1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
COMO NUVEM PASSAGEIRA É NOSSA VIDA
E QUEM NOS LEVA
QUEM NOS LEVA É O SOPRO DO SENHOR
ACREDITAMOS QUE AO SENHOR PERTENCE TUDO
O QUE ELE FEZ ELE FEZ FOI POR AMOR
COMO NUVEM PASSAGEIRA É NOSSA VIDA
E NÃO IMPORTA
NÃO IMPORTA NEM DINHEIRO NEM PODER
FELIZ DAQUELE QUE AO CHEGAR AQUELA HORA
ESTÁ SERENO E PREPARADO PARA MORRER
SOMOS TODOS COMO NUVEM PASSAGEIRA
NÃO IMPORTA QUANTOS ANOS VIVEREMOS
AO CHEGAR A NOSSA HORA DERRADEIRA
O SENHOR PERGUNTARÁ O QUE FIZEMOS
LÁ NO CÉU SÓ VÃO ENTRAR OS AMOROSOS
OS QUE AMARAM COMO DEUS MANDOU AMAR
QUEM LUTOU PRA VER FELIZ OUTRAS PESSOAS
ETERNAMENTE LÁ NO CÉU IRÁ MORAR
SAUDAÇÃO
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
Ass: Amém.
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
4. Segue-se o Ato Penitencial.
O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
CANTO
SENHOR QUE VIESTES
SOLO: SENHOR QUE VIESTES SALVAR OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
SOLO: CRISTO QUE VIESTES CHAMAR OS PECADORES,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
SOLO: SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS JUNTO AO PAI,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
ABSOLVIÇÃO
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
5. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que chamastes ao ministério episcopal o vosso servo Mário Bertonne, colocando entre os sucessores dos Apóstolos, concedei-lhe também associar-se a eles no convívio eterno. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
1 Jo 2 29-3, 1-2
6. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Primeira Carta de São João
Caríssimos: Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai.
Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é.
Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
7. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Repete-se
SOLO: O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO
DE QUEM TEREI MEDO?
O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA
PERANTE QUEM EU TEMEREI?
SOLO: O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO
DE QUEM TEREI MEDO?
O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA
PERANTE QUEM EU TEMEREI?
SOLO: AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA
E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO
HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR
POR TODA MINHA VIDA
SABOREAR A SUAVIDADE DO SENHOR
E CONTEMPLÁ-LO NO SEU TEMPLO.
SOLO: Ó SENHOR OUVI A VOZ DO MEU APELO
ATENDEI POR COMPAIXÃO!
É VOSSA FACE QUE EU PROCURO
NÃO AFASTEIS EM VOSSA IRA O VOSSO SERVO
SOIS VOS O MEU AUXILIO.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
8. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
CANTO
BENDITOS DO PAI
CORO: GLÓRIA A VÓS, CRISTO, PALAVRA DO PAI
GLÓRIA A VÓS, CRISTO, PALAVRA DO PAI
SOLO: BENDITO DOS PAI, APOSSAI-VOS DO REINO,
QUE JÁ FOI PREPARADO BEM DESDE O COMEÇO!
CORO: GLÓRIA A VÓS, CRISTO, PALAVRA DO PAI
GLÓRIA A VÓS, CRISTO, PALAVRA DO PAI
9. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo.
O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O sacerdote diz em voz baixa:Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.
EVANGELHO
10. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
11. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
12. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
OFERTÓRIO
13. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
QUEM NOS SEPARARÁ? QUEM VAI NOS SEPARAR
DO AMOR DE CRISTO? QUEM NOS SEPARARÁ?
SE ELE É POR NÓS, QUEM SERÁ, QUEM SERÁ CONTRA NÓS?
QUEM VAI NOS SEPARAR DO AMOR DE CRISTO, QUEM SERÁ?
NEM A ESPADA OU PERIGO, NEM OS ERROS DO MEU
IRMÃO, NENHUMA DAS CRIATURAS NEM A CONDENAÇÃO.
NEM A VIDA, NEM A MORTE, A TRISTEZA OU AFLIÇÃO.
NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE, O FUTURO, NEM OPRESSÃO.~
14. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
15. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
16. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
17. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
18. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
19. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
20. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
21. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
21. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Acolhei, ó Pai, nossas oferendas por vosso indigno servo Mário Bertonne; e, tendo-lhe concedido na terra a graça do pontificado, dai-lhe partilhar no céu a felicidade dos santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁRIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I
A esperança da ressurreição em Cristo
22. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz...
CANTO
SANTO
SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!
SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
23. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
24. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
CONSAGRAÇÃO DO
CORPO E SANGUE DO SENHOR
25. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
26. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
27. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
28. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa João Paulo e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
MEMÓRIA DOS FIÉIS DEFUNTOS
1C: Lembrai-vos do vosso filho Mário Bertonne, que hoje chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!
2C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
MEMÓRIA DOS SANTOS
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
29. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
CANTO
PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
O PÃO NOSSO DE CADA DIA A NÓS DAI HOJE, PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL.
30. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
31. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
32. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
33. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
34. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ
DAI-NOS A VOSSA PAZ
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
35. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
EIS O CORDEIRO DE DEUS
36. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
37. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
38. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
39. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
40. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO DE COMUNHÃO
EU SOU O PÃO DA VIDA,
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE.
NINGUÉM VEM A MIM SE MEU PAI NÃO O ATRAIR
EU O RESSUSCITAREI, EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI NO DIA FINAL
EU SOU O PÃO DA VIDA
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA
O PÃO QUE EU DAREI É MEU CORPO,
VIDA PARA O MUNDO
O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE
VIVERÁ EM MIM COMO EU VIVO NO PAI
41. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
42. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus de poder e misericórdia, que constituístes o vosso servo Mário Bertonne, representante de Cristo na terra, dai-lhe, purificado por esta Eucaristia, associar-se a ele no céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém
43. Faz-se a seguinte invocação:
Pres: Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno.
Ass: Nos esplendores da luz perpétua.
44. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
45. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
46. Então o sacerdote feito a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO FINAL
AVE VERUM
AVE VERUM
CORPUS NATUM
DE MARIA VIRGINE
VERE PASSUM, IMMOLATUM
IN CRUCE PRO HOMINE
CUIUS LATUS PERFORATUM
UNDA FLUXIT ET SANGUINE
ESTO NOBIS PRAEGUSTATUM
MORTIS IN EXAMINE
O IESU DULCIS,
O IESU PIE,
O IESU FILI MARIAE.
(2X)
Seções:
Exéquias
Livreto Celebrativo
Mário Bertonne Scherer
Papa João Paulo VII
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
