SEMANÁRIO
LITÚRGICO
XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM
ANO C
Cor Litúrgica: Verde
25/09/2022
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona
da entrada
Dn
3, 31.29.30.43.42
Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia.
CANTO
Senhor,
tu tens razão
SENHOR, TU TENS RAZÃO BEM-FEITO FOI,
BEM-FEITO FOI, POIS CONTRA A TI
PECAMOS.
MAS PELA TUA HONRA MISERICÓRDIA
DE NÓS, AGORA, A TI NÓS SUPLICA-MOS.
QUEM CONFIA NO SENHOR, É QUAL MONTE DE
SIÃO,
NÃO TEM MEDO, NÃO SE ABALA, ESTÁ BEM
FIRME NO SEU CHÃO.
AS MONTANHAS RODEIAM, A FELIZ
JERUSALÉM,
O SENHOR CERCA SEU POVO, PARA NÃO TEMER
NINGUÉM.
VENHA A PAZ PARA O TEU POVO, O TEU POVO
DE ISRAEL,
VENHA A PAZ PARA O TEU POVO, POIS TU ÉS
UM DEUS FIEL.
A MÃO DURA DOS MALVADOS, NÃO ESMAGUE AS
CRIATURAS,
PARA OS JUSTOS NÃO MANCHAREM SUAS MÃOS
EM AVENTURAS.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito
Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: O
Senhor Jesus que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama à
conversão. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia
do Pai.
Após
um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, *bato
no peito 3 vezes* por minha culpa, minha tão grande
culpa. E peço à Vhirgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que
rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe
os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
Senhor viestes
SENHOR VIESTES NÃO PARA CONDENAR,
MAS PARA PERDOAR.
TENDE PIEDADE DE NÓS!
SENHOR, TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE
NÓS!
CRISTO QUE VOS ALEGRAIS,
PELO PECADOR ARREPENDIDO.
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CRISTO, TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE
NÓS!
SENHOR QUE MUITO PERDOAIS,
A TODO AQUELE QUE MUITO AMA.
TENDE PIEDADE DE NÓS!
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS!
HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
GLÓRIA
A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
E
PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR
DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS
VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS
VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS
VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR
JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR
DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI
A NOSSA SÚPLICA.
VÓS
QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
SÓ
VÓS SOIS O SANTO,
SÓ
VÓS, O SENHOR,
SÓ
VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM
O ESPÍRITO SANTO,
NA
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então
o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó
Deus, que mostrais vosso poder sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai
sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas
promessas, alcancemos os bens que reservais. Phor nosso Senhor Jesus Cristo,
vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Am 6, 1a. 4-7)
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura
da Profecia de Amós
Assim
diz o Senhor todo-poderoso: Ai dos que vivem despreocupadamente em Sião, os que
sentem seguros nas alturas de Samaria! Os que dormem em camas de marfim,
deitam-se em almofadas, comendo cordeiros do rebanho e novilhos do seu gado; os
que cantam ao som das harpas, ou, como Davi, dedilham instrumentos musicais; os
que bebem vinho em taças, e se perfumam com os mais finos unguentos e não se
preocupam com a ruína de José. Por isso eles irão agora para o desterro, na
primeira fila, e o bando dos gozadores será desfeito.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass.: BENDIZE, MINHA ALMA, E LOUVA AO SENHOR!
— O
Senhor é fiel para sempre, faz justiça aos que são oprimidos; ele dá alimento
aos famintos, é o Senhor quem liberta os cativos.
Ass.: BENDIZE, MINHA ALMA, E LOUVA AO SENHOR!
— O
Senhor abre os olhos aos cegos, o Senhor faz erguer-se o caído; o Senhor ama
aquele que é Justo. É o Senhor quem protege o estrangeiro.
Ass.: BENDIZE, MINHA ALMA, E LOUVA AO SENHOR!
— Ele
ampara a viúva e o órfão, mas confunde os caminhos dos maus. O Senhor reinará
para sempre! Ó Sião, o teu Deus reinará para sempre e por todos os séculos!
Ass.: BENDIZE, MINHA ALMA, E LOUVA AO SENHOR!
SEGUNDA LEITURA
(1Tm 6, 11-16)
9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitura
da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo
Tu,
que és um homem de Deus, foge das coisas perversas, procura a justiça, a
piedade, a fé, o amor, a firmeza, a mansidão. Combate o bom combate da fé,
conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e pela qual fizeste tua
nobre profissão de fé diante de muitas testemunhas. Diante de Deus, que dá a
vida a todas as coisas, e de Cristo Jesus, que deu o bom testemunho da verdade
perante Pôncio Pilatos, eu te ordeno: guarda o teu mandato íntegro e sem mancha
até a manifestação gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta manifestação
será feita no tempo oportuno pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e
Senhor dos senhores, o único que possui a imortalidade e que habita numa luz
inacessível, que nenhum homem viu, nem pode ver. A ele, honra e poder eterno.
Amém.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
JESUS
CRISTO, SENDO RICO, SE FEZ POBRE POR AMOR;
PARA
QUE SUA POBREZA NOS, ASSIM, ENRIQUECESSE.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho + e
do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se
não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 16, 19-31)
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác.
ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác.
ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então
o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác.
ou Pres.: Naquele tempo, Jesus disse aos
fariseus: “Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e
fazia festas esplêndidas todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, cheio de
feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras
que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas
feridas. Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão.
Morreu também o rico e foi enterrado. Na região dos mortos, no meio dos
tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu
lado. Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a
ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. Mas
Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e
Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és
atormentado. E, além disso, há um grande abismo entre nós; por mais que alguém
desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam
atravessar até nós’. O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa
do meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não
venham também eles para este lugar de tormento’. Mas Abraão respondeu: ‘Eles
têm Moisés e os Profetas, que os escutem!’ O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão,
mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’. Mas Abraão lhe
disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo
que alguém ressuscite dos mortos’”.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác.
ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác.
ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam
perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu
e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido
pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai
todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito
Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos
pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em
seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Invoquemos
a misericórdia do Senhor sobre nós e sobre toda a Igreja, dizendo:
Ass.: Escutai, ó Pai, a vossa Igreja!
1. Através
de vossa Igreja estendeis o vosso Reino por toda a terra; congregai nela todos
os homens e mulheres. Rezemos ao Senhor.
2. Que a nossa fé em vosso Filho faça com que o nosso
coração se abra para cada ser humano, especialmente os mais necessitados.
Rezemos ao Senhor.
3. Que nossos ouvidos se abram para ouvir e a nossa
boca para proclamar a fé para o vosso louvor e vossa glória. Rezemos ao Senhor.
4. Que se alegrem na luz de vossa face nossos irmãos e
irmãs que partiram desta vida. Rezemos ao Senhor.
(Outras
intenções).
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, que inspirais em
nossos corações um louvor que vos seja agradável, escutai os pedidos que vosso
Espírito colocou em nossos lábios e atendei-nos por vosso Filho, nosso Senhor,
que vive e reina para sempre.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
Bendito seja Deus
BENTIDO E LOUVADO SEJA
O PAI NOSSO CRIADOR,
O PÃO QUE NÓS RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
O PÃO QUE NÓS RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
É O FRUTO DE SUA TERRA
DO POVO TRABALHADOR,
NA MISSA É TRANSFORMADO
NO CORPO DO SALVADOR.
BENDITO SEJA DEUS,
BENDITO SEU AMOR.
BENDITO SEJA DEUS PAI ONIPOTENTE,
NOSSO CRIADOR. (Bis)
BENDITO E LOUVADO SEJA
O PAI NOSSO CRIADOR,
O VINHO QUE RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
O VINHO QUE RECEBEMOS
É PROVA DO SEU AMOR.
É O FRUTO DE SUA TERRA
DO POVO TRABALHADOR,
NA MISSA É TRANSFORMADO
NO SANGUE DO SALVADOR.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão
que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora
vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo
vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me
de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus de misericórdia, que esta oferenda vos seja
agradável e possa abrir para nós a fonte de toda bênção. Por Cristo, nosso
Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: NA
VERDADE, ó Pai, é nosso deve dar-vos graças, é nossa salvação dar-vos glória:
só vós sois o Deus vivo e verdadeiro que existir antes de todo o tempo e
permaneceis para sempre, habitando em luz inacessível. Mas, porque sois o Deus
de bondade e a fonte da vida, fizestes todas as coisas para cobrir de bênçãos
as vossas criaturas e a muitos alegrar com a vossa luz.
Ass.: Alegrai-nos, ó Pai, com a vossa luz!
Pres: Eis,
pois, diante de vós todos os anjos que vos servem e glorificam sem cessar,
contemplando a vossa glória. Com eles, também nós e, por nossa voz, tudo o que
criastes celebramos o vosso nome, cantando (dizendo) a
uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SANTO,
SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O
CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA
NAS ALTURAS!
BENDITO
O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA
NAS ALTURAS! HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Nós proclamamos a vossa grandeza, Pai santo,
a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas: criastes o homem e a
mulher à vossa imagem e lhes confiastes todo o universo, para que, servindo a
vós, seu criador, dominassem toda criatura. E, quando pela desobediência
perderam a vossa amizade, não os abandonastes ao poder da morte, mas a todos
socorrestes com bondade, para que, ao procurar-vos, vos pudessem encontrar.
Ass.: Socorrei, com bondade, os que vos buscam!
Pres: E, ainda mais, oferecestes muitas vezes aliança
aos homens e às mulheres e os instruístes pelos profetas na esperança da
salvação. E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo, que, chegada a plenitude
dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso salvador.
Ass.: Por amor nos enviastes vosso Filho!
Pres: Verdadeiro homem, concebido do Espírito Santo
e nascido da vhirghem Maria, viveu em tudo a condição humana, menos o pecado;
anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a
alegria. E, para realizar o vosso plano de amor, entregou-se à morte e,
ressuscitando dos mortos, venceu a morte e renovou vida.
Ass.: Jesus Cristo deu-nos vida por sua morte!
Pres: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas
para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, o Espírito
Santo, como primeiro dom aos vossos fiéis para santificar todas as coisas,
levando à plenitude a sua obra.
Ass.: Santificai-nos pela dom do vosso Espírito!
Une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres: Por isso, nós vos pedimos que o mesmo
Espírito Santo santifique estas oferendas,
Une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem o Corpo e + o
Sangue Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, para celebrarmos este grande
mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
Ass: Santificai nossa oferenda pelo Espírito.
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó
Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até
o fim. Enquanto ceavam,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo,
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele
tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu graças novamente e o deu a seus
discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis
o mistério da fé!
Ass: Todas as vezes que comemos deste pão e
bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a
vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando,
agora, ó Pai, a memória da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua
descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa
direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu corpo e
Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação do mundo inteiro.
Ass: Recebei,
ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: Olhai, com bondade, o sacrifício que destes à
vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice
que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo um
sacrifício vivo para o louvor da vossa glória.
Ass: Fazei de nós um sacrifício de louvor!
1C: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos
quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o papa Cézar, o nosso bispo
N*., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e todos os ministros, os fiéis
que, em torno deste altar, vos oferecem este sacrifício, o povo que vos
pertence e todos aqueles que vos procuram de coração sincero.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
2C: Lembrai-vos também dos que morreram na
paz do vosso Cristo e de todos os mortos, dos quais só vós conhecestes a fé.
Ass: A todos saciai com vossa glória!
3C: E a todos nós, vossos filhos e filhas,
concedei, ó Pai de bondade, que, com a vhirghem Maria, mãe de Deus, com São
José, seu esposo, com os apóstolos e todos os santos, possamos alcançar a
herança eterna no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da
corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos,
Une as
mãos
Por Cristo,
Senhor nosso.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda
graça.
Ergue
o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a
vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda
a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados
por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e
dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre
livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a
esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para
sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
130. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS
A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
131. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso
Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por
vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
132. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém
come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o
pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona
da comunhão
Sl 118,
49-50
Lembrai-vos
da promessa ao vosso servo, pela qual me cumulastes de esperança! O que me
anima na aflição é uma certeza: vossa palavra me dá a vida, ó Senhor.
ou:
1Jo 3,
16
Nisto conhecemos o amor de Deus: Jesus
deu sua vida por nós; por isso nós também devemos dar a nossa vida pelos irmãos.
COMUNHÃO
133. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
134. Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
135. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
136. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Recorda-te,
meu filho
RECORDA-TE, MEU FILHO:
RECEBESTE OS BENS EM VIDA,
ENQUANTO LÁZARO, OS MALES.
TU ÉS AGORA ATORMENTADO,
ENQUANTO ELE É CONSOLADO.
TU ÉS AGORA ATORMENTADO,
ENQUANTO ELE É CONSOLADO.
O DEUS VIVO É UM ESCUDO PROTETOR
E SALVA AQUELES QUE TÊM RETO CORAÇÃO.
DEUS É JUIZ, E ELE JULGA COM JUSTIÇA,
MAS É UM DEUS QUE AMEAÇA CADA DIA.
EIS QUE O ÍMPIO CONCEBEU A INIQUIDADE,
ENGRAVIDOU E DEU À LUZ A FALSIDADE.
UM BURACO ELE CAVOU E APROFUNDOU,
MAS ELE MESMO NESSA COVA FOI CAIR.
O MAL QUE FEZ LHE CAIRÁ SOBRE A CABEÇA,
RECAIRÁ SOBRE SEU CRÂNIO A VIOLÊNCIA!
MAS EU DAREI GRAÇAS A DEUS QUE FEZ JUSTIÇA,
E CANTAREI SALMODIANDO AO DEUS
ALTÍSSIMO.
LEVANTAI-VOS, DEFENDEI-ME NO JUÍZO,
PORQUE VÓS JÁ DECRETASTES A SENTENÇA!
CONFIRMAI O VOSSO SERVO, DEUS-JUSTIÇA,
VÓS QUE SONDAIS OS NOSSOS RINS E
CORAÇÕES.
137. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está
dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
138. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
139. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Ó
Deus, que a comunhão nesta Eucaristia renove a nossa vida para que,
participando da paixão de Cristo neste mistério, e anunciando a sua morte,
sejamos herdeiros da sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
140. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
141. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
142. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác.
ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos
acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
143. Então
o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
Maria
de Nazaré Nossa Mãe Ela é
O
ANJO GABRIEL, A VHIRGEM MARIA APARECEU
A
ELA ANUNCIOU: SERÁS A MÃE DO FILHO DE DEUS
MARIA
DE NAZARÉ, NOSSA MÃE ELA É
MARIA
DE NAZARÉ, NOSSA MÃE ELA É
MARIA
FOI A PRIMEIRA QUE SENTIU JESUS
FOI
ELA QUE ENSINOU OS PRIMEIROS PASSOS DE JESUS
MARIA
NOSSA INTERCESSORA COMO NAS BODAS DE CANÁ
ÁGUA
EM VINHO SUA VIDA QUER TRANSFORMAR
