SEMANÁRIO
LITÚRGICO
SÃO MATEUS, APÓSTOLO E EVANGELISTA
ANO C
Cor Litúrgica: Vermelho
21/09/2022
RITOS INICIAIS
Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona
da entrada
Mt
18, 19-20
Ide e de todas as nações fazei discípulos, diz o Senhor, batizando-os e ensinando-os a observar todos os mandamentos que vos dei.
CANTO
Exulte o coração
EXULTE O CORAÇÃO DOS QUE BUSCAM A DEUS.
SIM, BUSCAI O SENHOR E SUA FORÇA,
PROCURAI SEM CESSAR A SUA FACE.
DAI GRAÇAS AO SENHOR, GRITAI SEU NOME,
ANUNCIAI ENTRE AS NAÇÕES SEUS GRANDES
FEITOS!
CANTAI,
ENTOAI SALMOS PARA ELE,
PUBLICAI
TODAS AS SUAS MARAVILHAS!
LEMBRAI
AS MARAVILHAS QUE ELE FEZ,
SEUS
PRODÍGIOS E AS PALAVRAS DE SEUS LÁBIOS.
DESCENDENTES
DE ABRAÃO, SEU SERVIDOR,
E
FILHOS DE JACÓ, SEU ESCOLHIDO.
ELE
MESMO, O SENHOR, É NOSSO DEUS,
VIGORAM
SUAS LEIS EM TODA A TERRA.
ELE
SEMPRE SE RECORDA DA ALIANÇA,
PROMULGADA
A INCONTÁVEIS GERAÇÕES.
Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito
Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos,
reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após
um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos
os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, *bato
no peito 3 vezes* por minha culpa, minha tão grande
culpa. E peço à Vhirgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que
rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe
os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
Senhor que ofereceste o vosso perdão
SENHOR, QUE OFERECESTE O VOSSO PERDÃO A PEDRO ARREPENDIDO,
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON!
CRISTO, QUE PROMETESTES O PARAÍSO AO BOM LADRÃO,
CHRISTE ELEISON, CHRISTE ELEISON!
SENHOR, QUE ACOLHEIS TODA PESSOA QUE CONFIA NA VOSSA MISERICÓRDIA,
KYRIE ELEISON, KYRIE ELEISON!
HINO DE LOUVOR
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos
homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós
vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós
vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa
súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o
Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito
Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
GLÓRIA
A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
E
PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR
DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS
VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS
VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS
VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR
JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR
DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI
A NOSSA SÚPLICA.
VÓS
QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
SÓ
VÓS SOIS O SANTO,
SÓ
VÓS, O SENHOR,
SÓ
VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM
O ESPÍRITO SANTO,
NA
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então
o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó
Deus, que na vossa inesgotável misericórdia escolhestes o publicano Mateus para
torná-lo Apóstolo, dai-nos, por sua oração e exemplo, a graça de vos seguir e
permanecer sempre convosco. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na
unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Ef 4, 1-7. 11-13)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura
da Carta de São Paulo aos Efésios
Irmãos,
eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que
recebestes: com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com
paciência, no amor. Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da
paz. Há um só Corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança à qual
fostes chamados. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de
todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos. Cada
um de nós recebeu a graça na medida em que Cristo lhe deu. E foi ele quem
instituiu alguns como apóstolos, outros como profetas, outros ainda como
evangelistas, outros, enfim, como pastores e mestres. Assim, ele capacitou os
santos para o ministério, para edificar o corpo de Cristo, até que cheguemos
todos juntos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao estado do
homem perfeito e à estatura de Cristo em sua plenitude.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass.: SEU SOM RESSOA E SE ESPALHA EM TODA A TERRA!
— Os
céus proclamam a glória do Senhor, e o firmamento, a obra de suas mãos; o dia
ao dia transmite esta mensagem, a noite à noite publica esta notícia.
Ass.: SEU SOM RESSOA E SE ESPALHA EM TODA A TERRA!
— Não
são discursos nem frases ou palavras, nem são vozes que possam ser ouvidas; seu
som ressoa e se espalha em toda a terra, chega aos confins do universo a sua
voz.
Ass.: SEU SOM RESSOA E SE ESPALHA EM TODA A TERRA!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
A
VÓS, Ó DEUS, LOUVAMOS, A VÓS, SENHOR, CANTAMOS,
VOS
LOUVA, Ó SENHOR, O CORO DOS APÓSTOLOS.
Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho + e
do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se
não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 9, 9-13)
O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác.
ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác.
ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então
o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác.
ou Pres.: Naquele
tempo, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e
disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. Enquanto Jesus estava
à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e
sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. Alguns fariseus viram isso e
perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de
impostos e pecadores?” Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm
saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Aprendei, pois, o que
significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para
chamar os justos, mas os pecadores”.
Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác.
ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác.
ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam
perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Em
seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos caríssimos, tendo recebido dos apóstolos a
herança celeste, agradeçamos a Deus, nosso Pai, todos os seus dons e aclamemos:
Ass.: O coro dos apóstolos vos louva, Senhor!
1. Louvor
a vós, Senhor, pela mesa do vosso Corpo e Sangue que recebemos por intermédio
dos apóstolos; por ela somos alimentados e vivemos.
2. Louvor a vós, Senhor, pela mesa de vossa Palavra,
preparada para nós pelos apóstolos; por ela recebemos luz e alegria.
3. Louvor a vós, Senhor, por vossa santa Igreja,
edificada sobre o fundamento dos apóstolos; com ela formamos um só Corpo.
4. Louvor a vós, Senhor, pelos sacramentos do Batismo
e da Penitência que confiastes aos apóstolos; por eles somos lavados de todo
pecado.
(Outras
intenções).
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, que inspirais em
nossos corações um louvor que vos seja agradável, escutai os pedidos que vosso
Espírito colocou em nossos lábios e atendei-nos por vosso Filho, nosso Senhor,
que vive e reina para sempre.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
Muitos grãos de trigo
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO
HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.
O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão
que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora
vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo
vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me
de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ao honrarmos a memória de São Mateus, nós vos
apresentamos, ó Pai, nossas preces e oferendas, para que considereis com amor a
vossa Igreja, vós que nutristes a sua fé com a pregação dos Apóstolos. Por
Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos
graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso e cheio de bondade. Pastor eterno, vós não abandoneis o rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos apóstolos. E assim a Igreja é conduzida pelos mesmos pastores que pusestes à sua frente como representantes de vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O
céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem
em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SANTO,
SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O
CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA
NAS ALTURAS!
BENDITO
O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA
NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na
verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Santificai,
pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
Une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor
nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando
para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
Então prossegue:
Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis
o mistério da fé!
Ass: Anunciamos,
Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando,
pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó
Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos
tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei,
ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E
nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos
reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei
de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos,
ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça
na caridade com o papa Cesar, com todos os bispos e todos os ministros do vosso
povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros) irmãos e
irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram
desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim,
nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida
eterna, com a Vhirghem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os
santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos
o convívio dos eleitos!
Ergue
o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai
todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa
misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos,
enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a
minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja,
dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS
A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio
para minha vida.
O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém
come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o
pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona
da comunhão
Mt
9, 13
Eu não vim chamar os justos, e sim os
pecadores, diz o Senhor.
COMUNHÃO
O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Comungar teu viver
AO
RECEBERMOS, SENHOR,
TUA
PRESENÇA SAGRADA,
PRA
CONFIRMAR TEU AMOR,
FAZ
DE NÓS TUA MORADA.
SURGE
UM SINCERO LOUVOR,
BROTA
A SEMENTE PLANTADA,
FAZ-NOS
SEGUIR TEU CAMINHO,
SEMPRE
TRILHAR TUA ESTRADA.
DESAMARREM
AS SANDÁLIAS E DESCANSEM.
ESTE
CHÃO É TERRA SANTA, IRMÃOS MEUS!
VENHAM,
OREM, COMAM, CANTEM. VENHAM TODOS,
E
RENOVEM A ESPERANÇA NO SENHOR!
O
FILHO DE DEUS COM O PAI,
E O
ESPÍRITO SANTO,
NESTA
TRINDADE UM SÓ SER,
QUE
PEDE A NÓS SERMOS SANTOS.
DÁ-NOS,
JESUS, TEU PODER,
DE
SE DOAR SEM MEDIDA.
DEIXA
QUE COMPREENDAMOS
QUE
ESTE E O SENTIDO DA VIDA.
AO
VIRMOS TE RECEBER,
NÓS
TE PEDIMOS Ó CRISTO,
FAZE
VIBRAR NOSSO SER
INDO
AO ENCONTRO AO PAI SANTO.
SEM
DESCUIDAR DOS IRMÃOS,
MIL
FACES DA TUA FACE,
FAZE
QUE O CORAÇÃO SINTA,
A
FORÇA DA CARIDADE.
Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está
dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Ó
Deus, ao participarmos da alegria da salvação que encheu de júbilo São Mateus,
recebendo o Salvador em sua casa, concedei sejamos sempre refeitos à mesa
daquele que veio chamar à salvação não os justos, mas os pecadores. Por Cristo,
nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote ou diácono diz:
Pres.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres.: Deus, que vos firmou na fé apostólica, vos abençoe
pelos méritos e a intercessão do santo Apóstolo Mateus.
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que vos quis instruir pela doutrina e
exemplo dos Apóstolos vos torne, por sua proteção, testemunhas da verdade para
todos.
Ass.: Amém.
Pres.: Pela intercessão dos Apóstolos, que vos deram por
sua doutrina a firmeza da fé, possais chegar à pátria eterna.
Ass.: Amém.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác.
ou Pres.: Ide
em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
Tu és a razão da jornada
UM DIA ESCUTEI TEU
CHAMADO,
DIVINO RECADO
BATENDO NO CORAÇÃO.
DEIXEI DESTE MUNDO
AS PROMESSAS
E FUI BEM DEPRESSA
NO RUMO DA TUA MÃO.
TU ÉS A RAZÃO
DA JORNADA,
TU ÉS MINHA
ESTRADA, MEU GUIA, MEU FIM.
NO GRITO QUE
VEM DO TEU POVO,
TE ESCUTO DE NOVO,
CHAMANDO POR MIM.
OS ANOS PASSARAM
LIGEIRO,
ME FIZ UM OBREIRO
DO REINO DE PAZ E AMOR.
NOS MARES DO MUNDO
NAVEGO,
E ÀS REDES ME
ENTREGO,
TORNEI-ME TEU PESCADOR.
