FOLHETO CELEBRATIVO
SOLENE MISSA DA UNIDADE, PELA SANTA IGREJA E SANTIFICAÇÃO DO CLERO
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
Velarei sobre as minhas ovelhas, diz o Senhor; chamarei um pastor que as conduza e serei o seu Deus.
CANTO
POVO DE REIS
ASSEMBLEIA SANTA
POVO SACERDOTAL
POVO DE DEUS
CANTA AO TEU SENHOR!
NÓS TE CANTAMOS
Ó FILHO BEM-AMADO DO PAI
NÓS TE LOUVAMOS
CIÊNCIA ETERNA E VERBO DE DEUS
NÓS TE CANTAMOS
Ó FILHO DA VIRGEM MARIA
NÓS TE LOUVAMOS
Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO E SALVADOR
NÓS TE CANTAMOS
Ó MESSIAS ENVIADO AOS POBRES
NÓS TE LOUVAMOS
Ó NOSSO REI, DE CORAÇÃO MANSO E HUMILDE
NÓS TE CANTAMOS
Ó VIDEIRA, QUE DÁS VIDA AOS RAMOS
NÓS TE LOUVAMOS
ESTRADA DA VIDA, CAMINHO DO CÉU
NÓS TE CANTAMOS
Ó CORDEIRO POR NÓS IMOLADO
NÓS TE LOUVAMOS
TU QUE TIRAS O PECADO DO MUNDO
NÓS TE CANTAMOS
Ó BOM PASTOR QUE NOS CONDUZES
NÓS TE LOUVAMOS
TU QUE POR NOSSO AMOR DESTE A VIDA
NÓS TE CANTAMOS
Ó CRISTO, ALIMENTO E BEBIDA
NÓS TE LOUVAMOS
Ó PÃO QUE CONFORTA E VINHO QUE ALEGRA
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: O Senhor Jesus que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama à conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:Ass: Amém.
CANTO
KYRIE ELEISON!
KYRIE ELEISON!
CHRISTE, ELEISON!
CHRISTE, ELEISON!
KYRIE ELEISON!
KYRIE ELEISON!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, que, realizando a última vontade do vosso Filho, não cessais de reunir no Espírito Santo pessoas de todas as nações para formar o vosso povo, concedei que a vossa Igreja seja fiel à sua missão, caminhando sempre com toda a família humana, renovando-a no Cristo como fermento e alma para transformá-la em família de Deus. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Jr 28, 1-17)
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
– Leitura do Livro do Profeta Jeremias
Nesse mesmo ano, no início do reinado de Sedecias, rei de Judá, no quinto mês do quarto ano, disse-me o profeta Ananias, filho de Azur, profeta de Gabaon, na casa do Senhor e na presença dos sacerdotes e de todo o povo: “Isto diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Quebrei o jugo do rei da Babilônia. Ainda dois anos e eu farei reconduzir a este lugar todos os vasos da casa do Senhor, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tirou deste lugar e transferiu para a Babilônia. Também reconduzirei a este lugar Jeconias, filho de Joaquim e rei de Judá, juntamente com toda a massa de judeus desterrados para Babilônia, diz o Senhor, pois eu quebro o jugo do rei da Babilônia”.
Respondeu o profeta Jeremias ao profeta Ananias, na presença dos sacerdotes e de todo o povo que estava na casa do Senhor, dizendo: “Amém, assim permita o Senhor! Realize ele as palavras que profetizaste, trazendo de volta os vasos para a casa do Senhor e todos os deportados da Babilônia para esta terra.
Ouve, porém, esta palavra que eu digo aos teus ouvidos e aos ouvidos de todo o povo: Os profetas que existiram antigamente, antes de mim e antes de ti, profetizaram sobre guerras, aflições e peste para muitos povos e reinos poderosos; mas o profeta que profetiza paz, esse somente será reconhecido como profeta, que em verdade o Senhor enviou, quando sua palavra for verificada”. Então o profeta Ananias retirou o jugo do pescoço do profeta Jeremias e quebrou-o; e disse Ananias, na presença de todo o povo: “Isto diz o Senhor: Deste modo quebrarei o jugo de Nabucodonosor, rei da Babilônia, dentro de dois anos, livrando dele o pescoço de todos os povos”. E foi-se pelo seu caminho o profeta Jeremias. Depois que o profeta Ananias havia retirado o jugo do pescoço do profeta Jeremias, dirigiu-se novamente a palavra do Senhor a Jeremias:
“Vai dizer a Ananias: Isto diz o Senhor: Quebraste um jugo de madeira, mas em seu lugar farás um de ferro. Isto diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Pus um jugo de ferro sobre o pescoço de todas estas nações, para servirem a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e lhe serão de fato submissas; além disso, dei-lhe também os animais do campo”.
Disse ainda o profeta Jeremias ao profeta Ananias: “Ouve, Ananias, não foste enviado pelo Senhor, e contudo fizeste este povo confiar em mentiras. Isto diz o Senhor: Eis que te farei partir desta terra; morrerás este ano, pois pregaste a infidelidade contra o Senhor”. Naquele ano, no sétimo mês, morreu o profeta Ananias.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 118)
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– Afastai-me do caminho da mentira e dai-me a vossa lei como um presente!
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– Não retireis vossa verdade de meus lábios, pois eu confio em vossos justos julgamentos!
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– Que se voltem para mim os que vos temem e conhecem, ó Senhor, vossa Aliança!
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– Meu coração seja perfeito em vossa lei, e não serei, de modo algum, envergonhado!
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– Espreitam-me os maus para perder-me, mas continuo sempre atento à vossa lei.
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
– De vossos julgamentos não me afasto, porque vós mesmo me ensinastes vossas leis.
Ass.: ENSINAI-ME A FAZER VOSSA VONTADE!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA.
O HOMEM NÃO VIVE SOMENTE DE PÃO,
MAS DE TODA PALAVRA DA BOCA DE DEUS.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 14, 13-21)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. Ao sair da barca, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” Jesus porém lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. Jesus disse: “Trazei-os aqui”. Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram satisfeitos, e dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
RECEBE, DEUS AMIGO, ESTES DONS QUE AQUI TRAZEMOS,
E FELIZES ENTRE TODOS, A PARTILHA NÓS FAREMOS.
Ó DEUS PAI, A TI TRAZEMOS PÃO E VINHO UMA VEZ MAIS.
UM SÓ CORPO NÓS SEREMOS COM JESUS E PELA PAZ!
RECEBE, DEUS AMIGO, NOSSOS PÉS E NOSSOS BRAÇOS,
QUE ENCONTRAM NA UNIDADE O ALENTO PRO CANSAÇO.
RECEBE, DEUS AMIGO, OS PROJETOS QUE ALIMENTAM
O CONVÍVIO E O RESPEITO ENTRE OS POVOS QUE SE ENFRENTAM.
RECEBE, DEUS AMIGO, OS ESFORÇOS DO TEU POVO,
QUE TRABALHA COM CARINHO PRA CRIAR UM MUNDO NOVO
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Acolhei, ó Deus, as nossas oferendas, para que a vossa Igreja, nascida do lado do Cristo adormecido na cruz, encontre sempre neste mistério a sua santidade, vivendo dignamente e correspondendo ao seu criador. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
(A Igreja reunida pela unidade da Santíssima Trindade)
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes reunir de novo, pelo sangue do vosso Filho e pela graça do Espírito Santo, os filhos dispersos pelo pecado. Vossa Igreja, reunida pela unidade da Trindade, é para o mundo o corpo de Cristo e o templo do Espírito Santo, para a glória da vossa sabedoria. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos vossa bondade, cantando a uma só voz:
CANTO
SANTO, SANTO,
SANTO É O SENHOR.
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS.
BENDITO AQUELE QUE VEM
EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS.
28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa João Paulo, com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
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Nas missas pelos fiéis defuntos pode-se acrescentar:
1C: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!
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2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros) irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR
NÃO ESQUEÇAS NENHUM DE SEUS FAVORES!
SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;
QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE!
INCLINAI O VOSSO OUVIDO PARA MIM;
APRESSAI-VOS, Ó SENHOR, EM SOCORRER-ME!
SEDE UMA ROCHA PROTETORA PARA MIM,
UM ABRIGO BEM SEGURO QUE ME SALVE!
38. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Renovados, ó Deus, pelo sacramento do vosso Filho, pedimos que fecundeis a ação da vossa Igreja, pela qual revelais continuamente aos pobres, que chamastes com especial amor ao vosso reino, a plenitude do mistério da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
PROCISSÃO E BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO
Recitada a oração pós comunhão, e omitidos os ritos de conclusão, organiza-se a procissão. O presidente, revestido de casula, como na missa, ou do pluvial da cor branca.
Convém que os cônegos e os presbíteros não concelebrantes revistam o pluvial por cima da sobrepeliz e do hábito talar.
O presidente, depois de impor incenso no turíbulo e o benzer, ajoelha-se diante do altar e incensa o Santíssimo Sacramento.
Depois, recebe o véu de ombros, sobe ao altar, genuflete e toma a custódia, segurando-a com as mãos cobertas com o véu. Organiza-se então a procissão.
Durante o percurso, se for costume e o bem pastoral o aconselhar, pode-se marcar uma ou outra "estação", dando-se inclusive a bênção eucarística.
Os cânticos e orações que se proferirem deverão orientar-se no sentido de que todos manifestem a sua fé em Cristo e se ocupem unicamente do Senhor.
CANTO
Ó HÓSTIA SANTA, TU ÉS O TESTAMENTO
DA TÃO GRANDE DIVINA MISERICÓRDIA,
TU ÉS O CORPO E O SANGUE DO SENHOR,
SINAL DE AMOR POR NÓS PECADORES.
Ó HÓSTIA SANTA, TU ÉS A NASCENTE
DA ÁGUA VIVA P'RA NÓS, PECADORES;
EM TI, O FOGO PURÍSSIMO DO AMOR:
A TUA DIVINA MISERICÓRDIA.
Ó HÓSTIA SANTA, EM TI O REMÉDIO
QUE DÁ ALÍVIO À NOSSA FRAQUEZA;
UNIÃO SAGRADA ENTRE DEUS E CADA HOMEM
QUE CONFIA NO TEU AMOR.
Ó HÓSTIA SANTA, ÉS A ÚNICA ESPERANÇA
ENTRE AS TEMPESTADES E AS TREVAS DESTE MUNDO,
ENTRE AS LABUTAS E ENTRE OS SOFRIMENTOS,
AGORA E NA HORA DA NOSSA MORTE.
EU CONFIO EM TI, Ó HÓSTIA SANTA.
EU CONFIO EM TI, Ó HÓSTIA SANTA.
CANTO
CANTA, IGREJA, O REI DO MUNDO
QUE SE ESCONDE SOB OS VÉUS;
CANTA O SANGUE TÃO FECUNDO,
DERRAMADO PELOS SEUS.
E O MISTÉRIO TÃO PROFUNDO
DE UMA VIRGEM, MÃE DE DEUS!
UM MENINO NOS FOI DADO,
VEIO AOS SERVOS O SENHOR.
FOI NA TERRA SEMEADO
O SEU VERBO SALVADOR
A PARTIR NOS FOI DEIXADO
PÃO DA VIDA, PÃO DE AMOR.
CELEBRANDO A DESPEDIDA,
COM OS DOZE ELE CEOU;
TODA A PÁSCOA FOI CUMPRIDA,
NOVO RITO INAUGUROU
E SEU CORPO, PÃO DA VIDA,
AOS IRMÃOS ELE ENTREGOU.
CRISTO VERBO OMNIPOTENTE,
DEU-NOS NOVA REFEIÇÃO,
FAZ-SE CARNE REALMENTE
O QUE DEIXA DE SER PÃO
E O VINHO É SANGUE ARDENTE:
VENCE A FÉ, GOSTO E VISÃO.
AO DIVINO SACRAMENTO
INCLINADOS ADOREMOS,
POIS DO ANTIGO TESTAMENTO
A PROMESSA RECEBEMOS,
E EM PERFEITO CUMPRIMENTO
JÁ PRESENTE AQUI A TEMOS.
POR TÃO NOVA REALIDADE
DA DIVINA EUCARISTIA
À SANTÍSSIMA TRINDADE
DEMOS GRAÇAS CADA DIA,
ARDA A FÉ E A CARIDADE
EM PLENÍSSIMA HARMONIA.
Convém que a procissão se dirija de uma igreja para outra. Contudo, se as circunstâncias locais o aconselharem, pode-se regressar à mesma igreja de onde partiu.
Finda a procissão, dá-se a bênção com o Santíssimo Sacramento, na igreja onde terminou ou noutro local mais conveniente.
Ao adentrarem ao local, todos se posicionam em seus respectivos lugares. Depois de o presidente ter subido ao altar, coloca-se o ostensório sobre o altar. Faz-se a genuflexão e ajoelha-se diante do altar.
Logo a seguir, impõe-se e benze-se o incenso, recebe o turíbulo e incensa o Santíssimo Sacramento com três ductos. Enquanto isso, entoa-se a estrofe: Tão sublime, ou outro canto eucarístico.
CANTO
ADOREMOS NESTE ALTAR
POIS O ANTIGO TESTAMENTO
DEU AO NOVO SEU LUGAR
VENHA A FÉ, POR SUPLEMENTO
OS SENTIDOS COMPLETAR
AO ETERNO PAI CANTEMOS
E A JESUS, O SALVADOR
AO ESPÍRITO EXALTEMOS
NA TRINDADE ETERNO AMOR
AO DEUS UNO E TRINO DEMOS
A ALEGRIA DO LOUVOR
AMÉM! AMÉM!
Pres.: Do céu lhes destes o pão.
Ass.: Que contém todo sabor.
Pres.: Oremos. Senhor Jesus Cristo, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que viveis e reinais para sempre.
Ass.: Amém.
Recitada a oração, o que preside recebe o véu de ombros, sobe ao altar, faz genuflexão, e segura o ostensório, mantendo-o elevado com as mãos cobertas pelo véu, volta-se para o povo e com ele faz o sinal da cruz sem dizer nada.
Feito isto, coloca-se o ostensório sobre o altar e voltam-se aos seus lugares.
ATO DE LOUVOR
Pres.: Bendito seja Deus.
Ass.: Bendito seja Deus.
Ass.: Bendito seja Deus.
Faz-se o mesmo com todas as invocações.
Bendito seja o seu santo nome.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Bendito seja o nome de Jesus.
Bendito seja o seu sacratíssimo Coração.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Bendito seja o nome de Jesus.
Bendito seja o seu sacratíssimo Coração.
Bendito seja o seu preciosismo Sangue.
Bendito seja Jesus no santíssimo Sacramento do altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
Bendito seja são José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.
Bendito seja Jesus no santíssimo Sacramento do altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
Bendito seja são José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.
Pres.: Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos ministros. Derramai as vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre, o papa, sobre o nosso bispo, sobre o nosso pároco e todo o clero, sobre o chefe da nação e do Estado e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei com os efeitos contínuos de vossa bondade o Brasil, este arcebispado, a paróquia em que habitamos, cada um de nós em particular e todas as pessoas por quem somos obrigados a rezar ou que se recomendaram as nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório. Dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna.
Ass.: Amém.
Enquanto isso, o povo profere alguma aclamação apropriada.
E faz-se a procissão de volta à sacristia na forma habitual.
