BENEDICTVS, EPISCOPVS
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETVAM REI MEMORIAM
Aos irmãos Cardeais, Bispos, Presbíteros, e a todos os que lerem, saúde, paz e bênção apostólica.
Dilucidação
à nota
“Decreto de Excomunhão e Ofício aos órgãos da Cúria Romana”
do Habbo Hotel
Primeiro título
Das acusações
1. É desde há muito tempo que acontecem perseguições contra o nosso apostolado, por parte de rivais da Igreja do Habbo Hotel, em sentido oposto ao diálogo fraterno entre a nossa Sé, e a Sé do Habbo, como de outras plataformas. Estamos vivenciando a Semana da Unidade dos Cristãos, promovida pelo Dicastério para a Unidade dos Cristãos.
2. Na última terça-feira (24) aconteceu um evento ecuménico no nosso Hotel, a Via-Sacra da Jornada Mundial da Juventude 2023. Depois desta, continuamos o nosso trabalho conforme está na programação para a Semana da Unidade dos Cristãos, mas, no decorrer da amanhã de hoje, fomos confrontados, de forma brusca, com acusações dirigidas a nós por parte do sr. Vitor Alberti Lavezzo, Decano do Tribunal da Rota Romana do Habbo Hotel, onde afirma que: “[...] a cisma, ora rompida com esta Sé Apostólica, usou-se da proximidade com o clero para incentivar a conduta delitiva do réu, resultando em seu estado cismático, que beneficia a cisma do Habblet.”
3. Ainda insultou-nos de “Cisma” e acusou-nos duramente de várias calúnias. O indivíduo ainda acusa-nos de surripiar clérigos. Ordenou este, que nos removessem do circulo da convivência da Semana da Unidade dos Cristãos, como também, a remoção das fotos dos nossos encontros.
4. E ainda conclui o seu testamento opróbrio com as seguintes palavras: “Um evento que, a priori, possuía a única finalidade de estabelecer vínculos mais fraternos entre a Igreja de Cristo e as demais cismas presentes no orbe virtual, acabou se tornando uma oportunidade de promoção unilateral da cisma do Habblet, que usou da oportunidade para se beneficiar e não para se reconciliar com a Igreja de Deus, elucidando, assim, sua pretensão parasita com a presença na semana pela Unidade dos Cristãos.”
Segundo título
Das provocações na página do Instagram
5. No decorrer desta tarde, a Igreja do Habbo Hotel, na sua página oficial Instagram, postaram uma História desonrando a nossa imagem, que fora minutos depois eliminada, para manter a sua imagem de bons samaritanos. No que diz respeito ao direct enviado à nossa página, o gestor da página, de nome Caio Medeiros (epíscopo daquela Sé), acusa-nos primeiramente de plágio, e depois, de destruirmos o evento da Unidade dos Cristãos.
6. Sem mais, envolveu-se o referido epíscopo, na vida pessoal do nosso cardeal Enrico Montini, mandando-o ir trabalhar (sem saber da vida pessoal do cardeal). Mais uma vez, a Igreja do Habbo Hotel, no seu egoísmo, julga a vida pessoal de alguém. Foi a pagina deles que enviou DM para a nossa página, a atacar-nos.
Terceiro titulo
Dilucidação dos fatos
7. Conforme explícito no ponto 1. deste documento, os membros contrários à fraternidade na Igreja do Habbo Hotel, sempre procuraram-nos perseguir com calúnias e mentiras. Foram essas as provas em que ex-clérigos, agora unidos a nós, contaram-nos, que muitas vezes mentiam, dizendo que fazíamos muitas coisas obscenas, que eu, na minha dignidade, recuso-me comentar neste documento. Foram imensas as calúnias dirigidas a nós.
Esclarecimento ao ponto (2.):
8. O sr. Vito Alberti Lavezzo sempre jogou com o seu egoísmo, procurando engrandecer a sua soberba, como também humilhar ao próximo. É isso a prova viva do documento publicado hoje, e também as inúmeras ofensas contra nós, ao longo da sua vida virtual.
9. Em suma, afirma que “[...] a cisma, ora rompida com esta Sé Apostólica”. A nossa Sé foi fundada em 2010, e na época, não existia nenhuma igreja no Habbo Hotel. Naquela altura estava suprimida aos inícios da Diocese do Habbo, levantada por Vitor Guilherme Severino (conforme o mesmo sempre relata). Por essa razão, desmentimos qualquer tipo de acusação sobre rompimento. Nunca existiu esse rompimento.
10. Logo depois, acusa-nos de: “[...] usou-se da proximidade com o clero para incentivar a conduta delitiva do réu, resultando em seu estado cismático, que beneficia a cisma do Habblet.” É desta forma, novamente, que somos insultados de cisma e acusados de subordinar ao Francisco Maria Assis, agora Nuno Faria, que manifestou o desejo de retornar; mais uma vez o tal documento e o autor é refutado, pois, é mais uma mentira para subornar aos outros apostolados a manterem-se afastados de nós, uma vez que somos considerados por muito recetivos.
11. Desta forma, confirmamos as primeiras farsas de Lavezzo, escritas no seu texto.
Esclarecimento ao ponto (3.):
12. Além de cisma, também somos acusados de «ladrões»; Supostamente esta mentira parte do egoísmo dos aliados de Lavezzo, que se contorcem, por causa do nosso zelo e dedicação ao apostolado. A atitude baixa vê-se nas ofensas dirigidas a nós, perdendo assim, o carácter.
13. A atitude pessimista de ordenar que nos removessem, como também removessem as fotos, demostrou que o Decano do Tribunal ficou com invídia do trabalho que estávamos assumindo, como também pela fraternidade que havia. Por essa razão, ordenou que fosse removidas as fotos, demostrando a cobiça de não ser mencionado ou homenageado.
Esclarecimento ao ponto (3.):
13. Assim como destrata nosso apostolado, destrata aos outros, chamando-os de «cisma»: “estabelecer vínculos mais fraternos entre a Igreja de Cristo e as demais cismas” Querendo enaltecer a Igreja do Habbo Hotel, como se esta fosse superior aos apostolados existentes no Habblet, Habblive, HFantasy, Minecraft ou Roblox. Acreditamos que somos livres de Evangelizar. Será que estes vivem na ilusão de que Nosso Senhor tenha decido em 2006 ao Habbo Hotel e tenha fundado, sobre o finado Gregório XVII, o Clero? Por isso, os demais apostolados que não querem se submeter a esta gente egoísta, como também quer evangelizar, é chamadas de «cisma» e são sobrepostas às acusações sem fundamentos destes.
14. “acabou se tornando uma oportunidade de promoção unilateral da cisma do Habblet, que usou da oportunidade para se beneficiar” Infelizmente fomos sujeitos a acusações, sem provas. Ninguém dos que se juntaram a nós para a Via-Sacra foi convidado para ingressar ao nosso Clero. De facto, o contacto entre nós e Francisco Assis já se mantém faz muito tempo; Enrico, Mário, Mauro, Daniel e Francisco sempre foram muito unidos. Este circulo de união já vem de anos, e não de terça-feira. Esta união familiar já existe há longos anos.
15. “não para se reconciliar com a Igreja de Deus, elucidando, assim, sua pretensão parasita com a presença na semana pela Unidade dos Cristãos.” Lamento ver tais acusações, sendo que fomos nós o apostolado que nos últimos tempos temos lutado pela Unidade dos Cleros, enquanto os pontífices do Habbo Hotel sempre viviam julgando os cleros do Habblet e do Habblive. Se existiu reconciliação da nossa parte? Existiu. Agora suspeitamos que houvesse esse desejo por parte do Habbo Hotel, exceto de Darllan Vitor Messias, o único que procura o diálogo e a fraternidade, derrubando muralhas e ultrapassando os conflitos.
Esclarecimentos ao ponto (4.) e (5.):
16. Caio Medeiros, ex-clérigo, procura sempre refutar a imagem de Enrico Montini. Nunca procurou qualquer tipo de diálogo e de reconciliação. Ele, Eugênio e entre outros sempre formaram um complô de zombaria e de provocação contra nós, e contra o cardeal Montini.
17. Não é credível que Caio Medeiros desconheça diferenciar as realidades virtual e pessoal. São realidades distintas, e foram sempre estes, os grandes defensores, da não-envolvência das duas realidades. Portanto, o gesto de Caio Medeiros resulta em crime, conforme diz o Art. 139 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40.
Esclarecimentos finais:
18. Por esse facto, viemos a público liberar esta dilucidação. Possuímos provas desde o primeiro momento que nos acusam de roubar, até ao momento atual, em que nos obrigam a alterar o nome da nossa página de Instagram. Reafirmamos que não surripiamos ninguém, como também, o nosso desejo de diálogo, comunhão, e fraternidade, entre todos nós. Estamos nesta plataforma para levar a Cristo, e não para ser egoístas.
19. A humilhação contra o cardeal Montini, membro da nossa Sé, como o rebaixamento dos outros irmãos e apostolados virtuais é prescindível. Não devemos submeter-nos ao diálogo com quem se sobrepõe aos nossos apostolados, insultando-nos de cisma e censurando que evangelizemos.
20. Confiamos às mãos de Nossa Senhora a conversão destes nossos irmãos, e como também, desejo congratular a todos os apostolados virtuais que estão trabalhando para a construção da Ponte da Fraternidade. Não desistam! Jesus mandou-nos amar uns aos outros e anunciar. Deus esteja convosco.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 26 de janeiro do ano de 2023, primeiro do meu pontificado.
† Benedictus, Pp. VIII
SERVUS SERVORUM DEI