Folheto Celebrativo | Festa de São Francisco e Jacinta Marto, com o Papa Bento

FOLHETO CELEBRATIVO
FESTA DE SÃO FRANCISCO,
E JACINTA MARTO
CELEBRADA PELO PAPA BENTO

Capelinha das Aparições, 20/02/2023 

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO

CANTEMOS, ALEGRES, A UMA SÓ VOZ:
FRANCISCO E JACINTA ROGAI POR NÓS

SALVE, SALVE, PASTORINHOS
NOSSO ENCANTO E ALEGRIA
SALVE, SALVE, PASTORINHOS
PREDILECTOS DE MARIA.

CANTEMOS, ALEGRES, A UMA SÓ VOZ:
FRANCISCO E JACINTA ROGAI POR NÓS

VOSSOS OLHOS INOCENTES
CONTEMPLARAM A SENHORA
DOS SEUS FILHOS PEREGRINOS
CARINHOSA PROTECTORA.

CANTEMOS, ALEGRES, A UMA SÓ VOZ:
FRANCISCO E JACINTA ROGAI POR NÓS

SACRIFÍCIO E ORAÇÃO
FOI A VOSSA VIDA INTEIRA
AO CONVITE MATERNAL
DA SENHORA DA AZINHEIRA.

CANTEMOS, ALEGRES, A UMA SÓ VOZ:
FRANCISCO E JACINTA ROGAI POR NÓS

2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: O Senhor que encaminha nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.

CANTO

KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON.

CHRISTE ELEISON, CHRISTE ELEISON.

KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON.


HINO DE LOUVOR

5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.

CANTO

Pres: GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA A DEUS, NA TERRA E NOS CÉUS, GLÓRIA, GLÓRIA, PAZ NA TERRA.

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÉNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS SOIS O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

GLÓRIA A DEUS, NA TERRA E NOS CÉUS, GLÓRIA, GLÓRIA, PAZ NA TERRA.
AMÉM. AMÉM. 

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Senhor nosso Deus, que amais a inocência e exaltais os humildes, concedei, pela intercessão da Imaculada Mãe do vosso Filho, que, à imitação dos santos Francisco e Jacinta Marto, vos sirvamos na simplicidade de coração, para podermos entrar no reino dos céus. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(1Sm 3, 1.3-10)

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura do Primeiro Livro de Samuel.
Naqueles dias, o jovem Samuel servia ao Senhor na presença de Eli. Naquele tempo, a palavra do Senhor era rara e as visões não eram frequentes. A lâmpada de Deus ainda não se tinha apagado e Samuel estava dormindo no templo do Senhor, onde se encontrava a arca de Deus. Então o Senhor chamou: “Samuel, Samuel!” Ele respondeu: “Estou aqui”. E correu para junto de Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Eli respondeu: “Eu não te chamei. Volta a dormir!” E ele foi deitar-se. O Senhor chamou de novo: “Samuel, Samuel!” E Samuel levantou-se, foi ter com Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Ele respondeu: “Não te chamei, meu filho. Volta a dormir!” Samuel ainda não conhecia o Senhor, pois, até então, a palavra do Senhor não se lhe tinha manifestado. O Senhor chamou pela terceira vez: “Samuel, Samuel!” Ele levantou-se, foi para junto de Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Eli compreendeu que era o Senhor que estava chamando o menino. Então disse a Samuel: “Volta a deitar-te e, se alguém te chamar, responderás: ‘Senhor, fala que teu servo escuta!’” E Samuel voltou ao seu lugar para dormir. O Senhor veio, pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: “Samuel! Samuel!” E ele respondeu: “Fala, que teu servo escuta”.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Lc 1, 46)

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

– O SENHOR DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS, EXAUTOU OS HUMILDES.
– O SENHOR DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS, EXAUTOU OS HUMILDES.

— A minha alma glorifica o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. 
– O SENHOR DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS, EXAUTOU OS HUMILDES.

— O todo-poderoso fez em mim maravilhas: Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 
– O SENHOR DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS, EXAUTOU OS HUMILDES.

— Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes.
– O SENHOR DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS, EXAUTOU OS HUMILDES.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA.

A MANIFESTAÇÃO DAS VOSSAS PALAVRA ILUMINA
E DÁ A SABEDORIA AOS SIMPLES. 

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 18, 1-5.10)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquela hora, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAIS-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, MARIA, MARIA!
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAI-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, 
NÓS QUEREMOS APRENDER.

JOÃO PAULO II INCENTIVOU-NOS,
FREQUENTAI A ESCOLA DE MARIA.
COM A LÚCIA, JACINTA E O FRANCISCO
CRESCEREIS EM GRAÇA E SABEDORIA. 

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAIS-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, MARIA, MARIA!
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAI-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, 
NÓS QUEREMOS APRENDER.

A BELEZA DE DEUS VOS DESLUMBROU
E DISPÔS A ESCUTAR E A CUMPRIR.
APRENDESTES DE UM ANJO E DE MARIA,
O CAMINHO POR ONDE TEMOS DE IR.

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAIS-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, MARIA, MARIA!
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAI-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, 
NÓS QUEREMOS APRENDER.

COM FRANCISCO APRENDAMOS A ADORAR
O SENHOR EM ESPÍRITO E VERDADE.
MERGULHEMOS NO AMOR DE DEUS IMENSO
E VIVAMOS NA SUA INTIMIDADE.

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAIS-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, MARIA, MARIA!
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAI-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, 
NÓS QUEREMOS APRENDER.

A IGREJA EM SANTA COMUNHÃO,
COM O PAPA, COM A VIRGEM MARIA
O SEU IMACULADO CORAÇÃO,
ENCONTRAMOS REFÚGIO ALEGRIA.

ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAIS-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, MARIA, MARIA!
ENSINAI-NOS, PASTORINHOS, 
ENSINAI-NOS A VIVER,
NA ESCOLA DE MARIA, 
NÓS QUEREMOS APRENDER.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Humildemente Vos pedimos, Senhor, que aceiteis a homenagem das nossas preces e oblações, para obtermos o perdão das nossas culpas e a conversão dos pecadores. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
(A glória dos santos)

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembléia dos santos, vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltais vossos próprios dons. Nos vossos santos e santas ofereceis um exemplo para a nossa vida, a comunhão que nos une, a intercessão que nos ajuda. Assistidos por tão grande testemunhas, possamos correr, com perseverança, no certame que nos é proposto e receber com eles a coroa imperecível, por Cristo, Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, 
SANTO É O SENHOR.

SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS.

BENDITO AQUELE QUE VEM
EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS.

28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo e todas as criaturas cantam os vossos louvores, porque dais a vida e santificais todas as coisas, por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, com o poder do Espírito Santo, e não cessais de reunir para Vós um povo, que, de um extremo ao outro da terra, Vos ofereça uma oblação pura.
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Humildemente Vos suplicamos, Senhor: santificai, pelo Espírito Santo, estes dons que Vos apresentamos, 
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.

111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
tomou o pão, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

112. Então prossegue:
Pres: De igual modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
tomou o cálice, dando graças Vos bendisse e deu-o aos seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres: Mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, Senhor, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua admirável ressurreição e ascensão aos céus, e esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, em ação de graças, este sacrifício vivo e santo.

Pres: Olhai benignamente para a oblação da vossa Igreja: vede nela a vítima que nos reconciliou convosco e fazei que, alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C: O Espírito Santo faça de nós uma oferenda permanente, a fim de alcançarmos a herança eterna, em companhia dos vossos eleitos, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos e gloriosos mártires, São Francisco e Jacinta Marto, e todos os santos, por cuja intercessão esperamos sempre o vosso auxílio.

2C: Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro; confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade, ao longo da sua peregrinação na terra, com o vosso servo, o nosso papa Bento, e todos os bispos e ministros sagrados, e todo o povo por Vós redimido.

2C: Atendei benignamente às preces desta família, que Vos dignastes reunir na vossa presença. Reconduzi a Vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos dispersos.

3C: Lembrai-Vos dos nossos irmãos defuntos e de todos os que morreram na vossa amizade. Acolhei-os com bondade no vosso reino, onde também nós esperamos ser recebidos, para vivermos com eles eternamente na vossa glória, 
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.

3C: Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.

115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Em comunhão com toda a Igreja, ousamos dizer:
    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
    O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
    E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do SenhorEis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
    O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

MEU DEUS EU CREIO, 
ADORO, 
ESPERO E AMO-VOS. 
PEÇO-VOS PERDÃO PARA OS QUE NÃO CREEM, 
NÃO ADORAM, NÃO ESPERAM E NÃO VOS AMAM.

38. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme pra nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Por este divino sacramento que recebemos, Senhor, acendei em nós o amor admirável que levou os santos Francisco e Jacinta a entregar-se inteiramente a Vós e a apaixonar-se pela salvação de todos os homens. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
(Benção Solene)

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres: Bendito seja o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.

Pres: O nosso auxílio vem do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass.: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

A TREZE DE MAIO, NA COVA DA IRIA,
APARECEU BRILHANDO A VIRGEM MARIA.

AVE, AVE, AVE, MARIA!
AVE, AVE, AVE, MARIA!

A VIRGEM MARIA, CERCADA DE LUZ,
NOSSA MÃE BENDITA E MÃE DE JESUS.

AVE, AVE, AVE, MARIA!
AVE, AVE, AVE, MARIA!

FOI AOS PASTORINHOS QUE A VIRGEM FALOU,
DESDE ENTÃO NAS ALMAS NOVA LUZ BRILHOU!

AVE, AVE, AVE, MARIA!
AVE, AVE, AVE, MARIA!
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