Carta Pastoral da Doutrina para a Fé aos clérigos e leigos,



MÁRIO SEBASTIÃO CARDEAL SCHERER
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
EM COMUNHÃO COM O ROMANO PONTIFÍCE PIO VIII
CARDEAL DA SANTA IGREJA DE ROMA E
PREFEITO DA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ.

Caríssimos irmãos e irmãs que esta minhas letras lerem, sejam concedidas todas as graças e bençãos do Céu por parte de Deus, nosso amado Pai.

No passar dos últimos dias, estivemos atentos à propagação escandalosa dos acontecimentos em uma comunidade que se diz Católica, que têm atacando, severamente, a figura do nosso apostolado virtual presente no Habblet ─ primeiro nos Hotéis Piratas ─. Os supracitados irmãos têm ultrajado vergonhosamente da Fé das pessoas, proferindo blasfêmias ao nome de Jesus Cristo e de Sua Mãe, Maria Santíssima. “...E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço.¹

A Congregação para a Doutrina da Fé, cumprindo com o seu compromisso, dirige esta carta pastoral a todos os clérigos e leigos vinculados em comunhão com esta Sé, em comunhão com o Sumo Pontífice Pio VIII. Ultimamente, muitos daqueles que se diziam estar ao lado desta Sé, incorreram a cisma, junto aos blasfemadores, para prestar apoio à verdadeira oposição da Igreja, ao cisma, à divisão e aos demoníacos. Quando se blasfémia de algo sagrado, especialmente contra o Espírito Santo, é pecado que não é perdoável². Em um episódio decorrente, com a prova de imagens, os cismáticos escarnecem de Nossa Senhora chamando-a de ''negra, favelada e parideira'' e de Jesus Cristo de ''favelado, maconheiro''. 

A Congregação para a Doutrina da Fé, repudia todas estas blasfêmias e encoraja aos irmãos do cisma à reconhecerem o erro e a retornarem em comunhão com a real e primitiva Igreja Católica Apostólica Romana dos Hotéis Piratas, liderada pelo Sumo Pontífice Pio VIII.

O que indicamos aos clérigos e leigos, é o que se segue:
1) A cessação de contactos com os cismáticos e quando feitos, seja para um diálogo de conversão.
2) O afastamento da presença destes, além de excomungados, são apóstatas e deturpadores da Fé, vieram para dispersar.
3) Convite à oração pela conversão e unidade dos Cristãos separados da Igreja.

Diante da libertinagem promovida pelos cismáticos, que faz os afastados entrar em apostasia, levados pelos lobos ferozes, só resta as nossas orações e pedir a gloriosa intercessão do príncipe dos Arcanjos, São Miguel, para combater por nós e pela Igreja de Cristo contra as portas do inferno. Convidamos aos irmãos apartados a olhar com bons olhos para a Igreja e a estar atentos às enganações dos cismáticos; por fora, figuram-se como Santos e bondosos, mas por dentro são como sepulcros caiados, cheios de podridão.

Estende-se a todos os Católicos, o principal desafio de dedicar uma Novena de Oração pela conversão dos pobres pecadores e para o fim das artimanhas diabólicas produzidas pelos falsos pastores. O Gabinete encontrar-se-á aberto para acolher denúncias e repudiar tais atos, pois, os atos promovidos pelos separados, são de pessoas a favor da maçonaria, do diabo e muitos deles são da religião umbanda na realidade; são eles convidados a uma profunda conversão e a reconhecer o Cristo como Senhor, único Salvador e único Juiz supremo de toda a História.

Aparecida, Gabinete Episcopal, 30 de novembro do A.D. de 2021, primeiro do nosso Pontificado.

+ Mário Card. Scherer
Prefeito

¹. S. Marcos 9, 42-43;
². S. Marcos 3, 28-30;
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