Declaração Apostólica ''Pseudoprophetae'' - Pela qual se proclama a antipapia de Augusto I

DECLARAÇÃO APOSTÓLICA

PSEUDOPROPHETAE
(O Falso Profeta)
PELA QUAL SE PROCLAMA A ANTIPAPIA DE AUGUSTO I

IOANNES PAULUS EPISCOPUS
PONTIFEX MAXIMUS
EPISCOPUS ROMANAE
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

1. «O FALSO PROFETA» (Mt. 7, 15-20) vem em nome do mal para desunir o rebanho de Deus. Sabemos que o diabo sempre tentou destruir a Santidade da Igreja; criando divisões e gerando malícias aos ministros de Deus. Recordamos a mensagem de Cristo a Pedro quando entregou o ministério de cuidar de seu aprisco: «...E as portas do inferno jamais prevalecerão contra Ela» (Cf. Mt. 16,18). 

2. Nosso venerável predecessor, o Papa João Paulo V, iniciou uma pesquisa ao Pontificado de meu antecessor, o Papa Augusto I, que marcou o tempo de maior desunião jamais vivido na Igreja. Instalou-se, durante o Pontificado deste, um tempo de escuridão, ditadura e ruptura, levando muitos clérigos a integrarem as cismas e inclusive à ruptura de comunhão connosco e ao erguimento de novas igrejas cismáticas.

3. Durante o Papado de meu antecessor que marcou o início deste ano, a Igreja viveu em si uma enorme turbulência com inúmeras professas, mentiras e histórias que nunca foi certo com aquilo que um Papa e Bispo o deveria ser. «O Papa é representante de Cristo, Nosso Senhor, portanto ele deve conclamar a Paz e não o ódio» (Papa Clemente VII em sua Encíclica ''Pontifex Pax'' n.3).

4. Augusto não trouxe um tempo de Paz como todos pensávamos. Trouxe sim, um tempo de escuridão e, que permanece até aos dias de hoje. Meus antecessores sempre lutaram para o reerguimento da Igreja, porém, graças ao passado que já vivemos, jamais nos pudemos restruturar enquanto não esquecermos este pesadelo que a Igreja passou no início deste presente ano.

5. Nós, como Sucessores do Apóstolo São Pedro temos o dever de zelar pelo rebanho de Deus, unidos aos apóstolos que foram proclamar o evangelho de Cristo pelo mundo. Augusto, fechava as portas da Igreja a todos que erravam e desejavam retornar, e só deixando voltar em altos cargos aqueles que lhes era de confiança. Há inclusive, sobre falas ocultas, que o meu antecessor estaria para unificar a Igreja com outro Clero e dar fim há história de 10 anos que como Igreja temos, sem ouvir a opinião dos clérigos e quando confrontado e visando que a Igreja caiu em declínio, o meu antecessor, abandonou a cátedra em ato de covardia.

6. Por isso, visando todo o mal que meu antecessor causou à santa Igreja e como Sucessor do Apóstolo Pedro, tendo minha autoridade ORDENO, DECLARO e CONSTITUO a ANTIPAPIA de Augusto I sendo conhecido como ''O Falso Profeta''. Este agora deve figurar o anuário Pontifício como antipapa e ser conhecido como um verdadeiro apóstata contra a fé da Igreja, um destruir e um fariseu.

7. Obstante disto, peço que o povo de Deus reze pela conversão destes e como bem a sua salvação. Reconhecendo as transgressões e ultrajes que contra a santa Igreja causaram nos seus passados. Guiamos a Igreja sob a autoridade do apóstolo São Pedro que foi designado como primeiro papa por Cristo e queremos antes demais, confiar toda a Igreja às mãos da Santíssima Virgem Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e Rainha do Mundo, para que, triunfe sobre a cabeça de satanás e todos os seus anjos, lançando-os ao fogo eterno e dando paz à santa Igreja.

Dado em Roma junto de São Pedro no dia 29 de dezembro de 2020, primeiro de meu Pontificado.

+ IOANNES PAULUS, PP. VII
Pontifex Maximus
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