Bula Pontifícia «Oves non amatis» pela qual se declara as antipapias de Marcos I, Clemente VIII e João Paulo V

 

INNOCENTIVS, EPISCOPVS,
SERVUS SERVORVM DEI,
AD PERPETUAM REI MEMORIAM.

Aos diletíssimos irmãos e irmãs a que estas minhas letras apostólicas lerem, saúde, paz e bênção do Senhor.

No decorrer dos tempos, foram muitos os rostos que se assentaram na Cátedra de São Pedro, de que modo, governassem a Igreja de Cristo. Nosso Senhor chamou-nos a ter cuidado com os falsos pastores, pois estes viriam e enganariam a muitos (Mt 7, 15-20). De verdade, a Igreja já teve bons rostos, contudo, porém, ultimamente, usurpadores sedentios sentaram-se na Cátedra de Pedro para desunir toda a Igreja com as suas falsas inspirações, levando à separação, surgimento dos cismas, conflitos e completa decadência.

Novamente eu sou chamado a separar o trigo do jóio; a reconhecer os fariseus que coexistiram no nosso meio, e que, de forma oprobriosa, poluíram a Sede Apostólica de Pedro. Volto-me aos meus predecessores: Marcos I, Clemente VIII e João Paulo V; representados na pessoa do sr. excomungado Daniel Águeda, que tantos anos integrou a antiga ''cúpula'' deste apostolado virtual sediado hoje no Habblet Hotel.

O meu predecessor, João Paulo V, encontra-se acusado de enquanto Decano do Colégio Cardinalício (isto é, a sua função antes da eleição de Clemente VII), de derrubar, junto aos demais Cardeais da época, o governo pastoral e petrino de Sua Santidade, o Papa Clemente VII, que é de perpétua e venerada memória. 

O seu Pontificado também deixa marcados os escândalos do conclave comprado para a eleição de Estevão II, e a deposição do neo-eleito Paulo V - o então eminentíssimo Cardeal Javert Roncalli, que foi deposto na sua eleição pela cúpula governada pela senhorita Silvia Rizzi, Daniel Águeda e Fernando Bórgia.

Já no epílogo do ano de dois mil e vinte-um, e no começo do ano regente, o supracitado ex-clérigo voltou a assentar-se, por duas vezes, na Sede de Pedro e por instaurar uma crise eclesial. Desta vez, atua como Clemente VIII e Marcos I. O Papa Clemente VIII envolveu-se em mais escândalos: como a permissão de conflitos dentro da Igreja e a venda do Decanato ao ex-cardeal Pedro Henrique, que então, com a graça de Deus, foi retirado do Decanato a tempo (é de ressaltar que o Cardeal Pedro Henrique chegou à Igreja por sedentia, tornando-se Cardeal, em troca, vendendo todo o histórico passado da ICAR ao Papa Clemente, auxiliado pelo seu amigo Ângelo Roncalli); Já o Papa Marcos I, não liderou dignamente como um Pontífice realmente haveria de atuar, levando a igreja mais uma vez ao declínio.

E para fazer justiça e reconhecer que estes meus predecessores deixaram uma péssima imagem para o Corpo Místico de Cristo, peregrino no Habblet Hotel, com a minha plena autoridade apostólica, DECRETO e CONSTITUO as antipapias dos papas MARCOS I, CLEMENTE VIII e JOÃO PAULO V e ESTABELEÇO que doravante, passem a serem mencionados no Anuário Pontifício com o título de antipapa.

Confiantes, por fim, nas mudanças que acontecerão neste Pontificado, dentro da Igreja, com o coração solicito ao chamado de Cristo, peço ao povo de Deus para que reze pelos meus sucessores e pela conversão destes papas que desgovernaram e destruíram a Igreja no passado.

Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia dezoito de março do ano do Senhor de dois-mil e vinte-um, primeiro do meu Pontificado.

+ Innocentius, PP. VI
Servus Servorum Dei


Postagem Anterior Próxima Postagem

نموذج الاتصال