
SEMANÁRIO
LITÚRGICO
XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM
ANO C
Cor Litúrgica: Verde
18/09/2022
RITOS
INICIAIS
1.
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se
ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria
e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO
PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para
celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após
um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass.: Porque somos pecadores.
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SENHOR,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CRISTO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
TENDE
PIEDADE NÓS.
SENHOR,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
HINO
DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos
homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós
vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós
vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa
súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o
Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito
Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
GLÓRIA
A DEUS NAS ALTURAS!
E
PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
SENHOR
DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS
VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS
VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS
VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR
JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR
DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
VÓS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI
A NOSSA SÚPLICA.
VÓS
QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
SÓ
VÓS SOIS O SANTO,
SÓ
VÓS, O SENHOR,
SÓ
VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM
O ESPÍRITO SANTO,
NA
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.
ORAÇÃO
DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então
o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó
Pai, que resumistes toda a lei no amor a Deus e ao próximo, fazei que,
observando o vosso mandamento, consigamos chegar um dia à vida eterna. Por
nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA
DA PALAVRA
PRIMEIRA
LEITURA
(Am 8, 4-7)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura
da Profecia de Amós
Ouvi
isto, vós, que maltratais os humildes e causais a prostração dos pobres da
terra; vós que andais dizendo: “Quando passará a lua nova, para vendermos
bem a mercadoria? E o sábado, para darmos pronta saída ao trigo, para diminuir
medidas, aumentar pesos, e adulterar balanças, dominar os pobres com
dinheiro e os humildes com um par de sandálias, e para pôr à venda o refugo do
trigo?” Por causa da soberba de Jacó, jurou o Senhor: “Nunca mais
esquecerei o que eles fizeram”.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO
RESPONSORIAL
8. O
salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass.: LOUVAI O SENHOR, QUE ELEVA OS POBRES!
— Louvai,
louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o
nome do Senhor, agora e por toda a eternidade!
Ass.: LOUVAI O SENHOR, QUE ELEVA OS POBRES!
— O
Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus. Quem pode
comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono e se
inclina para olhar o céu e a terra?
Ass.: LOUVAI O SENHOR, QUE ELEVA OS POBRES!
— Ensinai-nos
a contar os nossos dias, e dai ao nosso coração sabedoria! Senhor, voltai-vos!
Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos!
Ass.: LOUVAI O SENHOR, QUE ELEVA OS POBRES!
— Levanta
da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, para fazê-lo assentar-se
com os nobres, assentar-se com os nobres do seu povo.
Ass.: LOUVAI O SENHOR, QUE ELEVA OS POBRES!
SEGUNDA
LEITURA
(1Tm
2, 1-8)
9. Se
houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitura
da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo
Caríssimo: Antes
de tudo, recomendo que se façam preces e orações, súplicas e ações de graças,
por todos os homens; pelos que governam e por todos que ocupam altos
cargos, a fim de que possamos levar uma vida tranquila e serena, com toda
piedade e dignidade.
Isto
é bom e agradável a Deus, nosso Salvador; ele quer que todos os homens
sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. Pois há um só Deus, e
um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, que se
entregou em resgate por todos. Este é o testemunho dado no tempo estabelecido
por Deus, e para este testemunho eu fui designado pregador e apóstolo, e —
falo a verdade, não minto — mestre das nações pagãs na fé e na
verdade. Quero, portanto, que em todo lugar os homens façam a oração, erguendo
mãos santas, sem ira e sem discussões.
–
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO
AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA!
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do
Filho + e
do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se
não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc
16,1-13)
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác.
ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác.
ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então
o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele
tempo, Jesus dizia aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador
que foi acusado de esbanjar os seus bens. Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é
isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não
podes mais administrar meus bens’.
O administrador então começou a
refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar,
não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. Ah! Já sei o que fazer,
para que alguém me receba em sua casa, quando eu for afastado da
administração’.
Então ele chamou cada um dos
que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao
meu patrão?’ Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!’ O administrador disse:
‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’
Depois ele perguntou a outro:
‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador
disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’.
E o senhor elogiou o
administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos
deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz. E
eu vos digo: usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar,
eles vos receberão nas moradas eternas.
Quem é fiel nas pequenas coisas
também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas
grandes. Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem
vos confiará o verdadeiro bem? E se não sois fiéis no que é dos outros,
quem vos dará aquilo que é vosso?
Ninguém pode servir a dois
senhores; porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará
o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác.
ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác.
ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam
perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO
DE FÉ
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e
da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido
pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio
Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai
todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito
Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos
pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
LITURGIA
EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO
DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
CANTO
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão
que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora
vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo
vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se
não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as
palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me
de meus pecados.
CONVITE
À ORAÇÃO
25. No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Acolhei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do
vosso povo, para que possamos conseguir por este sacramento o que proclamamos
pela fé. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.:
Amém.
PREFÁCIO
DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA V
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: É justo e nos faz todos ser mais santos
louvar a vós, ó Pai, no mundo inteiro, de dia e de noite, agradecendo com
Cristo, vosso Filho, nosso irmão. É ele o sacerdote verdadeiro que sempre se
oferece por nós todos, mandando que se faça a mesma coisa que fez naquela ceia
derradeira. Por isso, aqui estamos bem unidos, louvando e agradecendo com
alegria, juntando nossa voz à voz dos anjos e à voz dos santos todos, para
cantar (dizer):
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O
céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem
em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SANTO,
SANTO, SANTO,
SENHOR,
DEUS DO UNIVERSO!
O
CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA
NAS ALTURAS!
BENDITO
O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA
NAS ALTURAS!
ORAÇÃO
EUCARÍSTICA V
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Senhor, vós que sempre quisestes ficar
muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele,
Une
as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
a
fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass.: Mandai vosso Espírito Santo!
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue, ceando
com seus apóstolos,
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Ass.: Toda vez que se come deste pão, toda
vez que se bebe deste vinho, se recorda a paixão de Jesus Cristo e se fica
esperando sua volta!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Recordamos, ó Pai, neste momento, a
paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão; nós queremos a vós
oferecer este pão que alimenta e que dá vida, este vinho que nos salva e dá
coragem.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres.: E, quando recebermos pão e vinho, o
Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um
só povo em seu amor.
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Protegei
vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando
a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
Ass.: Caminhamos na estrada de Jesus!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
2C: Daí ao santo padre, o papa CÉSAR,
ser bem firme na fé, na caridade, e a N., que é bispo desta Igreja, muita luz para guiar o
seu rebanho.
Ass.: Caminhamos na estrada de Jesus!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
3C: Esperamos
entrar na vida eterna com a vhirghem, mãe de Deus e da Igreja, São José seu
esposo, os apóstolos e todos os santos, que na vida souberam amar Cristo e seus
irmãos.
Ass.: Esperamos entrar na vida eterna!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
4C: A todos os que chamastes para outra
vida na vossa amizade e aos marcados com o sinal da fé, abrindo vossos braços,
acolhei-os. Que vivam para sempre bem felizes no reino que para todos
preparastes.
Ass.: A todos dai a luz que não se apaga!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres.: E a nós, que agora estamos reunidos e
somos povo santo e pecador, dai força para construirmos juntos o vosso reino,
que também é nosso.
Ergue
o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a
vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda
a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém!
RITO
DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu
divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác.
ou Pres.: Irmãos
e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO
DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS
A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso
Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por
vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona
da comunhão
Os
vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. Oxalá seja
bem firme a minha vida em cumprir vossa vontade e vossa lei!
ou:
Eu
sou o Bom Pastor: conheço minhas ovelhas e minhas ovelhas me conhecem, diz o
Senhor.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está
dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS
DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Ó
Deus, auxiliai sempre os que alimentais com o vosso sacramento para que
possamos colher os frutos da redenção na liturgia e na vida. Por Cristo, nosso
Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS
FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO
FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác.
ou Pres.: Ide
em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então
o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
A
NOSSA PROTEÇÃO RECORREMOS
SANTA
MÃE DE DEUS
NÃO
DESPREZEIS AS NOSSAS SÚPLICAS
EM
NOSSAS NECESSIDADES
MAS
LIVRAI-NOS SEMPRE
DE
TODOS OS PERIGOS
VIRGEM
GLORIOSA E BENDITA