Folheto Litúrgico - Missa pela Santa Igreja


MISSA VOTIVA À SÃO MIGUEL ARCANJO
MISSA PELA IGREJA

A ser rezada pelo fim das ciladas do demônio e pelo fim da divisão da Igreja.

Cor: Roxa ou Dourada

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.


CANTO DE ENTRADA
Nós somos as Pedras Vivas

NOS SOMOS AS PEDRAS VIVAS
DO TEMPLO DO SENHOR
POVO SACERDOTAL
IGREJA SANTA DE DEUS
NÓS SOMOS AS PEDRAS VIVAS
DO TEMPLO DO SENHOR

DO SENHOR É A TERRA E NO QUE NELA EXISTE
O MUNDO E QUANTO NELE HABITAM
ELE A FUNDOU SOBRE OS MARES
E A CONSOLIDOU SOBRE AS ONDAS

LEVANTAI Ó PORTAS OS VOSSOS UMBRAIS
ALTEAI VOS PÓRTICOS ANTIGOS E 
ENTRARÁ O REI DA GLÓRIA
QUEM É ESSE REI DA GLÓRIA?
O SENHOR FORTE E PODEROSO,

PODEROSO NAS BATALHAS

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.


RITOS INICIAIS

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres:
 Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O povo responde:
Ass:
 Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o.
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

4. Segue-se o Ato Penitencial. 

O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

Após um momento de silêncio, rezam todos juntos:
Pres: Senhor, que nos mandaste perdoar-nos mutuamente antes de nos aproximar do vosso altar, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, que na cruz destes o perdão aos pecadores, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: 
Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

5. Segue-se a absolvição:
Pres:
 Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.


ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.

Então, o sacerdote abrindo os braços, diz:
Pres: Ó Deus, que, realizando a última vontade do vosso Filho, não cessais de reunir no Espírito Santo pessoas de todas as nações para formar o vosso povo, concedei que a vossa Igreja seja fiel à sua missão, caminhando sempre com toda a família humana, renovando-a no Cristo como fermento e alma para transformá-la em família de Deus. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

 ao terminar, o povo aclama:
Ass: 
Amém.

Liturgia Diária

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

PRIMEIRA LEITURA
(Atos 18,1-8)


Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Depois disso, saindo de Atenas, Paulo dirigiu-se a Corinto.
Encontrou ali um judeu chamado Áquila, natural do Ponto, e sua mulher Priscila. Eles pouco antes haviam chegado da Itália, por Cláudio ter decretado que todos os judeus saíssem de Roma. Paulo uniu-se a eles.
Como exercessem o mesmo ofício, morava e trabalhava com eles. (Eram fabricantes de tendas.)
Todos os sábados ele falava na sinagoga e procurava convencer os judeus e os gregos.
Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo dedicou-se inteiramente à pregação da palavra, dando aos judeus testemunho de que Jesus era o Messias.
Mas como esses contradissessem e o injuriassem, ele, sacudindo as vestes, disse-lhes: “O vosso sangue caia sobre a vossa cabeça! Tenho as mãos inocentes. Desde agora vou para o meio dos gentios”.
Saindo dali, entrou em casa de um prosélito, chamado Tício Justo, cuja casa era contígua à sinagoga.
Entretanto Crispo, o chefe da sinagoga, acreditou no Senhor com todos os da sua casa. Sabendo disso, muitos dos coríntios, ouvintes de Paulo, acreditaram e foram batizados.


Ao fim da leitura, o leitor diz:
Palavra do Senhor.

O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
(97/98)

O Senhor fez conhecer seu poder salvador
perante as nações. 

Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
porque ele fez prodígios!
Sua mão e o seu braço forte e santo
alcançaram-lhe a vitória. R.

O Senhor fez conhecer a salvação
e, às nações, sua justiça;
recordou o seu amor sempre fiel
pela casa de Israel. R.

Os confins do universo contemplaram
a salvação do nosso Deus.
Aclamai o Senhor Deus, ó terá inteira,
alegrai-vos e exultai! R.

EVANGELHO

8. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

Aclamação ao Evangelho

ALELUIA, ALELUIA, SEDE MEUS AMIGOS
ALELUIA, ALELUIA, SEDE TODOS UNIDOS.

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS, É MEU MANDAMENTO
SEDE TODOS IRMÃOS, AMANDO-OS MUTÚAMENTE!

9. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.


O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.

PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO

10. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
     

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
Ass: Glória a vós, Senhor.

Disse Jesus aos seus discípulos: “Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto.
Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos.
O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, porque a boca fala daquilo de que o coração está cheio.
Por que me chamais: ‘Senhor, Senhor. e não fazeis o que digo?’
Todo aquele que vem a mim ouve as minhas palavras e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante.
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou bem fundo e pôs os alicerces sobre a rocha. As águas transbordaram, precipitaram-se as torrentes contra aquela casa e não a puderam abalar, porque ela estava bem construída.
Mas aquele que as ouve e não as observa é semelhante ao homem que construiu a sua casa sobre a terra movediça, sem alicerces. A torrente investiu contra ela, e ela logo ruiu; e grande foi a ruína daquela casa”.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

11. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.


HOMILIA

12. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DA FÉ

Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres: Irmãos e irmãs, roguemos a Deus perante a situação que passa a Igreja para que seja solícito à proteção do seu rebanho, dizendo a uma só voz:

Ass: Senhor, ajudai vossa Igreja.

1. Para que o Santo Padre, Sucessor de São Pedro seja sempre solícito à Igreja e guie com especial atenção o Rebanho do Senhor, nós vos pedimos:

2. Para que São Miguel Arcanjo expurgue do mundo o demônio e seus alicerces que atentam a Igreja, nos vos pedimos:

3. Para que os Clero, os Leigos e Fiéis sejam protegidos pelo fogo do Espírito Santo e que não se deixem ser levados pelo inimigo, nós vos pedimos:

4. Para que a Igreja seja fortalecida na luz do Espírito Santo e para que as Portas do abismo não pervaleçam contra ela, nós vos pedimos:

5. Para que Nossa Senhora, mãe e Rainha dos Cristãos pise a cabeça da serpente e atire-a novamente ao lume eterno em defesa de seus filhos, nós vos pedimos:

Pres: Ó Deus que sois Pai e compreensor de toda a humanidade, nós vos pedimos que todas estas preces e como bem recorremos a vosso auxílio em favor de vossa Igreja, pelo mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo que vive e reina, junto a Igreja triunfa pelos Séculos dos Séculos.

Ass: Amém.

OFERTÓRIO

13. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

14. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO DE OFERTÓRIO
Quando o dia da paz Renascer

QUANDO O DIA DA PAZ RENASCER,
QUANDO O SOL DA ESPERANÇA BRILHAR, EU VOU CANTAR.
QUANDO O POVO NAS RUAS SORRIR,
E A ROSEIRA DE NOVO FLORIR, EU VOU CANTAR.
QUANDO AS CERCAS CAÍREM NO CHÃO,
QUANDO AS MESAS SE ENCHEREM DE PÃO, EU VOU CANTAR.
QUANDO OS MUROS QUE CERCAM OS JARDINS,
DESTRUÍDOS ENTÃO OS JASMINS, VÃO PERFUMAR.

VAI SER TÃO BONITO SE OUVIR A CANÇÃO,
CANTADA, DE NOVO.
NO OLHAR DO HOMEM A CERTEZA DO IRMÃO.
REINADO, DO POVO.


QUANDO AS ARMAS DA DESTRUIÇÃO,
DESTRUÍDAS EM CADA NAÇÃO, EU VOU SONHAR.
E O DECRETO QUE ENCERRA A OPRESSÃO,
ASSINADO SÓ NO CORAÇÃO, VAI TRIUNFAR.
QUANDO A VOZ DA VERDADE SE OUVIR,
E A MENTIRA NÃO MAIS EXISTIR, SERÁ ENFIM,
TEMPO NOVO DE ETERNA JUSTIÇA,
SEM MAIS ÓDIO, SEM SANGUE OU COBIÇA, VAI SER ASSIM.

15. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

16. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

17. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

18. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

19. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

20. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

21. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

22. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; 
Pres: Acolhei, ó Deus, as nossas oferendas, para que a vossa Igreja, nascida do lado do Cristo adormecido na cruz, encontre sempre neste mistério a sua santidade, vivendo dignamente e correspondendo ao seu criador. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO DOS DOMINGOS COMUNS VIII
A Igreja reunida pela unidade da Santíssima Trindade

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

23. O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes reunir de novo, pelo sangue do vosso Filho e pela graça do Espírito Santo, os filhos dispersos pelo pecado. Vossa Igreja, reunida pela unidade da Trindade, é para o mundo o corpo de Cristo e o templo do Espírito Santo, para a glória da vossa sabedoria. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos vossa bondade, cantando (dizendo) a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA VIII

24. De braços abertos, diz:
Pres: Deus de amor e de poder, louvado sois em vosso Filho, Jesus Cristo, que veio em vosso nome. Ele é a vossa palavra que liberta e salva toda a humanidade. Ele é a mão que estendeis aos pecadores. Ele é o caminho pelo qual nos chega a vossa paz

Ass: Fazei-nos, ó Pai, instrumentos de vossa paz!

De braços abertos, prossegue:
Pres: Deus, nosso Pai, quando vos abandonamos, vós nos reconduzistes por vosso Filho, entregando-o à morte para que voltássemos a vós e nos amássemos uns aos outros. Por isso, celebramos a reconciliação que vosso filho nos mereceu.

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Cumprindo o que ele nos mandou, vos pedimos:
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
santificai, por vosso Espírito, estas oferendas.

Une as mãos e prossegue:
Antes de dar a vida para nos libertar,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
durante a última ceia, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças e o entregou a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Depois, prossegue:
Naquela mesma noite,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
tomou nas mãos o cálice e, proclamando a vossa misericórdia, o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

O sacerdote diz:
Eis o mistério da fé!

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

De braços abertos, prossegue:
Pres: Ó Deus, Pai de misericórdia, vosso filho nos deixou esta prova de amor. Celebrando a sua morte e ressurreição, nós vos damos aquilo que nos destes: o sacrifício da perfeita reconciliação.

Ass: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!

Pres: Nós vos pedimos, ó Pai, aceita-nos também com vosso Filho e, nesta ceia, dai-nos o mesmo Espírito, de reconciliação e de paz.

Ass: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!

1C: Ele nos conserve em comunhão com o papa Augusto  e o nosso bispo N.* , com todos os bispos e o povo que conquistastes. Fazei de vossa Igreja sinal da unidade entre os seres humanos e instrumento da vossa paz!

Ass: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!

2C: Assim como aqui nos reunistes, ó Pai, à mesa do vosso Filho em união com a virgem Maria, mãe de Deus, e com todos os santos, reuni no mundo novo, onde brilha a vossa paz, os homens e as mulheres de todas as classes e nações, de todas as raças e línguas, para a ceia da comunhão eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.

Ass: Glória e louvor ao Pai, que em Cristo nos reconciliou!

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

Ass: Amém!

Rito da Comunhão

ORAÇÃO DO SENHOR

25. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

26. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

ORAÇÃO PELA PAZ

27. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

28.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Fração do Pão

EIS O CORDEIRO DE DEUS

30. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

31. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

32. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

33. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: O Senhor que nos une como irmãos e que nos torna seu povo eleito, seu Rebanho amado nos digne de ser participantes do banquete celeste e nos una como irmãos.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

34. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

CANTO DE COMUNHÃO
Naquele dia verei

NAQUELE DIA VEREI
LOBO E CORDEIRO A BEBER
DAS MESMAS ÁGUAS
VAI HAVER PÃO SOBRE A MESA
UMA PROFUNDA CERTEZA
BEM MENOS MÁGUAS.

NAQUELE DIA DIRÃO
QUE O REINO DE DEUS JÁ CHEGOU
CRIANÇAS PODENDO BRINCAR
VELHINHOS PODENDO PASSEAR
NINGUÉM COM MEDO DE NADA
PORQUE O REINO DE DEUS CHEGOU.

NAQUELE DIA VEREI
LOBO E CORDEIRO A BEBER
DAS MESMAS ÁGUAS
VAI HAVER PÃO SOBRE A MESA
UMA PROFUNDA CERTEZA
BEM MENOS MÁGUAS.

NAQUELE DIA DIRÃO
QUE O REINO DE DEUS JÁ CHEGOU
CRIANÇAS PODENDO BRINCAR
VELHINHOS PODENDO PASSEAR
NINGUÉM COM MEDO DE NADA
PORQUE O REINO DE DEUS CHEGOU.

35. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

36. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

37. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

38. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

39. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

40.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.

Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz:
Pres: Renovados, ó Deus, pelo sacramento do vosso Filho, pedimos que fecundeis a ação da vossa Igreja, pela qual revelais continuamente aos pobres, que chamastes com especial amor ao vosso reino, a plenitude do mistério da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

SÚPLICA A SÃO MIGUEL ARCANJO 
E À NOSSA SENHORA

41. O sacerdote com todos rezam, SE POSSÍVEL, VOLTADOS AO SACRÁRIO.

Ass: São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós príncipe da milícia celeste, pelo Divino Poder, precipitai ao inferno a satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Assim seja!


Ass: Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer 
que algum daqueles  que têm recorrido à vossa protecção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado.
Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Amen.


BENÇÃO FINAL

42. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

43. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Pres: Amém.

44. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

45. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

46. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
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