Folheto Litúrgico | Ordenação Presbiteral


ORDENAÇÃO PRESBITERAL DO DIÁCONO
EDUARDO GUILHERME

21.02.2023

1. Antes do inicio da celebração os que serão ordenados, o celebrante, bem como o cerimoniário, devem analisar cada parte da celebração, seguindo as rubricas de maneira diligente e minuciosa. 

2. A celebração da Ordenação só se inicie com permissão de um dos membros da Congregação para a Educação Católica.


3. Realize-se a Ordenação com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.

4. Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.

5. Ainda antes do inicio da celebração, o bispo informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.

CANTO DE ENTRADA
Marcha da Igreja

REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES, 
NÓS IREMOS A TI! 
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ, 
NÓS IREMOS A TI! 
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR, 
NÓS IREMOS A TI! 
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO, 
NÓS IREMOS A TI! 

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR! 
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 
Ó CIDADE DOS CRISTÃOS! 
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 
VIVAM TODOS COMO IRMÃOS. 

SEGUINDO OS PASSOS DE PEDRO E PAULO, 
NÓS IREMOS A TI! 
SEGUINDO OS PRIMEIROS CRISTÃOS,
NÓS IREMOS A TI! 
PISANDO ESTA TERRA VERMELHA DE SANGUE,
NÓS IREMOS A TI! 
PISANDO ESTA TERRA QUE GUARDA SEUS CORPOS,
NÓS IREMOS A TI! 

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR! 
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 
Ó CIDADE DOS CRISTÃOS! 
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 
VIVAM TODOS COMO IRMÃOS. 

RITOS INICIAIS

6. Chegando ao altar e feita a devida reverência, o presidente da celebração beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

7. Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

ATO PENITENCIAL

Pres: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

Pres: KYRIE-E-E-E-E-E, ELEISON.
Ass: KYRIE-E-E-E-E-E, ELEISON.

Pres: CHRISTE-E-E-E-E, ELEISON.
Ass: CHRISTE-E-E-E-E ELEISON.

Pres: KYRIE-E-E-E-E-E, ELEISON.
Ass: KYRIE-E-E-E-E-E, ELEISON.

HINO DE LOUVOR
Gloria de Angelis

Pres: GLORIA IN EXCELSIS DEO.

Ass: ET IN TERRA PAX HOMINIBUS 
BONAE VOLUNTATIS. 
LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE, 
ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE, 
GRATIAS AGIMUS TIBI 
PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM, 
DOMINE DEUS, REX CAELESTIS, 
DEUS PATER OMNIPOTENS. 
DOMINE FILI UNIGENITE JESU CHRISTE, 
DOMINE DEUS, AGNUS DEI, FILIUS PATRIS, 
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS. 
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, 
SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM. 
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS. 
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS, 
TU SOLUS DOMINUS, 
TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE, 
CUM SANCTO SPIRITU, IN GLORIA DEI PATRIS. 
AMEN.

ORAÇÃO DO DIA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Pres: Senhor, nosso Deus, que para governar o vosso povo vos servis do ministério dos sacerdotes, concedei a este Diácono da vossa Igreja, que vos dignastes escolher hoje para o múnus do Presbiterado, a graça de perseverar no vosso serviço e, por seu ministério e sua vida, promover, em Cristo, a vossa glória. Por nosso Senhor, Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

10. O leitor, do ambão, prossegue com as leituras que já foram escolhidas pelo celebrante.

PRIMEIRA LEITURA
(Is 6, 5-8)

L: Leitura da Profecia de Isaías.
Ai de mim, gritava eu. Estou perdido porque sou um homem de lábios impuros, e habito com um povo também de lábios impuros e, entretanto, meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos! Porém, um dos serafins voou em minha direção; trazia na mão uma brasa viva, que tinha tomado do altar com um tenaz. Aplicou-a na minha boca e disse: Tendo esta brasa tocado teus lábios, teu pecado foi tirado, e tua falta, apagada. Ouvi então a voz do Senhor que dizia: Quem enviarei eu? E quem irá por nós? Eis-me aqui, disse eu, enviai-me.
L: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(95/96)

— IDE POR TODO O MUNDO, A TODOS PREGAI O EVANGELHO, A TODOS PREGAI O EVANGELHO.

— CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. CANTAI AO SENHOR, TERRA INTEIRA. CANTAI AO SENHOR E BENDIZEI O SEU NOME.

— ANUNCIAI CADA DIA A SALVAÇÃO QUE ELE NOS TROUXE. PROCLAMAI ÀS NAÇÕES A SUA GLÓRIA, A TODOS OS POVOS AS SUAS MARAVILHAS.

— DIZEI ÀS NAÇÕES: O SENHOR É REI. E A TERRA NÃO VACILA, PORQUE ELE A SUSTÉM. GOVERNA OS POVOS COM JUSTIÇA.

SEGUNDA LEITURA
(2 Tim 1, 6-14)

L: Leitura da Segunda Carta de Paulo a Timóteo.
Por esse motivo, eu te exorto a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria. Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. Deus nos salvou e chamou para a santidade, não em atenção às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio, da graça que desde a eternidade nos destinou em Cristo Jesus, e agora nos manifestou mediante a aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, que destruiu a morte e suscitou a vida e a imortalidade, pelo Evangelho, do qual fui constituído pregador, apóstolo e mestre entre os gentios. É este o motivo por que estou sofrendo assim. Mas não me queixo, não. Sei em quem pus minha confiança, e estou certo de que é assaz poderoso para guardar meu depósito até aquele dia. Toma por modelo os ensinamentos salutares que recebeste de mim sobre a fé e o amor a Jesus Cristo. Guarda o precioso depósito, pela virtude do Espírito Santo que habita em nós.
L: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

11. Segue-se o Aleluia ou outro canto (no tempo quaresmal).

ALELUIA, ALELUIA!
COMO O PAI ME AMOU, ASSIM TAMBÉM EU VOS AMEI.

ALELUIA, ALELUIA!
COMO ESTOU NO PAI, PERMANECEI EM MIM!

VÓS TODOS QUE SOFREIS, AFLITOS, VINDE A MIM!
REPOUSO ENCONTRARÃO EM VOSSOS CORAÇÕES.
DOU GRAÇAS A MEU PAI QUE REVELOU AO POBRE, 
AO PEQUENINO, SEU GRANDE AMOR!

12. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

EVANGELHO
(Lc 10, 1-9)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Sac: Naquele tempo, Jesus designou ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir. Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos. Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho. Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa! Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa. Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir. Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

ELEIÇÃO DOS CANDIDATOS

13. Proclamado o Evangelho, te início a Ordenação do Presbítero. O Bispo, se for o caso, aproxima-se da cadeira prepara para a Ordenação, e é feita a apresentação do candidato. O Bispo senta-se e recebe a mitra.

14. O Diácono ou um Presbítero chama o Ordinando:
Diác ou Sac: Queira aproximar-se o que vai ser ordenado Presbítero:
Diácono Eduardo Guilherme.

E logo o chama, pelo nome, e o eleito responde:
Eleitos: Presente!
E se aproxima do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

15. Quando esteja presente diante o Bispo, o Presbítero para isto designado diz:
Sac: Reverendíssimo Pai, pede a Santa Mãe Igreja, que ordenes para a função de presbítero este nosso irmão.

Pres: Podes dizer-me se ele é digno deste ministério?
Sac: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho que foi considerado digno.

Pres: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso salvador, escolhemos este nosso irmão para a Ordem Presbiteral.
Ass: Graças a Deus!

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

17. Após a homilia, o Eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo, que interroga:

PROPÓSITO DOS ELEITOS

Pres:  Caro filho, antes de ingressardes na Ordem dos Presbíteros, deves manifestar perante o povo o propósito de aceitar este encargo.
Queres, pois, desempenhar sempre a missão de sacerdote no grau de Presbítero, como fiel colaborador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Eleitos: Quero.

Pres: Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica? 
Eleitos: Quero.

Pres: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo sobretudo pelo Sacrifício eucarístico e o sacramento da Reconciliação, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Eleitos: Quero.

Pres: Queres implorar conosco a misericórdia de Deus em favor do povo a ti confiado, sendo fielmente assíduo ao dever da oração?
Eleitos:Quero.

Pres:  Queres unir-se cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade?
Eleitos: Quero, com a graça de Deus.

17. O Eleito se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo. 

Pres: Prometes respeito e obediência ao teu Bispo?
Eleitos: Prometo.

Pres: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais a perfeição.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

18. Todos se levantam. O Bispo, sem a mitra, de mãos postas, voltado para o povo, diz:

Pres: Roguemos, irmãos e irmãs a Deus Pai todo-poderoso que derrame com largueza a sua graça sobre estes seu servo, que ele escolheu para a ordem de Presbíteros.

19. Então o eleito se prostra e canta-se a ladainha, a qual TODOS respondem;

20. Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé.

21. Nos outros dias, todos permanecem de joelhos.

22. Caso se ajoelhe, o diácono pode convidar o povo, dizendo: 
Diac: Ajoelhemo-nos. 
E todos se ajoelham.

Solo: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Solo: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Solo: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Solo: Santa Maria, mãe de Deus.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Miguel e Santos Anjos.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São João Batista e São José.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Pedro e São Paulo.
Ass: Rogai por nós.

Solo: Santo André e São Tiago Menor.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São João e São Tomé.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Tiago Maior e São Filipe.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Bartolomeu e São Mateus.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Simão e São Tadeu.
Ass: Rogai por nós.

Solo: São Francisco Xavier e São João Maria Vianney.
Ass: Rogai por nós.

Solo: Todos os Santos e Santas de Deus.
Ass: Rogai por nós.

Solo: Sede-nos Propício.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que nos livreis de todo mal, de todo pecado e da morte eterna.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Pela Vossa encarnação, morte e ressurreição. Pela efusão do Espírito Santo.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Apesar de nossos pecados.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis conduzir e proteger a vossa Igreja.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis conservar no vosso santo serviço, o Papa, os Bispos e todo o clero.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis abençoar santificar e consagrar este Eleito.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis conceder a todos os povos a paz e a verdadeira concórdia.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis manifestar a vossa misericórdia a todos que sofrem tribulações.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Para que vos digneis conservar-nos e confortar-nos no vosso santo serviço.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Jesus, Filho do Deus vivo.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Solo: Cristo, ouvi-nos.
Ass: Cristo, ouvi-nos.

Solo: Cristo, atendei-nos.
Ass: Cristo, atendei-nos.

23. Terminada a ladainha, somente o Bispo, de pé, com as mãos estendidas diz:
Pres: Ouvi-nos, Senhor nosso Deus, e derramai sobre este vosso servo a benção do Espírito Santo e aforça da graça sacerdotal, a fim de que acompanheis com a riqueza de vossos dons os que apresentamos a vossa solicitude para ser consagrado. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém.

25. Se estiverem ajoelhados, o diácono diz: 
Diác: Levantai-vos. 
E todos se levantam.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO

26. O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cátedra, com mitra; e ajoelha-se diante dele.

27. Em silêncio o Bispo impõe as mãos sobre a cabeça de cada um. 
Terminada a imposição das mãos feita pelo Bispo, todos os Presbíteros presentes, de estola, também impõem as mãos em cada um dos Eleitos, em silêncio.
Após a imposição das mãos, os Presbíteros permanecem em torno do Bispo até o fim da Prece de Ordenação, de tal modo, porém, que os fiéis possam acompanhar tudo facilmente.

28. Tendo diante de si os Eleitos ajoelhados, o Bispo, sem mitra, de mãos estendidas, diz a prece de Ordenação:

Pres: Assisti-nos, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, autor da dignidade humana e distribuidor de todas as graças, que dais crescimento e vigor a todas as coisas, e, para formar um povo sacerdotal, estabeleceis, em diversas ordens, os ministros de Jesus Cristo, vosso Filho, pela força do Espírito Santo. Já no Antigo Testamento, em sinais prefigurativos surgiram vários ofícios por vós instituídos, de modo que, tendo à frente Moisés e Aarão, para guiar e santificar o vosso povo, lhes destes colaboradores de menor ordem e dignidade. Assim, no deserto, comunicastes a setenta homens prudentes o espírito dado a Moisés que, com o auxílio deles, pode mais facilmente governar o vosso povo. Do mesmo modo, derramaste copiosamente sobre os filhos de Aarão da plenitude concedida a seu pai, para que o serviço dos sacerdotes segundo a Lei fosse suficiente para os sacrifícios do tabernáculo, que eram sobra dos bens futuros. Na plenitude dos tempos, Pai santo, enviaste ao mundo o vosso Filho, Jesus, Apóstolo e Pontífice da nossa fé. Ele, pelo Espírito Santo, a vós se ofereceu na cruz, como hóstia pura, e fez os seus Apóstolos, santificados na verdade, participantes de sua missão, e lhes destes colaboradores para anunciar e consumar em todo o mundo a obra da salvação. Concedei também, agora, à nossa fraqueza, Senhor, este colaborador, de que tanto necessitamos no exercício do sacerdócio apostólico.
Nós vos pedimos, Pai todo-poderoso, constituí este vosso servo na dignidade de Presbítero, renovai em seu coração o Espírito de santidade, obtenha ele, ó Deus, o segundo grau da Ordem sacerdotal, que de vós procede, e sua vida seja exemplo para todos. 
Seja ele cooperador zeloso de nossa Ordem episcopal para que as palavras do Evangelho, caindo nos corações humanos através de sua pregação, possam dar muitos frutos e chegar até os confins da terra, com a graça do Espírito Santo. Seja ele juntamente conosco fiel dispensador dos vossos mistérios, de modo que o vosso povo renasça pela água da regeneração, ganhe novas forças do vosso altar, os pecadores sejam reconciliados, e os enfermos se reanimem. Esteja ele sempre unido a nós, Senhor, para implorar a vossa misericórdia em favor do povo a ele confiado e em favor de todo o mundo. Assim todas as nações, reunidas em Cristo Jesus, se convertam em um só povo, para a consumação do vosso Reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

UNÇÃO DAS MÃOS E ENTREGA DO PÃO E DO VINHO

29. Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo recebe a mitra. O Ordenado se levanta. Os Presbíteros presentes voltam aos seus lugares, exceto os que vão colocar a estola nos Ordenados e revesti-los com a casula, conforme o uso dos Presbíteros.

30. O Ordenado é revestido de estola e da casula.

31. Em seguida, o Bispo, de gremial branco, unge com o óleo do santo Crisma a palma das mãos do ordenado, de joelhos diante de si, dizendo:
Pres: Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo, e revestiu de poder, te guarde para santificação do povo fiel e para oferecer a Deus o santo Sacrifício.

32. Onde for costume, o Bispo cinge as mãos do Ordenado com um lenço que será desatado, logo em seguida, pela pessoa a quem o recém-ordenado deseja dar sua primeira bênção sacerdotal.

Depois da unção, o Bispo e o Ordenado lavam as mãos. Se assim o preferirem, poderão apenas enxugá-las.

33. Em seguida, leva-se ao Bispo o pão na patena e o vinho e a água no cálice, para a celebração da missa. O Bispo entrega ao Ordenado, de joelhos diante de si, dizendo:
Pres: Recebe a oferenda do povo para apresentá-la a Deus. Toma consciência do que vais fazer e põe em prática o que vais celebrar, conformando a tua vida ao mistério da cruz do Senhor.

34. Por fim, o Bispo acolhe o Ordenado com o abraço da paz, dizendo:
Pres: A paz esteja contigo.
Ordenado: O amor de Cristo nos uniu.

Os Presbíteros presentes, ou ao menos alguns deles, fazem o mesmo.

35. Enquanto isto, pode-se cantar um canto apropriado.

CANTO
Eis o grande sacerdote

EIS O GRANDE SACERDOTE 
QUE EM SEUS DIAS AGRADOU A DEUS. 
POR ISSO, COM JURAMENTO 
DEUS LHE FEZ CRESCER ENTRE O SEU POVO. 
DEUS FEZ COM QUE TODAS AS NAÇÕES O BENDISSESSEM, 
E CONFIRMOU SUA ALIANÇA SOBRE SUA CABEÇA. 
GLÓRIA AO PAI, E AO FILHO, E AO ESPÍRITO SANTO. 
COMO ERA NO PRINCÍPIO, AGORA E SEMPRE, 
PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. 
AMÉM.

36. A Missa prossegue, como de costume. A Profissão de fé se diz, de acordo com as rubricas; omitem-se as Preces Comunitárias.

PROFISSÃO DE FÉ

Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor; 
Todos se inclinam
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria, 
Todos erguem-se
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Provai e vede

PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR,
FELIZ É O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO. 
TEMEI O SENHOR, SEUS SANTOS TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM.

BENDIREI O SENHOR EM TODO TEMPO,
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA.
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR,
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM.

PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR,
FELIZ É O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO. 
TEMEI O SENHOR, SEUS SANTOS TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM.

COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXULTEMOS JUNTOS O SEU NOME.
TODA VEZ QUE O BUSQUEI ELE ME OUVIU,
E DE TODAS AS ANGÚSTIAS ME LIBERTA.

PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR,
FELIZ É O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO. 
TEMEI O SENHOR, SEUS SANTOS TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM.

37. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

38. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

39. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

40. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

41. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

42. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

43. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

44. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

45. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Ó Deus, que escolhestes sacerdotes para servirem o vosso altar e o vosso povo, concedei, por este Sacrifício, que o serviço deles sempre vos agrade e produza em vossa Igreja frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança. E estabelecestes que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, enriqueceu a Igreja com um sacerdócio real. E, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, estes renovam para nós o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa. Presidindo o povo na caridade, eles o alimentam com vossa palavra e o restauram com vossos sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação de todos, procuram assemelhar-se cada vez mais ao próprio Cristo, testemunhando, constantes, a fidelidade e o amor para convosco. Por essa razão, com os anjos do céu e com as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos,  jubilosos, a vossa glória, cantando a uma só voz:

SANTO

SANTO, SANTO SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O sacerdote une as mãos.

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bento com o nosso bispo Gaspar. Lembrai-vos deste vosso servo Eduardo, que hoje fizestes Presbítero da Igreja e de todos os ministros do vosso povo.

*Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.

Padre Eduardo: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE.
Ass: A-A-MÉM, A-A-A-MÉM, A-A-A-A-MÉM.

RITO DA COMUNHÃO

52. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

53. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

54. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

55. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO

56. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

57. Enquanto isso, recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

58. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

59. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma palavra e minha alma será salva.

COMUNHÃO

60. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

61. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

62. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

63. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO DA COMUNHÃO
Vós sois o sal da terra

VÓS SOIS O SAL DA TERRA
E DO MUNDO A CLARA LUZ
SAL QUE DA À VIDA O SABOR
LUZ QUE MOSTRA O CAMINHO DO AMOR

SE HÁ FRATERNIDADE
É PORQUE A NOSSA LUZ ALI BRILHOU
SE HÁ COMUNIDADE,
NOSSO SAL O EVANGELHO CONSERVOU

VÓS SOIS O SAL DA TERRA
E DO MUNDO A CLARA LUZ
SAL QUE DA À VIDA O SABOR
LUZ QUE MOSTRA O CAMINHO DO AMOR

ONDE EXISTE A PARTILHA
É PORQUE A NOSSA LUZ ALI BRILHOU
SE É UNIDA A FAMÍLIA,
NOSSO SAL O EVANGELHO CONSERVOU

VÓS SOIS O SAL DA TERRA
E DO MUNDO A CLARA LUZ
SAL QUE DA À VIDA O SABOR
LUZ QUE MOSTRA O CAMINHO DO AMOR

SE HOJE ESTAMOS REUNIDOS
É PORQUE A NOSSA LUZ AQUI BRILHOU
DANDO GRAÇAS AO DEUS VIVO,
NOSSO SAL O EVANGELHO CONSERVOU

VÓS SOIS O SAL DA TERRA
E DO MUNDO A CLARA LUZ
SAL QUE DA À VIDA O SABOR
LUZ QUE MOSTRA O CAMINHO DO AMOR

DEPOIS DA COMUNHÃO

64. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que o vosso sacerdote e fiéis encontrem a vida nesta Eucaristia que oferecemos e recebemos, para que, unidos a vós por um amor eterno, possam vos servir dignamente. Por Cristo, nosso Senhor. 
Ass: Amém.


BÊNÇÃO FINAL

65.  Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
66. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O bispo ordenante estende as mãos:
Pres:  Deus, pastor e guia da Igreja, vos guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com fidelidade os deveres de presbítero.
Ass: Amém.

Pres:  Ele te faça no mundo servo e testemunha da verdade e do amor de Deus, e ministros fiéis da reconciliação.
Ass: Amém.

Pres:  Ele te faça verdadeiro pastor que leve a seu povo o pão vivo e a palavra da vida, para que cresças na unidade do Corpo de Cristo.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres:  E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.

67. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.

68. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.
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