FOLHETO CELEBRATIVO
FESTA DE SANTA DULCE DOS POBRES
POSSE CANÔNICA DO ARCEBISPO DE APARECIDA
COM SUA SANTIDADE O PAPA
PAULO VI
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
1. REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES
NÓS IREMOS A TI!
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ
NÓS IREMOS A TI!
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA,
Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE
VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
2. COM NOSSAS IRMÃS E IRMÃOS NOS CLAUSTROS,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO,
NÓS IREMOS A TI!
3. CURVADOS AO PESO DO NOSSO TRABALHO
NÓS IREMOS A TI!
CURVADOS AO PESO DE NOSSO PECADO
NÓS IREMOS A TI!
CONFIANTES POR SERMOS OS FILHOS DE DEUS
NÓS IREMOS A TI!
CONFIANTES POR SERMOS OS MEMBROS DE CRISTO
NÓS IREMOS A TI!
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Antifona de Entrada: Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo: tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Pres: A paz esteja convosco!
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, canta-se:
CANTO
1. SENHOR, QUE VIESTES SALVAR
OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
2. Ó CRISTO, QUE VIESTES CHAMAR
OS PECADORES HUMILHADOS.
CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
3. SENHOR, QUE INTERCEDEIS POR NÓS
JUNTO A DEUS PAI QUE NOS PERDOA.
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
RITO DE POSSE
Convém que o Bispo que iniciou a celebração diga algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Arcebispo, e o entrega sua cátedra.
O novo Arcebispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.
O clero arquidiocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.
O novo Arcebispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.
O clero arquidiocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.
Após a saudação, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Leitor: Aos treze dias do mês de agosto do ano dois mil e vinte e um, às dezesseis horas e trinta minutos, no Santuário Nacional de Aparecida, Sé Arquidiocesana, na presença do Beatíssimo Pai, o Papa Paulo VI, do Administrador Apostólico para o Brasil, Dom Lorenzo Ravassi, dos demais senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de Aparecida o Exmo. e Revmo. Sr. Dom Thiago Mancini Montini. No início da cerimônia, após a apresentação do novo bispo, feita pelo Santo Padre, o Papa Paulo VI, este pediu que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom Thiago Mancini Montini como arcebispo de Aparecida. Em seguida, o Sumo Pontífice entregou o báculo pastoral e a cátedra a Dom Thiago Mancini Montini, dando posse ao novo arcebispo, que concelebrou à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, + (nome), testemunha de tal posse, bem como por Dom Thiago, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.
Aparecida, aos treze de agosto de dois mil e vinte e um.
Os delegados a assinar a Ata de Posse se dirigem ao local preparado e a assinam.
RITO DE BÊNÇÃO E ENTREGA DO PÁLIO PASTORAL
O Santo Padre se assenta na sede e recebe a mitra.
O Núncio Apostólico apresenta ao papa o arcebispo, dizendo:
Dom Lorenzo Card. Ravassi: Beatíssimo Pai, o Reverendíssimo Padre Arcebispo aqui presente, com reverência fiel e obediente diante de Vossa Santidade e da Sé Apostólica, pede humildemente que Vossa Santidade lhe conceda o pálio, tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, como sinal da autoridade de que os Metropolitas, em comunhão com a Igreja Romana, são investidos em suas próprias circunscrições.
O diácono toma o pálio, levando-o até junto do Santo Padre. Segue-se a bênção do pálio pelo Santo Padre:
Pres: Ó Deus, Pastor eterno das almas, a ti chamaste, por meio do teu Filho Jesus Cristo, com o nome de ovelhas do rebanho os que quisestes confiar ao governo, sob a imagem do Bom Pastor, do Bem-aventurado Pedro e de seus Sucessores, infunde, pelo nosso ministério, a graça da tua bênção sobre estes pálios, escolhidos pala simbolizar a realidade da cura pastoral. Acolhe benigno a oração que humildemente te dirigimos e concede, pelos méritos e pela intercessão dos Apóstolos, àqueles que, por teu dom, endossarem este pálio, reconhecerem-se como pastores do teu rebanho e traduzirem na vida a realidade significada no nome. Tomem sobre si o jugo evangélico imposto sobre seus ombros, e seja para eles assim leve e suave poder preceder os outros na via dos teus mandamentos com o exemplo de uma fidelidade perseverante, até merecerem ser introduzidos na Páscoa eterna do teu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Abençoado o pálio, o Santo Padre recita uma vez a fórmula de imposição:
Pres: Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro da Sé a ti confiada, como sinal do poder de metropolita, a ti entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de tua província eclesiástica. Que este pálio seja para ti símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possa obter, com o rebanho a ti confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
Em seguida, o Arcebispo aproxima-se do Papa, recebe dele o pálio e é saudado com o abraço da paz. Enquanto o Santo Padre impõe o pálio, canta-se.
CANTO
SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI:
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI!
1. MAUS PASTORES NUM DIA DE SOMBRA,
NÃO CUIDARAM E O REBANHO SE PERDEU.
VOU SAIR PELO CAMPO, REUNIR O QUE É MEU,
CONDUZIR E SALVAR.
2. VERDES PRADOS E BELAS MONTANHAS
HÃO DE VER O PASTOR REBANHO ATRÁS.
JUNTO A MIM AS OELHAS TERÃO MUITA PAZ,
PODERÃO DESCANSAR!
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI!
1. MAUS PASTORES NUM DIA DE SOMBRA,
NÃO CUIDARAM E O REBANHO SE PERDEU.
VOU SAIR PELO CAMPO, REUNIR O QUE É MEU,
CONDUZIR E SALVAR.
2. VERDES PRADOS E BELAS MONTANHAS
HÃO DE VER O PASTOR REBANHO ATRÁS.
JUNTO A MIM AS OELHAS TERÃO MUITA PAZ,
PODERÃO DESCANSAR!
HINO DE LOUVOR
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS, NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
1.SENHOR DEUS REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS, VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS
3.SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR, SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
1.SENHOR DEUS REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS, VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS
3.SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR, SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM, AMÉM, AMÉM!
AMÉM, AMÉM!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Ó Deus, que maravilhosamente concedeste a caridade à Santa Dulce, virgem, a fim de ajudar humilde e benignamente os pobres na suas enfermidades, daí-nos, vo-lo, pedimos, por seu exemplo, o espírito de pobreza, para vos servir com toda solicitude nos pobres. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém
PRIMEIRA LEITURA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do livro de Tobias
Naqueles dias, o anjo falou a Tobias e seu filho:
“Bendizei a Deus e dai-lhe graças,
diante de todos os viventes,
pelos benefícios que vos concedeu.
Bendizei e cantai o seu nome.
Manifestai a todos os homens as obras de Deus, como é justo,
e não hesiteis em expressar-lhe o vosso reconhecimento.
Se é bom guardar o segredo do rei,
é justo revelar e publicar as obras de Deus. Fazei o bem, e o mal não vos atingirá.
É valiosa a oração com jejum, e a esmola com a justiça. Melhor é pouco com justiça, do que muito com iniquidade. Melhor é dar esmolas,
do que acumular tesouros.
A esmola livra da morte e purifica de todo pecado. Os que dão esmola serão saciados de vida.
Aqueles, porém, que cometem o pecado e a injustiça, são inimigos de si mesmos.
E agora vos manifestarei toda a verdade, sem vos ocultar coisa alguma.
Já vos declarei e disse:
'É bom guardar o segrego do rei, mas as obras de Deus devem ser reveladas, com a glória devida'.
Pois bem, quando tu e Sara fazíeis oração, eu apresentava o memorial da vossa prece diante da glória do Senhor.
E fazia o mesmo quando tu, Tobias, enterravas os mortos.
Quando não hesitaste em levantar-te da mesa, deixando a refeição e saindo para sepultar um morto, fui enviado a ti para te pôr à prova”.
“Bendizei a Deus e dai-lhe graças,
diante de todos os viventes,
pelos benefícios que vos concedeu.
Bendizei e cantai o seu nome.
Manifestai a todos os homens as obras de Deus, como é justo,
e não hesiteis em expressar-lhe o vosso reconhecimento.
Se é bom guardar o segredo do rei,
é justo revelar e publicar as obras de Deus. Fazei o bem, e o mal não vos atingirá.
É valiosa a oração com jejum, e a esmola com a justiça. Melhor é pouco com justiça, do que muito com iniquidade. Melhor é dar esmolas,
do que acumular tesouros.
A esmola livra da morte e purifica de todo pecado. Os que dão esmola serão saciados de vida.
Aqueles, porém, que cometem o pecado e a injustiça, são inimigos de si mesmos.
E agora vos manifestarei toda a verdade, sem vos ocultar coisa alguma.
Já vos declarei e disse:
'É bom guardar o segrego do rei, mas as obras de Deus devem ser reveladas, com a glória devida'.
Pois bem, quando tu e Sara fazíeis oração, eu apresentava o memorial da vossa prece diante da glória do Senhor.
E fazia o mesmo quando tu, Tobias, enterravas os mortos.
Quando não hesitaste em levantar-te da mesa, deixando a refeição e saindo para sepultar um morto, fui enviado a ti para te pôr à prova”.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Salmista: O JUSTO HABITARÁ NO MONTE SANTO DO SENHOR.
Ass: O JUSTO HABITARÁ NO MONTE SANTO DO SENHOR.
Aquele que caminha sem pecado
e pratica a justiça fielmente;
que pensa a verdade no seu íntimo *
e não solta em calúnias sua língua.
e pratica a justiça fielmente;
que pensa a verdade no seu íntimo *
e não solta em calúnias sua língua.
Que em nada prejudica o seu irmão, *
nem cobre de insultos seu vizinho;
que não dá valor algum ao homem ímpio, *
mas honra os que respeitam o Senhor.
Não empresta o seu dinheiro com usura,
nem se deixa subornar contra o inocente.
Jamais vacilará quem vive assim!
SEGUNDA LEITURA
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São João
Caríssimos, amemo•nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus
e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus.
Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor.
Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo,
para que tenhamos vida por meio dele.
Nisto consiste o amor:
não fomos nós que amamos a Deus,
mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.
Caríssimos, se Deus nos amou assim,
nós também devemos amar•nos uns aos outros.
Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros,
Deus permanece conosco
e seu amor é plenamente realizado entre nós.
A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco,
é que ele nos deu o seu Espírito.
E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como o Salvador do mundo.
Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele,
e ele com Deus.
E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco, e acreditamos nele.
Deus é amor: quem permanece no amor, permanece em Deus,
e Deus permanece com ele.
e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus.
Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor.
Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo,
para que tenhamos vida por meio dele.
Nisto consiste o amor:
não fomos nós que amamos a Deus,
mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.
Caríssimos, se Deus nos amou assim,
nós também devemos amar•nos uns aos outros.
Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros,
Deus permanece conosco
e seu amor é plenamente realizado entre nós.
A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco,
é que ele nos deu o seu Espírito.
E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como o Salvador do mundo.
Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele,
e ele com Deus.
E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco, e acreditamos nele.
Deus é amor: quem permanece no amor, permanece em Deus,
e Deus permanece com ele.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
TODAS AS VEZES QUE FIZESTES ISSO
A UM DOS MENORES DE MEUS IRMÃOS
FOI A MIM QUE O FIZESTES.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Quando o Filho do homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos,
então se assentará em seu trono glorioso.
Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros,
assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.
E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.
Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: 'Vinde benditos de meu Pai!
Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo!
Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber;eu era estrangeiro e me recebestes em casa;eu estava nu e me vestistes;eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar'.
Então os justos lhe perguntarão:'Senhor, quando foi que te vimos com fome e te damos de comer?Com sede e te damos de beber?Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa,e sem roupa e te vestimos?
Quando foi que te vimos doente ou preso, e fomos te visitar?'
Então o Rei lhes responderá: 'Em verdade eu vos digo,que todas as vezes que fizestes issoa um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!'”
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
QUANDO TUDO BEM,
EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
DESCUIDAR.
UM OLHAR PORÉM,
SE FAZ ATENTO E A MÃO DE DEUS NÃO VAI FALTAR.
Ó PAI, VINHO E PÃO
NOSSO ESFORÇO, A NATUREZA E SEU VIGOR.
PAI O TEU REINO,
NO TEU FILHO, DOM DO TEU AMOR!
QUANDO A DOR NOS VEM,
NO DESESPERO É MUITO FÁCIL NÃO VER
MAIS.
UM OLHAR, PORÉM,
SE FAZ HUMILDE E NAS MIGALHAS VÊ
SINAIS.
QUANDO É SÓ DESDEM,
É MUITO FÁCIL DE MIL PEDRAS LANÇAR
MÃO.
UM OLHAR, PORÉM,
SE FAZ FIRMEZA E MOSTRA A FORÇA DO
PERDÃO.
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
QUANDO TUDO BEM, EM MEIO À FESTA É MUITO FÁCIL
DESCUIDAR.UM OLHAR
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Recebei, ó Pai, os dons do vosso povo, Para que, recordando a imensa misericórdia do vosso Filho, sejamos confirmados no amor a Deus e ao próximo, A exemplo dos vossos Santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DAS VIRGENS E RELIGIOSOS
52. Nos domingos do Tempo comum.
O sacerdote, de braços abertos, começa a Oração eucarística, dizendo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso e celebrar a vossa admirável providência nos santos e santas que se consagraram ao Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. Neles, chamais novamente os fiéis à santidade original e a experimentar, já aqui na terra, construindo o vosso reino, os dons reservados para o céu. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos a vossa bondade, cantando (dizendo) a uma só voz...
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO
SANTO, SANTO, SANTO
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS
SANTO, SANTO, SANTO
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS
Forma rezada:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo, com o nosso bispo Thiago Montini e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo, comigo, vosso indigno servo, e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antifona de Comunhão: Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos. (Jo 15,13)
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO PARA COMUNHÃO
1. AO RECEBERMOS, SENHOR,
TUA PRESENÇA SAGRADA,
PRA CONFIRMAR TEU AMOR,
FAZ DE NÓS TUA MORADA.
SURGE UM SINCERO LOUVOR,
BROTA A SEMENTE PLANTADA,
FAZ-NOS SEGUIR TEU CAMINHO,
SEMPRE TRILHAR TUA ESTRADA.
DESAMARREM AS SANDÁLIAS
E DESCANSEM.
ESTE CHÃO É TERRA SANTA,
IRMÃOS MEUS!
VENHAM, OREM, COMAM, CANTEM.
VENHAM TODOS,
E RENOVEM A ESPERANÇA NO SENHOR!
2. O FILHO DE DEUS COM O PAI,
E O ESPÍRITO SANTO,
NESTA TRINDADE UM SÓ SER,
QUE PEDE A NÓS SERMOS SANTOS.
DÁ-NOS, JESUS, TEU PODER,
DE SE DOAR SEM MEDIDA.
DEIXA QUE COMPREENDAMOS
QUE ESTE E O SENTIDO DA VIDA.
3 AO VIRMOS TE RECEBER,
NÓS TE PEDIMOS Ó CRISTO,
FAZE VIBRAR NOSSO SER
INDO AO ENCONTRO AO PAI SANTO.
SEM DESCUIDAR DOS IRMÃOS,
MIL FACES DA TUA FACE,
FAZE QUE O CORAÇÃO SINTA,
A FORÇA DA CARIDADE.
TUA PRESENÇA SAGRADA,
PRA CONFIRMAR TEU AMOR,
FAZ DE NÓS TUA MORADA.
SURGE UM SINCERO LOUVOR,
BROTA A SEMENTE PLANTADA,
FAZ-NOS SEGUIR TEU CAMINHO,
SEMPRE TRILHAR TUA ESTRADA.
DESAMARREM AS SANDÁLIAS
E DESCANSEM.
ESTE CHÃO É TERRA SANTA,
IRMÃOS MEUS!
VENHAM, OREM, COMAM, CANTEM.
VENHAM TODOS,
E RENOVEM A ESPERANÇA NO SENHOR!
2. O FILHO DE DEUS COM O PAI,
E O ESPÍRITO SANTO,
NESTA TRINDADE UM SÓ SER,
QUE PEDE A NÓS SERMOS SANTOS.
DÁ-NOS, JESUS, TEU PODER,
DE SE DOAR SEM MEDIDA.
DEIXA QUE COMPREENDAMOS
QUE ESTE E O SENTIDO DA VIDA.
3 AO VIRMOS TE RECEBER,
NÓS TE PEDIMOS Ó CRISTO,
FAZE VIBRAR NOSSO SER
INDO AO ENCONTRO AO PAI SANTO.
SEM DESCUIDAR DOS IRMÃOS,
MIL FACES DA TUA FACE,
FAZE QUE O CORAÇÃO SINTA,
A FORÇA DA CARIDADE.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Renovados por estes sagrados mistérios, Concedei-nos, ó Deus, seguir o exemplo da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, Que vos serviu com filial constância e se dedicou ao vosso povo com imensa caridade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
CANTO
DAI-NOS A BÊNÇÃO, OH MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA!
NOSSA SENHORA APARECIDA!
DAI-NOS A BÊNÇÃO, OH MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA!
NOSSA SENHORA APARECIDA!
RITOS FINAIS
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém!
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác ou Sac: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO FINAL
VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,
SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!
AQUI ESTÃO VOSSOS DEVOTOS, CHEIOS DE FÉ INCENDIDA,
DE CONFORTO E DE ESPERANÇA, Ó SENHORA APARECIDA!
VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA, MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS, Ó SENHORA APARECIDA!
PROTEGEI A SANTA IGREJA, Ó MÃE TERNA E COMPADECIDA,
PROTEGEI A NOSSA PÁTRIA, Ó SENHORA APARECIDA!
AMPARAI TODO O CLERO, EM SUA TERRENA LIDA,
PARA O BEM DOS PECADORES, Ó SENHORA APARECIDA!
OH! VELAI POR NOSSOS LARES, PELA INFÂNCIA DESVALIDA,
PELO POVO BRASILEIRO, Ó SENHORA APARECIDA!
SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!
AQUI ESTÃO VOSSOS DEVOTOS, CHEIOS DE FÉ INCENDIDA,
DE CONFORTO E DE ESPERANÇA, Ó SENHORA APARECIDA!
VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA, MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS, Ó SENHORA APARECIDA!
PROTEGEI A SANTA IGREJA, Ó MÃE TERNA E COMPADECIDA,
PROTEGEI A NOSSA PÁTRIA, Ó SENHORA APARECIDA!
AMPARAI TODO O CLERO, EM SUA TERRENA LIDA,
PARA O BEM DOS PECADORES, Ó SENHORA APARECIDA!
OH! VELAI POR NOSSOS LARES, PELA INFÂNCIA DESVALIDA,
PELO POVO BRASILEIRO, Ó SENHORA APARECIDA!
Seções:
6 Anos da Arquidiocese de Aparecida
Arquidiocese de Aparecida
Festa e Solenidade
Folheto Celebrativo
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
Posse do Arcebispo
