Livreto Celebrativo - Posse Canônica do Arcebispo de Aparecida

POSSE CANÔNICA DE 
SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA
DOM FILHEPS BARTI
ARCEBISPO METROPOLITANO DA 
ARQUIDIOCESE METROPOLITANA DE APARECIDA

SANTUÁRIO NACIONAL DE 
NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA
07 de setembro de 2021 | 17 horas

1. Em lugar adequado do presbitério, prepara-se uma sede digna para o Bispo a quem a Sé Apostólica houver confiado a missão da posse e entrega do pálio. Este preside à celebração até a imposição do pálio.

RECEPÇÃO DO ARCEBISPO

2. O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório de água benta com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

CANTO PARA A ASPERSÃO

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

TU ÉS SACERDOTE, SEMPRE E PARA SEMPRE,
SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEC!
HOJE SERVIDOR DA IGREJA!

MENSAGEIRO DA PAZ, DE HARMONIA E AMOR,
VEM AO NOSSO MEIO EM NOME DO SENHOR!

SERVO DO SENHOR ESTE É TEU LEMA 
FOSTE CONSAGRADO, HOJE ÉS ENVIADO
PARA CONDUZIR NOSSA IGREJA.

3. Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

Depois o Arcebispo dirige-se para a Cadeira e o Vigário Geral, fará a leitura da Bula de Nomeação.

No dia 07 de setembro de 2021, o Santo Padre Clemente, nomeou como Arcebispo de Aparecida o Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom Filheps Barti, que sucede Sua Eminência Reverendíssima Dom Enrico Mancini Montini. 

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restante ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

PROCESSIONAL DA ENTRADA

4. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

POVO DE REIS, ASSEMBLEIA SANTA, 
POVO SACERDOTAL, POVO DE DEUS, 
CANTA AO TEU SENHOR!

NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO BEM AMADO DO PAI,
NÓS TE LOUVAMOS, CIÊNCIA ETERNA E VERBO DE DEUS.

NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO DA VHIRGEM MARIA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO E NOSSO SALVADOR.

NÓS TE CANTAMOS, Ó LUZ QUE ALUMIA AS NOSSAS ALMAS,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRELA DA MANHÃ QUE ANUNCIA O DIA.

NÓS TE CANTAMOS, Ó NOSSO MEDIADOR PARA DEUS,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRADA DA VIDA, CAMINHO DO CÉU.

NÓS TE CANTAMOS, MESSIAS ESPERADO PELOS POBRES.
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO NOSSO REI E PRÍNCIPE DA PAZ.

5. Terminado o canto de entrada, o Bispo a quem foi confiada a missão de empossar e impor o pálio saúda o povo como de costume e em breves palavras explica o significado do que se vai efetuar. 

Dom Mauro Moretti: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, abrindo os braços, saúda-o com a fórmula a seguir:
Dom Mauro Moretti: A paz esteja convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

6. Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria, que exara a respectiva ata. A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.


CLEMENS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPERTUAM REI MEMORIAM

BULA DE NOMEAÇÃO DO ARCEBISPO DE APARECIDA

Ao estimado irmão Filheps Barti Montini e a todos que lerem, saúde, paz e benção apostólica.

No exercício do importantíssimo múnus de Supremo Pastor de todo o rebanho do Senhor, tendo em conta a renúncia de Dom Enrico e o vagar da cátedra Arquidiocesana, do mesmo modo hoje, voltamos nossos olhares ao rebanho instalado em Aparecida, necessitado de um novo pastor para prosseguir a guia-los e a leva-los a evangelização naquele circuncisão Eclesiástica. Honrando o compromisso do pastor que é cuidar das ovelhas (Jo 10, 11-16) achámos oportuno voltar nossos bons olhos a ti, dileto filho, tendo função de assumir de imediato a Arquidiocese, uma vez nomeado Arcebispo Coadjutor pelo meu venerável antecessor.

E tu, ornado de todos os dotes necessários e das devidas qualidades e perito das coisas sagradas, mostrando o grande carácter de pastor e que ama suas ovelhas és considerado idóneo para desempenhar tal função, segundo o parecer do Colégio dos Cardeais, com a nossa autoridade apostólica, NOMEAMOS-TE como Arcebispo Metropolitano de Aparecida com todos os direitos, faculdades e obrigações pertinentes.

Deverás no prazo de dez (10) dias tomar posse do Arcebispado na presença de todo o clero de Aparecida e da Nunciatura Apostólica Brasileira, ao fazê-lo, deverão ser imprimidas três copias comprovando-o, uma delas seja arquivadas na Cúria Arquidiocesana e ambas as duas; uma enviada para a Nunciatura Apostólica e outra para nós, para arquivarmos com devido cuidado. Dispomos que esta carta seja divulgada junto do clero e do povo desta mesma sede, cujos diletos filhos exortamos a que te acolham de bom grado e te prestem o devido respeito.
Por fim, Venerando Irmão, procede de forma que, unido em fraterna caridade ao solícito rebanho de Aparecida, ali possas dia após dia exercer o teu ministério utilizando ao máximo o bom fogo da caridade (cf. S. Ambrósio, in Ps 118,13,2: PL 15,1380), a qual possui a primazia entre as virtudes Cristãs. Que o Espirito Santo seja teu condutor e te ajude em teu pastoreio junto a este rebanho.

Dado em Roma, no Gabinete da Congregação para os Bispos no dia 07 de setembro do ano do Senhor de 2021, primeiro de meu Pontificado.

+ Clemens Pp. VIII
Pontífice Máximo

No fim, todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

ENTREGA DO BÁCULO E DA CÁTEDRA

7. Convém que o Bispo que iniciou a celebração diga algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Arcebispo, e o entrega sua cátedra.

IMPOSIÇÃO DO PÁLIO PASTORAL

8. Após a entrega do báculo e da cátedra, o eleito dirige-se ao Bispo incumbido da missão da impor o pálio e, de joelhos diante dele, que está sentado e de mitra, recebe o pálio pastoral. 

Dom Mauro Moretti: Para a glória do Deus todo-poderoso e o louvor da bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos santos apóstolos Pedro e Paulo, em nome do Romano Pontífice, o Papa Clemente, e da Santa Igreja Romana, nós te entregamos o pálio, que esteve guardado junto ao túmulo de São Pedro. Ele te é entregue para ornamento da Sé episcopal de Aparecida a ti confiada, em sinal do poder de metropolita, para que o uses nos limites de tua província eclesiástica. Que este pálio sirva para ti como símbolo de unidade e convite à fortaleza, para que, no dia da vinda e da revelação do grande Deus e príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possas receber, com as ovelhas a ti confiadas, a estola da imortalidade e da glória eterna. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

9. Em seguida, o cabido e o clero arquidiocesano, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. Enquanto isso, canta-se.

CANTO

SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI,
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI.

MAUS PASTORES NUM DIA DE SOMBRA
NÃO CUIDARAM E O REBANHO SE PERDEU.
VOU SAIR PELOS CAMPOS, REUNIR O QUE É MEU,
CONDUZIR E SALVAR.

VERDES PRADOS E BELAS MONTANHAS,
HÃO DE VER O PASTOR REBANHO ATRÁS.
JUNTO A MIM AS OVELHAS TERÃO MUITA PAZ,
PODERÃO DESCANSAR.

HINO DE LOUVOR

9. Depois, omitidos o ato penitencial, o Bispo depõe a mitra, levanta-se, e canta-se: Glória a Deus nas alturas, seguindo as rubricas.

Pres.: GLORIA IN EXCELSIS DEO.

CANTO

GLORIA IN EXCELSIS DEO,
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS,
BONAE VOLUNTATIS, BONAE VOLUNTATIS.

NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 
SENHOR DEUS REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO,
SENHOR, FILHO UNIGÊNITO, JESUS CRISTO.

SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

SÓ VÓS SOIS O SANTO,
SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
A-A-AMÉM!

ORAÇÃO DO DIA

10. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: OREMOS.
    E todos oram em silêncio, por algum tempo.
    Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, pai de bondade, que nos redimistes e adotastes como filhos e filhas, concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(Cl 2,6-15)

Deus vos trouxe para a vida, junto com Cristo,
e a todos nós perdoou os pecados.

11. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses.

Irmãos, assim como aceitastes a Cristo Jesus como Senhor, assim continuai a guiar-vos por ele: enraizados nele e edificados sobre ele, apoiados na fé que vos foi ensinada, dando-lhe muitas ações de graças. Estai alerta, para que ninguém vos enrede com sua filosofia e com doutrina falsa, baseando-se em tradição humana e remontando às forças elementares do mundo, sem se fundamentar em Cristo. Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Dele também vós estais repletos, pois ele é a Cabeça de todas as forças e de todos os poderes. Nele, vós também recebestes uma circuncisão, não feita por mão humana, mas uma circuncisão que é de Cristo, pela qual renunciais ao corpo perecível. Com Cristo fostes sepultados no batismo; com ele também fostes ressuscitados por meio da fé no poder de Deus, que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. Ora, vós estáveis mortos por causa dos vossos pecados, e vossos corpos não tinham recebido a circuncisão, até que Deus vos trouxe para a vida, junto com Cristo, e a todos nós perdoou os pecados. Existia contra nós uma conta a ser paga, mas ele a cancelou, apesar das obrigações legais, e a eliminou, pregando-a na cruz; Ele despojou as autoridades e os poderes sobre-humanos e os expôs publicamente em espetáculo, levando-os em cortejo triunfal.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 144)

12. O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

– O SENHOR É MUITO BOM PARA COM TODOS.
Ass.: O SENHOR É MUITO BOM PARA COM TODOS.

– Ó MEU DEUS, QUERO EXALTAR-VOS, 
Ó MEU REI, E BENDIZER O VOSSO NOME PELOS SÉCULOS. 
TODOS OS DIAS HAVEREI DE BENDIZER-VOS, 
HEI DE LOUVAR O VOSSO NOME PARA SEMPRE.

– MISERICÓRDIA E PIEDADE É O SENHOR, 
ELE É AMOR, É PACIÊNCIA, É COMPAIXÃO. 
O SENHOR É MUITO BOM PARA COM TODOS, 
SUA TERNURA ABRAÇA TODA CRIATURA.

– QUE VOSSAS OBRAS, Ó SENHOR, VOS GLORIFIQUEM, 
E OS VOSSOS SANTOS COM LOUVORES VOS BENDIGAM! 
NARREM A GLÓRIA E O ESPLENDOR DO VOSSO REINO 
E SAIBAM PROCLAMAR VOSSO PODER!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto apropriado.

CANTO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
EU VOS ESCOLHI A FIM DE QUE DEIS, 
NO MEIO DO MUNDO, UM FRUTO QUE DURE.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

14. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác.: Amém.

EVANGELHO
(Lc 6,12-19)

Passou a noite toda em oração.
Escolheu doze dentre os discípulos,
aos quais deu o nome de apóstolos.

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Sac.: Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e ser curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos.

Diác ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

16. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

CANTO DE OFERTÓRIO

PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR,
FELIZ É O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO.
TEMEI O SENHOR, SEUS SANTOS, TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM.

BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO TEMPO;
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA.
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR,
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM.

CELEBRAI AO SENHOR DEUS COMIGO,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME.
PROCUREI O SENHOR ELE ME OUVIU,
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU.

CONTEMPLAI A SUA FACE ALEGRAI-VOS,
VOSSOS ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA.
O SENHOR ESCUTA O POBRE,
ELE O LIBERTA DE TODA ANGÚSTIA.

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
Pres.: Ó Deus, fonte da paz e da verdadeira piedade, concedei-nos por esta oferenda render-vos a devida homenagem, e fazei que nossa participação na Eucaristia reforce entre nós os laços da amizade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO COMUM I

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

    Erguendo os braços, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

    O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

    O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes que ele fosse o fundamento de todas as coisas e a todos destes participar de sua plenitude. Sendo verdadeiro Deus, despojou-se de sua glória. E, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro. Elevado acima de toda criatura, tornou-se fonte da salvação para todos os que fazem a sua vontade. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR,
EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

28. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
    O povo aclama:
Ass.: Santificai e reuni o vosso povo!

29. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
    O povo aclama:
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

30. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

31. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

32. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé!
    O povo aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

33. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
    O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.

Pres.: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
    O povo aclama:
Ass.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
    O povo aclama:
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Clemente, o nosso bispo Filheps, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
    O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
    O povo aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
    une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
    O povo aclama:
Ass.: A todos saciai com vossa glória!

3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

34. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
    O povo aclama:
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

35. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

35. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
    O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

36. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
    O povo responde:
Ass.: Amém.

37. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
    O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

38. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

39. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

40. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

41. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

42. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Corpo de Cristo.
    Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Sangue de Cristo.

43. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
    O que vai comungar responde:
Amém.
    O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

44. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

45. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO DE COMUNHÃO

ALMA DE CRISTO, SANTIFICAI-ME
CORPO DE CRISTO, SALVAI-ME
SANGUE DE CRISTO, INEBRIAI-ME.
ÁGUA DO LADO DE CRISTO, LAVAI-ME.

PAIXÃO DE CRISTO, CONFORTAI-ME.
Ó BOM JESUS, OUVI-ME.
DENTRO DE VOSSAS CHAGAS, ESCONDEI-ME, ESCONDEI-ME.

NÃO PERMITAIS QUE ME SEPARE DE VÓS.
DO ESPÍRITO MALIGNO DEFENDEI-ME.
NA HORA DA MORTE, CHAMAI-ME, CHAMAI-ME.

E MANDAI-ME IR PARA VÓS.
PARA QUE COM VOSSOS SANTOS VOS LOUVE.
POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS. 
AMÉM, A-A-A-AMÉM.

46. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

47. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

48. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Ó Deus, que nutris e fortificais vossos fiéis com o alimento da vossa palavra e do vosso pão, concedei-nos, por estes dons do vosso Filho, viver com ele para sempre. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

LEITURA DA ATA DA POSSE

49. Após a oração pós-comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a ata de posse.

Aos sete dias do mês de setembro do ano de dois mil e vinte e um, às dezessete horas, no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Sé Arquidiocesana, na presença de sua Eminência Reverendíssima, Dom Mauro Baroni Moretti, dos demais senhores bispos presentes, ainda dos sacerdotes, religiosos e fiéis, tomou posse como Arcebispo Metropolitano de Aparecida o Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Filheps Barti. 
No início da celebração, após a entrada solene e apresentação do novo bispo, foi pedido que se desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom Filheps Barti como arcebispo de Aparecida. Em seguida, deu-se início à celebração Eucarística, onde Dom Mauro Baroni Moretti lhe entregou o báculo pastoral e a cátedra. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, testemunha de tal posse, bem como por Dom Mauro Baroni Moretti e Dom Filheps Barti, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

Aparecida, Mitra Arquidiocesana, aos vinte e cinco dias de agosto do ano dois mil e vinte-um, sob o selo das nossas armas.

Os delegados a assinar a Ata de Posse se dirigem ao local preparado e a assinam.

CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA

50. Neste momento, o Arcebispo reza a Consagração à Imagem de Nossa Senhora de Aparecida.
Pres.: Ó Maria Santíssima, pelos méritos de nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil. Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheios do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte. Abençoai-me, o celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja! 
Ass.: Amém.

CANTO

DAI-NOS A BÊNÇÃO, 
Ó MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA.

BÊNÇÃO FINAL

51. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Seja bendito o nome do Senhor.
Ass.: Agora e para sempre.

Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.

Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo. +
Ass.: Amém.

52. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác.: Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

53. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO FINAL

VIRGEM MÃE APARECIDA
ESTENDEI O VOSSO OLHAR
SOBRE O CHÃO DE NOSSA VIDA
SOBRE NÓS E O NOSSO LAR

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS

PEREGRINOS LONGES TERRAS
CAMINHAMOS ATRAVÉS
DE ALTOS MONTES DE ALTAS SERRAS
PARA VOS BEIJAR OS PÉS

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS

ESTENDEI OS VOSSOS BRAÇOS
QUE TRAZEIS NO PEITO, EM CRUZ
PARA NOS GUIAR OS PASSOS
PARA O REINO DE JESUS

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS.
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