Semanário Litúrgico | 2° Domingo do Advento


 SEMANÁRIO LITÚRGICO
2° DOMINGO DO ADVENTO

ANO C
05.12.21
Cor Litúrgica: Roxo

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

A JUSTIÇA DE DEUS VEM EM NÓS TER MORADA
E O CANSAÇO DOS FARDOS O CORPO SUPERA
EIS QUE ESTAMOS NO TEMPO DA PAZ ANUNCIADA
QUE TRANSFORMA ESTA VIDA EM ALEGRE ESPERA.

MARANATHÁ! VEM, SENHOR JESUS! 
VEM, SENHOR!
VEM, SENHOR JESUS!
VEM, SENHOR!

SOBRE OS MONTES SE AVISTA DE LONGE O SENHOR
QUE VEM VINDO TRAZENDO A ESPERANÇA DE NOVO.
ELE É SOL DA JUSTIÇA QUE TRAZ O CALOR
E NOS DÁ NOVO ALENTO E LEVANTA O SEU POVO.

EIS QUE OUVIMOS OS GRITOS DA TERRA EM DOR
OS CLAMORES QUE PEDEM TOTAL REDENÇÃO.
NOSSA VOZ SOBRE AO TRONO DO DEUS REDENTOR:
"VEM SALVAR O TEU POVO! OH VEM, SALVAÇÃO!"

NOSSAS VIDAS REUNIDAS AQUI VIGILANTES
AGUARDAMOS A VINDA DO DEUS DA HISTÓRIA.
DENTRO EM NÓS SE CONCENTRA UM CLAMOR SUPLICANTE:
"ABRE, Ó CÉU, TEUS PORTÕES, CHOVA O DEUS DA VITÓRIA!

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o cântico de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Senhor que encaminha nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ACENDIMENTO DA SEGUNDA VELA DA COROA

O presidente se dirige para junto da coroa do Advento.

O leitor ou o sacerdote introduz, brevemente, o acendimento da 2° vela dizendo:
Leitor ou Pres: A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá.  Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
 
O sacerdote reza:
Pres: Ramo do tronco de Jessé, enxerta-nos no teu espírito. Senhor da Justiça e da paz, tem compaixão dos fracos e dos pobres, e defende a vida dos oprimidos. Deus da paciência e da consolação, dá-nos esperança e ensina-nos a acolher os outros e a perdoar. Deus dos profetas e do batismo, batiza-nos no Espírito Santo e no fogo, e conduz-nos pelo caminho reto da conversão e das boas obras.
Ass: Amém.

Já estando a vela acesa, o sacerdote ou o leitor acende a segunda vela. Enquanto o faz, pode-se cantar:

OUTRA VELA, NA COROA, ACENDEMOS,
PENITENTES NOS CAMINHOS DO SENHOR.
CONSOLANDO OS AFLITOS, BUSQUEMOS.
NOVOS CÉUS E NOVA TERRA, COM ARDOR!

MEUS IRMÃOS, PENITÊNCIA E ORAÇÃO !
ARRUMEMOS NOSSA CASA COM ALEGRIA !
LOGO A ELA, O SENHOR VAI CHEGAR,
PELO VENTRE IMACULADO DE MARIA !

ATO PENITENCIAL

Segue-se para o ato penitencial, o sacerdote convida os fiéis a penitência.
Pres: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós pecadores.
O povo permanece em silêncio por um momento em silêncio:
O sacerdote, diz:
Pres: Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, que continuamente nos visitais com a força do vosso Espírito, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, que vireis um dia para julgar nossas obras, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

Ou para cantar.
CANTO

SENHOR, FILHO DE DEUS, QUE NASCENDO DA VIRGEM MARIA, VOS FIZESTES NOSSO IRMÃO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
KYRIE ELEISON!
KYRIE ELEISON!

CRISTO, FILHO DO HOMEM, QUE CONHECEIS E COMPREENDEIS NOSSA FRAQUEZA,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CHRISTE ELEISON!
CHRISTE ELEISON!

SENHOR, FILHO PRIMOGÊNITO DO PAI, QUE FAZEIS DE NÓS UMA SÓ FAMÍLIA,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
KYRIE ELEISON!
KYRIE ELEISON!

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino de louvor, de braços abertos diz:
Pres: Oremos
E todos oram em silêncio durante alguns momentos:
Depois, o sacerdote, de braços abertos, reza:
Pres: Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao concluir o povo responde:
Ass: Amém

LITURGIA DA PALAVRA

Nos dias de semana há somente uma leitura e o salmo, nos domingos e Solenidades há duas leituras e um salmo.
PRIMEIRA LEITURA

7. Em seguida, o leitor dirige-se ao ambão e lê a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Baruc.
Despe, ó Jerusalém, a veste de luto e de aflição, e reveste, para sempre, os adornos da glória vinda de Deus. Cobre-te com o manto da justiça que vem de Deus e põe na cabeça o diadema da glória do Eterno. Deus mostrará teu esplendor, ó Jerusalém, a todos os que estão debaixo do céu. Receberás de Deus este nome para sempre: “Paz-da-justiça e glória-da-piedade”. Levanta-te, Jerusalém, põe-te no alto e olha para o Oriente! Vê teus filhos reunidos pela voz do Santo, desde o poente até o levante, jubilosos por Deus ter-se lembrado deles. Saíram de ti, caminhando a pé, levados pelos inimigos. Deus os devolve a ti, conduzidos com honras, como príncipes reais. Deus ordenou que se abaixassem todos os altos montes e as colinas eternas, e se enchessem os vales, para aplainar a terra, a fim de que Israel caminhe com segurança, sob a glória de Deus. As florestas e todas as árvores odoríferas darão sombra a Israel, por ordem de Deus. Sim, Deus guiará Israel, com alegria, à luz de sua glória, manifestando a misericórdia e a justiça que dele procedem.
Ao término da leitura, o leitor diz: 
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO

8. O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde o estribilho.
S.:  MARAVILHAS FEZ CONOSCO O SENHOR, EXULTEMOS DE ALEGRIA!
Ass:  MARAVILHAS FEZ CONOSCO O SENHOR, EXULTEMOS DE ALEGRIA!

S.: QUANDO O SENHOR RECONDUZIU NOSSOS CATIVOS, 
PARECÍAMOS SONHAR; ENCHEU-SE DE SORRISO NOSSA BOCA, 
NOSSOS LÁBIOS, DE CANÇÕES. 

S.: ENTRE OS GENTIOS SE DIZIA: “MARAVILHAS FEZ COM ELES O SENHOR!” 
SIM, MARAVILHAS FEZ CONOSCO O SENHOR, 
EXULTEMOS DE ALEGRIA! 

S.: MUDAI A NOSSA SORTE, Ó SENHOR, 
COMO TORRENTES NO DESERTO. 
OS QUE LANÇAM AS SEMENTES ENTRE LÁGRIMAS, 
CEIFARÃO COM ALEGRIA. 

S.: CHORANDO DE TRISTEZA SAIRÃO, ESPALHANDO SUAS SEMENTES; 
CANTANDO DE ALEGRIA VOLTARÃO,
CARREGANDO OS SEUS FEIXES! 

SEGUNDA LEITURA

9. Se houver a segunda leitura antes do Evangelho, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
Irmãos: Sempre em todas as minhas orações rezo por vós, com alegria, por causa da vossa comunhão conosco na divulgação do Evangelho, desde o primeiro dia até agora. Tenho a certeza de que aquele que começou em vós uma boa obra há de levá-la à perfeição até ao dia de Cristo Jesus. Deus é testemunha de que tenho saudade de todos vós, com a ternura de Cristo Jesus. E isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça sempre mais, em todo o conhecimento e experiência, para discernirdes o que é o melhor. E assim ficareis puros e sem defeito para o dia de Cristo, cheios do fruto da justiça que nos vem por Jesus Cristo, para a glória e o louvor de Deus.
No fim da leitura, o leitor diz: 
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto. 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

VOZ QUE CLAMA NO DESERTO: 
"PREPARAI-LHE UM CAMINHO, 
UMA ESTRADA AO SENHOR!"

11. Entretanto, o sacerdote, se se usa o incenso, coloca incenso no turíbulo. Em seguida, se tiver diácono ele deverá proclamar o evangelho, inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo: 
Diác: Me conceda a vossa bênção.
O sacerdote, em voz baixa, diz:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde: 
Diác: Amém

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, diz em silêncio:
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho. 

EVANGELHO

12. A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos ministros que podem levar o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco. 
O povo responde: 
Ass: Ele está no meio de nós. 
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz: 
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas. 
Ass: Glória a vós, Senhor. 
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho. 
Diác ou Sac: No décimo quinto ano do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes administrava a Galileia, seu irmão Filipe, as regiões da Ituréia e Traconítide, e Lisânias a Abilene; quando Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, foi então que a palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto. E ele percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no Livro das palavras do profeta Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. E todas as pessoas verão a salvação de Deus’”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz: 
Diác ou Sac: Palavra da Salvação. 
O povo aclama: 
Ass: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

14. Depois, segue-se a homilia que deve ser feita todos os domingos e festas de preceito, e é recomendada nos outros dias.

PROFISSÃO DA FÉ

15. Na conclusão da Homilia, faz-se conforme as rubricas, a Profissão da Fé.
Pres: Professemos a Nossa fé
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

PRECE DOS FIÉIS

Pres:  Peçamos ao Senhor que a voz de João Batista desperte em nós o desejo de percorrer, com alegria, os caminhos de conversão e vida em Cristo, dizendo, com humildade:
Ass: Vinde Senhor, e salvai-nos!

Leitor: Pelo Papa Pio, pelos bispos, presbíteros e diáconos, e por aqueles que nos desertos deste mundo continuam a anunciar a vinda do Senhor, oremos.

Leitor: Pelos povos que não conhecem o Evangelho, pelos homens e mulheres que lhe são fiéis e pelos pobres, oprimidos e despojados, oremos.

Leitor:  Pelos que reconhecem em Jesus o seu caminho, e por todos os que pedem ao Senhor que abata os montes, alteie os vales e aplane a terra, oremos.

Leitor:  Pelos homens e mulheres sem lar nem pão e por aqueles que, em qualquer parte do mundo, são deportados, violentados ou suprimidos, oremos.

Leitor:  Por todos os membros da nossa igreja, pelos que andam frios na fé, preocupados ou vacilantes e pelos que cantam as maravilhas do Senhor, oremos.

Pres:  Senhor, nosso Deus, que começastes em nós a boa obra da conversão aos valores do Evangelho, dai-nos a força e a coragem de a prosseguirmos até ao fim, com alegria. Por Cristo Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Amém

OFERTÓRIO

16. Inicia-se o canto do ofertório. O diácono colocam no altar o corporal, o pão e o vinho para serem oferecidos.

CANTO DO OFERTÓRIO

AS NOSSAS MÃOS SE ABREM,
MESMO NA LUTA E NA DOR,
E TRAZEM PÃO E VINHO, 
PARA ESPERAR O SENHOR.

DEUS AMA OS POBRES 
E SE FEZ POBRE TAMBÉM. 
DESCEU À TERRA
E FEZ POUSADA EM BELÉM.

AS NOSSAS MÃOS SE ELEVAM, 
PARA, NUM GESTO DE AMOR, 
RETRIBUIR A VIDA, 
QUE VEM DAS MÃOS DO SENHOR.

AS NOSSAS MÃOS SE ENCONTRAM
NA MAIS FRATERNA UNIÃO.
FAÇAMOS DESTE MUNDO
A GRANDE "CASA DO PÃO"!

AS NOSSAS MÃOS SOFRIDAS 
NEM SEMPRE TÊM O QUE DAR,
MAS VALE A PRÓPRIA VIDA
DE QUEM PROSSEGUE A LUTAR.

17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para ocorrer às necessidades da Igreja e dos pobres.

18. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

19. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

21. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

22. Depois, se oportuno, incensa as oblatas e o altar. A seguir, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

23. Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

24. Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde: 
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

25. Em seguida, de braços abertos, o sacerdote reza;
Pres: Acolhei, ó Deus, com bondade nossas humildes preces e oferendas, e, como não podemos invocar os nossos méritos, venha em nosso socorro a vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO DO ADVENTO I-A

Ao iniciar a Oração Eucarística, o celebrante Abrindo os braços diz: 
Pres: O Senhor esteja convosco. 
Ass: Ele está no meio de nós. 
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Pres: Corações ao alto. 
Ass: O nosso coração está em Deus. 
De braços abertos, o sacerdote acrescenta: 
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 
Ass: É nosso dever e nossa salvação. 
O sacerdote, prossegue o prefácio de braços abertos.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação louvar-vos e bendizer-vos, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, princípio e fim de todas as coisas. Vós preferistes ocultar o dia e a hora em que Cristo, vosso Filho, Senhor e Juiz da História, aparecerá nas nuvens do céu, revestido de poder e majestade. Naquele tremendo e glorioso dia, passará o mundo presente e surgirá novo céu e nova terra. Agora e em todos os tempos, ele vem ao nosso encontro, presente em cada pessoa humana, para que o acolhamos na fé e o testemunhemos na caridade, enquanto esperamos a feliz realização de seu reino. Por isso, certos de sua vinda gloriosa, unidos aos anjos, vossos mensageiros, vos louvamos, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta junto com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Ou para cantar.

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!

BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!

HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA VI-A

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
Ass: O vosso Filho permaneça entre nós!

O sacerdote uneas mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Mandai o vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na véspera de sua paixão, durante a última ceia, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida diz:

Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

1C: Renovai, Senhor, à luz do evangelho, a vossa Igreja. Fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis leigos e os pastores do vosso povo, em comunhão com o nosso papa Pio e o nosso bispo N. e os bispos do mundo inteiro, para que o vosso povo, neste mundo dilacerado por discórdias, brilhe como sinal profético de unidade e de paz.
Ass: Confirmai na caridade o vosso povo!

2C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada virgem Maria, com os apóstolos e mártires (com S. N.: santo do dia ou padroeiro) e todos os santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass:
 
O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Ou para cantar.

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE 
DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ! 
SENHOR, A VOSSA PAZ!

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Provai e vede como o Senhor é bom, feliz de quem nele encontra o seu refugio.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO DE COMUNHÃO

PREPARAI OS CAMINHOS DO SENHOR,
POIS O REINO DE DEUS ESTÁ CHEGANDO.
POIS O REINO DE DEUS ESTÁ CHEGANDO.

Ó PASTOR DE ISRAEL, PRESTAI OUVIDOS,
VÓS QUE A JOSÉ APASCENTAIS QUAL UM REBANHO!
VÓS QUE SOBRE OS QUERUBINS VOS ASSENTAIS,
APARECEI CHEIO DE GLÓRIA E ESPLENDOR!

DESPERTAI VOSSO PODER, Ó NOSSO DEUS,
E VINDE LOGO NOS TRAZER A SALVAÇÃO!
CONVERTEI-NOS, Ó SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
SE VOLTARDES PARA NÓS, SEREMOS SALVOS!

VOLTAI-VOS PARA NÓS, DEUS DO UNIVERSO,
OLHAI DOS ALTOS CÉUS E OBSERVAI!
VISITAI A VOSSA VINHA E PROTEGEI-A!
SE VOLTARDES PARA NÓS, SEREMOS SALVOS!

POUSAI A MÃO POR SOBRE O VOSSO PROTEGIDO,
O FILHO DO HOMEM QUE ESCOLHESTES PARA VÓS!
E NUNCA MAIS VOS DEIXAREMOS, SENHOR DEUS!
DAI-NOS VIDA, E LOUVAREMOS VOSSO NOME!

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Alimentados pelo pão espiritual, nós vos suplicamos, ó Deus, que, pela participação nesta Eucaristia, nos ensineis a julgar com sabedoria os valores terrenos e colocar nossas esperanças nos bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

BENÇÃO FINAL

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

CANTO FINAL

QUANDO SENTIMOS TUA PRESENÇA EM NOSSA VIDA,
O CORAÇÃO FICA REPLETO DE AMOR.
FICA REPLETO DE ALEGRIA, POIS TU ÉS NOSSA MARIA,
NOSSA MÃE E MÃE DO NOSSO SALVADOR.
FICA REPLETO DE ALEGRIA, POIS TU ÉS NOSSA MARIA,
NOSSA MÃE E MÃE DO NOSSO SALVADOR.

MÃE DE CORAGEM,
MÃE DO "SIM", MÃE DA TERNURA,
MÃE INTERCESSORA
DE TODOS NÓS JUNTO A JESUS.
MÃE GENEROSA,
DÁ-NOS TUA PAZ, TUA BÊNÇÃO! AMÉM!
ROGA, POR TODOS NÓS,
MÃE DO CÉU, MÃE DA TERRA TAMBÉM.

MÃE DO AMOR,
MÃE DA FÉ, ILUMINA A NOSSA VIDA.
MÃE DA ESPERANÇA,
Ó DOCE SEMPRE VIRGEM MARIA.
MÃE DE BONDADE,
TU ÉS AMOR, MISERICÓRDIA.
 AMPARA-NOS, MÃE DE JESUS,
ABENÇOA-NOS, NOSSA SENHORA.
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