MARIANUS EPISCOPUS
SERVUM SERVORUM DEI
Aos que este Decreto de Excomunhão vierem a ler, saúde, benção e graça.
«Condutores cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Sois semelhantes a sepulcros caiados, que por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão. Assim também vós: por fora pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade» (Cf. Mt 23,24.27-28). Nas palavras profetizadas, revela-nos acerca dos Homens hipócritas e ingratos que não se contentam com aquilo que tem; a cisma-mercenária que nos últimos tem sido motivo de escândalo em uma forma atentadora tem vindo atrás de nossos ministros oferecendo-lhes raros em troca de se juntarem ao seu grupo. Disso, nosso irmão Gabriel Romano acabou caindo em tentação nas mãos desta cisma e acabou traindo a Igreja, situação, que leva à Excomunhão e a sanções puníveis «Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria não haver nascido» (cf. Mateus 26, 24). Não deixamos de voltar nossos olhos aos que se apartam daqui são pessoas que não tendo experiência e quando ameaçados de exoneração, recorrem às cismas e apregam mentiras.
Reconhecendo por isso que nosso irmão Gabriel Romano cometeu um crime contra a Sé Apostólica e negou a comunhão com o Sucessor de Pedro e com a Igreja, com minha autoridade apostólica DECLARO e ORDENO a Excomunhão de Gabriel Romano; todo o contacto e presença pessoal com o mesmo está de igual forma proíbida e em seu retorno, o mesmo deverá publicamente fazer a Profissão de Fé e jurar obediência com a Igreja e com o Sumo Pontifíce. Deus guie a cabeça de nosso irmão ao caminho de salvação, na conversão, uma vez que este nosso irmão vive uma vida apartada da Santidade.
Dado em Roma junto á São Pedro, no dia três do mês de outubro do ano de mil mil e vinte, primeiro de meu Pontificado.
+ Marianus Pp. IV
Servum Servorum Dei
