossegue:
V.: Sim, ó Pai, porque é obra vossa que a busca da paz vença os conflitos, que o perdão supere o ódio e vingança dê lugar à reconciliação. Por tudo de bom que fazeis, Deus de misericórdia, não podemos deixar de vos louvar e agradecer. Unidos ao coro dos reconciliados, cantamos (dizemos) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
a) Recitado:
T.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
CÉUS E TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA:
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA, NAS ALTURAS!
b) Cantado:
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
DEUS DO UNIVERSO!
CÉUS E TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA:
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA, NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
DEUS DO UNIVERSO!
De braços abertos, diz:
V.: Deus de amor e de poder, louvado sois em vosso Filho, Jesus Cristo, que veio em vosso nome. Ele é a vossa palavra que liberta e salva toda a humanidade. Ele é a mão que estendeis aos pecadores. Ele é o caminho pelo qual nos chega a vossa paz
T.: Fazei-nos, ó Pai, instrumentos de vossa paz!
De braços abertos, prossegue:
V.: Deus, nosso Pai, quando vos abandonamos, vós nos reconduzistes por vosso Filho, entregando-o à morte para que voltássemos a vós e nos amássemos uns aos outros. Por isso, celebramos a reconciliação que vosso filho nos mereceu.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Cumprindo o que ele nos mandou, vos pedimos:
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:santificai, + por vosso Espírito, estas oferendas.
Une as mãos e prossegue:
V.: Antes de dar a vida para nos libertar,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
durante a última ceia, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças e o entregou a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Depois, prossegue:
V.: Naquela mesma noite,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
tomou nas mãos o cálice e, proclamando a vossa misericórdia, o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
O sacerdote diz:
V.: Eis o mistério da fé!
T.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
De braços abertos, prossegue:
V.: Ó Deus, Pai de misericórdia, vosso filho nos deixou esta prova de amor. Celebrando a sua morte e ressurreição, nós vos damos aquilo que nos destes: o sacrifício da perfeita reconciliação.
T.: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!
V.: Nós vos pedimos, ó Pai, aceita-nos também com vosso Filho e, nesta ceia, dai-nos o mesmo Espírito, de reconciliação e de paz.
T.: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!
1C: Ele nos conserve em comunhão com o papa Leão e o nosso bispo N., com todos os bispos e o povo que conquistastes. Fazei de vossa Igreja sinal da unidade entre os seres humanos e instrumento da vossa paz!
T.: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!
2C: Assim como aqui nos reunistes, ó Pai, à mesa do vosso Filho em união com a virgem Maria, mãe de Deus, e com todos os santos, reuni no mundo novo, onde brilha a vossa paz, os homens e as mulheres de todas as classes e nações, de todas as raças e línguas, para a ceia da comunhão eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.
T.: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
V.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
T.: Amém, louvor e glória ao Pai que em Cristo nos reconciliou!
Oração do Pai Nosso
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
V.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
T.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
V.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
T.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Oração da Paz
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
V.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
T.: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
V.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
T.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
V.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
a) Recitado:
T.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
b) Cantado:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
V.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
V.: Provai e vede como o Senhor é bom, feliz de quem nele encontra o seu refugio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
T.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Comunhão
(Sl 9,2s)
Antífona de Comunhão: Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas narrarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus altíssimo!
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
Canto de Comunhão
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
1. EIS QUE EU VOS DOU
UM NOVO MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
2. VÓS SEREIS OS MEUS AMIGOS
SE SEGUIRDES MEU PRECEITO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
3. PERMANECEI EM MEU AMOR
E SEGUI MEU MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
4. E CHEGANDO A MINHA PÁSCOA,
VOS AMEI ATÉ O FIM:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
1. EIS QUE EU VOS DOU
UM NOVO MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
2. VÓS SEREIS OS MEUS AMIGOS
SE SEGUIRDES MEU PRECEITO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
3. PERMANECEI EM MEU AMOR
E SEGUI MEU MANDAMENTO:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
4. E CHEGANDO A MINHA PÁSCOA,
VOS AMEI ATÉ O FIM:
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS
COMO EU VOS TENHO AMADO
Ação de Graças
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Oração depois da Comunhão
140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
V.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
V.: Ó Deus todo-poderoso, concedei-nos alcançar a salvação eterna, cujo penhor recebemos neste sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
T.: Amém.
Bênção Final
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
V.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
V.: Estendei, Senhor, sobre os vossos fiéis a vossa mão protetora, para que vos busquem de todo coração e mereçam conseguir o que vos pedem. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
V.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
T.: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
V.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
T.: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Canto Final
A ALEGRIA ESTÁ NO CORAÇÃO,
DE QUEM JÁ CONHECE A JESUS.
A VERDADEIRA PAZ SÓ TEM AQUELE
QUE JÁ CONHECE A JESUS.
O SENTIMENTO MAIS PRECIOSO QUE VEM DE NOSSO SENHOR.
É O AMOR QUE SÓ TEM QUEM JÁ CONHECE A JESUS.
POSSO PISAR NUMA TROPA E SALTAR AS MURALHAS
ALELUIA, ALELUIA!
DE QUEM JÁ CONHECE A JESUS.
A VERDADEIRA PAZ SÓ TEM AQUELE
QUE JÁ CONHECE A JESUS.
O SENTIMENTO MAIS PRECIOSO QUE VEM DE NOSSO SENHOR.
É O AMOR QUE SÓ TEM QUEM JÁ CONHECE A JESUS.
POSSO PISAR NUMA TROPA E SALTAR AS MURALHAS
ALELUIA, ALELUIA!
Seções:
7º Domingo do Tempo Comum
Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos