SUBSÍDIO LITÚRGICO
MISSA DA SEGUNDA-FEIRA VI SEMANA DO TEMPO COMUM
ABERTURA DO EVENTO ''REPARAÇÃO AOS CORAÇÕES DE JESUS E MARIA PELOS ULTRAJES QUE OS OFENDEM NO CARNAVAL''
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
SEDE O ROCHEDO QUE ME ABRIGA,
A CASA BEM DEFENDIDA QUE ME SALVA.
SOIS MINHA FORTALEZA E MINHA ROCHA;
PARA HONRA DO VOSSO NOME,
VÓS ME CONDUZIS E ALIMENTAIS.
SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;
QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE.
PORQUE SOIS JUSTO, DEFENDEI-ME E LIBERTAI-ME,
INCLINAI O VOSSO OUVIDO PARA MIM.
MOSTRAI SERENA A VOSSA FACE AO VOSSO SERVO
E SALVAI-ME PELA VOSSA COMPAIXÃO.
COMO É GRANDE, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE,
QUE RESERVASTES PARA AQUELES QUE VOS TEMEM!
A CASA BEM DEFENDIDA QUE ME SALVA.
SOIS MINHA FORTALEZA E MINHA ROCHA;
PARA HONRA DO VOSSO NOME,
VÓS ME CONDUZIS E ALIMENTAIS.
SENHOR, EU PONHO EM VÓS MINHA ESPERANÇA;
QUE EU NÃO FIQUE ENVERGONHADO ETERNAMENTE.
PORQUE SOIS JUSTO, DEFENDEI-ME E LIBERTAI-ME,
INCLINAI O VOSSO OUVIDO PARA MIM.
MOSTRAI SERENA A VOSSA FACE AO VOSSO SERVO
E SALVAI-ME PELA VOSSA COMPAIXÃO.
COMO É GRANDE, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE,
QUE RESERVASTES PARA AQUELES QUE VOS TEMEM!
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Sl 30,3s)
℣. Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℞. Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda:
℣. A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
O povo responde:
℞. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ALOCUÇÃO
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial.
O sacerdote convida os fiéis à penitência.
℣. Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.
℣. Senhor, que viestes procurar o que estava perdido, tende piedade de nós.
℞. Senhor, tende piedade de nós.
℣. Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós.
℞. Cristo, tende piedade de nós.
℣. Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos, tende piedade de nós.
℞. Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℞. Amém.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
℣. Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
℞. Amém.
PRIMEIRA LEITURA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
L. Leitura do livro do Gênesis:
L. Adão conheceu Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz Caim, e disse: “Possuí um homem com a ajuda do Senhor.” E deu em seguida à luz Abel, irmão de Caim. Abel tornou-se pastor e Caim lavrador. Passado algum tempo, ofereceu Caim frutos da terra em oblação ao Senhor. Abel, de seu lado, ofereceu dos primogênitos do seu rebanho e das gorduras dele; e o Senhor olhou com agrado para Abel e para sua oblação, mas não olhou para Caim, nem para os seus dons. Caim ficou extremamente irritado com isso, e o seu semblante tornou-se abatido. O Senhor disse-lhe: “Por que estás irado? E por que está abatido o teu semblante? Se praticares o bem, sem dúvida alguma poderás reabilitar-te. Mas se precederes mal, o pecado estará à tua porta, espreitando-te; mas, tu deverás dominá-lo.” Caim disse então a Abel, seu irmão: “Vamos ao campo.” Logo que chegaram ao campo, Caim atirou-se sobre seu irmão e matou-o. O senhor disse a Caim: “Onde está seu irmão Abel?" – Caim respondeu: “Não sei! Sou porventura eu o guarda do meu irmão?” O Senhor disse-lhe: “Que fizeste! Eis que a voz do sangue do teu irmão clama por mim desde a terra. De ora em diante, serás maldito e expulso da terra, que abriu sua boca para beber de tua mão o sangue do teu irmão. Quando a cultivares, ela te negará os seus frutos. E tu serás peregrino e errante sobre a terra.” Caim disse ao Senhor: “Meu castigo é grande demais para que eu o possa suportar. Eis que me expulsais agora deste lugar, e eu devo ocultar-me longe de vossa face, tornando-me um peregrino errante sobre a terra. O primeiro que me encontrar, matar-me-á.” E o Senhor respondeu-lhe: “Não! Mas aquele que matar Caim será punido sete vezes.” O Senhor pôs em Caim um sinal, para que, se alguém o encontrasse, não o matasse. Adão conheceu outra vez sua mulher, e esta deu à luz um filho, ao qual pôs o nome de Set, dizendo: “Deus deu-me uma posteridade para substituir Abel, que Caim matou.”
Ao concluir, aquele que lê diz:
L. Palavra do Senhor.
A assembleia, responde:
℞. Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
℞. Imola a Deus um sacrifício de louvor!
1. Falou o Senhor Deus, chamou a terra, do sol nascente ao sol poente a convocou.
Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos.
℞.
2. “Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha aliança em tua boca?
Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios!
℞.
3. Assentado, difamavas teu irmão e ao filho de tua mãe injuriavas.
Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti?
É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos”
℞.
SEGUNDA LEITURA
Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. NINGUÉM VAI AO PAI SENÃO POR MIM.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞. Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
℞. Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣. Vieram os fariseus e puseram-se a disputar com Jesus e pediram-lhe um sinal do céu, para pô-lo à prova. Jesus, porém, suspirando no seu coração, disse: “Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo: jamais lhe será dado um sinal”. Deixou-os e seguiu de barca para a outra margem.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣. Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℞. Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes profissões de fé:
℣. Professemos a nossa fé:
℞. Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO
HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.
HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO
HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar.
Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
℣. Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
℞. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
℣. Ó Deus, que este sacrifício nos purifique e renove e seja fonte de eterna recompensa para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.
℞. Amém.
PREFÁCIO COMUM II
A salvação por Cristo
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Nos domingos do Tempo comum.
O sacerdote, de braços abertos, começa a Oração eucarística, dizendo:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞. Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣. Corações ao alto.
℞. O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℞. É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
℣. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Em vosso amor de Pai, criastes o homem e a mulher, dando-lhes origem e destino divinos. E, quando pecaram, quebrando a aliança, vossa justiça os puniu; mas vossa misericórdia os resgatou, por Cristo, vosso filho e Senhor nosso. E, enquanto esperamos a glória eterna, proclamamos o vosso louvor, cantando (dizendo) a uma só voz...
Todos dizem em voz alta ou se oportuno, cantam.
℞. Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
℞. Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
℣. Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
℣. Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
Em seguida, diz
℣. Eis o mistério da fé!
℞. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℞. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.
℣. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℞. Fazei de nós um só corpo e um só espírito.
1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Lucas , (com o nosso bispo N.*) e todos os ministros do vosso povo.
℞. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja.
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
2C. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℞. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.
3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
℞. Concedei-nos o convívio dos eleitos.
Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
℣. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
℞. Amém!
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
℣. Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℞. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
℣. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℞. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℞. Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
℣. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℞. O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
℣. Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℞. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
℣. Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
℣. Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℞. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Sl 77,29s)
℣. Eles comeram e beberam à vontade; o Senhor satisfizera os seus desejos.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO PARA COMUNHÃO
HUMILHADO E CANSADO
DA FAMÍLIA E RELIGIÃO
E DE AMIGOS SEPARADO.
A DOENÇA O EXCLUIU,
MAS A FÉ O IMPELIU
NÃO RESISTIU E SUPLICOU:
SE QUISERES, SENHOR, CURA-ME!
SE QUISERES, SENHOR, CURA-ME!
SIM EU QUERO, ESTÁS CURADO
DIZ O SENHOR JESUS.
ESTA É A NOVA LEI DO AMOR.
DA FAMÍLIA E RELIGIÃO
E DE AMIGOS SEPARADO.
A DOENÇA O EXCLUIU,
MAS A FÉ O IMPELIU
NÃO RESISTIU E SUPLICOU:
SE QUISERES, SENHOR, CURA-ME!
SE QUISERES, SENHOR, CURA-ME!
SIM EU QUERO, ESTÁS CURADO
DIZ O SENHOR JESUS.
ESTA É A NOVA LEI DO AMOR.
(2X)
COM CARINHO E CONTRA O MAL
MUITO ACIMA DE UMA LEI
QUE PERMITE A EXCLUSÃO.
O SENHOR NELE TOCOU,
MAS IMPURO NÃO FICOU
O MAL SUMIU O AMOR VENCEU!
A ALEGRIA ALI FOI TANTA
QUEM RECEBE O MILAGRE
CHORA, PULA, DANÇA E CANTA.
SUA FÉ ELE ASSUMIU
E A TODOS QUE ELE VIU
A BOA NOVA ANUNCIOU!
COM CARINHO E CONTRA O MAL
MUITO ACIMA DE UMA LEI
QUE PERMITE A EXCLUSÃO.
O SENHOR NELE TOCOU,
MAS IMPURO NÃO FICOU
O MAL SUMIU O AMOR VENCEU!
A ALEGRIA ALI FOI TANTA
QUEM RECEBE O MILAGRE
CHORA, PULA, DANÇA E CANTA.
SUA FÉ ELE ASSUMIU
E A TODOS QUE ELE VIU
A BOA NOVA ANUNCIOU!
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
AÇÃO DE GRAÇAS
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
℣. Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz:
℣. Ó Deus, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.
℞. Amém.
RITOS FINAIS
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Segue-se o rito de despedida.
O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. O Senhor esteja convosco.
℞. Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
℞. Amém!
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℞. Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início.
Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
