LIVRETO CELEBRATIVO
FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
SANTA MISSA DE ABERTURA DA CLAUSURA CARDINALÍCIA
14.09.2026
RITOS INICIAIS
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS!
NOSSA GLÓRIA É A CRUZ,
ONDE NOS SALVOU JESUS!
1. NÓS DEVEMOS GLORIARMOS,
NESTA CRUZ DE SALVAÇÃO.
TRAZ-NOS VIDA E LIBERDADE
E NOS DÁ RESSURREIÇÃO!
2. FOI PRECISO AO SENHOR,
PARA ENTRAR NA SUA GLÓRIA,
SER NA CRUZ CRUCIFICADO:
É O CAMINHO DA VITÓRIA!
3. E QUEM QUER VIVER UNIDA,
SUA VIDA À DE JESUS.
NÃO TERÁ OUTRO CAMINHO:
PELA CRUZ SE CHEGA À LUZ!
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois, o Bispo se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém. +
Em seguida, o Bispo, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
E o povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, reza-se a seguinte fórmula:
Pres.: Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que congregais na unidade os filhos de Deus dispersos, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.
HINO DE LOUVOR
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o Hino.
GLORIA, GLORIA, IN EXCELSIS DEO!
GLORIA, GLORIA, IN EXCELSIS DEO!
1. E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
3. SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI!
4. AMÉM. AMÉM!
COLETA
De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Ó Deus, quisestes que vosso Filho Unigênito sofresse o suplício da cruz para salvar o gênero humano; concedei que, tendo conhecido na terra este mistério, mereçamos alcançar no céu o prêmio da redenção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Nm 21,4b-9)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro dos Números.
Naqueles dias, os filhos de Israel partiram do monte Hor, pelo caminho que leva ao mar Vermelho, para contornarem o país de Edom. Durante a viagem o povo começou a impacientar-se, e se pôs a falar contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que nos fizestes sair do Egito para morrermos no deserto? Não há pão, falta água, e já estamos com nojo desse alimento miserável”. Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas, que os mordiam; e morreu muita gente em Israel. O povo foi ter com Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”. Moisés intercedeu pelo povo, e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente de bronze e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. Moisés fez, pois, uma serpente de bronze e colocou-a como sinal sobre uma haste. Quando alguém era mordido por uma serpente, e olhava para a serpente de bronze, ficava curado.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
—DAS OBRAS DO SENHOR, Ó MEU POVO, NÃO TE ESQUEÇAS!
— ESCUTA, Ó MEU POVO, A MINHA LEI, OUVE ATENTO AS PALAVRAS QUE EU TE DIGO; ABRIREI A MINHA BOCA EM PARÁBOLAS, OS MISTÉRIOS DO PASSADO LEMBRAREI. ℟.
— QUANDO OS FERIA, ELES ENTÃO O PROCURAVAM, CONVERTIAM-SE CORRENDO PARA ELE; RECORDAVAM QUE O SENHOR É SUA ROCHA E QUE DEUS, SEU REDENTOR, É O DEUS ALTÍSSIMO. ℟.
— MAS APENAS O HONRAVAM COM SEUS LÁBIOS E MENTIAM AO SENHOR COM SUAS LÍNGUAS; SEUS CORAÇÕES ENGANADORES ERAM FALSOS E, INFIÉIS, ELES ROMPIAM A ALIANÇA. ℟.
— MAS O SENHOR, SEMPRE BENIGNO E COMPASSIVO, NÃO OS MATAVA E PERDOAVA SEU PECADO; QUANTAS VEZES DOMINOU A SUA IRA E NÃO DEU LARGAS À VAZÃO DE SEU FUROR. ℟.
SEGUNDA LEITURA
(Fl 2,6-11)
12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor” - para a glória de Deus Pai.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
NÓS VOS ADORAMOS,
SENHOR JESUS CRISTO,
E VOS BENDIZEMOS,
PORQUE PELA CRUZ
REMISTES O MUNDO!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 3,13-17)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, ✠ segundo João. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna. Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
O presidente da celebração retira o pluvial, revestindo-se da casula da cor litúrgica do dia. Em seguida, inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
PROTEGEI, SENHOR, O VOSSO POVO,
PELO SINAL DA SANTA CRUZ,
DE TODAS AS INSÍDIAS DE TODOS OS INIMIGOS.
PARA QUE VOS APRESENTEMOS UM SERVIÇO AGRADECIDO,
E VOS SEJA ACEITÁVEL O NOSSO SACRIFÍCIO, ALELUIA.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Purifique-nos, Senhor, de todas as ofensas, este sacrifício que, no altar da cruz, tirou o pecado do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
(A Vitória da Cruz Gloriosa)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pusestes no lenho da cruz a salvação do gênero humano, para que, onde a morte teve origem, aí a vida ressurgisse; e o que vencera na árvore do paraíso, na árvore da cruz fosse vencido, por Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos vos louvam, as Dominações vos adoram, as Potestades vos reverenciam; os céus e as Forças celestes, com os beatos Serafins, unidos e exultantes vos celebram. Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, São Pedro, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Irmãos caríssimos: Renascidas pelo Batismo, estas crianças são chamadas, e são de verdade, filhas de Deus. Pela Confirmação, hão de receber um dia a plenitude do Espírito Santo; aproximando-se do altar do Senhor, participarão da mesa do sacrifício de Cristo; membros da Igreja, hão de chamar a Deus seu Pai. Em nome delas, no espírito de filhos adotivos que todos recebemos, ousamos agora rezar como o Senhor nos ensinou:
E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
QUANDO EU FOR EXALTADO DA TERRA,
DIZ O SENHOR,
ATRAIREI A MIM TODAS AS COISAS,
ATRAIREI A MIM TODAS AS COISAS.
1. É NECESSÁRIO QUE O FILHO DO HOMEM SEJA LEVANTADO
PARA QUE, QUEM NELE CRER, TENHA A VIDA ETERNA.
2. DEUS AMOU TANTO O MUNDO QUE DEU SEU FILHO ÚNICO
PARA QUE NÃO MORRA QUEM NELE CRER, MAS TENHA A VIDA ETERNA.
3. DEUS NÃO ENVIOU SEU FILHO PARA CONDENAR O MUNDO,
MAS PARA QUE O MUNDO POR ELE SEJA SALVO.
4. O PAI AMA O FILHO E ENTREGOU TUDO EM SUA MÃO;
AQUELE QUE ACREDITA NO FILHO POSSUI A VIDA ETERNA.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor Jesus Cristo, alimentados pela vossa santa ceia, humildemente vos pedimos: levai à glória da ressurreição os redimidos pela árvore da cruz que nos trouxe a vida. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BENÇÃO FINAL
(Tempo Comum VI)
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O o diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Deus vos abençoe com toda bênção celeste, para serdes sempre santos e irrepreensíveis em sua presença; derrame sobre vós abundantemente as riquezas da sua glória, vos instrua com a palavra da verdade, vos eduque pelo Evangelho da salvação e vos enriqueça com o amor fraterno, por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass: Amém.
À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
CANTO FINAL
BENDITA E LOUVADA SEJA
NO CÉU A DIVINA LUZ
E NÓS TAMBÉM CÁ NA TERRA
LOUVEMOS À SANTA CRUZ!
E NÓS TAMBÉM CÁ NA TERRA
LOUVEMOS À SANTA CRUZ!
OS CÉUS CANTAM A VITÓRIA
DE NOSSO SENHOR JESUS
CANTEMOS TAMBÉM NA TERRA
LOUVORES À SANTA CRUZ!
CANTEMOS TAMBÉM NA TERRA
LOUVORES À SANTA CRUZ!
SUSTENTA GLORIOSAMENTE
NOS BRAÇOS O BOM JESUS
SINAL DE ESPERANÇA E VIDA
O LENHO DA SANTA CRUZ!
SINAL DE ESPERANÇA E VIDA
O LENHO DA SANTA CRUZ!
HUMILDES E CONFIANTES
LEVEMOS A NOSSA CRUZ
SEGUINDO SUBLIME EXEMPLO
DE NOSSO SENHOR JESUS!
SEGUINDO SUBLIME EXEMPLO
DE NOSSO SENHOR JESUS!
É ARMA EM QUALQUER PERIGO
É RAIO DE ETERNA LUZ
BANDEIRA VITORIOSA
O SANTO SINAL DA CRUZ!
BANDEIRA VITORIOSA
O SANTO SINAL DA CRUZ!
AO POVO, AQUI REUNIDO
DAI GRAÇA, PERDÃO E LUZ
SALVAI-NOS, Ó DEUS CLEMENTE
EM NOME DA SANTA CRUZ!
SALVAI-NOS, Ó DEUS CLEMENTE
EM NOME DA SANTA CRUZ!