SEMANÁRIO LITÚRGICO
TRÍDUO
A SÃO MIGUEL ARCANJO
ANO
C
Cor
Litúrgica: Branco
27/09/2022
RITOS
INICIAIS
Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Lc
4, 18
Repousa
sobre mim o Espírito do Senhor; ele me ungiu para levar a boa-nova aos pobres e
curar os corações contritos.
CANTO
Bendizei ao Senhor, mensageiros de Deus
BENDIZEI AO SENHOR, MENSAGEIROS DE
DEUS,
HERÓIS PODEROSOS QUE CUMPRIS SUAS
ORDENS
SEMPRE ATENTOS À SUA PALAVRA;
LOUVAI
O SENHOR DEUS NOS ALTOS CÉUS,
LOUVAI-O
NO EXCELSO FIRMAMENTO!
LOUVAI-O,
ANJOS SEUS, TODOS LOUVAI-O,
LOUVAI-O,
LEGIÕES CELESTIAIS!
REIS
DA TERRA, POVOS TODOS, BENDIZEI-O,
E
VÓS, PRÍNCIPES E TODOS OS JUÍZES;
E
VÓS, JOVENS, E VÓS, MOÇAS E RAPAZES,
ANCIÃOS
E CRIANCINHAS, BENDIZEI-O!
LOUVEM
O NOME DO SENHOR, LOUVEM-NO TODOS,
PORQUE
SOMENTE O SEU NOME É EXCELSO!
A
MAJESTADE E ESPLENDOR DE SUA GLÓRIA
ULTRAPASSAM
EM GRANDEZA O CÉU E A TERRA.
Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO
PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para
celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após
um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e
irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, *bato
no peito 3 vezes* por minha culpa, minha tão grande
culpa. E peço à Vhirgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que
rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe
os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
Senhor que
oferecestes o vosso perdão
SENHOR QUE VIESTES SALVAR, OS
CORAÇÕES ARREPENDIDOS,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
Ó CRISTO QUE VIESTES CHAMAR, OS
PECADORES HUMILHADOS,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS, JUNTO
A DEUS PAI QUE NOS PERDOA,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
ORAÇÃO
DO DIA
Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então
o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó
Deus, que, para o socorro dos pobres e formação do clero, enriquecestes o
presbítero São Vicente de Paulo com as virtudes apostólicas, fazei-nos,
animados pelo mesmo espírito, amar o que ele amou e praticar o que ensinou. Phor
nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA
DA PALAVRA
PRIMEIRA
LEITURA
(Jó 3, 1-3. 11-17. 20-23)
O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura
do Livro de Jó
Jó
abriu a boca e amaldiçoou o seu dia, 2dizendo: “Maldito o dia em que nasci e a
noite em que fui concebido. Por que não morri desde o ventre materno ou não
expirei ao sair das entranhas? Por que me acolheu um regaço e uns seios me
amamentaram? Estaria agora deitado e poderia descansar, dormiria e teria
repouso, com os reis e ministros do país, que construíram para si sepulcros
grandiosos; ou com os nobres, que amontoaram ouro e prata em seus palácios. Ou,
então, enterrado como aborto, eu agora não existiria, como crianças que nem
chegaram a ver a luz. Ali acaba o tumulto dos ímpios, ali repousam os que
esgotaram as forças. Por que foi dado à luz um infeliz e vida àqueles que têm a
alma amargurada? Eles desejam a morte que não vem e a buscam mais que um
tesouro; eles se alegrariam por um túmulo e gozariam ao receberem sepultura. Por
que, então, foi dado à luz o homem a quem seu próprio caminho está oculto, a
quem Deus cercou de todos os lados?”
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO
RESPONSORIAL
O
salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— A
vós clamo, Senhor, sem cessar, todo o dia, e de noite se eleva até vós meu
gemido. Chegue a minha oração até a vossa presença, inclinai vosso ouvido a meu
triste clamor!
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— Saturada
de males se encontra a minh’alma, minha vida chegou junto às portas da morte.
Sou contado entre aqueles que descem à cova, toda gente me vê como um caso
perdido!
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— O
meu leito já tenho no reino dos mortos, como um homem caído que jaz no
sepulcro, de quem mesmo o Senhor se esqueceu para sempre e excluiu por completo
de sua atenção.
Ass.: CHEGUE
A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— Ó
Senhor, me pusestes na cova mais funda, nos locais tenebrosos da sombra da
morte. Sobre mim cai o peso do vosso furor, vossas ondas enormes me cobrem, me
afogam.
Ass.: CHEGUE
A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
ACLAMAÇÃO
AO EVANGELHO
Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
VEIO
O FILHO DO HOMEM, A FIM DE SERVIR
E
DAR SUA VIDA EM RESGATE POR MUITOS.
Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho + e
do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se
não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 9, 46-50)
O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então
o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.: Estava chegando o tempo de Jesus ser levado para o
céu. Então ele tomou a firme decisão de partir para Jerusalém e enviou
mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram num povoado de
samaritanos, para preparar hospedagem para Jesus. Mas os samaritanos não o
receberam, pois Jesus dava a impressão de que ia a Jerusalém. Vendo isso, os
discípulos Tiago e João disseram: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do
céu para destruí-los?” Jesus, porém, voltou-se e repreendeu-os. E partiram para
outro povoado.
Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados
os nossos pecados.
HOMILIA
Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
LITURGIA
EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO
DAS OFERENDAS
Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
CANTO
Minha vida tem sentido
MINHA VIDA TEM SENTIDO, CADA VEZ QUE EU
VENHO AQUI
E TE FAÇO O MEU PEDIDO, DE NÃO ME
ESQUECER DE TI
MEU AMOR É COMO ESTE PÃO, QUE ERA TRIGO
QUE ALGUÉM PLANTOU, DEPOIS COLHEU
E DEPOIS TORNOU-SE SALVAÇÃO, E DEU MAIS
VIDA
E ALIMENTOU O POVO MEU.
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO
EU TE OFEREÇO MEU AMOR
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO
EU TE OFEREÇO MEU AMOR
MINHA VIDA TEM SENTIDO, CADA VEZ QUE EU
VENHO AQUI
E TE FAÇO O MEU PEDIDO, DE NÃO ME
ESQUECER DE TI
MEU AMOR É COMO ESTE VINHO, QUE ERA
FRUTO
QUE ALGUÉM PLANTOU, DEPOIS COLHEU
E DEPOIS ENCHEU-SE DE CARINHO
E DEU MAIS VIDA, E SACIOU O POVO MEU
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO
EU TE OFEREÇO MEU AMOR
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO
EU TE OFEREÇO MEU AMOR
O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão
que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora
vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo
vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me
de meus pecados.
CONVITE
À ORAÇÃO
No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, que destes a São Vicente de Paulo a força
de conformar toda a sua vida aos mistérios que celebrava, fazei que nos
tornemos também, por este sacrifício, uma oferenda agradável aos vossos olhos.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO
DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e
salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele é a vossa palavra viva,
pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, verdadeiro homem,
concebido do Espírito Santo e nascido da Vhirghem Maria. Ele, para cumprir a
vossa vontade e reunir um povo santo em vosso louvor, estendeu os braços na
hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por
ele, os anjos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos
aos seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O
céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem
em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SANTO,
SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O
CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA
NAS ALTURAS!
BENDITO
O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA
NAS ALTURAS!
ORAÇÃO
EUCARÍSTICA II
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda
santidade.
Une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre
elas o vosso Espírito,
Une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor
nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a
paixão,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
Então prossegue:
Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis
o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição
do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da
salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa
presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz
presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Cesar, com
todos os bispos e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros)
irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que
partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim,
nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida
eterna, com a Vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os
santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
Ergue
o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a
vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda
a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO
DA COMUNHÃO
Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu
divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS
A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso
Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por
vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém
come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o
pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Sl 106,
8-9
Demos graças ao Senhor por suas
misericórdias, por suas maravilhas em favor dos homens: deu de beber aos que
tinham sede, alimentou os que tinham fome.
COMUNHÃO
O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Pão da Vida
NA
COMUNHÃO, JESUS SE DÁ NO PÃO
O
CORDEIRO IMOLADO É REFEIÇÃO.
NOSSO
ALIMENTO DE AMOR E SALVAÇÃO
EM
TORNO DESTE ALTAR SOMOS IRMÃOS
O
PÃO DA VIDA ÉS TU, JESUS, O PÃO DO CÉU
O
CAMINHO, A VERDADE, VIA DE AMOR
DOM
DE DEUS, NOSSO REDENTOR.
TOMA
E COME, ISTO É O MEU CORPO
QUE
DO TRIGO SE FAZ PÃO, É REFEIÇÃO.
NA
EUCARISTIA O VINHO SE TORNA SANGUE
VERDADEIRA
BEBIDA, NOSSA ALEGRIA.
O
PÃO DA VIDA ÉS TU, JESUS, O PÃO DO CÉU
O
CAMINHO, A VERDADE, VIA DE AMOR
DOM
DE DEUS, NOSSO REDENTOR.
Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está
dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS
DA COMUNHÃO
De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Ó
Deus, alimentados por esta Eucaristia, nós vos pedimos que, a exemplo de São
Vicente e amparados por sua proteção, imitemos o vosso Filho na pregação do
Evangelho aos pobres. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS
FINAIS
Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO
FINAL
Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
São Miguel Arcanjo
SÃO MIGUEL
ARCANJO, DEFENDEI-NOS NO COMBATE
SEDE O NOSSO
REFÚGIO CONTRA AS MALDADES E CILADAS DO DEMÔNIO
ORDENE-LHE DEUS,
INSTANTEMENTE O PEDIMOS
E VÓS PRÍNCIPE DA
MILÍCIA CELESTE, PELA VIRTUDE DIVINA
PRECIPITAI NO
INFERNO A SATANÁS E A TODOS OS ESPÍRITOS MALIGNOS
QUE ANDAM PELO MUNDO
PARA PERDER AS ALMAS
AAAAMÉÉÉÉÉN.
