Semanário Litúrgico - Festa da Cátedra de São Pedro

Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
Subsídios Litúrgicos

Semanário Litúrgico
Festa da Cátedra de São Pedro

A festa da Cadeira de S. Pedro, colocada no dia 22 de Fevereiro por um martirológio muito antigo, é uma boa oportunidade para fazermos memória viva e atualizante do primeiro dos Apóstolos, Simão Pedro. Nascido em Cafarnaum, exercia a sua profissão de pescador quando se encontrou com Jesus de Nazaré. Deixou o trabalho, a casa e a família para seguir o Senhor. Os evangelhos deixam-nos entrever a sua personalidade simples, espontânea e simpática. Jesus escolheu-o como primeiro no grupo dos Doze. Com a festa que hoje celebramos, apoiando-nos no símbolo da cadeira, realçamos a missão de mestre e de pastor conferida a Pedro por Cristo. O Senhor fez assentar sobre ele, como sobre uma pedra, todo o edifício da Igreja.

Entrada

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

(Lc 22,32)
Antífona de Entrada: O Senhor disse a Simão Pedro: Roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. E tu, por tua vez, confirma os teus irmãos.

Canto de Entrada
Hino de São Pedro e São Paulo - Ir. Miria Kolling

1. HOJE E SEMPRE DA IGREJA PILARES,
NO ALICERCE DO CRISTO SENHOR,
LÁ NO CÉU, COMO DOIS LUMINARES,
A BRILHAR NO CELESTE ESPLENDOR!

FELIZ SÃO PEDRO, DO CÉU PORTEIRO,
NA CRUZ INVERSO, SEM SERES RÉU,
E TU, SÃO PAULO, DOUTOR DAS GENTES,
NA DOR DA ESPADA GANHASTE O CÉU!
AGORA, POIS, ROGAI POR NÓS!
ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS!


2. SOIS DE DEUS OLIVEIRAS FRONDOSAS,
CANDELABROS DE INTENSO FULGOR,
SEMPRE DUAS COROAS DE ROSAS,
DANDO A ROMA PERFUMES DE AMOR!

3. DIFERENTES, ASSIM, NO PASSADO,
MAS, DEPOIS, PARECIDOS NA LUZ,
UM NA FÉ, TÃO FELIZ, DO CAJADO,
OUTRO EM PURA PAIXÃO PELA CRUZ!

4. SE NA TERRA ESTIVESTES UNIDOS,
MAIS UNIDOS DO CÉU HOJE ESTAIS,
NO MISTÉRIO DO AMOR REDIMIDOS,
SEMPRE AGORA COM CRISTO REINAIS!

Saudação

Terminado o cântico de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
V.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
T.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
V.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
O povo responde:
T.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Ato Penitencial

Segue-se para o ato penitencial, o sacerdote convida os fiéis a penitência.
V.: O Senhor disse: "Quem dentre de vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio o sacerdote, diz:
V.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
T.: Senhor, tende piedade de nós.

V.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
T.: Cristo, tende piedade de nós.

V.: Senhor, que intercedeis phor nós junto do Pai, tende piedade de nós.
T.: Senhor, tende piedade de nós.

4. Estendendo as mãos sobre o povo, segue-se para a absolvição:
V.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T.: Amém.

Hino de Louvor

5. Quando prescrito na Liturgia, cante-se ou recite-se o Hino de Louvor.

a) Recitado:
T.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

b) Cantado:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.


1. SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JE - SUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

Oração do Dia

6. Terminado o hino de louvor, de braços abertos diz:
V.: Oremos
E todos oram em silêncio durante alguns momentos:
Depois, o sacerdote, de braços abertos, reza conforme abaixo em Oração da Coleta:
V.: Concedei, ó Deus todo-poderoso, que nada nos possa abalar, pois edificastes a vossa Igreja sobre aquela pedra que foi a profissão de fé do apóstolo Pedro. Phor Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao concluir, o povo responde:
T.: Amém

Na Missa diz-se sempre uma só oração coleta, exceto em outros ritos aprovados pela igreja que a liturgia determinar.

Primeira Leitura
1Pd 5, 1-4

7. Em seguida, o leitor dirige-se ao ambão e lê a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da Primeira Carta de São Pedro

Caríssimos, exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória.

Ao término da leitura, o leitor diz: 
L.: Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
T.: Graças a Deus.

Responsório
Sl 22

8. O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde o estribilho.

O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes, ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças.

— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!

— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.

— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.

Segunda Leitura

9. Se houver a segunda leitura antes do Evangelho, o leitor fará no ambão, como acima.


Aclamação ao Evangelho
Mt 16, 18

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto. 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!


TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA, 
E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA!

Evangelho
Mt 16, 13-19

12. A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos ministros que podem levar o incenso e as velas, e diz:
V.: O Senhor esteja convosco. 
O povo responde: 
T.: Ele está no meio de nós. 

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz: 
V.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
T.: Glória a vós, Senhor. 

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho. 
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz: 
V.: Palavra da Salvação. 
O povo aclama: 
T.: Glória a vós, Senhor.

Em seguida, beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Homilia

14. Depois, segue-se a homilia que deve ser feita todos os domingos e festas de preceito, e é recomendada nos outros dias.

Profissão da Fé

T.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

Preces da Assembleia

V.: Caríssimos irmãos: Celebrando a Festa da Cadeira de São Pedro, peçamos com fervor pela unidade de toda o rebanho de Deus dizendo:
T.: Ouvi-nos, Senhor.

L.: Conservai ó Senhor o Santo Padre Leão IV bem firme na Fé, nós vos pedimos:

L.: Une em torno da Cadeira de Pedro todos os povos, nós vos pedimos:

L.: Guiai o Ministério Petrino de Sua Santidade, Leão IV, e não o deixes cair nas mãos dos inimigos da Igreja, nós vos pedimos:

V.: Tudo isto nós vos pedimos por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
T.: Amém

Canto do Ofertório

16. Inicia-se o canto do ofertório. O diácono colocam no altar o corporal, o pão e o vinho para serem oferecidos.

QUEM NOS SEPARARÁ?
QUEM VAI NOS SEPARAR?
DO AMOR DE CRISTO,
QUEM NOS SEPARARÁ?
SE ELE É POR NÓS,
QUEM SERÁ, QUEM SERÁ CONTRA NÓS?
QUEM VAI NOS SEPARAR
DO AMOR DE CRISTO, QUEM SERÁ?


1. NEM A ESPADA, OU PERIGO,
NEM OS ERROS DO MEU IRMÃO
NENHUMA DAS CRIATURAS
NEM A CONDENAÇÃO

2. NEM A VIDA, NEM A MORTE,
A TRISTEZA OU A AFLIÇÃO,
NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE,
O FUTURO, NEM OPRESSÃO

3. NEM AS ALTURAS, NEM OS ABISMOS,
NEM TÃO POUCO A PERSEGUIÇÃO,
NEM A ANGÚSTIA, A DOR OU A FOME,
NEM A TRIBULAÇÃO.
Ofertório

17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para ocorrer às necessidades da Igreja e dos pobres.

18. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
T.: Bendito seja Deus para sempre!

19. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
T.: Bendito seja Deus para sempre!

21. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

22. Depois, se oportuno, incensa as oblatas e o altar. A seguir, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

23. Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

Oração sobre as Oferendas

24. Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
V.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde: 
T.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

25. Em seguida, de braços abertos, o sacerdote reza a Oração sobre as oferendas;
V.: Acolhei, ó Deus, com bondade, as oferendas e orações de vossa Igreja, para que, tendo Pedro como pastor, mantenha a integridade da fé e alcance a herança eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
T.: Amém.

Prefácio dos Apóstolos II
O testemunho dos apóstolos

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
V.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
V.: Corações ao alto.
T.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
V.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
T.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
V.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por vosso Filho, Senhor nosso. Vós constituístes a vossa Igreja sobre o alicerce dos apóstolos, para que ela fosse, no mundo, um sinal vivo de vossa santidade e anunciasse a todo o mundo o evangelho da salvação. Por essa razão, os anjos do céu, as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos jubilosos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz…
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
a) Recitado:
T.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

b) Cantado:

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!

CÉUS E TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA:
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA, NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR
DEUS DO UNIVERSO!

Oração Eucarística II

102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
V.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
T.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
V.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
V.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
V.: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
T.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
V.: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
T.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
V.: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
T.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Leão, com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
T.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
T.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
T.: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
V.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
T.: Amém!
Oração do Pai Nosso


125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
V.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
T.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
V.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
T.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

Oração da Paz

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
V.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
T.: Amém.

128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
V.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
T.: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
V.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
a) Recitado:
T.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

b) Cantado:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
V.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
V.: Provai e vede como o Senhor é bom, feliz de quem nele encontra o seu refugio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
T.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Comunhão

(Mt 16,16.18)
Antífona de Comunhão: Pedro disse a Jesus: Tu és o Cristo, Filho do Deus vivo. Jesus lhe respondeu: Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Canto de Comunhão
Com Pedro e Com Paulo

TODA A IGREJA UNIDA CELEBRA
A MEMÓRIA PASCAL DO CORDEIRO
IRMANADA COM PEDRO E COM PAULO,
QUE SEGUIRAM A CRISTO POR PRIMEIRO!

1. PUBLICAI EM TODA TERRA OS PRODÍGIOS DO SENHOR.
REUNIU SEU POVO AMADO PARA O CANTO DO LOUVOR.

2. BENDIZEI, LOUVAI POR PEDRO, PELA FÉ QUE PROFESSOU
ESSA FÉ É A ROCHA FIRME DA IGREJA DO SENHOR.

3. BENDIZEI, LOUVAI POR PAULO, PELO EMPENHO NA MISSÃO
O SEU ZELO DO EVANGELHO LEVA AO MUNDO A SALVAÇÃO.

4. ALEGRAI-VOS, NESTE DIA, QUE O MARTÍRIO ILUMINOU.
O TRIUNFO DESTES SANTOS NOS CONFIRME NO AMOR.

Ação de Graças

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

Oração depois da Comunhão

140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
V.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
V.: Ó Deus, que, ao celebrarmos a festa do apóstolo Pedro, nos fortalecestes com o Corpo e o Sangue de Cristo, fazei que este convívio redentor seja para nós sacramento de unidade e de paz. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
T.: Amém.

Bênção Final
Na festa de um Santo Apóstolo

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
V.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

E estendendo os braços diz:
V.: Deus, que vos firmou na fé apostólica; vos abençoe pelos méritos e a intercessão do santo Apóstolo Pedro.
T.: Amém.

V.: Aquele que vos quis instruir pela doutrina e exemplo dos Apóstolos vos torne, por sua proteção, testemunhas da verdade para todos.
T.: Amém.

V.: Pela intercessão dos Apóstolos, que vos deram por sua doutrina a firmeza da fé, possais chegar à pátria eterna.
T.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
V.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
T.: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
V.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
T.: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

Canto Final
 Barca

1. TU, TE ABEIRASTE DA PRAIA
NÃO BUSCASTE NEM SÁBIOS NEM RICOS,
SOMENTE QUERES QUE EU TE SIGA!

SENHOR, TU ME OLHASTE NOS OLHOS,
A SORRIR, PRONUNCIASTES MEU NOME,
LÁ NA PRAIA, EU LARGUEI O MEU BARCO,
JUNTO A TI BUSCAREI OUTRO MAR.

2. TU SABES BEM QUE EM MEU BARCO
EU NÃO TENHO NEM OURO NEM ESPADAS
SOMENTE REDES E O MEU TRABALHO

3. TU, MINHAS MÃOS SOLICITAS,
MEU CANSAÇO QUE A OUTROS DESCANSE,
AMOR QUE ALMEJA SEGUIR AMANDO.

4. TU, PESCADOR DE OUTROS LAGOS,
ÂNSIA ETERNA DE ALMAS QUE ESPERAM,
BONDOSO AMIGO QUE ASSIM ME CHAMAS.
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