CLEMENTE, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
A todos os que lerem, saúde, paz e bênção apostólica.
“Quando ainda estávamos com vocês, nós ordenamos isto: Se alguém não quiser trabalhar, também não coma. Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia. A tais pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e comam o seu próprio pão.” (cf. 2Tl 3, 10-12) É atentos ao exemplo desta passagem que voltamos os nossos olhos aos de mais irmãos que compõem os Sacramentos de Ordem. Há muito tempo que existe um ‘jogo’ de interesses e de poderios por parte de muitos clérigos que ingressam a nosso meio. Vale recordar, que o nosso único propósito é Evangelizar e não sustentar grandes luxúrias ou perdulários. No decorrer dos anos, foram muitos os clérigos que buscaram esta Sé para sustentar os seus cargos, buscar poder e, inclusive, fazer serviço de espionagem. O costume dos meus antecessores, de reintegrarem qualquer um como Cardeal ou Bispo, foi por vezes o motivo de revolta para aqueles que já estão há muito tempo lutando pelo seu merecimento, enquanto outros, chegam e sobem com 'passaporte grátis'. Para nós, a imagem do antigo sr. Cardeal Fernando Bórgia é motivo de escândalo e vergonha. Nos meus anteriores pontificados busquei sempre lutar contra os tipos de envolvimentos prazerosos, homossexuais, corrupção e de ‘complôs’ dentro da Santa Igreja e pelo que é fato, estas ações são o que mais detona a santidade salvífica da Igreja. Destarte, também vale recordar que meus antecessores sempre reabilitaram, inclusive cismáticos, com interesse em quantidade e não cumprindo com o o que realmente deve ser seguido.
E a mim enquanto Sucessor de São Pedro, aprouve-me o Espirito Santo, conceder a graça de assentar-me na Cátedra de Roma e do Mundo, de São Pedro e Vigário de Jesus Cristo, Nosso Senhor. Indigna-me a posição dos meus antecessores, referente à reintegração de clérigos, cujo o histórico é o menos apropriado para que tenham novamente dignidade de permanecer nos lugares dignos, e também do meu parecer, volto meus olhares à atual posição do eminentíssimo Fernando Bórgia que até agora compõe o Sacro Colégio Cardinalício. Diante dos nossos olhos, recordamos com amargura e tristeza, o Papado de Estêvão II, o antipapa, amantizado com a sra. Silvia Rizzi (Paulo Arns) como também envolvente no esquema de corrupção e, de vilipêndio ao Ministério Petrino. A luta exaustiva de todos nós, defensores da igreja naquela época contra os outros membros envolvidos em atos degradantes e sedentos, foi fruto para a mudança da Igreja e da valorização real do Ministério Petrino. O referido Cardeal sempre se interessou por poder, nunca se interessou pelo bem ou pela dignidade santa da Igreja. Além de satírico, envolveu-se em relacionamentos amorosos com clérigos, como Papa na época e como Bispo e era apoiante de Máfias.
O meu predecessor antipapa Filipe I, tomou a decisão de reintegrar Fernando Bórgia ao Colégio dos Cardeais, onde este senhor, indigno da púrpura Cardinalícia, atacou a imagem dos Romanos Pontífices e não demonstra comunhão com a Igreja, a falta de fraternidade e e comunhão com aquele que preside a Igreja — O Papa. Além disso, é ausente e não cumpre com o dever enquanto Cardeal Emérito.
Discernido até aqui e com a minha autoridade apostólica, respeitando o magistério e, em plena comunhão com a Igreja de Cristo, DECLARO e ORDENO a exoneração de Fernando Bórgia ao primeiro grau da Ordem, o Diaconato, incardinado à Diocese de Roma e permanecendo emérito. A partir deste momento, perde o seu posto no Colégio dos Cardeais e deixa a Sé Presbiteral que lhe era confiada.
Que Jesus e a Sua amada mãe Maria Santíssima, converta o seu coração e o leve ao caminho certo, salvífico, o faça reconhecer os seus erros e seja capacitado pela intercessão do Espírito Santo.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 06 de setembro do ano da encarnação de Jesus, filho de Deus de 2021, primeiro de meu Pontificado.
+ Clemente Pp. VIII
Pontífice Máximo