Decreto de Exonerações e Excomunhões


P A U L U S ,  E P I S C O P U S
SERVUM SERVORUM DEI

Aos que estas nossas letras lerem, saúde e paz.

Pelo poder que lhe foi conferido por Deus, o Romano Pontífice foi designado para administrar penas espirituais e temporais, segundo corresponda respectivamente a cada caso. O propósito disso é a repressão dos maliciosos desígnios de homens extraviados, que foram tão seduzidos pelo seu degradado impulso de fins perversos que esqueceram o temor de Deus, puseram de lado com desprezo decretos canônicos e mandamentos apostólicos [1] para além disso nos dias atuais há Homens possuídos pelo Espírito diabólico que leva à desunião e desmembramento de muitos dos filhos da Igreja, conduzindo-os a maus caminhos e levando-os ao ego do poder e do desprezo.

Para além disso, há situações quotidianas no dia a dia que muita tristeza nos causa em saber que muitos desses filhos que ainda confiados por nós ao Múnus Episcopal, acabam em ato vergonhoso, agredir verbalmente a Igreja com as suas calúnias e mentiras, gerando a revolta e o desastre. Assim, indigados com as últimas acusações proferidas contra o sr. Paulo Arns, atuando como Decano Interino do Colégio dos Cardeais de que fora enviado como espião da ICAR para passar informações, ao conhecimento de tal, acabamos por remover os direitos do mesmo dos quartos do Vaticano em conhecimento aos seus ataques interiores e o mesmo proferiu insultos contra seus irmãos no colegiado, sob ameaças e insultos. Da mesma forma, acolhemos com bom grado a saída do mesmo, e ainda não bastando, fomos supreendidos com tanto vilipêndio por parte do mesmo nas redes sociais.

Dessarte disso, nos últimos dias o então irmão José Maria também tem confrontado a nós com imensas palavras baixas, por o que ele desejava, não ser concretizado. Agindo assim em vontade de vingança e de poder, recorrer a uma comunidade no Habblive Hotel, rompendo comunhão com a Igreja e comigo, o Pontifíce Máximo.  Visando que estes romperam comunhão com a Igreja e ainda acorreram ao desacato, recorrendo a cisma, ORDENO e DECRETO a EXONERAÇÃO de ambos ao estado laical e da mesma forma a EXCOMUNHÃO dos mesmos, sendo a partir de agora PROÍBIDOS de adentrar a sólio sagrado.

Um dia que desejem retornar, sejam somente admitidos na Ordem Presbiteral e nunca no uso do Monús Episcopal, apelo da mesma forma, que São Miguel Arcanjo lute contra as ciladas diabólicas e que Nossa Senhora seja nossa piedosa protetora.

Dado em Roma, junto de São Pedro no dia 26 de setembro do ano do Senhor de 2020, primeiro de meu Pontificado.

+ Paulus Pp. V
Pontifex Maximus
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