Constituição Conciliar Pharisaeus - Definição da antipapia de Bento VI


SACRUM CONCILIUM VATICANO IV

CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA
PHARISAEUS
PELA QUAL SE DEFINE A
ANTIPAPIA DO PAPA BENTO VI
E SE REMOVE O TÍTULO DE MAGNITUDE

PAULO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
EM UNIDADE COM O SACRO CONCÍLIO DO VATICANO IV
E PARA PERPÉTUA MEMÓRIA

Prooemium

1. O Sacro Concílio do Vaticano IV, atenta-se à voz dos excelentíssimos Bispos e eminentíssimos Cardeais. De igual forma, também voltamos os nossos olhares, para o nosso anuário, com nobres rostos de inumeráveis papas bons e de outros que vilipendiaram do ministério petrino. É de nosso costume, anexar aos pontífices que sempre aviltaram do ministério petrino e foram contra o magistério da santa Igreja, o título antipapa. Muitos homens de má índole, interesseiros e fingidos, assentaram-se sobre a cátedra de Pedro, para indispor e corroer a imagem da santa Igreja.

CONSTITUIÇÃO CONCILIAR

2. «Acautelai-vos, porém, dos falsos pastores, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.» [1] atentos a esta passagem, que nos alerta sobre os falsos pastores, também voltamos para o nosso âmbito clerical e aos nossos pontífices que anteriormente reinaram, desfortificaram e corromperam a imagem da Igreja.

3. Nós, enquanto sucessores do apóstolo São Pedro, temos o pleno dever, de analisar a situação de nossos antecessores. Muitos deles, transgrediram o ministério em que foram chamados, com corrupção, vilipêndio, simonia e entre tantos outros atos, que levou à total decadência da Igreja. Nós, suplicamos a intercessão do Espírito Santo quando nos reunimos no Conclave, para que Ele venha, nos dê bons pastores, para que estes se assentem no trono de Pedro e governem a Igreja, para dar frutos e frutificá-la, contudo, é necessário que façamos força, para “que todos sejam um para que o mundo creia” [2]. 

4. Reunido os Bispos conciliares durante a primeira sessão, tornamos novamente a iniciativa de estudar sobre aqueles que figuram o Anuário Pontifício, e que de forma incorreta, permanecem com seus nomes limpos, mas, que destruirão a igreja. Aquele que como eu, que sucede o apóstolo Pedro, tem a missão de ser clemente, a unificar o rebanho do Senhor e a zelar pelo rebanho d'Ele. Trata-se do meu antecessor Bento VI; pelos meus antecessores, sempre foi declarado antipapa e foi inúmeras vezes, por favores, foi-lhe removido este título do anuário pontifício para agrada-lo. Não esquecemos os atos pecaminosos, simoníacos, corruptíveis e vilipendiosos, que meu antecessor marcou na Igreja, conhecido por época escura e tenebrosa dentro da Igreja.

5. “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas das minhas pastagens!” [3] porque não sonham o quanto sofrerão! Por isso, ''Deixai-os! Eles são guias cegos guiando cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão no buraco”. [4]. Meu antecessor, governou a igreja sem diligência própria de um pontífice, levando a cabo inúmeros escândalos e esquecendo de pastorear o rebanho que lhe pertenceu. A artimanha diabólica, sucumbida pelo ódio e rancor.

6. "Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos." [5]. 

7. Relembro-vos, amado povo, sobre tais atos o qual tal Papa era consumido por. Diante as sucessões que o mesmo trazia, ao ser confiado sobre tal ministério, teve-se em si o desejo maior de usufruir de seu ministério para o uso pessoal, enaltecendo sua pessoa e usando das fórmulas e objetos sagrados para tal ato.  Em especial, lembro-vos do ápice de seus atos, o abandono da Cátedra e de seu ministério Petrino na noite santa do nascimento do Senhor. Esta noite que renova nossa fé e atitude. 

8. Outro ora, lembrem-se do motivo o qual ele abandonou esta, o ato da Simonia, ao vender o o título de Cardeal o qual sabemos que é dado ao Ministro Ordenado que está pronto à derramar o seu sangue pela a igreja e pela fé, tratada pela cor que os mesmo vestem. Sendo assim, as pessoas acolhidas nestes Colégios por tal ato, compram o mesmo, demonstrando subordinação ao poder e não aos deveres de ser mais para Igreja e, consequentemente, para Deus e os seus do que para a própria riqueza. 

9. E como as escrituras nos mostra nesta passagem: "E o demônio o conduziu a um lugar alto, mostrou-lhe num instante todos os reinos da terra e disse-lhe: “Eu te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram entregues e os dou a quem quero. Se, portanto, me adorares, serão tuas todas estas coisas”. [6]; o Demônio tentou Jesus com o poder e as riquezas e de mesma forma, Cristo respondeu: 'Respondeu-lhe Jesus: “Está escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás’”.[7]. Portanto, aquele que serve e se postra diante ao dinheiro e seus benefícios, não está próximo de Cristo e, da mesma forma, de sua Igreja.

10. No mesmo ato, que lhe causou este, como apresentado, veio à sua reação, como também já supracitado. O abandono das suas funções. "E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por  onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras. E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me." [8], esta mesma pergunta lhe foi dita pelo então Decano do Sacro Colégios dos Cardeais no momento em que este foi iluminado para tal missão, o qual o Papa é confiado a realizar e ao mesmo dia, aceitou por livre e espontânea vontade. Mais tarde, no dia Vinte e Cinco de Dezembro de Dois Mil e Vinte, abandonou por consciência sã de seus deveres sem prestar tais pontos aos cardeais, deixando-os sem um amparo daquele que lhe prometeu ajudar. Comparamos ao ato do pastor abandonar suas ovelhas na boca do lobo e deixa-las para morrerem e serem devoradas. Deste modo, vilipendiando ao seu ministério e até mesmo a Santa Igreja. 

11. Não precisando mais citar fatos para alegramos que o mesmo deva ser considerado Antipapa, venho recordar o significado de tal palavra: Um antipapa é uma pessoa que reclama o título de Papa, em oposição a um Papa legitimamente eleito, ou durante algum período em que o título estava vago. Além do mesmo opor tal ato, também usurpou ao revogar posteriormente sua posição, mesmo após seu abandono.

12. Portanto, em unidade ao Colégio dos Bispos e dos Cardeais, em conformidade e decidido no Concílio do Vaticano IV, com minha autoridade apostólica enquanto Sucessor do Beato Apóstolo Pedro, ORDENO, CONSTITUO novamente a ANTIPAPIA DE BENTO VI, ANTIPAPA PHARISAEUS  e não só, REMOVO o título de MAGNITUDE que lhe foi atribuido. Realmente, pessoas desta índole, não devem carregar nomes e não se devem figurar pomposos. O que é declarado a partir deste, em unânime conformidade neste Concílio, NÃO PODE MAIS SER PROMULGADO OU REMOVIDO POR QUALQUER DE MEUS ANTECESSORES.  Rezemos a Cristo, Senhor e Mestre, para que conduza a nossa barca e livre-a de maus exemplos e de maus Pastores, como Bento VI, que tanto destruiu o nosso rebanho.

ARQUIVE-SE
CUMPRA-SE
PUBLIQUE-SE

UNA CUM CONCILIUM VATICANO IV

Dado em Roma, junto de São Pedro no dia 18 de julho do ano do senhor de 2021, durante a realização do IV Concílio do Vaticano, primeiro de meu Pontificado e sob o selo de nossas armas.

+ Paulus Pp. VI
Pontifex Maximus

____________________________________________

+ Daniel Melchior Águeda
+ Francisco Mancini Santos
+ Gabriel Orleans Bragança
+ Eustáquio Mancini Piovezzani
+ Lucas Reys
+ Thiago Mancini Montini
+ Dimitri Piccolomini-Abramov
+ Eraldo Neuuman
+ Mário Von-Scherer
+ Gabriel Romano

[1]  cf. Mt 7, 15-20
[2] cf. Jo 17, 21
[3] cf. Jr 23, 1
[4] cf. Mt 15, 14
[5] cf. Pv 6, 16-19
[6] cf.  Lc 4, 5-7
[7] cf. Lc 4, 8
[8] cf. Jc 15-19

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