LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA ISABEL DA HUNGRIA
MISSA PRESIDIDA PELO PAPA VICENTE
NO ALTAR DA CÁTEDRA DA BASÍLICA DE SÃO PEDRO
ANO C
Cor Litúrgica: Branco
17.11.22
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
Mt 25, 34. 36. 40
Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo: tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos foi a mim que o fizestes.
CANTO
VEM ESPOSA DE CRISTO, RECEBER A COROA,
QUE O SENHOR TE PREPAROU, PARA A ETERNIDADE.
1. TRANSBORDA UM POEMA DO MEU CORAÇÃO,
VOU CANTAR-VOS, Ó REI, ESTA MINHA CANÇÃO.
2. SOIS TAO BELO, O MAIS BELO ENTRE OS FILHOS,
DOS HOMENS.
VOSOS LÁBIOS ESPALHAM A GRAÇA E O ENCANTO.
3. ESCUTAI, MINHA FILHA, OLHAI, OUVI ISTO,
ESQUECEI VOSSO POVO E A CASA PATERNA.
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós, e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, que destes a Santa Isabel da Hungria reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão, servir os pobres e aflitos com incansável caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Ap 5, 1-10)
Quem teme o Senhor, honra seus pais.
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
– Leitura do Livro do Apocalipse de São João.
Eu, João, vi um livro na mão direita daquele que estava sentado no trono. Era um rolo escrito por dentro e por fora, e estava lacrado com sete selos. Vi então um anjo forte, que proclamava em voz alta: “Quem é digno de romper os selos e abrir o livro?” 3Ninguém no céu nem na terra nem debaixo da terra era digno de abrir o livro ou de ler o que nele estava escrito. Eu chorava muito, porque ninguém foi considerado digno de abrir ou de ler o livro. Um dos anciãos me consolou: “Não chores! Eis que o Leão da tribo de Judá, o Rebento de Davi, saiu vencedor. Ele pode romper os selos e abrir o livro”. De fato, vi um Cordeiro. Estava no centro do trono e dos quatro Seres vivos, no meio dos Anciãos. Estava de pé como que imolado. O Cordeiro tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra. Então, o Cordeiro veio receber o livro da mão direita daquele que está sentado no trono. Quando ele recebeu o livro, os quatro Seres vivos e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Todos tinham harpas e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E entoaram um cântico novo: “Tu és digno de receber o livro e abrir seus selos, porque foste imolado, e com teu sangue adquiriste para Deus homens de toda a tribo, língua, povo e nação. Deles fizeste para o nosso Deus um reino de sacerdotes. E eles reinarão sobre a terra”.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 149)
– Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
Ass.: Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
– Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em Quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
Ass.: Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
– Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
Ass.: Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
– Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos, com louvores do Senhor em sua boca. Eis a glória para todos os seus santos.
Ass.: Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
OXALÁ OUVISSEIS HOJE A SUA VOZ:
NÃO FECHEIS OS CORAÇÕES COMO EM MERIBA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 19, 41-44)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: “Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, isso está escondido aos teus olhos! Dias virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te cercarão de todos os lados. Eles esmagarão a ti e a teus filhos. E não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque tu não reconheceste o tempo em que foste visitada”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
15. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
16. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
1. POR VOSSO NOME, SALVAI-ME, SENHOR;
POR VOSSA FORÇA, FAZEI-ME JUSTIÇA.
QUEM ME PROTEGE E ME AMPARA É MEU DEUS,
É O SENHOR QUEM SUSTNTA A MINHA VIDA.
2. O MEU DEUS, ATENDEI MINHA PRECE,
E ESCUTAI AS PALAVRAS QUE EU DIGO.
3. QUERO OFERTAR-VOS O MEU SACRIFÍCIO,
DE CORAÇÃO E COM MUITA ALEGRIA.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Recebei, ó Pai, os dons do vosso povo, para que, recordando a imensa misericórdia do vosso filho, sejamos confirmados no amor a Deus e ao próximo, a exemplo dos vossos santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
(Prefácio dos Santos I - A glória dos santos)
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembleia dos santos, vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltais vossos próprios dons. Nos vossos santos e santas ofereceis um exemplo para a nossa vida, a comunhão que nos une, a intercessão que nos ajuda. Assistidos por tão grande testemunhas, possamos correr, com perseverança, no certame que nos é proposto e receber com eles a coroa imperecível, por Cristo, Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR,
DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM
A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO, BENDITO AQUELE QUE VEM,
EM NOME, EM NOME, EM NOME DO SENHOR.
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e seu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade. Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C.: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
2C.: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Vicente, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes. Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
3C.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós, saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Jo 15, 13
Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos.
Ou:
Jo 13, 35
Por este sinal sereis reconhecidos como meus discípulos, se vos amardes uns aos outros, diz o Senhor.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
PROVA DE AMOR MAIOR NÃO HÁ,
QUE DOAR A VIDA PELO IRMÃO!
EIS QUE EU VOS DOU UM NOVO MANDAMENTO:
"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS TENHO AMADO"
VÓS SEREIS OS MEUS AMIGOS SE SEGUIRDES MEU PRECEITO:
"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS TENHO AMADO"
PERMANECEI EM MEU AMOR E SEGUI MEU MANDAMENTO:
"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS TENHO AMADO"
E CHEGANDO A MINHA PÁSCOA, VOS AMEI ATÉ O FIM:
"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS TENHO AMADO"
NISTO TODOS SABERÃO QUE VÓS SOIS OS MEUS DISCÍPULOS:
"AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS TENHO AMADO".
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Renovados por estes sagrados mistérios, concedei-nos, ó Deus, seguir o exemplo de Santa Isabel da Hungria, que vos serviu com filial constância e se dedicou ao vosso povo com imensa caridade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Ou pode rezar a seguinte oração:
Tendo participado com alegria do banquete da salvação, nós vos pedimos, ó Pai, que imitando a caridade de Santa Isabel da Hungria, participemos com ela da vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO
SALVE, Ó CORPO VERDADEIRO,
QUE DA VIRGEM MÃE NASCESTES E,
SALVANDO O MUNDO INTEIRO,
SOBRE A CRUZ TE OFERECESTES.
DO TEU LADO TRANSPASSADO,
SANGUE E ÁGUA DERRAMASTES;
SEJA NA MORTE PROVADO
POR AQUELES QUE SALVASTES!
JESUS, FONTE DE ALEGRIA,
ALIMENTO DE UNIDADE;
JESUS, FILHO DE MARIA,
SALVADOR DA HUMANIDADE.
144. Enquanto se canta, expõe a Hóstia na Luneta e inicia-se a adoração. Após o canto, aquele que preside inicia o momento de oração.
Pres.: Graças e louvores sejam dadas a todo momento.
Ass.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento. (3x)
Pres.: Jesus manso e humilde de coração.
Ass.: Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Faz-se então a Adoração silenciosa.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda escuridão.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a todas as dores.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda tristeza.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda angústia.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda tentação.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: por toda minha vida, e por toda a eternidade.
Ass.: em meio a toda escuridão.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a todas as dores.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda tristeza.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda angústia.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: em meio a toda tentação.
L.: Jesus, eu Vos amo
Ass.: por toda minha vida, e por toda a eternidade.
Faz-se então a Adoração silenciosa.
CANTO
VEM VIVER EM NÓS, SENHOR, VÊM VIVER EM NÓS.
VEM VIVER EM NÓS, SENHOR, VÊM VIVER EM NÓS.
Faz-se então a Adoração silenciosa.
BÊNÇÃO EUCARÍSTICA
145. Dá-se início à Bênção do Santíssimo Sacramento.
CANTO DO TÃO SUBLIME
146. Enquanto canta-se o Tão Sublime Sacramento, é recomendável incensar o Santíssimo.
TÃO SUBLIME SACRAMENTO; ADOREMOS NESTE ALTAR,
POIS O ANTIGO TESTAMENTO; DEU AO NOVO O SEU LUGAR.
VENHA A FÉ; POR SUPLEMENTO; OS SENTIDOS COMPLETAR.
AO ETERNO PAI CANTEMOS; A JESUS, O SALVADOR,
AO ESPÍRITO EXALTEMOS; NA TRINDADE ETERNO AMOR.
AO DEUS UNO E TRINO DEMOS; A ALEGRIA DO LOUVOR.
AMÉM!
Pres.: DO CÉU LHES DESTES O PÃO.
Ass.: QUE CONTÉM TODO O SABOR.
Ass.: QUE CONTÉM TODO O SABOR.
OREMOS. DEUS, QUE, NESTE ADMIRÁVEL SACRAMENTO, NOS DEIXASTES O MEMORIAL DE VOSSA PAIXÃO, CONCEDEI-NOS A GRAÇA DE VENERAR DE TAL MODO OS SAGRADOS MISTÉRIOS DE VOSSO CORPO E SANGUE, QUE POSSAMOS EXPERIMENTAR SEMPRE EM NÓS O FRUTO DE VOSSA REDENÇÃO. VÓS QUE VIVEIS E REINAIS COM O PAI E O ESPÍRITO SANTO.
Ass.: AMÉM.
147. Neste momento o que preside dá a bênção ao Santíssimo.
ATO DE LOUVOR
148. Após a bênção faz-se o ato de louvor.
Pres.: Bendito seja Deus.
Ass.: Bendito seja Deus.
Ass.: Bendito seja Deus.
Bendito seja o seu santo nome.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Bendito seja o nome de Jesus.
Bendito seja o seu Sacratíssimo Coração.
Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Bendito seja o nome de Jesus.
Bendito seja o seu Sacratíssimo Coração.
Bendito seja o seu Preciosíssimo Sangue.
Bendito seja Jesus no Santíssimo Sacramento do altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
Bendito seja são José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.
Bendito seja Jesus no Santíssimo Sacramento do altar.
Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.
Bendita seja a grande mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita seja sua santa e Imaculada Conceição.
Bendita seja sua gloriosa Assunção.
Bendito seja o nome de Maria, virgem e mãe.
Bendito seja são José, seu castíssimo esposo.
Bendito seja Deus, nos seus anjos e nos seus santos.
Pres.: Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
Ass.: O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
Pres.: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Ass.: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.
Pres.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Ass.: Assim como era no princípio agora e sempre. Amém.
Pres.: Graças e louvores sejam dados a todo momento.
Ass.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento. (3x)
Ass.: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento. (3x)
149. O sacerdote então, retira a hóstia do ostensório.
150. Encerra-se, então, a Adoração ao Santíssimo, o celebrante despede-se com as seguintes palavras:
Pres.: Ide em paz.
Ass.: Graças a Deus.
Ass.: Graças a Deus.
CANTO
NÃO DESPREZEIS AS NOSSAS SÚPLICAS EM NOSSAS NECESSIDADES,
MAS LIVRAI-NOS SEMPRE DE TODOS OS PERIGOS,
Ó VIRGEM GLORIOSA E BENDITA.
151. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
