Retirada de Excomunhão


P A U L U S ,  E P I S C O P U S
SERVUS SERVORUM DEI
PONTIFEX MAXIMUS
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Aos diletos filhos que lerem este Decreto, saúde, paz e benção apostólica.

Do alto desta cátedra apostólica de Pedro, que por providência divina recebemos, havemos por bem cuidar deste redil que a nós é confiado. É necessário que a Igreja seja a casa do filho pródigo, que os seus membros se reconheçam pecadores e voltem seus olhos ao coração misericordioso de Jesus. Voltamos nossos olhares para o irmão Dimitri Piccolomini-Abramov, outrora excomungado pelo antipapa Filipe e oje com a declaração de sua antipapia, os seus documentos passam a não ter mais validade sobre a Igreja.

Como citado anteriormente, é necessário que nos reconheçamos dignos da misericórdia do Pai. Aos Domingos e cada Missa, em comunidade, rezamos o ato penitencial onde somos absolvidos de todo o pecado e em confissão, reconhecemos nossas faltas e somos perdoados com a absolição do sacerdote. É depravado, neste século, que se declare uma Excomunhão Perpétua (cuja nem existe) para sustentar o orgulho; quem o faz, esquece-se que desta forma não mostra misericórdia, pelo contrário, aparta ainda mais o rebanho e dá um descrédito de confiança. 

Ouvi ontem, após a minha eleição, o pedido de Dimitri Abramov para retornar em comunhão com a Igreja e comigo, atendi-o em confissão e absolvi-o de seus pecados. Deste modo, nosso filho torna-se impune aos nossos olhos e lhe é confiado de novo o retorno à comunhão connosco. Tendo um vasto histórico de Excomunhões e traições, vale-nos recordar que todos somos atentados pelo poder maligno dos cismáticos, desesperados, vivem atraindo com ''iscos'' os nossos sacerdotes, oferendo-lhes cargos.

Portanto, com a autoridade apostólica a mim confiada e incumbido de todo o direito, REMOVO a EXCOMUNHÃO e qualquer outra pena do senhor DIMITRI ABRAMOV, liberando-o de retornar ao estado clerical ou permanecer no estado laical; permitindo-o de acompanhar as ações sacramentais e como também tomar presença nos solos católicos. Com isto, nosso irmão está outra vez em comunhão connosco e com o real redil de Cristo, que tanto toca os corações de Seus filhos apartados.

Rezemos também pelos nossos outros irmãos, filhos rebeldes, para que o Espírito Santo toque o coração de cada um destes e os faça retornar ao real corpo mistico de Cristo. Pela Igreja, devemos trabalhar como mártires e voluntários, não em troca de grandes e valiosas heranças; a única herança que esperamos é a nossa salvação.

Dado em Roma, junto à São Pedro, no dia 12 de junho de 2021, Festa do Imaculado Coração de Maria e primeiro de meu Pontificado.

+ Paulus PP. VI
Pontifex Maximus
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