Semanário Litúrgico | Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo

 

SEMANÁRIO LITÚRGICO

SOLENIDADE DOS SANTOS APÓSTOLOS PEDRO E PAULO

ANO A
Cor Litúrgica: Vermelho
28/06/2026

Pedro, escolhido por Cristo como fundamento da sua Igreja, dele recebeu as chaves do Reino dos céus (Mt 16,13- 19); pastor do rebanho santo (Jo 21,15-17), confirma na fé os irmãos (Lc 22,32). Ele e seus sucessores são o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade. Paulo, incorporado ao Colégio Apostólico pelo próprio Cristo no caminho de Damasco (At 9,1-16), foi escolhido para anunciar seu Nome aos povos (At 9,15). É o maior missionário de todos os tempo5, o Apóstolo dos gentios. Com Pedro, fez ressoar a mensagem evangélica no mundo mediterrâneo. Ambos selaram com o martírio em Roma, pelo ano de 67, seu testemunho ao Senhor. A "Depositio martyrum" (354) relata sua solenidade no dia 29 de junho. 

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO
TODA A IGREJA UNIDA CELEBRA
A MEMÓRIA PASCAL DO CORDEIRO
IRMANADA COM PEDRO E COM PAULO,
QUE SEGUIRAM A CRISTO POR PRIMEIRO!

1. PUBLICAI EM TODA TERRA OS PRODÍGIOS DO SENHOR.
REUNIU SEU POVO AMADO PARA O CANTO DO LOUVOR.

2. BENDIZEI, LOUVAI POR PEDRO, PELA FÉ QUE PROFESSOU
ESSA FÉ É A ROCHA FIRME DA IGREJA DO SENHOR.

3. BENDIZEI, LOUVAI POR PAULO, PELO EMPENHO NA MISSÃO
O SEU ZELO DO EVANGELHO LEVA AO MUNDO A SALVAÇÃO.

4. ALEGRAI-VOS, NESTE DIA, QUE O MARTÍRIO ILUMINOU.
O TRIUNFO DESTES SANTOS NOS CONFIRME NO AMOR.

CANTO
EIS OS SANTOS QUE, VIVENDO NESTE MUNDO, 
PLANTARAM A IGREJA, 
REGANDO-A COM SEU SANGUE. 
E BEBERAM DO CÁLICE DO SENHOR
E SE TORNARAM AMIGOS DE DEUS,
E SE TORNARAM AMIGOS DE DEUS!

1. A PAIXÃO DOS APÓSTOLOS ESTE DIA SAGROU, 
O TRIUNFO DE PEDRO PARA NÓS REVELOU, 
E A COROA DE PAULO ATÉ AOS CÉUS EXALTOU. 

2. A VITÓRIA DA MORTE OS UNIU, COMO IRMÃOS 
CONSAGRADOS NO SANGUE, VERDADEIRA OBLAÇÃO; 
PELA FÉ COROADOS, AO SENHOR LOUVARÃO. 

3. PEDRO FOI O PRIMEIRO POR JESUS CONSAGRADO; 
PAULO, ARAUTO POR GRAÇA, VASO ELEITO CHAMADO, 
PELA FÉ SE IGUALAVA AO QUE TEM O PRIMADO. 

4. REDENTOR, VOS PEDIMOS QUE POSSAMOS TAMBÉM 
CONVIVER COM TAIS SANTOS, JUNTO A VÓS, SUMO BEM, 
E CANTAR VOSSA GLÓRIA PELOS SÉCULOS. AMÉM.

Antífona da entrada
Eis os santos que, vivendo neste mundo, plantaram a Igreja, regando-a com seu sangue. Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus.

2. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO

3. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém. +

4. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

5. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.

Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.

7. Seguem as invocações Kyrie, eleison.


KYRIE, ELEISON! 
KYRIE, ELEISON!

CHRISTE, ELEISON! 
CHRISTE, ELEISON!

KYRIE, ELEISON! 
KYRIE, ELEISON!

HINO DE LOUVOR

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o Hino. 

GLORIA IN EXCELSIS DEO! 
GLORIA! GLORIA!
GLORIA IN EXCELSIS DEO, 
ET IN TERRA, TERRA PAX!

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

 AMÉM! AMÉM!

Ou para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.


COLETA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Ó Deus, que hoje nos concedeis a santa alegria de festejar os apóstolos São Pedro e São Paulo, dai à vossa Igreja seguir em tudo os ensinamentos destes Apóstolos que nos deram os fundamentos da fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
E todos respondem:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 12,1-11)

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, o rei Herodes prendeu alguns membros da Igreja para torturá-los. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João. E, vendo que isso agradava aos judeus, mandou também prender a Pedro. Eram os dias dos Pães Ázimos. Depois de prender Pedro, Herodes colocou-o na prisão, guardado por quatro grupos de soldados, com quatro soldados cada um. Herodes tinha a intenção de apresentá-lo ao povo depois da festa da Páscoa. Enquanto Pedro era mantido na prisão, a Igreja rezava continuamente a Deus por ele. Herodes estava para apresentá-lo. Naquela mesma noite, Pedro dormia entre dois soldados, preso com duas correntes; e os guardas vigiavam a porta da prisão. Eis que apareceu o anjo do Senhor e uma luz iluminou a cela. O anjo tocou o ombro de Pedro, acordou-o e disse: “Levanta-te depressa!” As correntes caíram-lhe das mãos. O anjo continuou: “Coloca o cinto e calça tuas sandálias!” Pedro obedeceu, e o anjo lhe disse: “Põe tua capa e vem comigo!” Pedro acompanhou-o e não sabia que era realidade o que estava acontecendo por meio do anjo, pois pensava que aquilo era uma visão. Depois de passarem pela primeira e segunda guarda, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade. O portão abriu-se sozinho. Eles saíram, caminharam por uma rua e logo depois o anjo o deixou. Então Pedro caiu em si e disse: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes e de tudo o que o povo judeu esperava!”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL
Sl 33(34)

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU O SENHOR DEUS.

— BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO O TEMPO, SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA. MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR; QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM! ℟.

— COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS, EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME! TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI, ELE ME OUVIU E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU. ℟.

— CONTEMPLAI A SUA FACE E ALEGRAI-VOS, E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA! ESTE INFELIZ GRITOU A DEUS E FOI OUVIDO, E O SENHOR O LIBERTOU DE TODA ANGÚSTIA. ℟.

— O ANJO DO SENHOR VEM ACAMPAR AO REDOR DOS QUE O TEMEM E OS SALVA. PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR! FELIZ O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO! ℟.


SEGUNDA LEITURA
(2Tm 4,6-8.17-18)

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que esperam com amor a sua manifestação gloriosa. Mas o Senhor esteve a meu lado e me deu forças, ele fez com que a mensagem fosse anunciada por mim integralmente e ouvida por todas as nações; e eu fui libertado da boca do leão. O Senhor me libertará de todo mal e me salvará para o seu Reino celeste. A ele a glória, pelos séculos dos séculos! Amém.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA
EU IREI CONSTRUIR MINHA IGREJA;
E AS PORTAS DO INFERNO
NÃO IRÃO DERROTÁ-LA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 16,13-19)

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
E todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
Símbolo Apostólico

18. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam:
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

19. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a Oração Universal. O sacerdote, convida o povo à oração com estas palavras:

Pres.: Irmãos e Irmãs, nesta solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, colunas da Igreja, elevemos ao Pai os nossos pedidos, rezando juntos:

E todos dizem:

Ass.: Ouvi-nos, ó Pai, em vosso amor!

O leitor então diz:

1. Pai Santo, fortalecei o Santo Padre, o Papa Paulo, em seu ministério de sucessor de Pedro e sinal de unidade de toda a Igreja, nós vos pedimos.

2. Pai Santo, iluminai com vosso Espírito, nossos cardeais e bispos, em sua missão apostólica de anunciar o Evangelho, nós vos pedimos.

3. Pai Santo, renovai a vossa Igreja que peregrina por toda a Terra, encorajando-a a assumir com firmeza os desafios pastorais, inspirada pela fé de Pedro e pelo ardor missionário de Paulo, nós vos pedimos.

4. Pai Santo, socorrei os pobres, amparai os doentes, fazei justiça aos oprimidos e consolai os que perderam a esperança, nós vos pedimos.

5. Pai Santo, concedei a todos os nossos irmãos e irmãs falecidos participar da vossa glória eterna, nós vos pedimos. 

Outras preces da comunidade...

20. Então o sacerdote diz a oração conclusiva, de braços abertos:
Pres.: Pela intercessão dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, ouvi, ó Pai, o clamor da vossa Igreja, por Cristo, nosso Senhor.
E todos dizem:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

1. Ó AÚREA LUZ, Ó ESPLENDOR DE ROSA,
O AZUL VESTIS DE SANGUE E DE FULGOR,
QUANDO, TOMBANDO, OS PRÍCIPES SAGRADOS,
ABREM DO CÉU A PORTA AO PECADOR.

2. DOUTOR DAS GENTES E DO CÉU PORTEIRO,
LUZEIROS SOIS, JUÍZES DAS NAÇÕES;
UM PELA ESPADA, O OUTRO PELA CRUZ,
SOBEM DO CÉU ÀS ETERNAIS MANSÕES.

3. Ó FELIZ ROMA, POR PRECIOSO SANGUE
CINGIDA ASSIM DE PÚRPURA E NOBREZA;
NÃO POR TI MESMA, MAS POR TAL MARTÍRIO,
O MUNDO INTEIRO EXCEDES EM BELEZA.

4. DUPLA OLIVEIRA, PEDRO, PAULO, VIESTES
NA ETERNA ROMA UMA FRONDE ERGUER:
NUMA SÓ FÉ E CARIDADE ACESOS,
APÓS A MORTE, DAI-NOS REVIVER!

5. DÊ-SE À TRINDADE SEMPITERNA GLÓRIA,
HONRA E PODER E JÚBILO TAMBÉM;
POIS NA UNIDADE TUDO E A TODOS REGE
AGORA E SEMPRE, ETERNAMENTE. AMÉM.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração Sobre as oferendas.
Pres.: A oração de vossos Apóstolos, Senhor, acompanhe as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas e volva para vós o nosso coração, ao celebrarmos este sacrifício. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
(A dupla missão de Pedro e Paulo na Igreja)

31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Hoje, vós nos concedeis a alegria de festejar os apóstolos São Pedro e São Paulo. Pedro, o primeiro a confessar a fé em Cristo, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel; Paulo, mestre e doutor da fé, iluminou as profundezas do mistério e anunciou o Evangelho a todas as nações. Assim, por diferentes meios, os dois congregaram a única família de Cristo e, unidos pela coroa do martírio, recebem hoje, por toda a terra, a mesma veneração. Por isso, com todos os anjos e santos, nós vos louvamos sem cessar e cantamos (dizemos) a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, 
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! 

 Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
CANON ROMANUM

84. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem os nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o vosso servo o Papa Paulo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

85. Memento dos vivos
1C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

86. "Infra actionem"
2C. Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

87. O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
88. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

89. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, 
inclina-se levemente
partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

90. Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças
inclina-se levemente
e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

91. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa Ressurreição. Vinde Senhor Jesus.

92. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

94. Une as mãos, e inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

95. Memento dos mortos.
De braços abertos diz:
3C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

96. Bate no peito, dizendo:
4C. E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convício dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e todos os vossos Santos.
Une as mãos:
Por Cristo, nosso Senhor.

97. E prossegue:
Pres.: Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

38. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

39. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

40. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

41. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

42. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

43. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

44. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

45. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

46. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

47. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Simão Pedro disse a Jesus: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus então declarou: Tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja. (Cf. Mt 16,16.18)

48. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

49. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

50. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

51. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.


TU ÉS O MESSIAS, O FILHO DO DEUS VIVO!
TU ÉS O MESSIAS, O FILHO DO DEUS VIVO!

1. Ó SENHOR, DE CORAÇÃO EU VOS DOU GRAÇAS,
PORQUE OUVISTES AS PALAVRAS DOS MEUS LÁBIOS!
PERANTE OS VOSSOS ANJOS VOU CANTAR-VOS
E ANTE O VOSSO TEMPLO VOU PROSTRAR-ME.

2. EU AGRADEÇO VOSSO AMOR, VOSSA VERDADE,
PORQUE FIZESTES MUITO MAIS QUE PROMETESTES;
NAQUELE DIA EM QUE GRITEI, VÓS ME ESCUTASTES
E AUMENTASTES O VIGOR DA MINHA ALMA.

3. OS REIS DE TODA A TERRA HÃO DE LOUVAR-VOS,
QUANDO OUVIREM, Ó SENHOR, VOSSA PROMESSA.
HÃO DE CANTAR VOSSOS CAMINHOS E DIRÃO:
“COMO A GLÓRIA DO SENHOR É GRANDIOSA!”

4. ALTÍSSIMO É O SENHOR, MAS OLHA OS POBRES,
E DE LONGE RECONHECE OS ORGULHOSOS.
SE NO MEIO DA DESGRAÇA EU CAMINHAR,
VÓS ME FAZEIS TORNAR À VIDA NOVAMENTE.

5. COMPLETAI EM MIM A OBRA COMEÇADA;
Ó SENHOR, VOSSA BONDADE É PARA SEMPRE!
EU VOS PEÇO: NÃO DEIXEIS INACABADA
ESTA OBRA QUE FIZERAM VOSSAS MÃOS.

52. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

53. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Refeitos por este sacramento, concedei-nos, Senhor, viver de tal modo na vossa Igreja que, perseverando na fração do pão e no ensinamento dos Apóstolos, enraizados no vosso amor, sejamos um só coração e uma só alma. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

55. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO SOLENE 

56. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass:
Ele está no meio de nós.

O diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
 
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, que vos deu por fundamento aquela fé proclamada com vigor pelo apóstolo Pedro e sobre a qual se edificou a Igreja.
Ass: Amém.
 
Pres: Ele, que vos instruiu pela incansável pregação do apóstolo Paulo, vos ensine por seu exemplo a sempre atrair para Cristo novos irmãos. 
Ass: Amém.
 
Pres:  Pedro, pelo poder das chaves, Paulo, pela força da palavra, e ambos, por sua intercessão, nos conduzam àquela pátria, onde chegaram merecidamente um pela cruz e outro pela espada. 
Ass: Amém.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass: Amém.
 
57. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia.
Ou:
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus
.

CANTO FINAL

1. HOJE E SEMPRE DA IGREJA PILARES,
NO ALICERCE DO CRISTO SENHOR,
LÁ NO CÉU, COMO DOIS LUMINARES,
A BRILHAR NO CELESTE ESPLENDOR!

FELIZ SÃO PEDRO, DO CÉU PORTEIRO,
NA CRUZ INVERSO, SEM SERES RÉU,
E TU, SÃO PAULO, DOUTOR DAS GENTES,
NA DOR DA ESPADA GANHASTE O CÉU!
AGORA, POIS, ROGAI POR NÓS!
ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS!

2. SOIS DE DEUS OLIVEIRAS FRONDOSAS,
CANDELABROS DE INTENSO FULGOR,
SEMPRE DUAS COROAS DE ROSAS,
DANDO A ROMA PERFUMES DE AMOR!

3. DIFERENTES, ASSIM, NO PASSADO,
MAS, DEPOIS, PARECIDOS NA LUZ,
UM NA FÉ, TÃO FELIZ, DO CAJADO,
OUTRO EM PURA PAIXÃO PELA CRUZ!

4. SE NA TERRA ESTIVESTES UNIDOS,
MAIS UNIDOS DO CÉU HOJE ESTAIS,
NO MISTÉRIO DO AMOR REDIMIDOS,
SEMPRE AGORA COM CRISTO REINAIS!
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