Folheto Celebrativo | Posse Pontifícia em Latrão


FOLHETO CELEBRATIVO
MISSA VOTIVA A VIRGEM MARIA MÃE DA IGREJA 
POSSE PONTIFÍCIA EM LATRÃO

 1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO

Ó ROMA ETERNA,
DOS MÁRTIRES, DOS SANTOS,
Ó ROMA ETERNA,
ACOLHE OS NOSSOS CANTOS!
 
GLÓRIA NO ALTO
AO DEUS DE MAJESTADE,
PAZ SOBRE A TERRA,
JUSTIÇA E CARIDADE!
 
A TI CORREMOS,
ANGÉLICO PASTOR,
EM TI NÓS VEMOS
O DOCE REDENTOR.
 
A VOZ DE PEDRO NA
TUA O MUNDO ESCUTA,
CONFORTO E ESCUDO
DE QUEM COMBATE E LUTA.
 
NÃO VENCERÃO
AS FORÇAS DO INFERNO,
MAS A VERDADE,
O DOCE AMOR FRATERNO!
 
SALVE, SALVE ROMA!
É ETERNA A TUA HISTÓRIA,
CANTAM-NOS TUA GLÓRIA
MONUMENTOS E ALTARES!
 
ROMA DOS APÓSTOLOS,
MÃE E MESTRA DA VERDADE,
ROMA, TODA A CRISTANDADE
O MUNDO ESPERA EM TI!
 
SALVE, SALVE ROMA!
O TEU SOL NÃO TEM POENTE,
VENCE, REFULGENTE,
TODO ERRO E TODO MAL!
 
SALVE, SANTO PADRE,
VIVAS TANTO MAIS QUE PEDRO!
DESÇA, QUAL MEL DO ROCHEDO,
A BÊNÇÃO PATERNAL!

SAUDAÇÃO

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

CANTO

KÝRIE ELÉISON
KÝRIE ELÉISON 

CHRISTÉ ELÉISON
CHRISTÉ ELÉISON

KÝRIE ELÉISON
KÝRIE ELÉISON

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

POSSE DA CÁTEDRA

O Santo Padre recebe a mitra. O vigário geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, diz:
Beatíssimo Pai, a Santa Igreja que está em Roma hoje exulta na glória do Senhor e acolhe o seu bispo, sucessor do Apóstolo Pedro, que vem tomar posse de sua cátedra. Este é o lugar escolhido e abençoado, do qual, fielmente no decurso dos séculos, a rocha sobre a qual a Igreja é fundada confirma todos os irmãos na verdade da fé, preside a caridade todas as Igrejas e com firmeza, a todos orienta nos caminhos da santidade. À Santíssima Trindade, surge o nosso hino de louvor, gratidão e nossa suplica, para que, de uma fronteira a outra da terra, haja apenas um rebanho se forma sob um único Pastor. Santo Padre, com devoção filial, nos professamos obedientes e dóceis a seus ensinamentos e orientações. 

O Santo Padre toma a férula e se assenta na cátedra. É então saudado pelos Cardeais e clérigos pertencentes à Diocese de Roma.

Enquanto isso, canta-se um canto apropriado.

CANTO

INDO JESUS À REGIÃO DE CESARÉIA DE FILIPE
TENDO INTERROGADO OS APÓSTOLOS,
APROXIMOU-SE DE PEDRO
E LHE DISSE:

TU ÉS PEDRO! TU ÉS PEDRO!
E SOBRE ESTA PEDRA 
EDIFICAREI A MINHA IGREJA
E AS PORTAS DO INFERNO 
JAMAIS PREVALECERÃO CONTRA ELA.
E AS PORTAS DO INFERNO 
JAMAIS PREVALECERÃO 
CONTRA ELA

HINO DE LOUVOR

5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

Pres: GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS
SENHOR DEUS
REI DOS CÉUS
DEUS PAI TODO-PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS,
NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS,
CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO,
SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO,
JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

 ORAÇÃO DO DIA 
 
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz: 
Pres: Oremos. 
E todos oram em silêncio, por algum tempo. 
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração; 
Deus, Pai de misericórdia, vosso Filho, pregado na cruz, nos deu por mãe a sua Mãe. Pela intercessão amorosa da Virgem Maria, fazei que a vossa Igreja se torne cada vez mais fecunda e se alegre pela santidade de seus filhos e filhas, atraindo para o seu convívio as famílias de todos os povos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém. 

PRIMEIRA LEITURA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

L: Leitura da primeira carta de são Paulo aos Tessalonicenses.
Assim, irmãos, fomos consolados por vós, no meio de todas as nossas angústias e tribulações, em virtude da vossa fé.
Agora, sim, tornamos a viver, porque permaneceis firmes no Senhor.
E como poderíamos agradecer a Deus por vós, por toda a alegria que tivemos diante dele por vossa causa?!
Noite e dia, com intenso, extremo fervor, oramos para que nos seja dado ver novamente a vossa face e completar o que ainda falta à vossa fé.
Que Deus, nosso Pai, e nosso Senhor Jesus nos preparem o caminho até vós!
Que o Senhor vos faça crescer e avantajar na caridade mútua e para com todos os homens, como é o nosso amor para convosco.
Que ele confirme os vossos corações, e os torne irrepreensíveis e santos na presença de Deus, nosso Pai, por ocasião da vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos!
Ao fim, aquele que lê diz.
L: Palavra do Senhor.
No fim, o povo aclama:
Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

Ass: SACIAI-NOS DE MANHÃ COM VOSSO AMOR!

Vós fazeis voltar ao pó todo mortal
quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!”
Pois mil anos para vós são como ontem,
qual vigília de uma noite que passou.

Ensinai-nos a contar os nossos dias
e dai ao nosso coração sabedoria!
Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis?
Tende piedade e compaixão de vossos servos!

Saciai-nos de manhã com vosso amor,
e exultaremos de alegria todo o dia!
Que a bondade do Senhor e nosso Deus
repouse sobre nós e nos conduza!
Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho,
fazei dar frutos o labor de nossas mãos!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

VIGIAI, DIZ JESUS, VIGIAI, POIS, NO DIA EM QUE NÃO ESPERAIS, O VOSSO SENHOR HÁ DE VIR!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

EVANGELHO

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: 
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Sac: Naquele tempo, disse Jesus: “Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor.
Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa.
Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes.
Quem é, pois, o servo fiel e prudente que o Senhor constituiu sobre os de sua família, para dar-lhes o alimento no momento oportuno?
Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, na sua volta, encontrar procedendo assim!
Em verdade vos digo: ele o estabelecerá sobre todos os seus bens.
Mas, se é um mau servo que imagina consigo:
"Meu senhor tarda a vir', e se põe a bater em seus companheiros e a comer e a beber com os ébrios,
 o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e na hora em que ele não sabe,
 e o despedirá e o mandará ao destino dos hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: 
Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ

15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes profissões de fé:

Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

PRECES DA ASSEMBLEIA

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres: Irmãos, elevemos ao Senhor as nossas preces, clamando:
Ass: Escutai Senhor, o nosso chamado.

1. Vós que nos destes a alegria de fazer parte de vossa Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, fortalecei o Santo Padre João em seu bispado na Diocese de Roma e em seu ministério universal e conservai-nos fiéis aos seus ensinamentos. Te clamamos:

2. Tornai sempre viva no coração de vossos sacerdotes, especialmente os que residem em Roma, a certeza de que a eficácia de seu apostolado não está tanto nos seus esforços humanos, mas na força de vossa Cruz. Te clamamos:

3. Vós, que chamastes vossos primeiros discípulos no meio de suas ocupações profissionais, concedei a todos os cristãos condições dignas de trabalho, para que vos encontrem, vos amem e sirvam em seus trabalhos realizados com perfeição. Te clamamos:

4. Enchei de esperança verdadeira todos os que vivem na escuridão do sofrimento e da angústia, de modo especial aqueles que sofrem com a praga do COVID-19, e fazei brilhar para eles a luz de vossa graça. Te clamamos:

5. Para que no mundo reine o amor e a paz. Te clamamos:

Pres: Ouvi, Senhor, nossos pedidos e atendei-nos no que, em nossa humanidade, ousamos pedir. Por Cristo, Senhor nosso.
Ass: Amém.
CANTO 

SALVE, MARIA!
TU ÉS A ESTRELA VIRGINAL DE NAZARÉ
ÉS A MAIS BELA ENTRE AS MULHERES,
CHEIA DE GRAÇA, ESPOSA DE JOSÉ.


O ANJO GABRIEL FOI ENVIADO PELAS IDAS DE NAZARÉ
PARA DAR UM RECADO LÁ DO CÉU
ÀQUELA MOÇA QUE CASARA COM JOSÉ.

MARIA, AO VER O ANJO, SE ESPANTOU
O ANJO DISSE PRA NADA TEMER
POIS ELA TEM, MANDADA PELO CÉU,
O PRÓPRIO DEUS, UM DIA DELA IRÁ NASCER

MARIA JÁ ME DISSE ESTA MENSAGEM
QUE O ANJO AFIRMA QUE DEUS FARÁ
QUE SUA PRIMA, ISABEL, EMBORA VELHA
VAI TER UM FILHO QUE JOÃO SE CHAMARÁ

MARIA FEZ-SE ESCRAVA DO SENHOR
E APRESENTOU-SE PARA A MISSÃO
DE SER A IMACULADA MÃE DE DEUS
CONTRIBUINDO PARA A NOSSA SALVAÇÃO.

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres: Recebei, Senhor, as nossas oferendas e transformai-as em sacramento da salvação. Pela força deste mistério, sejamos inflamados no mesmo amor da Virgem Maria, Mãe da Igreja, e mereçamos com ela associar-nos mais estreitamente à obra da redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA VIRGEM MARIA I

117. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e, na festa... de Maria, sempre virgem, celebrar os vossos louvores. À sombra do Espírito Santo, ela concebeu o vosso Filho único e, permanecendo virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos cantam vossa grandeza, os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz..

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO! 
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANNA IN EXCELSIS, HOSANNA IN EXCELSIS.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANNA IN EXCELSIS, HOSANNA IN EXCELSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa João, e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO 

TU ÉS MINHA VIDA, OUTRO DEUS NÃO HÁ
TU ÉS MINHA ESTRADA, A MINHA VERDADE
EM TUA PALAVRA EU CAMINHAREI
ENQUANTO EU VIVER E ATÉ QUANDO TU QUISERES
JÁ NÃO SENTIREI TEMOR, POIS ESTÁS AQUI
TU ESTÁS NO MEIO DE NÓS

CREIO EM TI, SENHOR, VINDO DE MARIA
FILHO ETERNO E SANTO, HOMEM COMO NÓS
TU MORRESTE POR AMOR, VIVO ESTÁS EM NÓS
UNIDADE TRINA COM O ESPÍRITO E O PAI
E UM DIA, EU BEM SEI, TU RETORNARÁS
E ABRIRÁS O REINO DO CÉU

TU ÉS MINHA FORÇA, OUTRO DEUS NÃO HÁ
TU ÉS MINHA PAZ, MINHA LIBERDADE
NADA NESTA VIDA NOS SEPARARÁ
EM TUAS MÃOS SEGURAS, MINHA VIDA GUARDARÁS
EU NÃO TEMEREI O MAL, TU ME LIVRARÁS
E NO TEU PERDÃO VIVEREI

Ó, SENHOR DA VIDA, CREIO SEMPRE EM TI
FILHO SALVADOR, EU ESPERO EM TI
SANTO ESPÍRITO DE AMOR, DESCE SOBRE NÓS
TU DE MIL CAMINHOS NOS CONDUZES A UMA FÉ
E POR MIL ESTRADAS ONDE ANDARMOS NÓS
QUAL SEMENTE NOS LEVARÁ

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração: 
Recebemos, ó Deus, o sacramento celeste, alegrando-nos nesta memória da Virgem Maria. Concedei-nos a graça de imitá-la, servindo ao mistério da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Pres: Bendito seja o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.

Pres: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.

Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Levai a todos a alegria do Senhor; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.

144. Neste momento o celebrante beija o altar, e todos voltam-se à Imagem de Nossa Senhora enquanto se canta a ''Antífonia Mariana'':

CANTO

À VOSSA PROTEÇÃO RECORREMOS 
SANTA MÃE DE DEUS. 
NÃO DESPREZEIS AS NOSSAS SÚPLICAS 
EM NOSSAS NECESSIDADES, 
MAS LIVRAI-NOS DE TODOS OS PERIGOS, 
Ó VIRGEM GLORIOSA E BENDITA!
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