DECLARAÇÃO APOSTÓLICA
SACERDOS AMICUS, SERVUS AMORIS
PELA QUAL SE PROCLAMA A MAGNITUDE
DOS PAPAS
PAULO IV E JOÃO PAULO VI
DE
PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
Ad perpetuam rei memoriam.
A todos que esta DECLARAÇÃO APOSTÓLICA lerem, saúde, paz e benção apostólica.
«SACERDOTE AMIGO E SERVO DO AMOR» que doa a sua vida pela messe do Senhor, ao exemplo de Jesus Cristo, Bom Pastor que dá a sua vida pelas ovelhas (Jo 10, 11). Desde o início da caminhada da Igreja presente no Habblet Hotel, foram muitos os Bispos que se assentaram no trono de Pedro e governaram a Igreja na piedade, na clemência e no amor. Enquanto outros, apenas criaram desunião e destruiram a dignidade e moralidade da Santa Igreja, culpados pela crise desta até aos dias de hoje. Assim, é de tão grande memorável memória, aqueles que se governaram temporalmente a Igreja e seguiram a missão de serem pastores (Jo 10, 11), pescadores de homens, no longo mar da Galileia (Mt 4, 19), enviados para guiar o docil redil do Senhor porque lhes foi confiado (cf. Jo 21, 17).
De grande memória, recordamos os meus antecessores Paulo IV e João Paulo VI, eleitos durante a crise deixada pelo antipapa Bento VI que perdura até aos dias de hoje, guiaram o rebanho do Senhor, no impulso do Espírito Santo. O bom serviço apresentado pelos meus antecessores à igreja, foi de tal modo como Jesus mandou fazê-lo, para amar os seus irmãos (Jo 13, 34-35). A presença do Espírito Santo na ação santificadora e evangelizadora da Igreja, faz confirmar os novos Apóstolos [os Bispos] nas suas regiões particulares em que estão confiados, a guiar a messe do Senhor. É autenticidade e corroborável a presença do Espírito Santo na Igreja e como a presença de um só Corpo e a presença de um só Batismo (Ef 4, 5) que valida e mais uma vez confirma, que somos o verdadeiro Corpo Místico edificado por Cristo, mais uma vez, lançando Pedro como sua primeira Pedra fundamental da Igreja (Mt 16, 18-20). [1]
Discorreremos ao pontificado de Paulo IV, eleito após o pontificado de Alexandre III. Este meu antecessor, foi conhecido pela valorização dos sacerdotes e pela realização do Sínodo Apostólico, que aconteceu na Sala Paulo VI (já inexistente). Além disso, o meu antecessor viveu inúmeras tentativas de destronação pelos Cardeais da época, por apresentar ideias de reforma e mudança na Igreja e que acabaria exonerando a muitos. Reforçou a unidade da Igreja, restruturou os Colégios e reformou as normas litúrgicas que se encontravam desatualizadas. Para além disso, foi um Papa muito aclamado pelo Clero, importava-se imenso com a situação laical e sempre era visto no meio da comunidade, realizando inúmeras visitas a instituições e locais públicos.
Já o meu antecessor João Paulo VI, foi eleito após o abandono da Cátedra pelo antipapa Estevão II. Durante esse tempo, a igreja viveu tempos de desunião, a fraqueza da atividade dos clérigos. Ao ser eleito, iniciou a restruturação daquilo que foi destruído por seu antecessor e quando iniciou essa restruturação, foi vitima de golpe por parte de um grupo constituído pelos ex-cardeais Bernardo Gutierrez, Lenny Belardo e Paulo Arns, que viviam em oposição contra o seu Pontificado. Foi a meio do Pontificado, descoberto o ''pó'' que estava por debaixo dos panos, que o meu antecessor foi vítima de inúmeros insultos, acusações e difamações, no surgimento de um cisma por parte destes que se desviaram por oposição a seu pontificado, migrando para o Habborn. Mesmo fadigado, meu antecessor durou cerca de um mês e meio, guiando a igreja da forma certa, recebendo ataques e lutando por Ela, concluindo o seu Pontificado com um grande numero do seu lado.
De verdade, Cristo vivia nestes Pontificados (Gl. 2, 20) onde os meus antecessores sofreram inúmeras oposições, como explícito acima, por parte dos inimigos da Igreja e interesseiros pelo trono de Pedro pelo qual, os meus antecessores, iluminados pela força do Espírito Santo cortaram as ramas que não davam fogo e lançou-as ao fogo (Jo 15, 2). Estes homens, além de bons operários na messe do Senhor, foram mártires em missão da Igreja e os seus legados jamais podem ser deixados de ser reconhecidos.
E assim, por terem completado tão grande e salvífica missão dentro da Igreja, reconhecendo suas virtudes e suas boas obras, com minha autoridade apostólica, DECLARO, ESTABELEÇO a CONCESSÃO do título de magnitude dos papas Paulo IV e João Paulo VI, reconhecidos como Sacerdote Amigo e Servo do Amor. A partir desta, os meus antecessores recebem o título de "o Magno" na frente dos seus nomes pontifícios. Que Cristo, em nossa hodierna missão, faça fortalecer mais a missão da Igreja, ao exemplo destes meus antecessores.
Nos vo-lo agradecemos, Senhor, por nos confiar bons e Santos Pastores para se assentarem no vosso trono para guiar a Igreja, também, à Vossa e nossa bem-aventurada Mãe Virgem Maria, por todos os feitos e graças que ao longo destes anos, com a ascensão de novos Pontifíces bons ao trono de Pedro, Vós, nos concedestes.
Dado em Roma, junto de São Pedro no dia nove de agosto do ano do Senhor de dois-mil-e-vinte-um, primeiro de meu Pontificado.
+ Paulus Pp. IV
Servus Servorum Dei
[1] Constituição Apostólica Conciliar, Ecclesiam Aedificandi, do Papa Paulo VI, ponto 5.
https://vaticano-blet.blogspot.com/2021/07/constituicao-apostolica-conciliar.html
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