MISSA SOLENE PARA A ELEVAÇÃO DA CATEDRAL DE NOSSA
SENHORA DO CABO ESPICHEL A BASILICA MENOR
Ano A
Cor Litúrgica: Branco
02/01/2023
RITOS INICIAIS
Reunido
o povo, o sacerdote e os ministros encaminham-se para o altar levando os novos
símbolos da basílica (Umbraculo e Tinitabulo) que serão depositados em lugar
péviamente preparado junto do altar, enquanto se executa o Cântico de entrada –
ver a antífona de entrada na respectiva Missa do Missal Romano. Ou então a
seguinte antífona:
CANTO
EU VI A
CIDADE SANTA
A NOVA
JERUSALÉM
QUE
DESCIA DOS CÉUS DE JUNTO DE DEUS
COMO
ESPOSA ADORNADA
COMO
ESPOSA ADORNADA
PARA
SEU ESPOSO
1. GRANDE
É O SENHOR E DIGNO DE LOUVOR
NA
CIDADE DO NOSSO DEUS
A SUA
MONTANHA SAGRADA É A MAIS BELA DAS MONTANHAS
A ALEGRIA
DE TODA A TERRA
Ao chegar ao altar, o sacerdote, feita uma
inclinação profunda juntamente com os ministros, beija o altar sem incensar.
Depois, dirige-se para a sua cadeira,
juntamente com os ministros. Terminado o cântico de entrada, sacerdote e fiéis,
todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo,
diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo. +
Ass.: Amém. +
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o
amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O
Reitor da Neo-basílica, dirige-se ao ambão e diz o decreto :
O Santo Padre Vicente, na sua benignidade,
concedeu a esta igreja o título de Basílica Menor,
que os fiéis desta comunidade agradecem, e com Ele,
rezamos a Deus, no Espirito Santo,
para que o coração dos fiéis estejam sempre unidos
na alegria, na caridade e no louvor contínuo,
procurando na vida de cada dia a beleza de Deus
que se manifesta, também, neste templo.
Por Cristo, nosso Senhor.
O
Celebrante continua:
Irmãos
e irmãs:
estamos aqui reunidos com o coração em festa
para proclamar esta igreja Basílica Menor,
celebrando o sacramento da Eucaristia.
Participemos com fervente ardor a estes ritos sagrados,
nesta casa ornada de santa beleza,
e escutemos a Palavra de Deus,
para que a nossa comunidade,
nascida num só Batismo
e alimentada à mesma mesa eucarística,
cresça como templo espiritual;
e à volta do único altar,
se confirme e progrida no amor
que o Espírito Santo derrama em nossos corações.
Com todos os nossos irmãos, os Santos,
invoquemos a graça do Senhor.
Cântico da Ladainha
Durante
o cântico das Ladainhas, o bispo asperge o povo, com água benta, em sinal de
penitência e em memória do Batismo. (o povo responde o que está a negrito)
Senhor,
tende piedade de nós.
Senhor,
tende piedade de nós.
Cristo,
tende piedade de nós.
Cristo,
tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Senhor,
tende piedade de nós.
Santa
Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.
São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai
por nós.
Santos Anjos de Deus, rogai por nós.
São João Batista, rogai por nós.
São José, rogai por nós.
São Pedro e São Paulo, rogai por nós.
Santo André, rogai por nós.
São João, rogai por nós.
Santa Maria Madalena, rogai por nós.
Santo Estêvão, rogai por nós.
Santo Inácio de Antioquia, rogai
por nós.
São Lourenço, rogai por nós.
Santa Perpétua e Santa Felicidade, rogai
por nós.
Santa Inês, rogai por nós.
São Gregório, rogai por nós.
Santo Agostinho, rogai por nós.
Santo Atanásio, rogai por nós.
São Basílio, rogai por nós.
São Martinho, rogai por nós.
São Bento, rogai por nós.
São Francisco e São Domingos, rogai
por nós.
Santo António de Lisboa, rogai
por nós.
Santa
Germana Cousin, rogai por nós.
Santa
Mónica, rogai por nós.
Santo
Estanislau de Jesus e Maria, rogai
por nós.
São Francisco Xavier, rogai por nós.
São João Maria Vianney, rogai
por nós.
Santa Catarina de Sena, rogai
por nós.
Santa Teresa de Jesus, rogai por nós.
Santa Teresinha, rogai por nós.
Santa Hildegarda, rogai por nós.
Todos os Santos e Santas de Deus, rogai
por nós.
Sede-nos
propicio, livrai-nos, Senhor.
De todo o mal, livrai-nos, Senhor.
De todo o pecado, livrai-nos, Senhor.
Da morte eterna, livrai-nos, Senhor.
Pela vossa encarnação, livrai-nos, Senhor.
Pela vossa morte e ressurreição, livrai-nos,
Senhor.
Pela efusão do Espírito Santo, livrai-nos,
Senhor.
A nós, pecadores, ouvi-nos, Senhor.
Cristo,
ouvi-nos. Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos. Cristo, atendei-nos.
O
Celebrante continua:
Deus Pai onipotente
pela intercessão da Virgem
Santa Maria, Nossa Senhora do Cabo Espichel
e de todos os santos,
acolhei benignamente as
nossas orações:
que este edifício elevado à dignidade
de Basílica Menor
se torne uma
morada de graça e de salvação
onde o povo cristão se reúne
na unidade e na paz,
Te louve em espírito e
verdade,
E se cresça na caridade.
Por Cristo, nosso Senhor.
ASS:Amem
ANÚNCIO DA INDULGÊNCIA PLENÁRIA
O
Reitor da Neo-basílica, dirige-se ao ambão e diz:
Caríssimos irmãos e irmãs,
unida a esta igreja, agora Basílica Menor,
uma indulgência plenária é concedida
a todos vós que participais nesta celebração,
como, também a todos aqueles
que aqui vierem para celebrar
os santos mistérios nos dias seguintes:
– no dia de aniversário da Dedicação da Basílica: dia 27 de Setembro;
– na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo;
– no dia de aniversário da concessão do título de Basílica Menor: dia 30 de Dezembro;
– num dia no ano estabelecido pelo Senhor Bispo, dia 27 de Setembro (Festa da Padroeira);
– num dia no ano, a escolhido livremente por cada um de vós.
Pode
lembrar-se as condições para obter a indulgência plenária:
As condições para usufruir desta indulgência plenária
são as seguintes:
– Confessar-se sacramentalmente;
– participar a um rito sagrado nesta Basílica Menor, com a recitação do
“Pai nosso” e do “Credo”;
– A comunhão eucarística;
– e rezar pelas intenções do Santo
Padre.
E que a graça do Senhor sempre vos
acompanhe.
HINO DE LOUVOR
O Celebrante convida a cantar o
Hino “Gloria” com estas palavras:
Cantemos a
glória do Senhor que
resplandece nesta santa Basílica.
Enquanto se canta, o celebrante
incensa o altar:
CANTO
GLORIA
A DEUS NAS ALTURAS.
E PAZ
NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS
GLÓRIA A DEUS PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS,
GLÓRIA A DEUS, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!
SENHOR
DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS
PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS
LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS
ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS
DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
GLÓRIA A DEUS PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS,
GLÓRIA A DEUS, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!
SENHOR
JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR
DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE
TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE
TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI
A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE
ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE
PIEDADE DE NÓS.
GLÓRIA A DEUS PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS,
GLÓRIA A DEUS, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!
SÓ VÓS
SOIS O SANTO,
SÓ VÓS,
O SENHOR,
SÓ VÓS,
O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O
ESPÍRITO SANTO,
NA
GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMEN
GLÓRIA A DEUS PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS,
GLÓRIA A DEUS, PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos
oram em silêncio, por algum tempo.
Então o
sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, que
organizais de modo admirável
O serviço dos Anjos e dos
homens,
fazei que sejamos protegidos na
terra
por aqueles que vos servem
no céu.
Por nosso Senhor Jesus
Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito
Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Dn 7,9-10.13-14)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
-Leitura da profecia de Daniel
Eu continuava olhando, até
que foram colocados uns tronos, e um ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua
veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como lã pura; seu trono eram
chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa.
Derramava-se aí um rio de
fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de
milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal, e os livros foram
abertos.
Continuei insistindo na
visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem,
aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença.
Foram-lhe dados poder,
glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um
poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se
dissolverá.
-Palavra do Senhor.
Ass.: Graças
a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O
salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI SENHOR,
EU VOS LOUVAREI SENHOR
Ass.: NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI SENHOR, EU VOS
LOUVAREI SENHOR
– De todo o coração, Senhor, eu
Vos dou graças, porque ouvistes as palavras da minha boca.
Na presença dos Anjos hei-de cantar e Vos adorarei, no Vosso templo santo.
.Ass.: NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI
SENHOR, EU VOS LOUVAREI SENHOR
– Hei-de louvar o vosso nome, pela
vossa bondade e fidelidade,
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome e a vossa promessa.
Ass NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI
SENHOR, EU VOS LOUVAREI SENHOR
– Quando
Vos invoquei, me respondestes, aumentastes a fortaleza da minha alma.
Todos os reis da terra Vos hão-de louvar, Senhor, quando ouvirem as
palavras da vossa boca.
Ass.: NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI
SENHOR, EU VOS LOUVAREI SENHOR
– Celebrarão
os caminhos do Senhor, porque é grande a glória do Senhor.
O Senhor é excelso e olha para o humilde, Ao soberbo conhece-o de
longe.
Ass.: NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI
SENHOR, EU VOS LOUVAREI SENHOR
– A vossa mão direita me salvará, o Senhor completará o
que em meu auxílio começou.
Senhor, a vossa bondade é eterna, não abandoneis a obra das vossas
mãos
Ass.: NA PRESENÇA DOS ANJOS EU VOS LOUVAREI
SENHOR, EU VOS LOUVAREI SENHOR
SEGUNDA LEITURA
(Ap 12, 7-12a)
9. Se
houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
– Leitura
do Apocalipse de São João.
Houve
uma batalha no céu:
Miguel
e seus anjos guerrearam contra o Dragão.
O
Dragão lutou juntamente com os seus anjos, mas foi derrotado, e não se
encontrou mais o seu lugar no céu.
E foi expulso o grande Dragão, a antiga
Serpente, que é chamado Diabo e Satanás, o sedutor do mundo inteiro.
Ele foi
expulso para a terra, e os seus anjos foram expulsos com ele.
Ouvi
então uma voz forte no céu, proclamando:
“Agora
realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus,
e o
poder do seu Cristo.
Porque
foi expulso o acusador dos nossos irmãos,
aquele
que os acusava dia e noite diante do nosso Deus.
Eles
venceram o Dragão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu
próprio
testemunho, pois não se apegaram à vida,mesmo diante da morte.
Por isso, alegra-te, ó céu, e todos os que
viveis nele”.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças
a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Em
verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus
subindo e descendo sobre o Filho do Homem
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a
tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não
houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
( Jo 1, 47-51)
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.:
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São João.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o
diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.: Jesus
viu Natanael, que vinha para ele, e comentou:
“Aí vem um israelita de verdade, um homem sem
falsidade”.
Natanael perguntou: “De onde me conheces?”
Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse,
enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”.
Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu
és o rei de Israel”.
Jesus disse: “Tu crês porque te disse: ‘Eu te vi
debaixo da figueira’? Coisas maiores que essa verás!”
E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos
digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho
do Homem”.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra
da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes profissões de fé:
Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor;
(Todos
se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu
na Virgem Maria,
(Todos
erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e
sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos
céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a
julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na
vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS
OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho,
o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
CANTO
1.
VIRGEM MÃE DO MESMO DEUS,
VIRGEM
FILHA DE TEU FILHO,
NÃO HÁ ESTRELA DE MAIS BRILHO NESSES CÉUS.
2. DE
OLHAR FITO NESSE OLHAR,
DE
OLHOS FITOS NESSES OLHOS,
NÃO HÁ BAIXOS, NÃO HÁ ESCOLHOS NESTE MAR.
3. VEM
A ONDA, SOBREVÉM
NOVA
ONDA E NADA TEME
QUEM TE VÊ GUIANDO O LEME, VIRGEM MÃE.
4. TU
GUARDASTE EM GOZO E DOR
SEMPRE NA ALMA A PAZ DE UM TEMPLO;
FOSTE
EM VIDA NOSSO EXEMPLO, MÃE DE AMOR.
5.
NAVEGANDO MAS DE PÉ
NESTE
MAR CAVADO EMBORA,
VOU NA BARCA SALVADORA
QUE É A FÉ.
6. NÃO
ME ASSUSTA A MULTIDÃO
DE
INIMIGOS QUE ME AGRIDE:
CONTRA A TORRE DE DAVID TUDO É VÃO.
7. POR
FEROZ QUE ESTEJA O MAR
DE REPENTE FORMA UM LAGO:
BASTA UM SÓ REFLEXO VAGO
DESSE OLHAR.
8. ESSE
OLHAR É QUEM A MIM
ME
ENCAMINHA E ME SOCORRE:
O MEU NORTE É SÓ A TORRE DE MARFIM.
9. MEU
FAROL, REFÚGIO MEU
SOL DE DIA E NOITE BRILHA
MÃE DE DEUS E DE DEUS FILHA,
MÃE DO CÉU
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se
vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Nós vos apresentamos, ó
Deus,
com nossas humildes preces,
estas oferendas de louvor;
fazei que, levados pelos
Anjos à vossa presença,
sejam recebidas com agrado
e obtenham para nós a
salvação.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações
ao alto.
Ass.: O nosso
coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso
dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário,
é nosso dever e salvação
dar-vos graças, sempre e em toda a parte,
e não cessar de engrandecer-vos, Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso.
É a vós que glorificamos,
ao louvarmos os anjos, que criastes
e que foram dignos do vosso amor.
A admiração que eles merecem
nos mostra como sois grande
e como deveis ser amado acima de todas as criaturas.
Pelo Cristo, vosso filho e Senhor nosso,
louvam os anjos a vossa glória,
as dominações vos adoram
e, reverentes, vos servem Potestades e Virtudes.
Concedei-nos também a nós
associar-nos à multidão dos Querubins e Serafins,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta:
CANTO
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSSANA IN EXCELSIS
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI
HOSSANA IN EXCELSIS
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
80. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós
vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une
as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que
abençoeis + estas
oferendas apresentadas ao vosso altar.
O
povo aclama:
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
O
sacerdote, de braços abertos, prossegue:
1C: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica:
concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a
terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa Vicente, por todos os
bispos, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O
povo aclama:
Ass: Conservai a vossa Igreja sempre unida!
81. Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas
Une
as mãos e reza em silêncio.
De
braços abertos, prossegue:
e
de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a
dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor
por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o
perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
82. "Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, veneramos a sempre
Virgem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; aqui venerada nesta
Basilica sob o Título de Nossa Senhora do Cabo Espichel; e também São José,
esposo de Maria,* os
santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé,
Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente,
Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião,
e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a
vossa proteção. Por Cristo, Senhor nosso. Amém
O
povo aclama:
Ass: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.
90. Estendendo
as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas
oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo,
vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
91. Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre
o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
Eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e
o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a
na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
92. Então
prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu
graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o
corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
93. Em
seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
94. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho,
da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos
servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que
nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da
salvação.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
95. Prossegue,
de braços abertos:
Recebei, ó Pai, esta oferenda, como
recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
96. Une
as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à
vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o
Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz,
dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e
bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.
97. Memento
dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos,
ó Pai, dos vossos filhos e filhas que partiram desta vida, marcados com o
sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no
Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.
98. Bate
no peito dizendo:
4C: E a
todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa
misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio
dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio,
Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e
Cecília, Anastácia e
todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos.
99. E o
sacerdote prossegue:
4C: Por
ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.
100. Ergue
o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e
iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai
nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso
reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de
cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do
mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos
hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do
pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança,
aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é
o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
MISERERE NOBIS!
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
MISERERE NOBIS!
AGNUS DEI QUI TOLIS PECCATA MUNDI
DONA NOBIS PACEM!
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com
o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus
pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir
sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o
vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas,
por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Quem
come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor,
eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei
salvo.
Antífona da comunhão
Grandes
coisas se dizem de vós, ó Virgem Maria, porque de vós nasceu o sol da justiça,
Cristo nosso Deus.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida
eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a
vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
CANTO
1. DO CÉU DESCEU A CHUVA, A
GOTA ENTROU NO CHÃO; A VINHA DEU A UVA, A ESPIGA DEU O GRÃO.
DE TODO O CANTO, VINDE, CORREI: FOI POSTA A MESA DO
NOSSO REI!
2. O HOMEM COM CARINHO
CURVOU A RUDE MÃO; DA UVA FAZ O VINHO, DO TRIGO FAZ O PÃO.
3. DO CÉU DESCEU A GRAÇA,
MARIA A RECEBEU; QUAL PROCISSÃO QUE PASSA NO SEIO TRAZ UM DEUS.
4. À MESA DOS MORTAIS O
CRISTO SE ASSENTOU; OS MAIS DOCES SINAIS NA SUA MÃO TOMOU.
5. É SANGUE O QUE ERA VINHO
E CORPO O QUE ERA PÃO; A MIM, A CRUZ, O ESPINHO, A TI, A REFEIÇÃO.
38. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que
a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em
remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar,
o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Fazei,
Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dadiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.
Por
Cristo Nosso Senhor
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
143. Na Missa pontifical o celebrante toma a
mitra e, abrindo os braços, diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
Pres.: Bendito
Seja o Nome do Senhor
Ass.: Agora e
para Sempre.
Pres.: O nosso
auxilio vem do Senhor.
Ass.: Que fez
o Céu e a terra.
Então,
o celebrante toma o báculo, se o usa, e diz:
Pres.: Que
pela intercessão da Virgem Santa Maria, Nossa Senhora do Cabo vos abençoe o
Deus Omnipotente: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
144. Depois, o diácono ou o próprio
sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em
paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a
Deus.
145. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
146. Se a Missa é seguida de outra ação litúrgica, omitem-se os
ritos de despedida.
CANTO
TOTUS TUUS MARIA!
TOTUS TUUS MARIA!
MATER CHRISTI,
MATER ECCLESIAE,
TOTUS TUUS, MARIA!
1.MOSTRAI QUE SOIS A MÃE DE JESUS CRISTO,
O NOSSO REDENTOR A QUEM SEGUIMOS.
MOSTRAI-NOS QUE SEM ELE NOS PERDEMOS,
Ó MÃE DO AMOR PERFEITO E DA ESPERANÇA.
2.MOSTRAI QUE SOIS A MÃE DA SANTA IGREJA,
GUIAI EM CADA DIA OS SEUS PASTORES.
IGREJA MISSIONÁRIA QUE ANUNCIA
O TEMPO NOVO E A TERRA PROMETIDA.
3.MOSTRAI QUE SOIS A MÃE DA HUMANIDADE,
POR CRISTO RESGATADA NO SEU SANGUE.
SALVAI-A DE TRAGÉDIAS E INFORTÚNIOS
AO ENCONTRO DA PAZ ENCAMINHAI-A.
4.CONNOSCO CAMINHAI, MÃE DA ESPERANÇA,
EM BUSCA DA JUSTIÇA E DA VERDADE!
JESUS RESSUSCITADO É O CAMINHO
VÓS SOIS A MÃE DA NOVA HUMANIDADE.
5.OS JOVENS, PORQUE FAZEM O FUTURO,
EM VÓS ENCONTRAM SEMPRE AS ÁGUAS VIVAS!
EM VÓS ENCONTRAM SEMPRE JESUS CRISTO
E EM CRISTO DELES NASCE UM MUNDO NOVO.
6.VÓS SOIS A MÃE DE TODOS OS QUE SOFREM
VÓS SOIS A MÃE DOS POBRE E OPRIMIDOS!
MÃE DE CRISTO, NA CRUZ SACRIFICADO,
MAS QUE RESSUSCITOU, VENCENDO A MORTE!