PAULUS, VICARI FILII DEI
EPISCOPUS ROMANUM
PONTIFEX MAXIMUS
DECRETO DE EXCOMUNHÃO
SOB A TIARA PONTIFÍCIA E JURISDIÇÃO PAPAL
DE SUA SANTIDADE, O PAPA PAULO VI
Roma, cidade dos apóstolos, no décimo terceiro dia do mês de agosto de dois mil e vinte um, no selo das armas e sob o governo pontifício de Sua Santidade, o Papa Paulo VI.
Estimados irmãos e irmãs, saudações e benção apostólica.
Conhecemos que existe a diferença do que é ser reto e verdadeiro; conhecemos a realidade que todos temos, somos pecadores e todos peregrinos deste mundo em busca da verdade e da conversão. Todos somos pecadores, temos todos as nossas falhas, indiferenças e somos imperfeitos, porém, nunca é tarde de desistir para uma futura conversão e um futuro caminho de Santidade. Devemos saber perdoar o nosso próximo, porque o amor perdoa muitos pecados (1Pe 4, 8).
O demônio figura-se no coração de todos, assim, como no coração do Judas Iscariotes que levou aos malfeitores o próprio Cristo e assim, condenando-O à morte. Hoje, temos presente a mesma figura deste no coração de muitos irmãos que transgridem, como verdadeiros acéfalos, como verdadeiros apóstatas da Fé, contra o jugo suave do Senhor, contra a Sua esposa que é a Igreja.
Na carta ''Divini Amoris Scientia'' do Papa São João Paulo II, em que se proclama Sntª Teresinha como Doutora da Igreja, podemos ler no primeiro ponto: «A ciência do amor divino, que o Pai das misericórdias efunde mediante Jesus Cristo no Espírito Santo, é um dom concedido aos pequeninos e aos humildes, para que conheçam e proclamem os segredos do Reino, escondidos aos entendidos e aos sábios: por isso Jesus exultou no Espírito Santo, dando louvor ao Pai, que assim dispôs (cf. Lc 10, 21-22; Mt 11, 25-26).» E entre eles, existe ainda muitos desses pequenos que precisam e conhecer a ciência do amor.
Destarte tudo, o coração de tantos acaba por ser sucumbido no espírito imundo diabólico e que leva à calúnia, à pregação da mentira, ao lançamento da discórdia e a plantação de falsas acusações, escândalos e desuniões. O Espírito do orgulho, agrada ao demônio (e sem dizer que ele faz festa e bate palmas quando isto sucede) que instrumenta e guia os corações à perdição.
Sucede que o estimado irmão Davi Gallo (Felipe Luís Silva) incorreu novamente à traição e apostasia contra a Igreja de Nosso Senhor, aliançando-se com a membresia cismática localizada em outro hotel. O nosso irmão, inúmeras vezes admoestado da sua ausência e em ato de revolta, decidiu juntar-se novamente àqueles que outrora este criticava e tanto difamava.
Portanto, sob o governo e jurisdição de Sua Santidade que é o Pontífice Máximo, Sucessor do Apóstolo Pedro e que tem autoridade de ligar e desligar as coisas entre o Céu e a Terra, ORDENAMOS, INSTITUIMOS, CONSTITUIMOS, ESTABELECEMOS e IMPOMOS a EXCOMUNHÃO FERENDAE SENTENTIAE do senhor Davi Gallo e Felipe Luís Silva e, a partir desta não tem mais permissão para fazer uso dos sacramentos de ordem. Como punição desta Excomunhão, ESTABELECEMOS que seja impedida sua presença em qualquer tipo de Ação Sacramental: Quer Pública, quer privada; a negação de Comunhão e como também qualquer contacto com este apóstata.
Rezemos pela conversão do nosso irmão, para que reemende seus erros e retorne um dia à perfeita comunhão connosco, herdeiros da Sucessão dos Apóstolos e como bem com o Santo Padre.
+ Paulus, Pp. VI
Soberanvs Pontifex
Eu o escrevi
+ Daniel P. Mancini Card. Águeda
Seções:
Davi Gallo
Declaração de Excomunhão
Decreto de Excomunhão
Felipe Luís Silva
Papa Paulo VI
Seguidor de cisma
