FOLHETO CELEBRATIVO
MISSA RÉQUIEM PELAS ALMAS DO PURGATÓRIO
CELEBRADA POR SUA SANTIDADE O PAPA PAULO VI
Cor Litúrgica: Roxo/Preto
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
A MORTE JÁ NÃO MATA MAIS,
PERDEU SEU AGUILHÃO FATAL,
NA LUTA QUE COM A VIDA TRAVOU.
VENCEU O PRÍNCIPE DA PAZ,
QUE EM SEU COMBATE TRIUNFAL,
A MORTE DERROTOU.
AO NOSSO PAI GLÓRIA E LOUVOR,
POIS DEU VITÓRIA A TODOS NÓS
Ó CRISTO JESUS, NOSSO DEUS E SENHOR,
MORTOS RESSURGEM OUVINDO TUA VOZ.
UM DIA, A HORA VAI CHEGAR
E DESDE JÁ SE PODE OUVIR,
A VOZ DESTE FILHO DE DEUS A CHAMAR;
TODOS OS MORTOS IRÃO RESSURGIR.
PERDEU SEU AGUILHÃO FATAL,
NA LUTA QUE COM A VIDA TRAVOU.
VENCEU O PRÍNCIPE DA PAZ,
QUE EM SEU COMBATE TRIUNFAL,
A MORTE DERROTOU.
AO NOSSO PAI GLÓRIA E LOUVOR,
POIS DEU VITÓRIA A TODOS NÓS
Ó CRISTO JESUS, NOSSO DEUS E SENHOR,
MORTOS RESSURGEM OUVINDO TUA VOZ.
UM DIA, A HORA VAI CHEGAR
E DESDE JÁ SE PODE OUVIR,
A VOZ DESTE FILHO DE DEUS A CHAMAR;
TODOS OS MORTOS IRÃO RESSURGIR.
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Antifona de Entrada: Dai, Senhor, o repouso eterno aos que morreram e transfigurai-os na vossa luz.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres: Senhor, que nos mandaste perdoar-nos mutuamente antes de nos aproximar do vosso altar, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Cristo, que na cruz destes o perdão aos pecadores, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Pres: Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Ó Deus, criador e redentor dos vossos fiéis, dai aos vossos filhos e filhas a remissão de todos os pecados, a fim de que obtenham por nossas súplicas o perdão que sempre desejaram. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do livro dos Números.
Naqueles dias, a população que estava no meio de Israel foi atacada por um desejo desordenado; e mesmo os israelitas recomeçaram a gemer: "Quem nos dará carne para comer?", diziam eles. 5"Lembramo-nos dos peixes que comíamos de graça no Egito, os pepinos, os melões, os alhos bravos, as cebolas e os alhos. Agora nossa alma está seca. Não há mais nada, e só vemos maná diante de nossos olhos." O maná assemelhava-se ao grão de coentro e parecia-se com o bdélio. O povo dispersava-se para colhê-lo; moía-o com a mó ou esmagava-o num pilão, cozia-o numa panela e fazia bolos com ele, os quais tinham o sabor de um bolo amassado com óleo. Enquanto de noite caía o orvalho no campo, caía também com ele o maná. Ouviu Moisés o povo que chorava, agrupado por famílias, cada uma à entrada de sua tenda. A cólera do Senhor acendeu-se com violência. Moisés entristeceu-se. E disse ao Senhor: "Por que afligis vosso servo? Por que não acho eu favor a vossos olhos, vós que me impusestes a carga de todo esse povo?"
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Salmista: Exultai no Senhor, nossa força.
Ass: Exultai no Senhor, nossa força.
Mas me povo não ouviu a minha voz,
Israel não quis saber de obedecer-me.
Deixei, então, que eles seguissem seus caprichos,
abandonei-os ao seu duro coração.
Quem me dera que meu povo me escutasse!
Que Israel andasse sempre em seus caminhos!
Seus inimigos, sem demora, humilharia
e voltaria minha mão contra o opressor.
Os que odeiam o Senhor o adulariam,
seria este seu destino para sempre;
eu lhe daria de comer a flor do trigo
e, com o mel que sai da rocha, o fartaria.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
SEMENTE É DE DEUS A PALAVRA,
O CRISTO É O SEMEADOR;
TODO AQUELE QUE O ENCONTRA,
VIDA ETERNA ENCONTROU!
O CRISTO É O SEMEADOR;
TODO AQUELE QUE O ENCONTRA,
VIDA ETERNA ENCONTROU!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Ao saber da morte de João Batista, Jesus partiu dali numa barca para se retirar a um lugar deserto, mas o povo soube e a multidão das cidades o seguiu a pé. Quando desembarcou, vendo Jesus essa numerosa multidão, moveu-se de compaixão para ela e curou seus doentes. Caía a tarde. Agrupados em volta dele, os discípulos disseram-lhe: "Este lugar é deserto e a hora é avançada. Despede esta gente para que vá comprar víveres na aldeia". Jesus, porém, respondeu: "Não é necessário: dai-lhe vós mesmos de comer". "Mas", disseram eles, "nós não temos aqui mais que cinco pães e dois peixes". "Trazei-mos", disse-lhes ele. Mandou, então, a multidão assentar-se na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, elevando os olhos ao céu, abençoou-os. Partindo em seguida os pães, deu-os aos seus discípulos, que os distribuíram ao povo. Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos cheios. Ora, os convivas foram aproximadamente cinco mil homens, sem contar as mulheres e crianças.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Ass: Senhor, Pastor eterno, ouvi-nos.
Para que confirme todo o povo cristão na unidade da fé e na esperança da vinda gloriosa de Cristo, oremos ao Senhor.
Para que, em toda a terra, livre os homens dos horrores da fome, da violência e da guerra, oremos ao Senhor.
Para que possamos alcançar a cada irmão que está em situação de morte e leva-lo a esperança, oremos ao Senhor.
Para que reúna um dia no seu reino glorioso os que aqui se reuniram na fé e na esperança, oremos ao Senhor.
Pres: Deus, que sois Senhor da vida, olhai as nossas súplicas e necessidades e sede misericordioso com vossa Igreja peregrina e com a padecente. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
1. SENHOR, QUEM MORARÁ EM VOSSA CASA
E EM VOSSO MONTE SANTO HABITARÁ?
2. É AQUELE QUE CAMINHA SEM PECADO
E PRATICA A JUSTIÇA FIELMENTE;
3. QUE PENSA A VERDADE DO SEU ÍNTIMO
E NÃO SOLTA EM CALÚNIAS SUA LÍNGUA;
4. QUE EM NADA PREJUDICA O SEU IRMÃO,
NEM COBRE DE INSULTOS SEU VIZINHO;
5. QUE NÃO DÁ VALOR ALGUM AO HOMEM ÍMPIO,
MAS HONRA OS QUE RESPEITAM O SENHOR.
NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECERAM MORRER;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ! ALELUIA, ALELUIA!
1. SENHOR, QUEM MORARÁ EM VOSSA CASA
E EM VOSSO MONTE SANTO HABITARÁ?
2. É AQUELE QUE CAMINHA SEM PECADO
E PRATICA A JUSTIÇA FIELMENTE;
3. QUE PENSA A VERDADE DO SEU ÍNTIMO
E NÃO SOLTA EM CALÚNIAS SUA LÍNGUA;
4. QUE EM NADA PREJUDICA O SEU IRMÃO,
NEM COBRE DE INSULTOS SEU VIZINHO;
5. QUE NÃO DÁ VALOR ALGUM AO HOMEM ÍMPIO,
MAS HONRA OS QUE RESPEITAM O SENHOR.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Ó Deus, considerai com bondade as oferendas que vos apresentamos pelos vossos filhos e filhas e dai também a recompensa eterna aos que concedestes o dom da fé cristã. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
que nos mandou celebrar este mistério.
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, os vossos Apóstolos e Mártires, N. (o santo do dia ou padroeiro) e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Paulo, o nosso bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C.: Lembrai-vos dos vossos filhos e filhas, (citar nomes), que chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhes que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participem igualmente da sua ressurreição, no dia em que ele ressuscitar os mortos, tornando o nosso pobre corpo semelhante ao seu corpo glorioso.
3C.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, quando enxugardes toda lágrima dos nosso olhos. Então, contemplando-vos como sois, seremos para sempre semelhantes a vós e cantaremos sem cessar os vossos louvores,
por Cristo, Senhor nosso.
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antifona de Comunhão: Deus enviou ao mundo o seu Filho único para que vivamos por ele.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO PARA COMUNHÃO
BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.
1. SENHOR DEUS, A VÓS ELEVO A MINHA ALMA
EM VÓS CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO!
MOSTRAI-ME, Ó SENHOR, VOSSOS CAMINHOS
E FAZEI-ME CONHECER A VOSSA ESTRADA.
3. VOSSA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA
PORQUE SOIS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO.
RECORDAI, SENHOR MEU DEUS, VOSSA TERNURA
E A VOSSA COMPAIXÃO QUE SÃO ETERNAS.
5. O SENHOR É PIEDADE E RETIDÃO
E RECONDUZ AO BOM CAMINHO OS PECADORES.
ELE DIRIGE OS HUMILDES NA JUSTIÇA
E AOS POBRES ELE ENSINA O SEU CAMINHO.
7. O SENHOR SE TORNA ÍNTIMO AOS QUE O TEMEM
E LHES DÁ A CONHECER SUA ALIANÇA.
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.
1. SENHOR DEUS, A VÓS ELEVO A MINHA ALMA
EM VÓS CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO!
MOSTRAI-ME, Ó SENHOR, VOSSOS CAMINHOS
E FAZEI-ME CONHECER A VOSSA ESTRADA.
3. VOSSA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA
PORQUE SOIS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO.
RECORDAI, SENHOR MEU DEUS, VOSSA TERNURA
E A VOSSA COMPAIXÃO QUE SÃO ETERNAS.
5. O SENHOR É PIEDADE E RETIDÃO
E RECONDUZ AO BOM CAMINHO OS PECADORES.
ELE DIRIGE OS HUMILDES NA JUSTIÇA
E AOS POBRES ELE ENSINA O SEU CAMINHO.
7. O SENHOR SE TORNA ÍNTIMO AOS QUE O TEMEM
E LHES DÁ A CONHECER SUA ALIANÇA.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Aproveitem, ó Deus, aos vossos servos e servas as nossas súplicas e orações, para que, por este sacrifício, lhes concedais o perdão de todos os pecados e a participação na vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém!
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác ou Sac: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO FINAL
SENHOR, QUEM ENTRARÁ NO SANTUÁRIO PRA TE LOUVAR?
SENHOR, QUEM ENTRARÁ NO SANTUÁRIO PRA TE LOUVAR?
QUEM TEM AS MÃOS LIMPAS, E O CORAÇÃO PURO
QUEM NÃO É VAIDOSO, E SABE AMAR
QUEM TEM AS MÃOS LIMPAS, E O CORAÇÃO PURO
QUEM NÃO É VAIDOSO, E SABE AMAR
Ó DÁ-ME MÃOS LIMPAS, E UM CORAÇÃO PURO
ARRANCA A VAIDADE, ENSINA-ME A AMAR
Ó DÁ-ME MÃOS LIMPAS, E UM CORAÇÃO PURO
ARRANCA A VAIDADE, ENSINA-ME A AMAR
TEU SANGUE ME LAVA, TEU FOGO ME QUEIMA
O ESPÍRITO SANTO INUNDA MEU SER
TEU SANGUE ME LAVA, TEU FOGO ME QUEIMA
O ESPÍRITO SANTO INUNDA MEU SER....
SENHOR, QUEM ENTRARÁ NO SANTUÁRIO PRA TE LOUVAR?
QUEM TEM AS MÃOS LIMPAS, E O CORAÇÃO PURO
QUEM NÃO É VAIDOSO, E SABE AMAR
QUEM TEM AS MÃOS LIMPAS, E O CORAÇÃO PURO
QUEM NÃO É VAIDOSO, E SABE AMAR
Ó DÁ-ME MÃOS LIMPAS, E UM CORAÇÃO PURO
ARRANCA A VAIDADE, ENSINA-ME A AMAR
Ó DÁ-ME MÃOS LIMPAS, E UM CORAÇÃO PURO
ARRANCA A VAIDADE, ENSINA-ME A AMAR
TEU SANGUE ME LAVA, TEU FOGO ME QUEIMA
O ESPÍRITO SANTO INUNDA MEU SER
TEU SANGUE ME LAVA, TEU FOGO ME QUEIMA
O ESPÍRITO SANTO INUNDA MEU SER....
Seções:
Dom Thiago Montini
Folheto Celebrativo
Missa com o Papa
Papa Paulo VI
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
