NOVENA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA
MARIA
(Padroeira e Rainha de Portugal e de toda a Lusofonia, Padroeira de Espanha, dos Estados Unidos da América)
Ano A
Cor Litúrgica: Do Dia
de 27/11 a 7/12
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Mãe de Jesus, Mãe da Igreja, Causa da nossa alegria.
CANTO
1. NÓS
VOS CANTAMOS Ó VIRGEM MARIA
SUBA
ATÉ VÓS NOSSO HUMILDE LOUVOR
AS MARAVILHAS
QUE EM VÓS REALIZOU
GLORIFICAMOS
CONVOSCO SENHOR
MÃE DE
JESUS MÃE DA IGREJA, CAUSA DA NOSSA ALEGRIA
SENHORA DA CONCEIÇÃO, ROGAI POR NÓS Ó MARIA
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Deus vinde em nosso auxilio +
Ass.: Senhor socorrei-nos e Salvai-nos
Pres.: Gloria ao Pai, e ao Filho e ao Espírito
Santo.
Ass.: Como era nor princípio agora e sempre. Amém.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
INVOCAÇÃO DO ESPIRITO SANTO
Segue-se
o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Vinde
Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do
Vosso Amor.
Pres: Enviai
o Vosso Espírito e tudo será criado
Ass: E renovareis a face da terra.
Pres: Oremos: Ó Deus que instruíste os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos rectamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos da sua consolação. Por Cristo Nosso Senhor
O povo responde:
Ass: Amen.
LADAINHA DE NOSSA SENHORA
O povo
responde o que está a negrito:
Senhor,
tende piedade de nós
O povo responde a cada invocação ROGAI POR NÓS:
O povo
responde o que está a negrito:
Cordeiro
de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro
de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos,
Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.
ORAÇÃO DA NOVENA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos
oram em silêncio, por algum tempo.
Então o
sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Senhor nosso Deus, que pela Imaculada Conceição da
Virgem Maria, preparastes para o Vosso Filho uma digna morada e, em atenção aos
méritos futuros da morte de Cristo a preservastes de toda a mancha, concedei-nos
por sua intercessão a graça de chegarmos purificados junto de Vós. Por Nosso
Senhor Jesus Cristo, que é Deus e convosco vive e reina, na Unidade do Espírito
Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
USA-SE
A LITURGIA PRÓPRIA DO DIA
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
AVÉ CHEIA DE GRAÇA O SENHOR É CONVOSCO
BENDITA SOIS VÓS ENTRE AS MULHERES!
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a
tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amen.
Se não
houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.:
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo S. N.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
USA-SE O EVANGELHO DO DIA
Então o
diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra
da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes profissões de fé:
Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor;
(Todos
se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu
na Vhirghem Maria,
(Todos
erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS
OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
CANTO
1. FELIZ AQUELA QUE ACREDITOU
E ME ENSINOU A ACREDITAR
DITOSA AQUELA QUE DEUS SAGROU
E ME ENSINOU A ME CONSAGRAR
FELIZ AQUELA QUE ACREDITOU
E ME ENSINOU A VIVER A VIDA
DITOSA AQUELA QUE MAIS AMOU
E ME ENSINOU A AMAR SEM MEDIDA
DITOSA AQUELA QUE MAIS AMOU
E ME ENSINOU A AMAR SEM MEDIDA
2. FELIZ AQUELA QUE ACREDITOU
E ME ENSINOU A DAR O MEU SIM
DITOSA AQUELA QUE SE ENTREGOU
E ME ENSINOU A ENTREGAR-ME A MIM
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se
vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltdo para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Ass.: Amen.
PREFÁCIO
(Prefácio da Imaculada Conceição)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações
ao alto.
Ass.: O nosso
coração está em Deus.
O
sacerdote, com os raços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso
dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta:
CANTO
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSSANA IN EXCELSIS
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI
HOSSANA IN EXCELSIS
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Vós Senhor sois verdadeiramente Santo, dois a fonte de toda a Santidade
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai,
estes dons, derramando sobre eles o vosso Espirito
une
as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo e + Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O
sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo
claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na hora em que Ele se entregava, para voluntariamente sofrer a morte ,
toma
o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
Ele
tomou o pão, e dando graças, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres: De igual modo, no fim da ceia
toma
o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
Ele
tomou o cálice e, dando graças deu-o aos seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres: Mistério da fé!
O
povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e
proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, agora Senhor a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós Vos oferecemos, o pão da vida e o cálice da salvação; e Vos damos graças por que nos admitistes à vossa presença para Vos servir nestes Santos Mistérios.
Humildemente Vos suplicamos que, participando no Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, Senhor, da vossa Igreja dispersa por toda a terra, e tornai-a perfeita na caridade, em comunhão com o papa Vicente , com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos aqueles que na vossa misericórdia partiram deste mundo, admiti-os na Luz da vossa presença.
3C: Tende compaixão de nós Senhor, e
dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus,
Senhora da Conceição, com São José, seu esposo, e com os santos apóstolos Pedro
e Paulo e todos os Santos que desde o principio do mundo viveram na vossa amizade, para cantarmos os vossos louvores por Jesus Cristo, vosso Filho.
Por Ele
concedeis ao mundo todos os bens.
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na
unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amen!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e
iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai
nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso
reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de
cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do
mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos o mal Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do
pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
Ass.: Vosso é
o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
Vós que viveis e reinais, por todos os séculos dos séculos
Ass.: Amen.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
MISERERE NOBIS!
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
MISERERE NOBIS!
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
DONA NOBIS PACEM!
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com
o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus
pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir
sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Quem
come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor,
eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei
salvo.
Antífona da comunhão
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a
vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
CANTO
MARIA, ÉS A ÁRVORE DA VIDA
DA QUAL NASCE JESUS FILHO DE DEUS
O PÃO QUE NOS SUSTENTA
O VINHO DA ALEGRIA
OH MÃE, OH MARIA
OH MÃE DA NOVA HUMANIDADE
1. MULHER ÉS A NASCENTE
DAS ÁGUAS DA SALVAÇÃO
ÉS A MÃE DE JESUS CRISTO
DE DEUS FILHO REDENTOR
DE DEUS FILHO REDENTOR
2. DO TEU SEIO NASCE CRISTO
EM CRISTO NÓS RENASCEMOS
VIRGEM ÉS E SEM PECADO
JESUS CRISTO CONCEBENDO
JESUS CRISTO CONCEBENDO
38. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que
a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em
remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar,
o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está
no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Que
pela intercessão da Virgem Santa Maria, concebida sem pecado vos abençoe o Deus
Omnipotente: Pai e Filho + e
Espírito Santo.
Ass.: Amen.
144. Depois, o diácono ou o próprio
sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em
paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças
a Deus.
145. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
146. Se a Missa é seguida de outra ação litúrgica, omitem-se os
ritos de despedida.
CANTO
1. SALVE NOBRE PADROEIRA
DO POVO TEU PROTEGIDO
ENTRE TODOS ESCOLHIDO
PARA O POVO DO SENHOR
Ó GLÓRIA DA NOSSA TERRA,
QUE TENS SALVADO MIL
VEZES !
ENQUANTO HOUVER PORTUGUESES,
TU SERÁS O SEU AMOR!
ENQUANTO HOUVER
PORTUGUESES,
TU SERÁS O SEU AMOR!
O SEU AMOR! O SEU AMOR!
2.TUA GLÓRIA É VALER-NOS
NÃO TENS MAIOR ALEGRIA
NINGUEM CHAMA POR MARIA
QUE NÃO ALCANÇE FAVOR
3.ÉS A NOSSA PADROEIRA
NÃO LARGUES O PADROADO
DO REBANHO CONFIADO
AO TEU PODER PROTECTOR
