F I L I P E , B I S P O
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
PARA A PERPÉTUA MEMÓRIA
Aos irmãos que lerem este Decreto, saúde e paz.
Na noite em que Jesus instituiu a Eucaristia, judas, um dos doze discípulos, traiu Jesus em troco de moedas. O demônio havia se encarnado no coração de Judas e levou-o a fazer este ato de traição. Atualmente, habita entre nós falsos discípulos, medrosos e fantoches, deixam-se levar pelo mal, pelo poder e pela luxúria.
''Deste modo, a permanência dos frutos é sinal concreto de que há união com a videira verdadeira.'' (cf. Jo XV, 4-5) porque aqueles que não permaneçam nesta videira, também não permanecem em União. Este mesmo exemplo, é quem está em comunhão com a Santa Igreja Católica e Apostólica, porque ''todo aquele que não ajunta, dispersa'' (cf. Mt XII, 30) e como palha, será reunido e extirpado (Mt. III, 12).
Contemplamos também a figura de Judas, o apóstolo traidor. Judas tenta dissimular a má intenção que guarda no seu coração; assim mesmo, procura encobrir com hipocrisia a avareza que lhe domina e lhe cega, apesar de ter tão perto ao que é a Luz do mundo. Mesmo assim de estar rodeado de Luz e de desprendimento exemplar, para Judas «Era noite» (Jo XIII ,30): trinta moedas de prata, “o excremento do diabo” —como qualifica Papini o dinheiro— o deslumbraram e amordaçaram. Preso da avareza, Judas atraiçoou e vendeu a Jesus, o mais prezado dos homens, o único que pode nos enriquecer. Mas Judas experimentou, também a desesperação, já que o dinheiro não é tudo e pode chegar a escravizar.
O pecador é o que dá as costas ao Senhor para gravitar ao redor das coisas criadas, sem referi-las a seu Criador. Santo Agostinho descreve o pecado como «um amor a si mesmo até o desprezo de Deus». Uma traição. Uma prevaricação fruto da «arrogância com a que queremos emancipar-nos de Deus e não ser nada mais que nós mesmos; a arrogância pela que cremos não ter necessidade do amor eterno, e sim que desejamos dominar nossa vida por nós mesmos». [1] Podemos entender que Jesus, aquela noite, tenha-se sentido «turbado em seu interior» (Jo XIII, 21).
Infelizmente ao exemplo de Judas, outros nossos irmãos deixam-se escravizar-se pelo dinheiro e pela ganância. Meus estimados antecessores, sempre tiveram como intenção acolher todos os filhos pródigos que retornem para casa, porém existe uma força de um cisma, sedutora e desprezível, assim como o próprio demônio que encarnava o coração de Judas, para levar muitos dos filhos deste redil a desvastar-se pelo caminho inseguro e perder-se na estrada da salvação.
Desgraçadamente, as trevas sucumbe o coração de nossos irmãos, sedentos de poder; sedentos da negação e desejando o primeiro lugar no Hall da Fama. Nos atos dos apóstolos, temos bem presente a unidade da primeira Igreja e que prossegue invicta até aos dias atuais, iniciou-se através das palavras do Cristo à Pedro (Mt. XVI, 18-20) quando Ele se dirige a Simão e lhe confia o ministério, o pastoreio de Sua Igreja.
Como citado acima, mais uma vez, o espírito das trevas instala-se no coração dos mais fracos e da Igreja, são levados às falácias dos falsos profetas que virão e enganarão a muitos (Cf Mt. XXIV, 11). A meio de uma agitação ferranha, desfiguram a imagem do Romano Pontífice que lhes confiou novamente o retorno ao Corpo Místico de Cristo, retornando alguns ao Colégio Presbiteral e outros ao Colégio Episcopal, no meio da comunidade dos apóstolos.
Como citado acima, mais uma vez, o espírito das trevas instala-se no coração dos mais fracos e da Igreja, são levados às falácias dos falsos profetas que virão e enganarão a muitos (Cf Mt. XXIV, 11). A meio de uma agitação ferranha, desfiguram a imagem do Romano Pontífice que lhes confiou novamente o retorno ao Corpo Místico de Cristo, retornando alguns ao Colégio Presbiteral e outros ao Colégio Episcopal, no meio da comunidade dos apóstolos.
Escrevemos este nosso Decreto com imensa amargura em nosso coração, tristemente por haver irmãos que se perderam no caminho da escuridão e se deixam manusear por mãos de homens que nunca contribuiram para o bem da Igreja, mas sim para a sua desgraça e por desvios do caminho de santificação que o Corpo Místico de Cristo tem. Entre estes encontram-se até pagãos que lançam vômitos de mentiras para destonar a imagem dos nossos sacerdotes.
Infelizmente, fazemos saber que os senhores Paulo Águeda e Pietro Cattaneo (conhecido por Dimitri Abramov e Pedaam Romero) cujas penas canônicas foram retiradas por meu antecessor, seu ingresso a cisma e sua traição à Igreja. Meu magno antecessor Bento VII, reintegrou ao meio clerical o estimado filho Pietro Cattaneo e lhe confiou a púrpura, nosso estimado irmão foi exonerado ao colégio presbiteral e emeritado a seu pedido. Paulo Águeda, permaneceu na situação de leigo e quando deseja-se retornar ao estado clerical, fosse de sua livre opção. Porém, ao longo do dia de hoje, recebemos prints em nosso privado de estes estarem novamente em cisma.
Nestas prints, os supracitados escarneciam a imagem do senhor cardeal Enrico Mancini Montini, sem este ter feito mal algum. Em extravagância, estes irmãos no dia anterior, surgiram elogiando o referido cardeal nas redes sociais e via Whatsapp. Lamentavelmente, nossos irmãos mais uma vez deixaram-se seduzir pelas forças do inimigo e pelo qual é me necessário tomar uma posição e aparta-los do convívio com a Igreja.
Nestas prints, os supracitados escarneciam a imagem do senhor cardeal Enrico Mancini Montini, sem este ter feito mal algum. Em extravagância, estes irmãos no dia anterior, surgiram elogiando o referido cardeal nas redes sociais e via Whatsapp. Lamentavelmente, nossos irmãos mais uma vez deixaram-se seduzir pelas forças do inimigo e pelo qual é me necessário tomar uma posição e aparta-los do convívio com a Igreja.
Portanto, do alto da cátedra de Pedro onde governo e tenho autoridade sobre toda a Igreja, DECLARO a EXCOMUNHÃO FERENDAE SENTENTIAE de acordo com o direito canônico dos senhores Paulo Águeda e Dimitri Abramov e suas outras contas fictícias, impedindo-os de conviver a nosso meio, de comungar ou de suas presenças em nosso solo. Tratando-se como Ferendae Sententiae Excommunicatio atribuímos com minha autoridade a Excomunhão Perpétua e esta punição só pode ser removida em um Concílio e em unanimidade entre os Bispos e o Papa, nem eu e nem meus sucessores teremos qualquer direito a partir deste Decreto de remover a excomunhão de estes dois anátemas.
Rezemos também pela santificação da Igreja e pela conversão do coração dos filhos apartados, para que retornem a verdadeira videira, cumprindo com as escrituras que diz ''para que todos sejam um'' (cf. Jo 17, 21-23). Estimados irmãos, procuremos nosso tempo em converter as ovelhas perdidas e não apartando-as com brigas, escândalos ou perseguições. Confiemos, ainda, nossos irmãos apartados ao conforto de Nossa Senhora e do Sacratissimo Coração de Jesus Cristo, para que os reconheça de seus erros.
Dado em Roma, junto de São Pedro no dia 27 de maio do Ano de Nosso Senhor 2021, ano B, primeiro de meu Pontificado.
+ Filipe Pp.
Pontífice Máximo
