SEMANÁRIO LITÚRGICO
V DOMINGO DA PÁSCOA
ANO C
Cor Litúrgica: Branco
15/05/2022
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
Sl 97, 1-2
Cantai ao Senhor um canto novo, porque ele fez maravilhas; e revelou sua justiça diante das nações, aleluia!
CANTO
Cantai ao Senhor (Antífona)
CANTAI AO SENHOR UM CANTO NOVO,
PORQUE ELE FEZ MARAVILHAS;
E REVELOU SUA JUSTIÇA
DIANTE DAS NAÇÕES, ALELUIA!
OS CONFINS DO UNIVERSO CONTEMPLARAM
A SALVAÇÃO DO NOSSO DEUS.
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
ALEGRAI-VOS E EXULTAI!
CANTAI SALMOS AO SENHOR AO SOM DA HARPA
E DA CÍTARA SUAVE!
ACLAMAI, COM OS CLARINS E AS TROMBETAS,
AO SENHOR, O NOSSO REI!
APLAUDA O MAR COM TODO SER QUE NELE VIVE,
O MUNDO INTEIRO E TODA GENTE!
AS MONTANHAS E OS RIOS BATAM PALMAS
E EXULTEM DE ALEGRIA.
GLÓRIA AO PAI E AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO
DESDE AGORA E PARA SEMPRE,
AO DEUS QUE É, QUE ERA E QUE VEM
PELOS SÉCULOS. AMÉM.
PORQUE ELE FEZ MARAVILHAS;
E REVELOU SUA JUSTIÇA
DIANTE DAS NAÇÕES, ALELUIA!
OS CONFINS DO UNIVERSO CONTEMPLARAM
A SALVAÇÃO DO NOSSO DEUS.
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
ALEGRAI-VOS E EXULTAI!
CANTAI SALMOS AO SENHOR AO SOM DA HARPA
E DA CÍTARA SUAVE!
ACLAMAI, COM OS CLARINS E AS TROMBETAS,
AO SENHOR, O NOSSO REI!
APLAUDA O MAR COM TODO SER QUE NELE VIVE,
O MUNDO INTEIRO E TODA GENTE!
AS MONTANHAS E OS RIOS BATAM PALMAS
E EXULTEM DE ALEGRIA.
GLÓRIA AO PAI E AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO
DESDE AGORA E PARA SEMPRE,
AO DEUS QUE É, QUE ERA E QUE VEM
PELOS SÉCULOS. AMÉM.
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SENHOR, NOSSA PAZ, TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON,
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON!
CRISTO, NOSSA PÁSCOA, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CHRISTE ELEISON, CHRISTE ELEISON,
CHRISTE ELEISON, CHRISTE ELEISON.
SENHOR, NOSSA VIDA, TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON,
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON!
HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM! AMÉM!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, Pai de bondade, que nos redimistes e adotastes como filhos e filhas, concedei aos que creem em Cristo a liberdade verdadeira e a herança eterna. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(At 14, 21b-27)
É preciso que passemos por muitos sofrimentos
para entrar no Reino de Deus.
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
– Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Paulo e Barnabé voltaram para as cidades de Listra, Icônio e Antioquia. Encorajando os discípulos, eles os exortavam a permanecerem firmes na fé, dizendo-lhes: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”. Os apóstolos designaram presbíteros para cada comunidade. Com orações e jejuns, eles os confiavam ao Senhor, em quem haviam acreditado. Em seguida, atravessando a Pisídia, chegaram à Panfília. Anunciaram a palavra em Perge, e depois desceram para Atália. Dali embarcaram para Antioquia, de onde tinham saído, entregues à graça de Deus, para o trabalho que haviam realizado. Chegando ali, reuniram a comunidade. Contaram-lhe tudo o que Deus fizera por meio deles e como havia aberto a porta da fé para os pagãos.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 99)
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– BENDIREI O VOSSO NOME, Ó MEU DEUS, MEU SENHOR E MEU REI PARA SEMPRE.
Ass.: BENDIREI O VOSSO NOME, Ó MEU DEUS, MEU SENHOR E MEU REI PARA SEMPRE.
– Misericórdia e piedade é o Senhor, ele é amor, é paciência, é compaixão. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.
Ass.: BENDIREI O VOSSO NOME, Ó MEU DEUS, MEU SENHOR E MEU REI PARA SEMPRE.
– Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!
Ass.: BENDIREI O VOSSO NOME, Ó MEU DEUS, MEU SENHOR E MEU REI PARA SEMPRE.
– Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!
Ass.: BENDIREI O VOSSO NOME, Ó MEU DEUS, MEU SENHOR E MEU REI PARA SEMPRE.
SEGUNDA LEITURA
(Ap 21, 1-5a)
Eis que faço novas todas as coisas.
9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
– Leitura do Livro do Apocalipse de São João
Eu, João, 1vi um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, vestida qual esposa enfeitada para o seu marido. Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus entre os homens. Deus vai morar no meio deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles. Deus enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes”. Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. Depois, ele me disse: “Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e verdadeiras”.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
EU VOS DOU UM NOVO PRECEITO:
QUE UNS AOS OUTROS VOS AMEIS,
COMO EU VOS TENHO AMADO!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 13, 31-33a. 34-35)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs: Nós que escutámos a palavra de Jesus, elevemos até Deus as nossas preces pela Igreja e por todos os que sofrem, e digamos com toda a confiança:
Ass.: Abençoai, Senhor, o vosso povo!
1. Pela Igreja que caminha com os homens, para que os ensine a amarem-se uns aos outros na alegria de Jesus ressuscitado, Rezemos ao Senhor.
2. Pelos responsáveis de todas as nações, para que sirvam o bem comum com lealdade, e os cidadãos reconheçam o seu trabalho,. Rezemos ao Senhor.
3. Pelos que sofrem muitas tribulações, para que Deus enxugue as lágrimas dos seus olhos e lhes mostre a sua misericórdia, Rezemos ao Senhor.
4. Por aqueles em quem Deus faz maravilhas, para que tenham um coração agradecido e louvem sem cessar seu nome santo, Rezemos ao Senhor.
(Outras intenções).
Pres.: Deus eterno e omnipotente, que glorificastes o nosso Salvador e renovais todas as coisas em Cristo, fazei-nos cumprir o seu mandamento novo, para nos tornarmos, de verdade, seus discípulos. Vós que viveis e reinais para sempre.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
Eu creio num mundo novo.
EU CREIO NUM MUNDO NOVO POIS, CRISTO RESSUSCITOU!
EU VEJO SUA LUZ NO POVO, POR ISSO ALEGRE SOU.
EM TODA PEQUENA OFERTA, NA FORÇA DA UNIÃO,
NO POBRE QUE SE LIBERTA, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
NA MÃO QUE FOI ESTENDIDA, NO DOM DA LIBERTAÇÃO,
NASCENDO UMA NOVA VIDA, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
NAS FLORES OFERECIDAS E QUANDO SE DÁ PERDÃO,
NAS DORES COMPADECIDAS, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
EU VEJO SUA LUZ NO POVO, POR ISSO ALEGRE SOU.
EM TODA PEQUENA OFERTA, NA FORÇA DA UNIÃO,
NO POBRE QUE SE LIBERTA, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
NA MÃO QUE FOI ESTENDIDA, NO DOM DA LIBERTAÇÃO,
NASCENDO UMA NOVA VIDA, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
NAS FLORES OFERECIDAS E QUANDO SE DÁ PERDÃO,
NAS DORES COMPADECIDAS, EU VEJO RESSURREIÇÃO!
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nossos sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Concedei, ó Deus, que sempre nos alegremos por estes mistérios pascais, para que nos renovem constantemente e sejam fonte de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
(Prefácio: O Cristo, sacerdote e vítima.)
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, mas sobretudo neste tempo solene em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Pela oblação de seu corpo, pregado na cruz, levou à plenitude os sacrifícios antigos. Confiante, entregou em vossas mãos seu espírito, Cumprindo inteiramente vossa santa vontade, Revelando-se, ao mesmo tempo, Sacerdote, altar e cordeiro. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal, e celebramos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO SENHOR
DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO, BENDITO O QUE VEM
EM NOME, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass.: Santificai e reuni o vosso povo!
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e seu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C.: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C.: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Inocêncio, o nosso bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
2C.: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós, saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass.: A todos saciai com vossa glória!
3C.: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, A PAZ!
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Jo 15,1.5
Eu sou a videira, vós os ramos, diz o Senhor. Quem permanece em mim e eu nele, dá muito fruto, aleluia!
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Um novo preceito eu vos dou (Antífona)
UM NOVO PRECEITO EU VOS DOU
DIZ O SENHOR
DA MESMA FORMA QUE EU VOS AMEI,
DEVEIS AMAR-VOS, ALELUIA!
1. ARRANCASTES DO EGITO ESTA VIDEIRA,
E EXPULSASTES AS NAÇÕES PARA PLANTÁ-LA;
DIANTE DELA PREPARASTES O TERRENO,
LANÇOU RAÍZES E ENCHEU A TERRA INTEIRA.
2. OS MONTES RECOBRIU COM SUA SOMBRA,
E OS CEDROS DO SENHOR COM OS SEUS RAMOS;
ATÉ O MAR SE ESTENDERAM SEUS SARMENTOS,
ATÉ O RIO OS SEUS REBENTOS SE ESPALHARAM.
3. FOI A VOSSA MÃO DIREITA QUE A PLANTOU;
PROTEGEI-A E AO REBENTO QUE FIRMASTES!
E AQUELES QUE A CORTARAM E A QUEIMARAM,
VÃO PERECER ANTE O FUROR DE VOSSA FACE.
4. POUSAI A MÃO POR SOBRE O VOSSO PROTEGIDO,
O FILHO DO HOMEM QUE ESCOLHESTES PARA VÓS!
E NUNCA MAIS VOS DEIXAREMOS, SENHOR DEUS!
DAI-NOS VIDA, E LOUVAREMOS VOSSO NOME!
DIZ O SENHOR
DA MESMA FORMA QUE EU VOS AMEI,
DEVEIS AMAR-VOS, ALELUIA!
1. ARRANCASTES DO EGITO ESTA VIDEIRA,
E EXPULSASTES AS NAÇÕES PARA PLANTÁ-LA;
DIANTE DELA PREPARASTES O TERRENO,
LANÇOU RAÍZES E ENCHEU A TERRA INTEIRA.
2. OS MONTES RECOBRIU COM SUA SOMBRA,
E OS CEDROS DO SENHOR COM OS SEUS RAMOS;
ATÉ O MAR SE ESTENDERAM SEUS SARMENTOS,
ATÉ O RIO OS SEUS REBENTOS SE ESPALHARAM.
3. FOI A VOSSA MÃO DIREITA QUE A PLANTOU;
PROTEGEI-A E AO REBENTO QUE FIRMASTES!
E AQUELES QUE A CORTARAM E A QUEIMARAM,
VÃO PERECER ANTE O FUROR DE VOSSA FACE.
4. POUSAI A MÃO POR SOBRE O VOSSO PROTEGIDO,
O FILHO DO HOMEM QUE ESCOLHESTES PARA VÓS!
E NUNCA MAIS VOS DEIXAREMOS, SENHOR DEUS!
DAI-NOS VIDA, E LOUVAREMOS VOSSO NOME!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Ó Deus de bondade, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga à nova vida aqueles a quem concedestes a comunhão nos vossos mistérios. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Deus, que pela ressurreição do seu Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a alegria de sua bênção.
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.
Ass.: Amém.
Pres.: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes o Batismo.
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
Versão adaptada - Dai-nos a bênção
DAI-NOS A BÊNÇÃO Ó MÃE QUERIDA,
NOSSA SENHORA DA ALEGRIA!
DAI-NOS A BÊNÇÃO Ó MÃE QUERIDA,
NOSSA SENHORA DA ALEGRIA!
RAINHA DO CÉU, ALEGRAI-VOS, ALELUIA!
PORQUE AQUELE QUE TROUXESTE EM VOSSO VENTRE, ALELUIA!
RESSUSCITOU COMO DISSE, ALELUIA!
ROGA POR NÓS A DEUS, ALELUIA!
ALEGRAI-VOS, ALELUIA!
Seções:
Ano C
Papa Inocêncio VI
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
Semanário Litúrgico
V Domingo da Páscoa
