LEO, PP. IV
SERVUS SERVORUM DEI
A todos os que estas minhas letras lerem, saúde, paz e bênção apostólica.
Caríssimos irmãos; desde há algum tempo a igreja tem vindo a perseguir os nossos irmãos de outra comunidade. Depois de muito refletir, cheguei à conclusão que a perseguição não leva a lugar algum. Cristo é o Senhor do amor e a Igreja deve seguir o exemplo do Seu fundador.
Percebo que no decorrer dos tempos, acabei ferindo algumas pessoas com as minhas atitudes, tanto no passado, como talvez, no presente. A fim de findar com a discórdia e com as discussões, venho na minha condição de Bispo de Roma e Pastor da Igreja Universal estender o meu pedido perdão à todos os irmãos que eu tenha, de certa forma, perseguido, magoado e de certa forma, ofendido ou provocado.
Reestabeleço a minha vontade da unidade e da fraternidade, querendo dissipar todo o tipo de ódio e num diálogo fraterno, reestruturar as pontes. Reitero minha vontade de amizade e minha comunhão fraterna. Dirijo a minha carta ao Papa Clemente e os seus irmãos de caminhada; que a Paz do Cristo possa reinar com abundância nos nossos corações e nos conduzir à verdadeira concórdia.
Reestabeleço a minha vontade da unidade e da fraternidade, querendo dissipar todo o tipo de ódio e num diálogo fraterno, reestruturar as pontes. Reitero minha vontade de amizade e minha comunhão fraterna. Dirijo a minha carta ao Papa Clemente e os seus irmãos de caminhada; que a Paz do Cristo possa reinar com abundância nos nossos corações e nos conduzir à verdadeira concórdia.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 22 de fevereiro do Ano do Senhor de 2022, primeiro do meu Pontificado.
+ Leo, Pp. IV
Servus Servorum Dei