Rito da Santa Missa de Abertura da Jornada de Oração Pela Igreja

 

SANTA MISSA PELA IGREJA

ABERTURA DA JORNADA DE ORAÇÃO PELA IGREJA

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.



CANTO



REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES

NÓS IREMOS A TI!

PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ

NÓS IREMOS A TI!

ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR

NÓS IREMOS A TI!

SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO

NÓS IREMOS A TI!

 

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 

Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 

VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

 

COM OS ROMEIROS DE NOSSA SENHORA

NÓS IREMOS A TI!

COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES

NÓS IREMOS A TI!

COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR

NÓS IREMOS A TI!

COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO

NÓS IREMOS A TI!

 

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 

Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 

VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

 

CURVADOS AO PESO DO NOSSO TRABALHO

NÓS IREMOS A TI!

CURVADOS AO PESO DE NOSSO PECADO

NÓS IREMOS A TI!

CONFIANTES POR SERMOS OS FILHOS DE DEUS

NÓS IREMOS A TI!

CONFIANTES POR SERMOS OS MEMBROS DE CRISTO

NÓS IREMOS A TI!

 

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR

GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 

Ó CIDADE DOS CRISTÃOS

QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 

VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!



SAUDAÇÃO



2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Ass: Amém.

O bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:

Pres: A paz esteja convosco.

Ass: O amor de Cristo nos uniu.



3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.



ATO PENITENCIAL



Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres: Irmãos, reconheçamos nossas faltas e peçamos a misericórdia do Pai.

 

Pres: Tende misericórdia de nós Senhor.

Ass: Porque somos pecadores.

 

Pres: Manifestai Senhor a vossa misericórdia.

Ass: E dai-nos a vossa salvação.

 

4. Segue-se a absolvição:

Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.



CANTO



Pres: SENHOR VERDADEIRO CORPO NASCIDO DE MARIA VIRGEM,

TENDE PIEDADE DE NÓS.

Ass: KYRIE, ELEISON.



Pres: CRISTO, PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU PARA A SALVAÇÃO DO MUNDO,

TENDE PIEDADE DE NÓS.

Ass: CHRISTE, ELEISON.



Pres: SENHOR, SUSTENTO DA IGREJA PEREGRINA E PENHOR DA GLÓRIA FUTURA, TENDE PIEDADE DE NÓS.

Ass: KYRIE, ELEISON.




HINO DE LOUVOR

Pres: GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

Ass: E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, 

DEUS PAI TODO-PODEROSO: 

NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 

NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 

NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 



SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 

SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

TENDE PIEDADE DE NÓS. 

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 

ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 

VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, 

TENDE PIEDADE DE NÓS. 



SÓ VÓS SOIS O SANTO, 

SÓ VÓS, O SENHOR, 

SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO,

JESUS CRISTO, 

COM O ESPÍRITO SANTO, 

NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

AMÉM.

 



5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.



ORAÇÃO DO DIA



6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos oram em silêncio por um tempo.

Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.
Ó Deus, que, realizando a última vontade do vosso Filho, não cessais de reunir no Espírito Santo pessoas de todas as nações para formar o vosso povo, concedei que a vossa Igreja seja fiel à sua missão, caminhando sempre com toda a família humana, renovando-a no Cristo como fermento e alma para transformá-la em família de Deus. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.


PRIMEIRA LEITURA


Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós.

Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; por toda a parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos.

De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para

que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: “Eu creio e, por isso, falei”, nós também cremos e, por isso, falamos, certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente convosco. E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número maior de pessoas faça crescer a ação de graças para a glória de Deus.

 

Leitor: Palavra do Senhor.

Ass: Graças a Deus.



SALMO RESPONSORIAL



8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.



— OS QUE LANÇAM AS SEMENTES ENTRE LÁGRIMAS, CEIFARÃO COM ALEGRIA.

— Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, parecíamos sonhar; encheu-se de sorriso nossa boca, nossos lábios de canções.

— Entre os gentios se dizia: “Maravilhas fez com eles o Senhor!” Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!

— Mudai nossa sorte, ó Senhor, como torrentes no deserto. Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.

— Chorando de tristeza sairão, espalhando suas sementes; cantando de alegria voltarão, carregando os seus feixes!



SEGUNDA LEITURA



9. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.


ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

 

EU VOS DESIGNEI PARA QUE VADES E DEIS FRUTOS,

E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA, ASSIM DISSE O SENHOR.

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.


O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:

Diác: Amém.



Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO



12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

Ass: Glória a vós, Senhor.



Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Sac: Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. Jesus perguntou: “O que tu queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”.

Jesus, então, respondeu-lhes: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é que dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.

Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

 

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.

Ass: Glória a vós, Senhor.



O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.



HOMILIA



14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

OFERTÓRIO



17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.



CANTO DO OFERTÓRIO



A HÓSTIA SOBRE O ALTAR
QUE APRESENTAMOS, Ó DEUS,
SURGIU DO NOSSO TRABALHO,
TRABALHO DOS FILHOS TEUS.

NÓS TE BENDIZEMOS, DEUS DO UNIVERSO
POR QUANTO NOS DÁS!
UM POUCO DE TUDO ESTÁ SOBRE O ALTAR.

TROUXEMOS VINHO E PÃO
QUE APRESENTAMOS, SENHOR,
PARA SER EUCARISTIA
TEU CORPO, DOM DE AMOR.

OS NOSSOS DONS QUE SÃO TEUS
E TRANSFORMADOS SERÃO
REÚNEM TUA FAMÍLIA
EM TI, NUM SÓ CORAÇÃO.



18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.



19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.



Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!



20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.



21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.



Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!



22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.



23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.



24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.



ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS



25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.



26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:

Pres: Acolhei, ó Deus, as nossas oferendas, para que a vossa Igreja, nascida do lado do Cristo adormecido na cruz, encontre sempre neste mistério a sua santidade, vivendo dignamente e correspondendo ao seu criador. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.



Prefácio

 

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres: Corações ao alto.

Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes reunir de novo, pelo sangue do vosso Filho e pela graça do Espírito Santo, os filhos dispersos pelo pecado. Vossa Igreja, reunida pela unidade da Trindade, é para o mundo o corpo de Cristo e o templo do Espírito Santo, para a glória da vossa sabedoria. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos vossa bondade, cantando a uma só voz:



CANTO



SANTO,

SANTO,

SANTO

SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!



O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.

 

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres: Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, 

Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres: Na véspera de sua paixão, durante a última ceia, 

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.



Então prossegue:

Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia, 

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o entregou a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Em seguida diz:

Pres: Eis o mistério da fé!

Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição!



O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.



1C: Renovai, Senhor, à luz do evangelho, a vossa Igreja, fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis leigos e os pastores do vosso povo, em comunhão com o nosso papa JOÃO PAULO e os bispos do mundo inteiro, para que o vosso povo, neste mundo dilacerado por discórdias, brilhe como sinal profético de unidade e de paz.



2C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida.



3C: Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada virgem Maria, com os apóstolos e mártires e todos os santos, vos louvaremos e glorificaremos,

Une as mãos

por Jesus Cristo, vosso Filho.


Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

Ass: Amém!



RITO DA COMUNHÃO



125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres: Obedientes a palavra do salvador, e formados por seu divino ensinamento, ousemos dizer:

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS,

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;

VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, 

ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU; 

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE,

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS,

ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO,

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO,

MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!



127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Ass: Amém.



128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass: O amor de Cristo nos uniu.



130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.



131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:


CANTO



CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ!



Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.



132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.



133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.



COMUNHÃO



134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.



135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.



136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.



137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.



CANTO DE COMUNHÃO

EIS O PÃO QUE OS ANJOS COMEM
TRANSFORMADO EM PÃO DO HOMEM;
SÓ OS FILHOS O CONSOMEM:
NÃO SERÁ LANÇADO AOS CÃES!

EM SINAIS PREFIGURADO,
POR ABRAÃO FOI IMOLADO,
NO CORDEIRO AOS  PAIS FOI DADO,
NO DESERTO FOI MANÁ...

BOM PASTOR, PÃO DE VERDADE,
PIEDADE, Ó JESUS, PIEDADE,
CONSERVAI-NOS NA UNIDADE,
EXTINGUI NOSSA ORFANDADE,
TRANSPORTAI-NOS PARA O PAI!

AOS MORTAIS DANDO COMIDA,
DAIS TAMBÉM O PÃO DA VIDA;
QUE A FAMÍLIA ASSIM NUTRIDA
SEJA UM DIA REUNIDA
AOS CONVIVAS LÁ DO CÉU!


138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.


139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.



ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO



140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Renovados, ó Deus, pelo sacramento do vosso Filho, pedimos que fecundeis a ação da vossa Igreja, pela qual revelais continuamente aos pobres, que chamastes com especial amor ao vosso reino, a plenitude do mistério da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.



141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.



BÊNÇÃO FINAL



142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

 

Pres: Bendito seja o nome do Senhor.

Ass: Agora e para sempre.

 

Pres: A nossa proteção + está no nome do Senhor.

Ass: Que fez o Céu + e a Terra.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:

Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass: Amém.



143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.

Pres: Ide em Paz.

Ass: Graças a Deus.



144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.



CANTO

 

À VOSSA PROTEÇÃO RECORREMOS
SANTA MÃE DE DEUS
NÃO DESPREZEIS AS NOSSAS SÚPLICAS
EM NOSSAS NECESSIDADES
MAS LIVRAI-NOS SEMPRE

DE TODOS OS PERIGOS
VIRGEM GLORIOSA E BENDITA



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