SEMANÁRIO LITÚRGICO
TRÍDUO
A SÃO MIGUEL ARCANJO
ANO
C
Cor
Litúrgica: Branco
28/09/2022
RITOS
INICIAIS
Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Dn
3, 31. 29. 30. 43. 42
Senhor,
tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e
não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos
segundo vossa misericórdia.
CANTO
Bendizei ao Senhor, mensageiros de Deus
BENDIZEI AO SENHOR, MENSAGEIROS DE
DEUS,
HERÓIS PODEROSOS QUE CUMPRIS SUAS
ORDENS
SEMPRE ATENTOS À SUA PALAVRA;
LOUVAI
O SENHOR DEUS NOS ALTOS CÉUS,
LOUVAI-O
NO EXCELSO FIRMAMENTO!
LOUVAI-O,
ANJOS SEUS, TODOS LOUVAI-O,
LOUVAI-O,
LEGIÕES CELESTIAIS!
REIS
DA TERRA, POVOS TODOS, BENDIZEI-O,
E
VÓS, PRÍNCIPES E TODOS OS JUÍZES;
E
VÓS, JOVENS, E VÓS, MOÇAS E RAPAZES,
ANCIÃOS
E CRIANCINHAS, BENDIZEI-O!
LOUVEM
O NOME DO SENHOR, LOUVEM-NO TODOS,
PORQUE
SOMENTE O SEU NOME É EXCELSO!
A
MAJESTADE E ESPLENDOR DE SUA GLÓRIA
ULTRAPASSAM
EM GRANDEZA O CÉU E A TERRA.
Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO
PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para
celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após
um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e
irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, *bato
no peito 3 vezes* por minha culpa, minha tão grande
culpa. E peço à Vhirgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que
rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe
os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
Senhor que
oferecestes o vosso perdão
SENHOR QUE VIESTES SALVAR, OS
CORAÇÕES ARREPENDIDOS,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
Ó CRISTO QUE VIESTES CHAMAR, OS
PECADORES HUMILHADOS,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS, JUNTO
A DEUS PAI QUE NOS PERDOA,
PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE, PIEDAAADEEE
DE NÓÓÓS!
ORAÇÃO
DO DIA
Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então
o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó
Deus, que mostrais vosso poder sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai
sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas
promessas, alcancemos os bens que reservais. Phor nosso Senhor Jesus Cristo,
vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA
DA PALAVRA
PRIMEIRA
LEITURA
(Jó 9, 1-12. 14-16)
O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura
do Livro de Jó
Jó
respondeu a seus amigos e disse: “Sei muito bem que é assim: como poderia o
homem ser justo diante de Deus? Se quisesse disputar com ele, entre mil razões
não haverá uma para rebatê-lo. Ele é sábio de coração e poderoso em força; quem
poderia enfrentá-lo e ficar ileso? Ele desloca as montanhas, sem que elas
percebam e as derruba em sua cólera. Ele abala a terra em suas bases e suas
colunas vacilam. Ele manda ao sol que não brilhe e guarda escondidas as
estrelas. Sozinho desdobra os céus, e caminha sobre as ondas do mar. Criou a
Ursa e o Êrion, as Plêiades e as constelações do Sul. Faz prodígios
insondáveis, maravilhas sem conta. Se passa junto de mim, não o vejo, e quando
se afasta, não o percebo. Se ele apanha uma presa, quem ousa impedi-lo? Quem
pode dizer-lhe: — ‘Que está fazendo?’ Quem sou eu para replicar-lhe, e contra
ele escolher meus argumentos? Ainda que eu tivesse razão, não poderia replicar,
e deveria pedir misericórdia ao meu juiz. Se eu clamasse e ele me respondesse,
não creio que daria atenção à minha voz”.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO
RESPONSORIAL
O
salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— Clamo
a vós, ó Senhor sem cessar, todo o dia, minhas mãos para vós se levantam em
prece. Para os mortos, acaso, faríeis milagres? Poderiam as sombras erguer-se e
louvar-vos?
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— No
sepulcro haverá quem vos cante o amor e proclame entre os mortos a vossa
verdade? Vossas obras serão conhecidas nas trevas, vossa graça, no reino onde
tudo se esquece?
Ass.: CHEGUE A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
— Quanto
a mim, ó Senhor, clamo a vós na aflição, minha prece se eleva até vós desde a
aurora. Por que vós, ó Senhor, rejeitais a minh’alma? E por que escondeis vossa
face de mim?
Ass.: CHEGUE
A MINHA ORAÇÃO ATÉ A VOSSA PRESENÇA!
ACLAMAÇÃO
AO EVANGELHO
Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
EU
TUDO CONSIDERO COMO PERDA E COMO LIXO,
A
FIM DE EU GANHAR CRISTO E SER ACHADO NELE!
Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho + e
do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se
não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 9, 57-62)
O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor
esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então
o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, enquanto Jesus e seus discípulos
caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus: “Eu te seguirei para onde quer que
fores”. Jesus lhe respondeu: “As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos;
mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça”. Jesus disse a outro:
“Segue-me”. Este respondeu: “Deixa-me primeiro ir enterrar meu pai”. Jesus
respondeu: “Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu, vai anunciar o
Reino de Deus”. Um outro ainda lhe disse: “Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me
primeiro despedir-me dos meus familiares”. Jesus, porém, respondeu-lhe: “Quem
põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus”.
Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados
os nossos pecados.
HOMILIA
Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
LITURGIA
EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO
DAS OFERENDAS
Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
CANTO
Os dons que trago aqui
OS DONS QUE TRAGO AQUI, SÃO O QUE FIZ,
O QUE VIVI.
O PÃO QUE OFERTAREI, POUCO DEPOIS
COMUNGAREI.
ASSIM TUDO O QUE É MEU, SINTO TAMBÉM QUE
É DE DEUS.
ESFORÇO, TRABALHOS E SONHOS,
O AMOR CONCRETO E FELIZ NESTE DIA.
POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO,
TUDO OFERTAMOS, Ó PAI, NA ALEGRIA.
JESUS NOS QUIS CHAMAR PARA O SEGUIR E
AJUDAR.
E AQUI NOS VAI DIZER COMO SERVIR E OFERECER.
DEU PÔS NAS MINHAS MÃOS
PARA EU PARTIR COM MEUS IRMÃOS.
ESFORÇO, TRABALHOS E SONHOS,
O AMOR CONCRETO E FELIZ NESTE DIA.
POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO,
TUDO OFERTAMOS, Ó PAI, NA ALEGRIA.
O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão
que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora
vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo
vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me
de meus pecados.
CONVITE
À ORAÇÃO
No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus de misericórdia, que esta oferenda vos seja
agradável e possa abrir para nós a fonte de toda bênção. Por Cristo, nosso
Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO
DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e
salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele é a vossa palavra viva,
pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, verdadeiro homem,
concebido do Espírito Santo e nascido da Vhirghem Maria. Ele, para cumprir a
vossa vontade e reunir um povo santo em vosso louvor, estendeu os braços na
hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por
ele, os anjos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos
aos seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O
céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem
em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SANTO,
SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O
CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA
NAS ALTURAS!
BENDITO
O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA
NAS ALTURAS!
ORAÇÃO
EUCARÍSTICA II
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda
santidade.
Une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre
elas o vosso Espírito,
Une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor
nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a
paixão,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
Então prossegue:
Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis
o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição
do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da
salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa
presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz
presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Cesar, com
todos os bispos e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros)
irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que
partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim,
nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida
eterna, com a Vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os
santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
Ergue
o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a
vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda
a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO
DA COMUNHÃO
Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu
divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS
A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso
Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por
vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém
come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o
pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Sl 118,
49-50
Lembrai-vos da promessa ao vosso servo,
pela qual me cumulastes de esperança! O que me anima na aflição é uma certeza:
vossa palavra me dá a vida, ó Senhor.
COMUNHÃO
O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Majestosa Eucaristia
AO
ABRIR MEUS OLHOS NO ALTAR
VI O
CÁLICE SAGRADO COM O SANGUE DE JESUS
E DE
DENTRO DESSE MESMO CÁLICE SUBIA
MAJESTOSA
A EUCARISTIA
EM
TUA PRESENÇA EU ME SINTO
UM
MENDIGO SENTADO À MESA DE UM REI
E SEM
TER COMO PAGAR TAMANHA REFEIÇÃO
SÓ
POSSO DAR-TE ETERNA GRATIDÃO
O
CÁLICE E A HÓSTIA ERAM UM
MEU
DESEJO TAMBÉM ERA COM ELES SER UM
SER
UM SÓ CORAÇÃO, MEU SENHOR!
O
MESMO SANGUE NAS VEIAS, SENHOR!
TUA
CARNE EM MINHA CARNE, SENHOR!
O
TEU SANGUE EM MEU SANGUE, SENHOR!
E
ESTANDO UNIDO A TI, ESQUECER-ME DE MIM,
CONCECEI
QUE EU FIQUE ETERNAMENTE ASSIM.
Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está
dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS
DA COMUNHÃO
De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Ó
Deus, que a comunhão nesta Eucaristia renove a nossa vida para que,
participando da paixão de Cristo neste mistério, e anunciando a sua morte,
sejamos herdeiros da sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS
FINAIS
Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO
FINAL
Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
Então
o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
São Miguel Arcanjo
SÃO MIGUEL
ARCANJO, DEFENDEI-NOS NO COMBATE
SEDE O NOSSO
REFÚGIO CONTRA AS MALDADES E CILADAS DO DEMÔNIO
ORDENE-LHE DEUS,
INSTANTEMENTE O PEDIMOS
E VÓS PRÍNCIPE DA
MILÍCIA CELESTE, PELA VIRTUDE DIVINA
PRECIPITAI NO
INFERNO A SATANÁS E A TODOS OS ESPÍRITOS MALIGNOS
QUE ANDAM PELO MUNDO
PARA PERDER AS ALMAS
AAAAMÉÉÉÉÉN.
