Rito de Ordenação Episcopal - Rafael Magalhães




1. Antes do inicio da celebração os que serão ordenados, o celebrante, bem como o cerimoniário, devem analisar cada parte da celebração, seguindo as rubricas de maneira diligente e minuciosa. 

2. A celebração de Ordenação Episcopal, só se inicie com a Bula de Nomeação, enviada pelo pontífice. Ou, caso a Bula de Nomeação não seja publicada, com a autorização do Núncio Apostólico.


Se algum dos Bispos está sendo ordenado em sua igreja catedral, logo depois da saudação aos ordenados, após o rito de ordenação, um dos presbíteros, se possível o Chanceler da Cúria, junto do ambão, lê a ata da posse enquanto todos ouvem, sentados e, no final, exclamam: Graças a Deus.

3. Realize-se a Ordenação dos Bispos com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.

4. Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.

5. Além do bispo ordenante, é obrigatória a concelebração de outros dois bispos. Caso um destes bispos retire-se da celebração (e apenas restar 1 bispo co-sagrante); se não houver se iniciado o propósito dos eleitos, prossegue-se a celebração sem a ordenação; se já houver se iniciado o propósito dos eleitos, prossegue-se o rito de ordenação. 

6. Podem ser abençoadas, antes da missa, as insignias. 

7. Ainda antes do inicio da celebração, o bispo ordenante informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.


PROCISSÃO DE ENTRADA

CANTO DE ENTRADA: HINO DA SANTA IGREJA

SANTA IGREJA,
ROMANA, CATÓLICA
UNA, EXCELSA, DIVINA, IMORTAL
QUE CONSERVAS A FÉ APOSTÓLICA
E AS PROMESSAS DA VIDA ETERNAL!

NÓS SOMOS TEUS FILHOS!
EM TEU SEIO QUEREMOS VIVER
E, DA LUZ QUE NOS DÁS ENTRE OS BRILHOS,
NOS TEUS BRAÇOS MATERNOS MORRER!

SOBRE A ROCHA DE PEDRO INVENCÍVEL
TU ABRANGES A TERRA E OS CÉUS;
NA DOUTRINA DE CRISTO INFALÍVEL
TUA FORÇA, É A FORÇA DE DEUS!

NÓS SOMOS TEUS FILHOS!

EM TEU SEIO QUEREMOS VIVER

E, DA LUZ QUE NOS DÁS ENTRE OS BRILHOS,
NOS TEUS BRAÇOS MATERNOS MORRER!

8. Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

9. Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres: A paz esteja convosco.

Ass: O amor de Cristo nos uniu.


ATO PENITENCIAL

Pres: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres: Confessemos os nossos pecados:
Ass: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

10. Seguem-se as invocações:

Pres: Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós. 

Pres: Cristo, tende piedade de nós. 

Ass: Cristo, tende piedade de nós. 

Pres: Senhor, tende piedade de nós. 

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

HINO DE LOUVOR:

Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO DO DIA

11. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, pastor eterno, que governais o vosso povo com providente solicitude e quisestes associar ao ministério episcopal o vosso servo presbítero Rafael Magalhães, concedei que, pela santidade das suas vidas, sejam em toda a parte verdadeiras testemunhas de Cristo. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

12. O leitor, do ambão, prossegue com as leituras que já foram escolhidas pelo celebrante.

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do livro de Miquéias. 
Conduzi com o cajado o vosso povo, o rebanho de vossa herança que se encontra espalhado pelas brenhas, para o meio de vergéis; que ele paste como outrora em Basã e em Galaad. Como nos dias em que saístes do Egito, fazei-nos ver prodígios. As nações os verão e sentirão vergonha de sua própria bravura; porão a mão na boca e seus ouvidos ficarão surdos; lamberão o pó como as serpentes, como os répteis da terra. Tremendo, sairão de seus retiros, e virão amedrontadas para o Senhor nosso Deus; e elas vos temerão. Qual é o Deus que, como vós, apaga a iniqüidade e perdoa o pecado do resto de seu povo, que não se ira para sempre porque prefere a misericórdia? Uma vez mais, tende piedade de nós! Esquecei as nossas faltas e jogai nossos pecados nas profundezas do mar! Mostrai a vossa fidelidade para com Jacó, e vossa piedade para com Abraão, como jurastes a nossos pais desde os tempos antigos!
T: Graças à Deus!

SALMO RESPONSORIAL

VOS SEREIS MEUS AMIGOS SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO
SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO, DIZ O SENHOR!


Servi o Senhor com alegria. Vinde, entrai exultantes em sua presença.
Sabei que o Senhor é Deus: ele nos fez, e a ele pertencemos. Somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho.

VOS SEREIS MEUS AMIGOS SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO
SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO, DIZ O SENHOR!

Entrai cantando sob seus pórticos, vinde aos seus átrios com cânticos; glorificai-o e bendizei o seu nome,

VOS SEREIS MEUS AMIGOS SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO
SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO, DIZ O SENHOR!

Porque o Senhor é bom, sua misericórdia é eterna e sua fidelidade se estende de geração em geração.

VOS SEREIS MEUS AMIGOS SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO
SE FIZERDES O QUE EU VOS MANDO, DIZ O SENHOR!

SEGUNDA LEITURA

Leitura da Segunda Carta de Paulo a Timóteo 
Por esse motivo, eu te exorto a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos.
Pois Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria.
Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.
Deus nos salvou e chamou para a santidade, não em atenção às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio, da graça que desde a eternidade nos destinou em Cristo Jesus,
e agora nos manifestou mediante a aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, que destruiu a morte e suscitou a vida e a imortalidade, pelo Evangelho,
do qual fui constituído pregador, apóstolo e mestre entre os gentios.
É este o motivo por que estou sofrendo assim. Mas não me queixo, não. Sei em quem pus minha confiança, e estou certo de que é assaz poderoso para guardar meu depósito até aquele dia.
Toma por modelo os ensinamentos salutares que recebeste de mim sobre a fé e o amor a Jesus Cristo.
Guarda o precioso depósito, pela virtude do Espírito Santo que habita em nós.
Palavra do Senhor.

T: Graças à Deus!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue-se o Aleluia ou outro canto (no tempo quaresmal).

ALELUIA ALELUIA ALELUIA

LOUVOR E GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO!
Ó CRISTO, REI DA ETERNA GLÓ-Ó-RIA!

14. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:


Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco!
Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.
Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.
Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.
Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

15. Terminada a proclamação, o livro dos evangelhos sejam depositado sobre o altar.

SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO

16. Estando todos de pé, e sem mitra, segundo alguma das fórmulas abaixo, canta-se o Veni Creator Spiritus.

Vinde Espírito Criador, a nossa alma visitai
e enchei os corações com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor de Deus excelso dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor, a unção divina e salutar.

Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai, os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai, qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli, e concedei-nos a vossa paz,
se pela graça nos guiais, o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador, por vós possamos conhecer
que procedeis do Seu amor, fazei-nos sempre firmes crer.

Amém!

17. Em seguida, o bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes, se for preciso, aproximam-se das cadeiras preparadas para a Ordenação. Todos se assentam.

APRESENTAÇÃO DOS ELEITOS
18. Os eleitos são conduzidos pelos seus Presbíteros assistentes (se houverem) até em frente ao Bispo Ordenante principal, ao qual fazem uma reverência. Um dos Presbíteros assistentes, ou outro Presbítero, se dirige ao Bispo ordenante principal com estas palavras:

Sacerdote: Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja Católica pede que ordeneis para o Ministério episcopal o Presbítero N.

Assim se faz para cada um dos eleitos.
No final, o Ordenante principal interroga, dizendo:

Pres: Tens o mandato apostólico?

Sacerdote: Aqui o temos.

Pres: Proceda-se à sua leitura.

19. Lê-se cada bula em sua integridade.

Leitura da Bula de Dom Rafael Magalães:

IOANNES PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

Ao díletissimo filho Rafael Magalhães, 
até aqui Presbítero da Diocese de Roma, 
eleito para Bispo Auxiliar da mesma, saudação e bênção apostólica.

Voltamos nossos olhares aos inúmeros presbíteros que lutam e trabalham para obterem benefícios e vantagens, e no qual, voltamos nossos olhares a ti, diletíssimo filho; o Senhor te elege para pai e pastor desta messe, e nos envia a proclamar o evangelho a toda a criatura (Matheus 15,16). Com base disto, dileto filho voltamos também nossos olhares a tua dedicação nestes últimos dias em função da Santa Madre Igreja.
Portanto tendo consultado a Congregação para os Bispos, nos aparentas idôneo e no qual como presbítero nos apresentaste um ótimo itinerário e pastoreio para com a Igreja de Cristo, no qual, NOMEAMOS-TE do uso de minha autoridade apostólica como BISPO, com todos os direitos e deveres instituídos no múnus episcopal sob o título di Sinípsa.
A ti diletíssimo filho, sejas sempre paciente para o aprisco de Cristo e os conduzas à salvação e a salvação eterna, nunca esquecendo que a nossa missão aqui presente é a evangelização e a santificação da Igreja; apresentes postura adequada para um pastor que deva conduzir sem medos; sem temores e sem despistes o povo que está adentro da barca de Pedro. 
Seja-te ainda conveniente que a tua ordenação seja realizada no exterior de Roma, uma vez que incorres à nomeação episcopal para uma Igreja Particular. Podes ter como teu sagrante um Bispo e dois co-sagrantes à tua escolha e deverá se realizado no prazo de 10 dias tua ordenação episcopal.
Rogamos ao Senhor que envie sobre ti o seu Espírito Santo e que te santifique à função como sucessor dos apóstolos, sejas como citado acima, pastor que anseia a árdua santificação do seu povo e como bem sejas diligente ao rebanho de Nosso Senhor. Que a Santíssima Virgem te acompanhe em teu pastoreio e que sejas o exemplo de São Paulo apóstolo.

Dado em Roma junto de São Pedro no dia 15 de dezembro do ano do Senhor de 2020, primeiro de meu Pontificado.

Ioannes Paulus Pp. VII
Pontifex Maximus

Terminada a leitura, todos concordam com a eleição dos Bispos, dizendo:
Ass: Graças a Deus.

HOMILIA

20. O Bispo ordenante principal, estando todos sentados, faz a homilia na qual fala ao clero, ao povo e ao eleito sobre o ministério do Bispo, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra.
PROPÓSITO DOS ELEITOS
21. Após a homilia, só os eleitos se levantam e permanecem de pé diante do Bispo Ordenante principal, que interroga a todos ao mesmo tempo:
Pres: Conforme o costume dos Santos Padres, aquele que é escolhido para Bispo deve ser interrogado diante do povo, quanto a fé e sua futura missão.

Assim, queridos irmãos, quereis desempenhar até a morte a missa que nos foi confiada pelos Apóstolos, e que, por imposição de nossas mãos, vós será transmitida com a graça do Espírito Santo ? 

Eleito: Quero.

Pres: Quereis anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e perseverança ?

Eleito: Quero.

Pres: 
Quereis conservar em sua pureza e integridade o tesouro da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e transmitido na Igreja, sempre e em toda parte ?

Eleito: Quero.

Pres: Quereis edificar a Igreja, corpo de Cristo, e permanecer na sua unidade com o Colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo Pedro ?

Eleito: Quero.

Pres: Quereis obedecer fielmente ao sucessor do Apóstolo Pedro ?

Eleito: Quero.


Pres: Quereis, com teus colaboradores, presbíteros e diáconos, cuidar do povo de Deus com amor de pai e dirigi-lo no caminho da salvação ?

Eleito: Quero.



Pres: Quereis, por amor a Deus, mostrar-vos afáveis e misericordiosos para com os pobres e peregrinos e todos os necessitados ?



Eleito: Quero.

Pres: Como bons pastores, quereis procurar as ovelhas errantes e conduzi-las ao rebanho do Senhor ?

Eleito: Quero.

Pres: Quereis orar incessantemente pelo povo de Deus e desempenhar com fidelidade a missão do sumo sacerdócio ?

Eleito: Quero, com a graça de Deus.

Pres: Deus, que vos inspirou este bom propósito, vos conduza sempre mais a perfeição.


LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
22. Os Bispos tiram a mitra e todos se levantam. O Bispo ordenante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:

Pres: Oremos, irmãos e irmãs, para que Deus todo-poderoso derrame com largueza a sua graça sobre estes servos, escolhidos para o serviço da Igreja.

23. Então os eleitos se prostram e canta-se a ladainha, à qual TODOS respondem;

24. Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé.

25. Nos outros dias, todos permanecem de joelhos.

26. Caso se ajoelhe, o diácono pode convidar o povo, dizendo: 
Ajoelhemo-nos. 
E todos se ajoelham.

27. Inicia-se a Ladainha de todos os Santos:

Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.

Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Santa Maria, mãe de Deus.

Ass: Rogai p nós.

São Miguel e Santos Anjos.

Ass: Rogai p nós.

São João Batista e São José.

Ass: Rogai p nós.

São Pedro e São Paulo.

Ass: Rogai p nós.

São João e São Tomé.

Ass: Rogai p nós.

Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus.

Ass: Rogai p nós.

Todos os Santos e Santas de Deus.

Ass: Rogai p nós.

Sede-nos Propício.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Para que nos livreis de todo mal, de todo pecado e da morte eterna.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Pela Vossa encarnação, morte e ressurreição.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Pela efusão do Espírito Santo.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Apesar de nossos pecados.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Para que vos digneis abençoar santificar e consagrar estes Eleitos.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Jesus, Filho do Deus vivo.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

Cristo, ouvi-nos.

Ass: Cristo, ouvi-nos.

Cristo, atendei-nos.

Ass: Cristo, atendei-nos.

28. Terminada a ladainha, só o Ordenante principal, de pé, com as mãos estendidas diz:

Pres: Atendei, ó Pai, as nossas súplicas para que, ao derramardes sobre estes vossos servos a plenitude da graça sacerdotal, desça sobre eles a força da vossa bênção. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.

29. Se estiverem ajoelhados, o diácono diz: 
Levantai-vos. 
E todos se levantam.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO

30. Os eleitos levantam-se, aproximam-se do Ordenante principal, que está de pé diante da cátedra, com mitra, e ajoelham-se diante dele.

31. Em silêncio, o Bispo Ordenante principal impõe as mãos sobre a cabeça de cada um dos eleitos; depois dele, os dois co-ordenantes principais, seguidos de todos os Bispos, aproximando-se um após o outro, impõe as mãos aos eleitos, em silêncio. Os Bispos ordenantes permanecem de pé ao lado do Bispo Ordenante principal até o fim da prece de ordenação, mas de tal modo que sejam vistos por todos os fiéis.

33. Em seguida, o Bispo Ordenante principal recebe de um diácono o livro dos Evangelhos e o impõe, aberto, sobre a cabeça de cada um dos eleitos; dois diáconos, um à direita e outro à esquerda de cada um dos eleitos, seguram o livro dos Evangelhos sobre a cabeça deles até o fim da prece de ordenação. Na ausência de diáconos, os presbíteros podem segurar.

34. Tendo os eleitos ajoelhados à sua frente, o Bispo Ordenante principal, com os outros Bispos a seu lado, todos sem mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

Pres: Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda consolação, Vós habitais no mais alto dos céus, e voltais o vosso olhar para os humildes; conheceis todas as coisas antes que aconteçam pela vossa palavra estabelecestes leis na Igreja; e escolhestes desde o principio um povo santo, descendente de Abraão, dando-lhes chefes e sacerdotes, e, jamais deixastes sem ministros o vosso santuário, porque, desde o princípio, quisestes ser glorificado em vossos Eleitos.

35. A parte da Prece de Ordenação que segue é proferida por todos os Bispos ordenantes, de mãos unidas, mas em voz baixa, de modo que a voz do Bispo ordenante principal, possa claramente ser ouvida.

Enviai agora sobre este Eleitos a força que de vós procede, o Espírito Soberano, que destes ao vosso amado Filho, Jesus Cristo, e ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja em toda a parte, como vosso templo, para gloria e perene louvor do vosso nome.

36. O Bispo ordenante principal, continua sozinho: 

Ó Pai, que conheceis os corações, concedei que estes vossos servos, escolhidos para Bispos, apascentem o vosso rebanho e exerçam, de modo irrepreensível, a plenitude do sacerdócio.

Que eles vos sirvam dia e noite, intercedendo junto a vós pelo seu povo, e oferecendo os dons da vossa Igreja.
Pela força do Espírito Santo, que a plenitude do sacerdócio lhes comunica, concedei-lhes o poder de perdoar os pecados segundo o vosso mandamento, eles distribuam os ministérios segundo o vosso preceito, e desliguem todo o vínculo conforme o poder dado aos Apóstolos.
Pela mansidão e pureza de coração, que eles sejan para vós oferenda agradável por vosso Filho, Jesus Cristo. 
Por ele, ó Pai, recebeis com o Espírito Santo a glória, o poder e a honra na Igreja santa, agora e para sempre.
Ass: Amém.

37. Terminada a Prece de Ordenação, os Diáconos retiram o evangeliário que seguravam sobre a cabeça de cada um dos Ordenados e o seguram nas mãos até que seja entregue ao Ordenado. Todos sentam-se e o Bispo Ordenante principal bem como os Ordenantes colocam a mitra.

UNÇÃO DA CABEÇA E 
ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS E DAS INSÍGNIAS

38. O Bispo sagrante principal, revestido de gremial branco, recebe de um dos Diáconos o frasco com óleo do Crisma e unge a cabeça de cada um dos Ordenados, ajoelhado diante de si, dizendo: 

Pres: Deus, que te fez participar da plenitude do sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção, enriquecendo-te com a bênção da fecundidade espiritual. 

39. Ao terminar a unção, o Bispo ordenante principal pode lavar as mãos.

40. O Bispo ordenante principal recebendo do diácono o Evangeliário, entrega-o a cada um dos Ordenados, dizendo:
Pres: Recebe o Evangelho e anuncia a palavra de Deus com toda a constância e desejo de ensinar.

41. Após o Bispo ordenado receber o evangeliário, o entrega ao diácono que o leva a credência ou ao ambão.

42. O Bispo ordenante principal, põe o anel no dedo anular da mão direita de cada um dos Ordenados, dizendo: 
Pres: Recebe este anel, símbolo da fidelidade; e com fidelidade invencível guarda sem mancha a Igreja, esposa de Deus.

43. Em seguida, o Bispo ordenante principal impõe a mitra aa cada um dos Ordenados, dizendo:

Pres: Recebe a mitra e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que quando vier o Príncipe dos pastores, mereças receber a imarcescível coroa da glória.

44. Por fim, entrega a cada um dos Ordenados o báculo pastoral, dizendo:
Pres: Recebe o báculo, símbolo do serviço pastoral, e cuida de todo o rebanho, no qual o Espírito Santo te constituiu Bispo a fim de apascentares a Igreja de Deus.

45. Todos se levantam. Se a Ordenação se realizou junto à cátedra na igreja catedral de algum dos Ordenados, o Ordenante principal o convida a sentar-se na cátedra e senta-se à sua direita. Os demais Bispos ordenados fora da igreja própria são convidados pelo Ordenante principal a ocupar os primeiros lugares entre os Bispos concelebrantes.
Se, porém, a Ordenação não se realizou junto à catedral, o Bispo ordenante mantém a presidência, e os ordenados ocupam os primeiros lugares entre os Bispos concelebrantes.

46. Finalmente, tendo deposto o báculo, os Ordenados se levantam e recebem a saudação da paz do Ordenante principal e todos os Bispos.

47. Se oportuno neste momento escolha-se um canto apropriado.

PROFISSÃO DE FÉ

48. A Missa prossegue como de costume. Diz-se a Profissão de fé, conforme as rubricas; omitem-se as Preces comunitárias.

Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor; 
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria, 
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém

OFERTÓRIO

CANTO DE OFERTÓRIO: 

QUEM SE PROPÕE CULTIVAR O CHÃO,
PREPARAR O PÃO E ASSIM REPARTIR.
PODE CONTAR COM A MÃO DE DEUS,
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

GRANDE É O SENHOR,
TODO UNIVERSO A TERRA E O SOL NOS DEU,
NOS ESPERAVA QUANDO AMANHECEU,
SÓ NOS PEDIU AMOR.
SANTO É O SENHOR
VEM OFERECE O MESMO FILHO TEU
PRA NÃO DIZER QUE NUNCA SE ESQUECEU
DE NOS DOAR SEU AMOR

QUEM SE FECHAR ESQUECENDO O IRMÃO
LHE NEGANDO O PÃO E ASSIM PERSISTIR
VAI SE ENTENDER COM A MÃO DE DEUS
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

QUEM SE FIZER CONTRA ESSA OPRESSÃO
QUE DESTRÓI O IRMÃO E ASSIM RESISTIR
VAI REVELAR QUAL A MÃO DE DEUS
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

49. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

50. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

51. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

52. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

53. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

54. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

55. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

56. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

57. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;

Pres: Sejam do vosso agrado, ó Deus, estas oferendas, que vos apresentamos em favor da vossa Igreja e destes vossos servos, e revesti com as virtues apostólicas para o bem de sua Igreja aqueles que do meio do povo escolhestes para Bispos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO
O SACERDÓCIO DE CRISTO E O MINISTÉRIO SACERDOTAL

58. Se for usada a Oração Eucarística IV, ou as brasileiras, não reza-se esse prefácio.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar,  Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo - poderoso.

Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança. E estabelecestes que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja.

Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, enriqueceu a Igreja com um sacerdócio real. E, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado.

Em nome de Cristo, estes renovam para nós o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa. Presidindo o povo na caridade, eles o alimentam com vossa palavra e o restauram com vossos sacramentos.

Dando a vida por vós e pela salvação de todos, procuram assemelhar-se cada vez mais ao próprio Cristo, testemunhando, constantes, a fidelidade e o amor para convosco.

Por essa razão, com os anjos do céu e com as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos, jubilosos, a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
59. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!
60.Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
61.Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
62. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
63. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
64. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass:  Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires, N. (o santo do dia ou patrono) e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass:  Fazei de nós um perfeita oferenda!
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Francisco, nosso Papa João Paulo e os vossos servos Rafael Magalhães, que hoje ordenastes como pastores da Igreja, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Atendei as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass:  Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, 
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass:  A todos saciai com vossa glória!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
65. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO
102. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

103. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

104. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

105.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

106. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

107. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

108. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

109. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

ET AGNUS DEI

110. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO 

111. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

112. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

CANTO DE COMUNHÃO:

NA COMUNHÃO, JESUS SE DÁ NO PÃO,
O CORDEIRO IMOLADO É REFEIÇÃO.
NOSSO ALIMENTO DE AMOR E SALVAÇÃO,
EM TORNO DESTE ALTAR SOMOS IRMÃOS.

O PÃO DA VIDA ÉS TU JESUS, O PÃO DO CÉU.
O CAMINHO, A VERDADE, VIA DE AMOR
DOM DE DEUS, NOSSO REDENTOR. 

TOMA E COME, ISTO É O MEU CORPO
QUE DO TRIGO SE FAZ PÃO, É REFEIÇÃO.
NA EUCARISTIA, O VINHO SE TORNA SANGUE
VERDADEIRA BEBIDA, NOSSA ALEGRIA.

O PÃO DA VIDA ÉS TU JESUS, O PÃO DO CÉU.
O CAMINHO, A VERDADE, VIA DE AMOR
DOM DE DEUS, NOSSO REDENTOR. 

113. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

114. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

115. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

116. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

117.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nós vos pedimos, Senhor, fazei agir em nós a força plena da vossa misericórdia, e concedei, propício, vivermos de tal modo que em tudo possamos agradar-vos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

TE DEUM

118. Terminada a Oração depois da comunhão, canta-se o hino "Te Deum, laudamus" (A vós, ó Deus), ou outro hino correspondente, conforme os costumes do lugar. Enquanto isso os Bispos ordenados, de mitra e báculo, são conduzidos pela igreja conduzidos pelos Bispo co-ordenantes principais, dando a benção a todos.

Deus infinito nós te louvamos
E nos submetemos ao teu poder
As criaturas no seu mistério mostram
A grandeza de quem lhes deu o ser
Todos os povos sonham
E vivem nesta esperança
De encontrar a paz
Suas histórias todas apontam
Para o mesmo rumo, onde Tu estás

Santo, santo, santo
Santo, santo, santo
Todo poderoso
É o nosso Deus


Senhor Jesus Cristo, nós te louvamos
E te agradecemos teu imenso amor
Teu nascimento, teu sofrimento
Trouxe vida nova, onde existe a dor
Nós te adoramos e acreditamos
Que és o Filho Santo do nosso Criador
E professamos tua verdade
Que na humanidade plantou tamanho amor

Santo, santo, santo
Santo, santo, santo
Todo poderoso
É o nosso Deus

Deus infinito, teu Santo Espírito
Renova o mundo sem jamais cessar
Nossa esperança, nossos projetos
Só se realizam quando Ele falar
Todo poderoso, somos o teu povo 
Que na esperança vive a caminhar
Dá que sejamos teu povo santo
Que fará do mundo teu trono e teu altar

Santo, santo, santo
Santo, santo, santo
Todo poderoso
É o nosso Deus.



ALOCUÇÃO AO POVO

119. Após o hino, os Ordenados permanecem de pé junto ao altar, de mitra e báculo. Antes da bênção, um dentre eles, especialmente se for o que está em sua igreja própria, junto à cátedra, pode dirigir breve alocução ao povo.

BENÇÃO FINAL

120. O Bispo que presidiu a Liturgia eucarística dá a bênção,

123. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.

124. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.

125. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. 

CANTO FINAL: 

DEMOS GRAÇAS AO BOM DEUS
DEMOS GRAÇAS AO SENHOR POR ESTA CELEBRAÇÃO
POR ESTE ENCONTRO DE LOUVOR E ORAÇÃO
POR ESTA CELEBRAÇÃO
POR ESTE ENCONTRO DE LOUVOR E ORAÇÃO

TEMOS UMA NOVA MISSÃO
DE LEVAR A PAZ POR ONDE FORMOS
DE ANUNCIAR, EVANGELIZAR DE VIVER A PALAVRA DO SENHOR
DE ANUNCIAR, EVANGELIZAR DE VIVER A PALAVRA DO SENHOR.

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