Semanário Litúrgico | 1º dia do Tríduo a São Miguel Arcanjo

 


SEMANÁRIO LITÚRGICO

TRÍDUO A SÃO MIGUEL ARCANJO



ANO C

Cor Litúrgica: Branco

26/09/2022 



RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

 

Antífona da entrada

Dt 3, 31. 29. 30. 43. 42

Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia.

 

CANTO

Bendizei ao Senhor, mensageiros de Deus

BENDIZEI AO SENHOR, MENSAGEIROS DE DEUS,

HERÓIS PODEROSOS QUE CUMPRIS SUAS ORDENS

SEMPRE ATENTOS À SUA PALAVRA;

 

LOUVAI O SENHOR DEUS NOS ALTOS CÉUS,

LOUVAI-O NO EXCELSO FIRMAMENTO!

LOUVAI-O, ANJOS SEUS, TODOS LOUVAI-O,

LOUVAI-O, LEGIÕES CELESTIAIS!

 

REIS DA TERRA, POVOS TODOS, BENDIZEI-O,

E VÓS, PRÍNCIPES E TODOS OS JUÍZES;

E VÓS, JOVENS, E VÓS, MOÇAS E RAPAZES,

ANCIÃOS E CRIANCINHAS, BENDIZEI-O!

 

LOUVEM O NOME DO SENHOR, LOUVEM-NO TODOS,

PORQUE SOMENTE O SEU NOME É EXCELSO!

A MAJESTADE E ESPLENDOR DE SUA GLÓRIA

ULTRAPASSAM EM GRANDEZA O CÉU E A TERRA.

 

 

Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

 

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Ass.: Amém.

 

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

 

ATO PENITENCIAL

 

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:

Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

 

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.:  Confessemos os nossos pecados.

Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, *bato no peito 3 vezes* por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Vhirgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass.: Amém.

 

Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

 

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

 

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Ou, faça-se cantado:



CANTO

Senhor que oferecestes o vosso perdão

SENHOR QUE VIESTES SALVAR, OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS,

 

PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE DE NÓÓÓS!

 

Ó CRISTO QUE VIESTES CHAMAR, OS PECADORES HUMILHADOS,

 

PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE DE NÓÓÓS!

 

SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS, JUNTO A DEUS PAI QUE NOS PERDOA,

 

PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE DE NÓÓÓS!

 

 

ORAÇÃO DO DIA

 

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.

Ó Deus, que mostrais vosso poder sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas promessas, alcancemos os bens que reservais. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass.: Amém.



LITURGIA DA PALAVRA



PRIMEIRA LEITURA

(Jó 1, 6-22)



O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

 

Leitura do Livro de Jó

 

Um dia, foram os filhos de Deus apresentar-se ao Senhor; entre eles também Satanás. Senhor, então, disse a Satanás: “Donde vens?” “Venho de dar umas voltas pela terra”, respondeu ele. Senhor disse-lhe: “Reparaste o meu servo Jó? Na terra não há outro igual: é um homem íntegro e correto, teme a Deus e afasta-se do mal”. Satanás respondeu ao Senhor: “Mas será por nada que Jó teme a Deus? Porventura não levantaste um muro de proteção ao redor dele, de sua casa e de todos os seus bens? Tu abençoaste tudo o que ele fez, e seus rebanhos cobrem toda a região. Mas, estende a mão e toca em todos os seus bens; e eu garanto que ele te lançará maldições no rosto!” Então o Senhor disse a Satanás: “Pois bem, de tudo o que ele possui, podes dispor, mas não estendas a mão contra ele”. E Satanás saiu da presença do Senhor. Ora, num dia em que os filhos e filhas de Jó comiam e bebiam vinho na casa do irmão mais velho, um mensageiro veio dizer a Jó: “Estavam os bois lavrando e as mulas pastando a seu lado, quando, de repente, apareceram os sabeus e roubaram tudo, passando os criados ao fio de espada. Só eu consegui escapar para trazer-te a notícia”. Estava ainda falando, quando chegou outro e disse: “Caiu do céu o fogo de Deus e matou ovelhas e pastores, reduzindo-os a cinza. Só eu consegui escapar para trazer-te a notícia”. Este ainda falava, quando chegou outro e disse: “Os caldeus, divididos em três bandos, lançaram-se sobre os camelos e levaram-nos consigo, depois de passarem os criados ao fio da espada. Só eu consegui escapar para trazer-te a notícia”. Este ainda falava, quando chegou outro e disse: “Teus filhos e tuas filhas estavam comendo e bebendo vinho na casa do irmão mais velho, quando um furacão se levantou das bandas do deserto e se lançou contra os quatro cantos da casa, que desabou sobre os jovens e os matou. Só eu consegui escapar para trazer-te a notícia”. Então, Jó levantou-se, rasgou o manto, rapou a cabeça, caiu por terra e, prostrado, disse: “Nu eu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei para lá. O Senhor deu, o Senhor tirou: como foi do agrado do Senhor, assim foi feito. Bendito seja o nome do Senhor!” Apesar de tudo isso, Jó não cometeu pecado nem se revoltou contra Deus.

– Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

 

SALMO RESPONSORIAL

(Sl 16)


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

 

Ass.: INCLINAI O VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME!

 

— Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, escutai-me e atendei o meu clamor! Inclinai o vosso ouvido à minha prece, pois não existe falsidade nos meus lábios!

Ass.: INCLINAI O VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME!

 

— De vossa face é que me venha o julgamento, pois vossos olhos sabem ver o que é justo. Provai meu coração durante a noite, visitai-o, examinai-o pelo fogo, mas em mim não achareis iniquidade.

Ass.: INCLINAI O VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME!

 

— Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Mostrai-me vosso amor maravilhoso, vós que salvais e libertais do inimigo quem procura a proteção junto de vós.

Ass.: INCLINAI O VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME!

 

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

 

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

 

VEIO O FILHO DO HOMEM, A FIM DE SERVIR

E DAR SUA VIDA EM RESGATE POR MUITOS.

 

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

 

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

Diác.: Amém.

 

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

 

EVANGELHO

(Lc 9, 46-50)

 

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

 

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác. ou Pres.:  Naquele tempo, houve entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o maior. Jesus sabia o que estavam pensando. Pegou então uma criança, colocou-a junto de si e disse-lhes: “Quem receber esta criança em meu nome, estará recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior”. João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. Mas nós lhe proibimos, porque não anda conosco”. Jesus disse-lhe: “Não o proibais, pois quem não está contra vós, está a vosso favor”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

 

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:

Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

 

HOMILIA

 

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.



LITURGIA EUCARÍSTICA

 

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

 

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

 

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.



CANTO

Muitos grãos de trigo

 

MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.

HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.

MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.

 

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,

PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,

PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.

 

MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.

HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.

MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.

 

MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO

HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.

MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.

 

 

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

 

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.



CONVITE À ORAÇÃO

 

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.

Pres.: Ó Deus de misericórdia, que esta oferenda vos seja agradável e possa abrir para nós a fonte de toda bênção. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.



PREFÁCIO DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

 

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto.

Ass.: O nosso coração está em Deus.

 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

 

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele é a vossa palavra viva, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo e nascido da Vhirghem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e reunir um povo santo em vosso louvor, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por ele, os anjos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos aos seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

 

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:

Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

 

Ou, faça-se cantado:



CANTO

Santo

 

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO! 

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 

HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

HOSANA NAS ALTURAS!



ORAÇÃO EUCARÍSTICA II



O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

Une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres: Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,

Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.

 

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Então prossegue:

Do mesmo modo, ao fim da ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Em seguida diz:

Eis o mistério da fé!

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

 

Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!


O sacerdote, de braços abertos, continua:

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

 

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Cesar, com todos os bispos e todos os ministros do vosso povo.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

 

2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros) irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

 

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

 

Ergue o cálice e a patena com a hóstia dizendo:

Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

Ass: Amém!

 

 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

Ass.: Amém.

 

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

 

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

 

Ou, faça-se cantado:



CANTO

Cordeiro

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,

DAI-NOS A PAZ.

 

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

    Ou:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.

 

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

 

Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 

Antífona da comunhão

Sl 118, 49-50

Lembrai-vos da promessa ao vosso servo, pela qual me cumulastes de esperança! O que me anima na aflição é uma certeza: vossa palavra me dá a vida, ó Senhor.

 

COMUNHÃO

 

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.

 

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

 

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

 

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

 

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

 

CANTO

Verbum Panis

DESDE O PRINCÍPIO, ANTES MESMO QUE A TERRA COMEÇASSE A EXISTIR,

O VERBO ESTAVA JUNTO A DEUS.

VEIO AO MUNDO E PRA NÃO ABANDONAR-NOS NESTA VIAGEM NOS DEIXOU,

TODO A SI MESMO COMO PÃO.

 

VERBUM CARO FACTUM EST

VERBUM PANIS FACTUM EST.

 

E AQUI PARTES O TEU PÃO EM MEIO A NÓS.

TODO AQUELE QUE COMER, NÃO TERÁ MAIS FOME

E AQUI VIVE TUA IGREJA EM TORNO A TI

ONDE SE ENCONTRARÁ, A MORADA ETERNA.

 

VERBUM CARO FACTUM EST

VERBUM PANIS FACTUM EST

 

DESDE O PRINCÍPIO, QUANDO O UNIVERSO FOI CRIADO DA ESCURIDÃO,

O VERBO ESTAVA JUNTO A DEUS.

VEIO AO MUNDO RICO EM MISERICÓRDIAM DEUS MANDOU O FILHO SEU,

TODO A SI MESMO COMO PÃO.

 

VERBUM CARO FACTUM EST

VERBUM PANIS FACTUM EST

 

E AQUI PARTES O TEU PÃO EM MEIO A NÓS.

TODO AQUELE QUE COMER, NÃO TERÁ MAIS FOME

E AQUI VIVE TUA IGREJA EM TORNO A TI

ONDE SE ENCONTRARÁ, A MORADA ETERNA.

 

VERBUM CARO FACTUM EST

VERBUM PANIS FACTUM EST

 

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

 

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

 

O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

 

DEPOIS DA COMUNHÃO

 

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."

Ó Deus, que a comunhão nesta Eucaristia renove a nossa vida para que, participando da paixão de Cristo neste mistério, e anunciando a sua morte, sejamos herdeiros da sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass.: Amém.

 

RITOS FINAIS

 

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

BÊNÇÃO FINAL

 

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O sacerdote ou diácono diz:

Pres.: Inclinai-vos para receber a bênção.

 

Pres.: Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda e vós a sabedoria da salvação.

Ass.: Amém.

 

Pres.: Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras.

Ass.: Amém.

 

Pres.: Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz.

Ass.: Amém.

 

O sacerdote abençoa o povo dizendo:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass.: Amém.

 

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.

Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

Ass.: Graças a Deus.

 

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

 

CANTO

São Miguel Arcanjo

 

SÃO MIGUEL ARCANJO, DEFENDEI-NOS NO COMBATE

SEDE O NOSSO REFÚGIO CONTRA AS MALDADES E CILADAS DO DEMÔNIO

ORDENE-LHE DEUS, INSTANTEMENTE O PEDIMOS

E VÓS PRÍNCIPE DA MILÍCIA CELESTE, PELA VIRTUDE DIVINA

PRECIPITAI NO INFERNO A SATANÁS E A TODOS OS ESPÍRITOS MALIGNOS

QUE ANDAM PELO MUNDO PARA PERDER AS ALMAS

AAAAMÉÉÉÉÉN.


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