JURAMENTO DOS AUXILIARES DO SANTO CONCLAVE

 


DOM FRANCISCO CARDEAL SANTOS
CAMERLENGO DA CÂMARA APOSTÓLICA 


Participam unicamente os nomeados para Auxiliarem as Celebrações do Conclave e através deste Juramento, os Auxiliares entram em Clausura.


Preside à acolhida dos Juramentos o Camerlengo da Câmara Apostólica ou em sua falta, o seu vice ou um dos preparados para tal.

Faça-se com antecedência à relização do Conclave, os que irão jurar, deverão se apresentar revestidos das Corais e o que preside de Estola Vermelha.

ACOLHIDA DOS JURAMENTOS

Dom Dom Daniel Tavares, Mestre de Cerimônias Pontifícias, Cerimoniário.

Dom Dom Juan Pablo Secretário do Colégio dos Cardeais, Cerimoniário.

Dom Gabriel Oliveira Orleans e Bragança, Cerimoniário.


Reunidos na Capela Paulino do Palácio Apostólico, ou em outro local adequado, o Camerlengo da Câmara Apostólica, inicia o rito de juramento:


P. In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
R. Amen.

P. Pax Vobis.
R. Et cum spiritu tuo.

Após a saudação inicial, sentado o Camerlengo ouvem o juramento dos auxiliares, que devem ser chamados nominalmente pelo vice-camerlengo ou outro cardeal designado para a função.
Tendo chamado o nome do auxiliar, este deve se aproximar e impor a mão no livro dos Evangelhos e pronunciar como segue:

Eu, N., prometo e juro observar o segredo absoluto e com toda a pessoa que não fizer parte do Colégio dos Cardeais eleitores, e isto perpetuamente, a não ser que receba especial faculdade dada expressamente pelo novo Pontífice eleito ou pelos seus sucessores, acerca de tudo aquilo que concerne direta ou indiretamente às votações e aos escrutínios para a eleição do Sumo Pontífice. De igual modo, prometo e juro de me abster de fazer uso de qualquer instrumento de gravação, de audição, ou de visão daquilo que, durante o período da eleição, se realizar dentro dos confins da Cidade do Vaticano, e particularmente de quanto, direta ou indiretamente, tiver a ver, de qualquer modo, com as operações ligadas à própria eleição. Declaro proferir este juramento, consciente de que uma infracção ao mesmo comportará para a minha pessoa aquelas sanções espirituais e canónicas que o futuro Sumo Pontífice, julgar dever adoptar. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com a minha mão.

Ao final dos juramentos, o Camerlengo prossegue com a bênção final e encerra o rito de juramento:

P. Dóminus vobiscum.
R. Et cum spíritu tuo.

P. Benedicat vos omnipotens Deus; Pater, Fílius, + et Spíritus Sanctus.
R. Amen.
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