Carta do Santo Padre aos Militares

 

P A U L O,  B I S P O
SERVO DOS SERVOS DE DEUS

Aos irmãos militares do Centro Tático Revolucionário,
Aos que estas minhas saudosas letras vierem a ler, paz e bençãos do Senhor.

''O Senhor levanta a sua voz à frente do seu exército. Como é grande o seu exército! Como são poderosos os que obedecem à sua ordem! Como é grande o dia do Senhor!'' (cf. Joel 2,11) volto-me misericordiosamente a meus filhos militares do Centro Tático Revolucionário [CTR] que connosco, a Igreja de Cristo, mantém viva a fé e a chama ardente em seus corações na missão de seguir caridosamente os passos de Nosso Salvador.

Dirijo-me a vocês, com muita alegria em meu coração ao ver a Igreja e esta sede Militar instalada em nosso mesmo Hotel caminhando e batalhando unidas pela Evangelização e pela vocação de cada um. Meu venerável antecessor, o angélico Papa Augusto II, voltou com bastante carinho seus olhos a esta polícia que nos últimos tempos tem sido vítima de inúmeros ataques por parte de pessoas sem coração, frias e que propagam as mentiras, ao exemplo do ardiloso e mentiroso, o diabo. Somos fiéis testemunhas de vosso esforço e trabalho, um trabalho que somente é feito por aqueles que amam e não por aqueles que apenas querem poder e são vagarosos e sedentos, pois meus irmãos, não temam; é claro que «As mãos diligentes governarão, mas os preguiçosos acabarão escravos.» (cf. Provérbios 12, 24) não devemos temer a nada e muito menos devemos ceder a tentações, pois, o próprio Jesus também foi tentado pelo próprio diabo e não se deixou ceder, não devemos nos deixar também ceder por cargos altos ou por discursos alarmantes na intenção de desunir.

Por mim é visto que vocês são unidos, apresentando a união familiar e também é « é bom e agradável, quando os irmãos convivem em união!» (cf. Salmos 133,1) e foi a vossa tamanha união que nos fez aproximar a nossa Igreja e meu antecessor reabrir a então Arquidiocese Militar, nomear um Arcebispo Militar, para convosco e unidos à Igreja Apostólica e aos Sucessores dos Apóstolos, rumarem a um futuro melhor e a uma Igreja mais próxima de vossas particularidades, leito para quando cada um necessitar de uma direção espiritual e de ir ao encontro de novas vocações e constituir Padres Militares e, para também, dar uma chance para que muitos dos nossos clérigos, possam fazer parte convosco e trabalhar a vosso lado.

Ao concluir esta Carta, desejo expressar a todos que com tão grande acontecimento, CONVOCO a Igreja a então celebrar o Dia do Militar Católico no próximo dia 04 de Outubro, mês que rezamos pelas vocações e pelas missões, e neste dia rezaremos por todos estes militares que desempenham piedosamente os seus trabalhos e que muito defendem nossa nação; lembraremos também os que connosco já não se fazem presentes, depois de uma jornada longíqua dedicada aos seus e à sua nação, repousem junto de Deus pai.

Agradecemos ao Supremo Kauan que tem sido muito diligente e que integrou ao Seminário onde se tornará um futuro Padre Militar e trabalhará connosco nesta mese do Senhor e ao Supremo da PMCTR, Bureau, que tem sido também muito nosso fiel colaborador neste momento que a Igreja em conjunto com nossos irmãs Militares, adentram a uma dimensão mais realística e mais próxima e exemplar da fé e da vida religiosa que muitos de nossos Militares seguem e de uma forma especial a Gui Azevas que tem sido nosso fiel Cooperador neste momento. Que São Miguel Arcanjo, princípe dos Arcanjos, seja vosso protetor e vos guie sempre, defendendo-os de todas as mãos e garras malignas do demônio e que a Santissíma Virgem, que em vossa Arquidiocese é invocada como Rainha da Paz, seja vossa protetora e vosso conforto, como mãe, que agasalha seus filhos nas noites frias.

Passado em Roma junto de São Pedro no dia 24 de setembro de 2020, primeiro de meu Pontificado.

+ Paulo Pp. V
Pontifice Máximo
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