MISSA DE ENCOMENDAÇÃO E SEPULTAMENTO DO PAPA
BENTO VIII
Basílica de São Pedro - 27.02.2023
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno e brilhe para eles a vossa luz.
CANTO
A vida dos justos está nas mãos de Deus
A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
1. SENHOR, QUEM MORARÁ EM VOSSA CASA,
E EM VOSSO MONTE SANTO HABITARÁ?
É AQUELE QUE CAMINHA SEM PECADO
E PRATICA A JUSTIÇA FIELMENTE.
A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
2. SENHOR, QUEM MORARÁ EM VOSSA CASA,
E EM VOSSO MONTE SANTO HABITARÁ?
QUE PENSA A VERDADE DO SEU ÍNTIMO
E NÃO SOLTA EM CALÚNIAS SUA LÍNGUA;
A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
3. SENHOR, QUEM MORARÁ EM VOSSA CASA,
E EM VOSSO MONTE SANTO HABITARÁ?
QUE EM NADA PREJUDICA O SEU IRMÃO,
NEM COBRE DE INSULTOS SEU VIZINHO.
A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass.: Porque somos pecadores.
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem-se as invocações.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, que em vossa admirável providência, escolhestes o vosso servo o Papa Bento, para governar a vossa Igreja, fazei que tendo representado na terra o vosso Filho, seja por ele glorificado no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(Sb 3,1-6.9)
Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria.
A vida dos justos está nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá. Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido; sua saída do mundo foi considerada uma desgraça, e sua partida do meio de nós, uma destruição; mas eles estão em paz. Aos olhos dos homens parecem ter sido castigados, mas sua esperança é cheia de imortalidade; tendo sofrido leves correções, serão cumulados de grandes bens, porque Deus os pôs à prova e os achou dignos de si. Provou-os como se prova o ouro no fogo e aceitou-os como ofertas de holocausto; no dia do seu julgamento hão de brilhar, correndo como centelhas no meio da palha; vão julgar as nações e dominar os povos, e o Senhor reinará sobre eles para sempre. Os que nele confiam compreenderão a verdade, e os que perseveram no amor ficarão junto dele, porque a graça e a misericórdia são para seus eleitos.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
26(27)
8. O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Leitor: Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes!
Ass.: Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes!
Leitor: O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei?
Leitor: Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: Habitar no santuário do Senhor por toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-lo no seu templo.
Leitor: Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio!
Leitor: Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!
SEGUNDA LEITURA
(2Tm 4,6-8.17-18)
9. O leitor dirige-se ao ambão para a segunda leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura da segunda carta de São Paulo a Timóteo
Caríssimo: Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente, e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu Reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO,
REI DA ETERNA GLÓRIA!
LOUVOR A VÓS, Ó CRISTO,
REI DA ETERNA GLÓRIA!
POIS ESTA É A VONTADE DAQUELE QUE ME ENVIOU:
QUE EU NÃO PERCA NENHUM DE SEUS FILHOS!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 6,37-40)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão. Fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda a pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
OFERTÓRIO
Os olhos jamais contemplaram
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM,
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR.
1. AS LUTAS, A DOR E O SOFRER
TÃO PRÓPRIOS À VIDA DO SER,
NINGUÉM PODERÁ COMPARAR
COM A GLÓRIA SEM FIM NO CÉU.
OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM,
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR.
2. FOI CRISTO QUEM NOS MERECEU
CO’A MORTE, A VIDA E O CÉU,
E AINDA SE ENTREGA POR NÓS,
COMO OFERTA CONSTANTE AO PAI.
OS OLHOS JAMAIS CONTEMPLARAM,
NINGUÉM SABE EXPLICAR
O QUE DEUS TEM PREPARADO
AQUELE QUE EM VIDA O AMAR.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Olhai, ó Deus, as oferendas da Igreja suplicante e, pela força deste sacrifício, concedei ao vosso servo o Papa Bento que destes como sumo sacerdote ao vosso povo, ser contado entre os sacerdotes no céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DOS FIÉIS DEFUNTOS, I
A esperança da ressurreição em Cristo
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com todos os ministros do vosso povo.
1C: Lembrai-vos do vosso filho Mário Bertonne Scherer, que chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Senhor, que a luz eterna os ilumine no convívio dos vossos santos, porque sois bom. Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno e brilhe para eles a vossa luz no convívio dos vossos Santos, porque sois bom.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
1. EU SOU O PÃO DA VIDA,
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME,
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE,
NINGUÉM VEM A MIM, SE MEU PAI NÃO O ATRAIR.
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
NO DIA FINAL.
2. EU SOU O PÃO DA VIDA,
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME.
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE,
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA.
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
NO DIA FINAL.
3. O PÃO QUE EU DAREI
É MEU CORPO, VIDA PARA O MUNDO.
O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE,
VIVERÁ EM MIM COMO EU VIVO NO PAI.
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
NO DIA FINAL.
4. SIM, MEU SENHOR, EU CREIO,
QUE VIESTE AO MUNDO PARA REDIMÍ-LO,
QUE TU ÉS O FILHO DE DEUS
E QUE ESTÁS AQUI, ALIMENTANDO NOSSAS VIDAS.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Sustentados pelo sacramento da caridade, nós vos pedimos, ó Deus, que o vosso servo o Papa Bento tendo na terra distribuído o fielmente os vossos mistérios, louve com os santos do céu vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
ÚLTIMA ENCOMENDAÇÃO
141. O sacerdote encaminha-se para junto do féretro. Voltado para o povo, dirige-se aos fiéis com estas palavras:
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, na celebração dos mistérios sagrados nós abrimos nossas mentes e corações à esperança cheia de alegria; com confiança, agora oferecemos nossa despedida final ao Papa Bento e o encomendemos a Deus, Pai misericordioso e amoroso. Que o Deus de nossos pais, por meio Jesus Cristo, seu único Filho, no Espírito Santo, Senhor e doador da vida, livre o Papa Bento da morte, para que ele cante louvores a Deus na Jerusalém celestial, na esperança da ressurreição de seu corpo mortal no último dia. Que a Bem-Aventurada Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos e Salvação do povo romano interceda junto ao Pai Eterno, para que ele revele a face de Jesus, seu Filho, ao Papa Bento e console a Igreja em sua peregrinação através história, enquanto esperamos a volta do Senhor.
142. Depois o sacerdote asperge o féretro do Papa falecido e o incensa. Enquanto isso, canta-se o responsório.
RESPONSÓRIO
Credo quod Redemptor meus vivit
EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE: NO ÚLTIMO DIA O RESSUSCITAREI.
E NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
EU MESMO O VEREI, FACE A FACE, E MEUS PRÓPRIOS OLHOS O CONTEMPLARÃO.
E NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
DENTRO DO MEU CORAÇÃO ESTA ESPERANÇA EU ACALENTO:
QUE NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
E NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
EU MESMO O VEREI, FACE A FACE, E MEUS PRÓPRIOS OLHOS O CONTEMPLARÃO.
E NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
DENTRO DO MEU CORAÇÃO ESTA ESPERANÇA EU ACALENTO:
QUE NA MINHA CARNE VEREI A DEUS, MEU SALVADOR.
143. Depois o sacerdote diz a seguinte oração:
Pres: Pai de clemência, encomendamos à sua misericórdia o Papa Bento, a quem fizeste sucessor de Pedro e pastor do rebanho da Igreja, um pregador destemido da tua palavra e fiel ministro dos mistérios divinos. Receba-o, nós te rogamos, no santuário dos céus, para desfrutar da glória eterna com todos os seus escolhidos. Nós te agradecemos, Senhor, por todas as bênçãos que em sua bondade concedeste a ele para o bem do seu povo. Concedei-nos a consolação da fé e a força da esperança. A ti, Pai, fonte da vida, por Cristo, o vencedor da morte, no Espírito que dá vida, seja toda a honra e glória para todo o sempre.
Ass: Amém.
ANTÍFONA
QUE OS ANJOS O CONDUZAM AO PARAÍSO;
QUE OS MÁRTIRES VENHAM E TE RECEBAM,
E LEVEM-O PARA A CIDADE SANTA, A NOVA E ETERNA JERUSALÉM.
QUE OS COROS DOS ANJOS O RECEBAM,
QUE OS MÁRTIRES VENHAM E TE RECEBAM,
E LEVEM-O PARA A CIDADE SANTA, A NOVA E ETERNA JERUSALÉM.
QUE OS COROS DOS ANJOS O RECEBAM,
E COM LÁZARO, QUE NÃO É MAIS POBRE,
POSSA ELE TER O DESCANSO ETERNO.
144. O Decano põe a mitra, saúda o altar e dirige-se com os demais em procissão para o Túmulo de São Pedro, para o sepultamento do defunto.
CANTO
1. TUA COMPANHIA SEJA IRMÃ NESTA HORA,
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO CHORA.
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO CHORA.
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
2. TUA COMPANHIA SEJA IRMÃO NESTA HORA,
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO IMPLORA.
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO IMPLORA.
3. TUA COMPANHIA SEJA IRMÃ NESTA HORA,
A MÃE DAS DORES QUE POR TODOS ROGA.
A MÃE DAS DORES QUE POR TODOS ROGA.
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO CHORA.
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO CHORA.
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
BEM AVENTURADO QUEM ESTÁ NA GLÓRIA!
2. TUA COMPANHIA SEJA IRMÃO NESTA HORA,
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO IMPLORA.
A MÃE DAS DORES QUE A SEU FILHO IMPLORA.
3. TUA COMPANHIA SEJA IRMÃ NESTA HORA,
A MÃE DAS DORES QUE POR TODOS ROGA.
A MÃE DAS DORES QUE POR TODOS ROGA.
SEPULTAMENTO
145. Chegando ao túmulo, o cardeal Decano prossegue com o rito de sepultamento.
Pres: Queridos irmãos, supliquemos humildemente a Deus, Pai de misericórdia, pelo nosso Papa Bento, que morreu no Senhor.
Pres: Para que Deus se digne libertar a alma do nosso Papa Bento do poder das trevas.
Ass: Senhor, misericórdia.
Pres: Porque em sua bondade ele perdoa seus pecados.
Ass: Senhor, misericórdia.
Pres: Para que se digne aceitar suas boas obras.
Ass: Senhor, misericórdia.
Pres: Para que se digne recebê-lo na morada da paz e da luz.
Ass: Senhor, misericórdia.
Pres: Para que se digne conceder-lhe a bem-aventurança e a companhia dos santos e dos seus eleitos.
Ass: Senhor, misericórdia.
ORAÇÃO DO SENHOR
Pres: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu;
Ass.: o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
146. O celebrante conclui a oração dizendo:
Pres: Deus onipotente, que com a morte do vosso Filho na cruz vencestes a nossa morte, com o seu descanso no sepulcro santificastes os túmulos dos fiéis e com a sua gloriosa ressurreição nos devolvestes a vida imortal, acolhei as nossas orações pelo nosso Papa Bento que, morto e sepultado em Cristo, aguarda a bendita esperança e a gloriosa manifestação do Salvador. Concede, ó Senhor dos vivos e dos mortos, àquele que te serviu fielmente na terra, louvar-te sem fim na bem-aventurança celestial. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém
Pres: Conceda-lhe o descanso eterno, Senhor.
Ass: E que a luz perpétua brilhe sobre ele.
Pres: Descanse em paz.
Ass: Amém.
147. Enquanto o caixão é colocado no túmulo, canta-se:
CANTO
1. CRISTO QUERO SER INSTRUMENTO
DE TUA PAZ E DO TEU INFINITO AMOR
ONDE HOUVER ÓDIO E RANCOR
QUE EU LEVE A CONCÓRDIA,
QUE EU LEVE O AMOR
ONDE HÁ OFENSA QUE DÓI
QUE EU LEVE O PERDÃO
ONDE HOUVER A DISCÓRDIA,
QUE EU LEVE A UNIÃO E TUA PAZ
DE TUA PAZ E DO TEU INFINITO AMOR
ONDE HOUVER ÓDIO E RANCOR
QUE EU LEVE A CONCÓRDIA,
QUE EU LEVE O AMOR
ONDE HÁ OFENSA QUE DÓI
QUE EU LEVE O PERDÃO
ONDE HOUVER A DISCÓRDIA,
QUE EU LEVE A UNIÃO E TUA PAZ
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Seja bendito o nome do Senhor.
Ass.: Agora e para sempre.
Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
