FOLHETO CELEBRATIVO
II DOMINGO DA PÁSCOA E
ORDENAÇÃO EPISCOAPAL
Com o Papa João
Catedral Metropolitana de Brasília
16/04 - 16h
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO
DEUS ENVIOU, SEU FILHO AMADO
PARA MORRER, NO MEU LUGAR
NA CRUZ PAGOU OS MEUS PECADOS
MAS O SEPULCRO, VAZIO ESTÁ, PORQUE ELE VIVE!
PORQUE ELE VIVE, EU POSSO CRER NO AMANHÃ
PORQUE ELE VIVE, TEMOR NÃO HÁ
MAS EU BEM SEI QUE O MEU FUTURO
ESTÁ NAS MÃOS DO MEU JESUS QUE VIVO ESTÁ
UM DIA EU VOU CRUZAR OS RIOS
E VEREI ENTÃO, UM CÉU DE LUZ
E VEREI QUE LÁ, EM PLENA GLÓRIA
VITORIOSO, VIVE E REINA O MEU JESUS!
PORQUE ELE VIVE, EU POSSO CRER NO AMANHÃ
PORQUE ELE VIVE, TEMOR NÃO HÁ
MAS EU BEM SEI QUE O MEU FUTURO
ESTÁ NAS MÃOS DO MEU JESUS QUE VIVO ESTÁ
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, se põe diante do altar.
Toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Pres: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
GLÓRIA A DEUS NOS ALTOS CÉUS, PAZ NA TERRA A SEUS AMADOS,
A VÓS LOUVAM, REI CELESTE, OS QUE FORAM LIBERTADOS!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
DEUS E PAI, NÓS VOS LOUVAMOS, ADORAMOS, BENDIZEMOS;
DAMOS GLÓRIA AO VOSSO NOME, VOSSOS DONS AGRADECEMOS!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
SENHOR NOSSO, JESUS CRISTO, UNIGÊNITO DO PAI,
VÓS DE DEUS, CORDEIRO SANTO, NOSSAS CULPAS PERDOAI!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
VÓS QUE ESTAIS JUNTO DO PAI, COMO NOSSO INTERCESSOR,
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS, ATENDEI NOSSO CLAMOR!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
VÓS SOMENTE SOIS O SANTO, O ALTÍSSIMO, O SENHOR,
COM O ESPÍRITO DIVINO, DE DEUS PAI NO ESPLENDOR!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
GLÓRIA A DEUS LÁ NOS CÉUS, E PAZ NA TERRA AOS SEUS!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Pres.: Ó Deus de eterna misericórdia, que reacendeis a fé do vosso povo na renovação da festa pascal, aumentai a graça que nos destes. E fazei que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos deu nova vida e o sangue que nos redimiu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(At 2, 42-47)
Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum.
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
Os que haviam se convertido eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações. E todos estavam cheios de temor por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um. Diariamente, todos frequentavam o Templo, partiam o pão pelas casas e, unidos, tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E, cada dia, o Senhor acrescentava ao seu número mais pessoas que seriam salvas.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
Leitor: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
Ass.: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
Leitor: A CASA DE ISRAEL AGORA O DIGA: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!” A CASA DE AARÃO AGORA O DIGA: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!” OS QUE TEMEM O SENHOR AGORA O DIGAM: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!”
Ass.: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
Leitor: EMPURRARAM-ME, TENTANDO DERRUBAR-ME, MAS VEIO O SENHOR EM MEU SOCORRO. O SENHOR É MINHA FORÇA E O MEU CANTO, E TORNOU-SE PARA MIM O SALVADOR. “CLAMORES DE ALEGRIA E DE VITÓRIA RESSOEM PELAS TENDAS DOS FIÉIS”.
Ass.: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
Leitor: “A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR”. PELO SENHOR É QUE FOI FEITO TUDO ISSO: QUE MARAVILHAS ELE FEZ A NOSSOS OLHOS! ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS, ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
Ass.: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM; ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
SEGUNDA LEITURA
(1Pd 1, 3-9)
Pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,
ele nos fez nascer de novo para uma esperança viva.
9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro
Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva, para uma herança incorruptível, que não se mancha nem murcha, e que é reservada para vós nos céus. Graças à fé, e pelo poder de Deus, vós fostes guardados para a salvação que deve manifestar-se nos últimos tempos. Isto é motivo de alegria para vós, embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos, por causa de várias provações. Deste modo, a vossa fé será provada como sendo verdadeira — mais preciosa que o ouro perecível, que é provado no fogo — e alcançará louvor, honra e glória no dia da manifestação de Jesus Cristo. Sem ter visto o Senhor, vós o amais. Sem o ver ainda, nele acreditais. Isso será para vós fonte de alegria indizível e gloriosa, pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
ACREDITASTES, TOMÉ, PORQUE ME VISTE,
FELIZES OS QUE CRERAM SEM TER VISTO!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 20, 19-31)
Oito dias depois, Jesus entrou.
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO
24. Começa então a Ordenação de Bispo. Estando todos de pé, e sem mitra, segundo alguma das fórmulas abaixo, canta-se o Veni Creator Spiritus (Oh, vinde, Espírito Criador).
Ó VINDE, ESPÍRITO CRIADOR,
AS NOSSAS ALMAS VISITAI
E ENCHEI OS NOSSOS CORAÇÕES
COM VOSSOS DONS CELESTIAIS.
VÓS SOIS CHAMADO O INTERCESSOR
DO DEUS EXCELSO O DOM SEM PAR,
A FONTE VIVA, O FOGO, O AMOR,
A UNÇÃO DIVINA E SALUTAR.
SOIS DOADOR DOS SETE DONS
E SOIS PODER NA MÃO DO PAI,
POR ELE PROMETIDO A NÓS,
POR NÓS SEUS FEITOS PROCLAMAI.
A NOSSA MENTE ILUMINAI,
OS CORAÇÕES ENCHEI DE AMOR,
NOSSA FRAQUEZA ENCORAJAI,
QUAL FORÇA ETERNA E PROTETOR.
NOSSO INIMIGO REPELI,
E CONCEDEI-NOS VOSSA PAZ;
SE PELA GRAÇA NOS GUIAIS,
O MAL DEIXAMOS PARA TRÁS.
AO PAI E AO FILHO SALVADOR
POR VÓS POSSAMOS CONHECER.
QUE PROCEDEIS DO SEU AMOR
FAZEI-NOS SEMPRE FIRMES CRER.
25. Em seguida, o bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes, se for preciso, aproximam-se das cadeiras preparadas para a Ordenação. Todos se assentam.
APRESENTAÇÃO DO ELEITO
18. O eleito é conduzido pelos Presbíteros assistentes (se houverem) até em frente do Bispo ordenante principal, ao qual faz uma reverência. Um dos presbíteros assistentes, ou outro presbítero, fala ao Bispo ordenante principal com estas palavras:
Sacerdote: Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja Católica pede que ordeneis para o Ministério Episcopal o Presbítero Eduardo Guilherme.
Pres: Tens o mandato apostólico?
Sacerdote: Aqui o temos.
Pres: Proceda-se à sua leitura.
É mostrado o mandato a todos os presentes que respondem:
Ass: Graças a Deus!
HOMILIA
28. O Bispo ordenante principal, estando todos sentados, faz a homilia na qual fala ao clero, ao povo e ao eleito sobre o ministério do Bispo, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra. Pode usar as Palavras seguintes ou outras semelhantes.
PROPÓSITO DO ELEITO
21. Após a homilia, só o eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo ordenante principal, que o interroga com estas palavras:
Pres: Conforme o costume dos Santos Padres, aquele que é escolhido para Bispo deve ser interrogado diante do povo, quanto a fé e sua futura missão.
Assim, caríssimo irmão, queres desempenhar até a morte a missa que nos foi confiada pelos Apóstolos, e que, por imposição de nossas mãos, te será transmitida com a graça do Espírito Santo?
Eleito: Quero.
Pres: Queres anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e perseverança?
Eleito: Quero.
Pres: Queres conservar em sua pureza e integridade o tesouro da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e transmitido na Igreja, sempre e em toda parte?
Eleito: Quero.
Pres: Queres edificar a Igreja, corpo de Cristo, e permanecer na sua unidade com o Colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor de São Pedro?
Eleito: Quero.
Pres: Queres, com teus colaboradores, presbíteros e diáconos, cuidar do povo de Deus com amor de pai e dirigi-lo no caminho da salvação?
Eleito: Quero.
Pres: Queres, por amor a Deus, mostrar-te afável e misericordioso para com os pobres e peregrinos e todos os necessitados?
Eleito: Quero.
Pres: Como bom pastor, queres procurar as ovelhas errantes e conduzi-las ao rebanho do Senhor?
Eleito: Quero.
Pres: Queres orar incessantemente pelo povo de Deus e desempenhar com fidelidade a missão do sumo sacerdócio?
Eleito: Quero, com a graça de Deus.
Pres: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais a perfeição.
LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
22. Os Bispos tiram a mitra e todos se levantam. O Bispo ordenante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:
Pres: Oremos, irmãos e irmãs, para que Deus todo-poderoso derrame com largueza a sua graça sobre este servo, escolhido para o serviço da Igreja.
23. Então o eleito se prostra e canta-se a ladainha, a qual TODOS respondem;
24. Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé.
25. Nos outros dias, todos permanecem de joelhos.
Solo: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Solo: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Solo: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Solo: Santa Maria, mãe de Deus.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Miguel e Santos Anjos.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São João Batista e São José.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Pedro e São Paulo.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Santo André e São Tiago Menor.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São João e São Tomé.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Tiago Maior e São Filipe.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Bartolomeu e São Mateus.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Simão e São Tadeu.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Matias e Santa Maria Madalena.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Santo Estevão e Santo Inácio de Antioquia.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Lourenço e Santa Inês.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Santa Perpetua e Santa Felicidade.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Gregório e Santo Atanásio.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Santo Agostinho e São Bento.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Basílio e São Martinho.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Francisco e São Domingos.
Ass: Rogai por nós.
Solo: São Francisco Xavier e São João Maria Vianney.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Todos os Santos e Santas de Deus.
Ass: Rogai por nós.
Solo: Sede-nos Propício.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que nos livreis de todo mal, de todo pecado e da morte eterna.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Pela Vossa encarnação, morte e ressurreição.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Pela efusão do Espírito Santo.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Apesar de nossos pecados.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis conduzir e proteger a vossa Igreja.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis conservar no vosso santo serviço, o Papa, os Bispos e todo o clero.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis abençoar santificar e consagrar este Eleito.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis conceder a todos os povos a paz e a verdadeira concórdia.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis manifestar a vossa misericórdia a todos que sofrem tribulações.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Para que vos digneis conservar-nos e confortar-nos no vosso santo serviço.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Jesus, Filho do Deus vivo.
Ass: Ouvi-nos, Senhor.
Solo: Cristo, ouvi-nos.
Ass: Cristo, ouvi-nos.
Solo: Cristo, atendei-nos.
Ass: Cristo, atendei-nos.
IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO
30. O eleito se levanta, aproxima-se do Bispo ordenante principal, que está de pé diante da cátedra, com mitra, e ajoelha-se diante dele.
31. Em silêncio o Bispo ordenante principal impõe as mãos sobre a cabeça do eleito. Depois dele, os outros Bispos co-ordenantes principais, impõem as mãos ao eleito. Os demais Bispos presentes impõem as mãos ao eleito, os Bispos permaneçam do lado do Bispo ordenante principal, até que se termine a Prece de Ordenação, mas de tal modo que sejam vistos por todos os fiéis.
33. Em seguida, o Bispo ordenante principal recebe do diácono o evangeliário e o coloca aberto sobre a cabeça do eleito; dois diáconos, ou dois presbíteros, de pé, um à direita e outro à esquerda do eleito, seguram o evangeliário sobre a cabeça dele até o fim da Prece de Ordenação.
34. Tendo o Bispo eleito ajoelhado à sua frente, o Bispo ordenante principal, com os outros Bispos ao seu lado, todos sem mitra, e de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:
Pres: Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda consolação, Vós habitais no mais alto dos céus, e voltais o vosso olhar para os humildes; conheceis todas as coisas antes que aconteçam pela vossa palavra estabelecestes leis na Igreja; e escolhestes desde o principio um povo santo, descendente de Abraão, dando-lhes chefes e sacerdotes, e, jamais deixastes sem ministros o vosso santuário, porque, desde o princípio, quisestes ser glorificado em vossos Eleitos.
35. A parte da Prece de Ordenação que segue é proferida por todos os Bispos ordenantes, de mãos unidas, mas em voz baixa, de modo que a voz do Bispo ordenante principal, possa claramente ser ouvida.
Pres e bispos: Enviai agora sobre este Eleito a força que de vós procede, o Espírito Soberano, que destes ao vosso amado Filho, Jesus Cristo, e ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja em toda a parte, como vosso templo, para gloria e perene louvor do vosso nome.
36. O Bispo ordenante principal, continua sozinho:
Pres: Ó Pai, que conheceis os corações, concedei que este vosso servo, escolhido para Bispo, apascente o vosso rebanho e exerça, de modo irrepreensível, a plenitude do sacerdócio. Que ele vos sirva dia e noite, intercedendo junto a vós pelo seu povo, e oferecendo os dons da vossa Igreja. Pela força do Espírito Santo, que a plenitude do sacerdócio lhe comunica, concedei-lhe o poder de perdoar os pecados segundo o vosso mandamento, ele ele distribua os ministérios segundo o vosso preceito, e desligue todo o vínculo conforme o poder dado aos Apóstolos. Pela mansidão e pureza de coração, que ele seja para vós oferenda agradável por vosso Filho, Jesus Cristo. Por ele, ó Pai, recebeis com o Espírito Santo a glória, o poder e a honra na Igreja santa, agora e para sempre.
Ass: Amém.
37. Terminada a Prece de Ordenação, os Diáconos retiram o evangeliário que seguravam sobre a cabeça do Bispo ordenado, e um deles conserva o evangeliário até que seja entregue ao Ordenado. Todo se sentam. O Ordenante principal e os demais Bispos põem a mitra.
UNÇÃO DA CABEÇA E ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS E DAS INSÍGNIAS
38. O Bispo sagrante principal, revestido de gremial branco, recebe de um dos Diáconos o frasco com óleo do Crisma e unge a cabeça do Ordenado ajoelhado diante dele, dizendo:
Pres: Deus, que te fez participar da plenitude do sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção, enriquecendo-te com a bênção da fecundidade espiritual.
39. Ao terminar a unção, o Bispo ordenante principal pode lavar as mãos.
40. O Bispo ordenante principal recebendo do diácono o Evangeliário, entrega-o ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe o Evangelho e anuncia a palavra de Deus com toda a constância e desejo de ensinar.
41. Após o Bispo ordenado receber o evangeliário, o entrega ao diácono que o leva a credência ou ao ambão.
42. O Bispo ordenante principal, põe o anel no dedo anular da mão direita do Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe este anel, símbolo da fidelidade; e com fidelidade invencível guarda sem mancha a Igreja, esposa de Deus.
43. Em seguida, o Bispo ordenante principal impõe a mitra ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe a mitra e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que quando vier o Príncipe dos pastores, mereças receber a imarcescível coroa da glória.
44. Por fim, entrega-lhe o báculo pastoral, dizendo:
Pres: Recebe o báculo, símbolo do serviço pastoral, e cuida de todo o rebanho, no qual o Espírito Santo te constituiu Bispo a fim de apascentares a Igreja de Deus.
45. Todos se levantam. a ordenação se realiza na igreja própria do ordenado, o ordenante principal convida-o a sentar-se na cátedra e senta-se à sua direita. Se, porém, a ordenação não realizou-se na igreja própria do ordenado (sua catedral), o Ordenante principal convida-o a ocupar o primeiro lugar entre os Bispos concelebrantes.
Pres: Deus, que te fez participar da plenitude do sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção, enriquecendo-te com a bênção da fecundidade espiritual.
39. Ao terminar a unção, o Bispo ordenante principal pode lavar as mãos.
40. O Bispo ordenante principal recebendo do diácono o Evangeliário, entrega-o ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe o Evangelho e anuncia a palavra de Deus com toda a constância e desejo de ensinar.
41. Após o Bispo ordenado receber o evangeliário, o entrega ao diácono que o leva a credência ou ao ambão.
42. O Bispo ordenante principal, põe o anel no dedo anular da mão direita do Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe este anel, símbolo da fidelidade; e com fidelidade invencível guarda sem mancha a Igreja, esposa de Deus.
43. Em seguida, o Bispo ordenante principal impõe a mitra ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres: Recebe a mitra e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que quando vier o Príncipe dos pastores, mereças receber a imarcescível coroa da glória.
44. Por fim, entrega-lhe o báculo pastoral, dizendo:
Pres: Recebe o báculo, símbolo do serviço pastoral, e cuida de todo o rebanho, no qual o Espírito Santo te constituiu Bispo a fim de apascentares a Igreja de Deus.
45. Todos se levantam. a ordenação se realiza na igreja própria do ordenado, o ordenante principal convida-o a sentar-se na cátedra e senta-se à sua direita. Se, porém, a ordenação não realizou-se na igreja própria do ordenado (sua catedral), o Ordenante principal convida-o a ocupar o primeiro lugar entre os Bispos concelebrantes.
46. Finalmente, tendo deposto o báculo, o Ordenado se levanta e recebe a saudação da paz do Ordenante principal e todos os Bispos.
47. Se oportuno neste momento escolha-se um canto apropriado.
CANTO
VOU SAIR PELOS PRADOS BUSCANDO
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA SEM FOME OU TEMOR!
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS
DAREI NOVAMENTE A PAZ
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS
DAREI NOVAMENTE A PAZ
SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI, E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR?
SÓ TU TENS PALAVRA DE VIDA, E TE DÁS EM REFEIÇÃO!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI, E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR?
SÓ TU TENS PALAVRA DE VIDA, E TE DÁS EM REFEIÇÃO!
MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI
NOUTRAS PASTAGENS, SEGURAS
PASTORES FIÉIS CHAMAREI
DISTANTES DE MIM OS TEREI
NOUTRAS PASTAGENS, SEGURAS
PASTORES FIÉIS CHAMAREI
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO
TODOS SEREI CONDUZIDOS A VIDA
POR MINHAS MÃOS!
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO
TODOS SEREI CONDUZIDOS A VIDA
POR MINHAS MÃOS!
PROFISSÃO DE FÉ
48. A Missa prossegue como de costume. Diz-se a Profissão de fé, conforme as rubricas; omitem-se as Preces comunitárias.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor;
Todos se inclinam
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
Todos erguem-se
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
AS NOSSAS OFERTAS DE VINHO E DE PÃO,
CELEBRAM A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO,
A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO!
O GRÃO QUE MORRERA NO SEIO DO CHÃO
RENASCE NO TRIGO TORNANDO-SE PÃO
A UVA AMASSADA, PISADA MOÍDA,
RESSURGE NO VINHO, SUSTENTO DA VIDA
AS NOSSAS OFERTAS DE VINHO E DE PÃO,
CELEBRAM A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO,
A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO!
O PÃO E O VINHO SÃO HOJE MEMÓRIA
DO NOVO CORDEIRO NA SUA VITÓRIA
SINAIS DA ALIANÇA DA TERRA E DOS CÉUS
NO CORPO E NO SANGUE DO FILHO DE DEUS.
AS NOSSAS OFERTAS DE VINHO E DE PÃO,
CELEBRAM A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO,
A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO!
AO PAI OFERTAMOS TAMBÉM NOSSA VIDA
O CHÃO QUE PISAMOS, A RELVA FLORIDA,
OS FRUTOS DA TERRA, POR NÓS CULTIVADOS
SE TORNEM O CORPO DO RESSUSCITADO.
AS NOSSAS OFERTAS DE VINHO E DE PÃO,
CELEBRAM A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO,
A GLÓRIA DA RESSURREIÇÃO!
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Acolhei, ó Deus, as oferendas do vosso povo e dos que renasceram nesta Páscoa, para que, renovados pela profissão de fé e pelo batismo, consigamos a eterna felicidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DA PÁSCOA I
(O mistério Pascal)
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo neste dia em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o verdadeiro Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Morrendo, destruiu a morte, e, ressurgindo, deu-nos a vida. Transbordando de alegria pascal, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, para celebrar a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
HOSANA, HOSANA, HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
BENDITO O QUE VEM EM NOME,
EM NOME DO SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
HOSANA, HOSANA, HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass.: Santificai e reuni o vosso povo!
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e seu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C.: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C.: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa João, o nosso bispo N.*, também Eduardo ordenado no dia de hoje, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
2C.: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C.: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós, saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass.: A todos saciai com vossa glória!
3C.: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, A PAZ,
DAI-NOS A PAZ, A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém como deste Pão, viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
CONTIGO ANDEI, SORRI, CHOREI
OUVINDO TUA VOZ
TEU SEGUIDOR ME TORNEI ENTÃO
PELOS MARES E NOS LARES
TUA PRESENÇA É PAZ, AMOR E SALVAÇÃO.
MAS TE TOCAR PRECISEI
TU ÉS O JESUS DE NAZARÉ!
ESSAS FERIDAS EU VI, EU SEI
PEQUENA É A MINHA FÉ.
VEIO TUA PAZ PARA MIM
EU DUVIDEI MAS SOU SÓ TEU
O TEU AMOR NUNCA VAI TER FIM
MEU SENHOR E MEU DEUS!
TEU SORRISO, TUA TERNURA
TUAS CURAS
LÁZARO RESSUSCITADO!
A ACOLHIDA, PROFECIAS
MAS TUA MORTE ME DEIXOU DESORIENTADO.
MAS TE TOCAR PRECISEI
TU ÉS O JESUS DE NAZARÉ!
ESSAS FERIDAS EU VI, EU SEI
PEQUENA É A MINHA FÉ.
VEIO TUA PAZ PARA MIM
EU DUVIDEI MAS SOU SÓ TEU
O TEU AMOR NUNCA VAI TER FIM
MEU SENHOR E MEU DEUS!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Concedei, ó Deus onipotente, que conservemos em nossa vida o sacramento pascal que recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
TE DEUM
118. Terminada a Oração depois da comunhão, canta-se o hino "Te Deum, laudamus" (A vós, ó Deus), ou outro hino correspondente, conforme os costumes do lugar. Enquanto isso o Bispo ordenado, de mitra e báculo, é conduzido pela igreja pelos Bispo co-ordenantes principais, dando a benção a todos.
A VÓS, Ó DEUS, LOUVAMOS E POR SENHOR NOSSO VOS CONFESSAMOS.
A VÓS, Ó ETERNO PAI, REVERENCIA E ADORA TODA A TERRA.
A VÓS, TODOS OS ANJOS, A VÓS, OS CÉUS E TODAS AS POTESTADES;
A VÓS, OS QUERUBINS E SERAFINS COM INCESSANTES VOZES PROCLAMAM:
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR DEUS DOS EXÉRCITOS!
OS CÉUS E A TERRA ESTÃO CHEIOS DA VOSSA GLÓRIA E MAJESTADE.
A VÓS, O GLORIOSO CORO DOS APÓSTOLOS,
A VÓS, A RESPEITÁVEL ASSEMBLEIA DOS PROFETAS,
A VÓS, O BRILHANTE EXÉRCITO DOS MÁRTIRES ENGRANDECE COM LOUVORES!
A VÓS, ETERNO PAI, DEUS DE IMENSA MAJESTADE,
AO VOSSO VERDADEIRO E ÚNICO FILHO, DIGNO OBJECTO DAS NOSSA A ADORAÇÕES,
DO MESMO MODO AO ESPÍRITO SANTO, NOSSO CONSOLADOR E ADVOGADO.
VÓS SOIS O REI DA GLÓRIA, Ó MEU SENHOR JESUS CRISTO!
VÓS SOIS FILHO SEMPITERNO DO VOSSO PAI OMNIPOTENTE!
VÓS, PARA VOS UNIRDES AO HOMEM E O RESGATARDES
NÃO VOS DIGNASTES DE ENTRAR NO CASTO SEIO DUMA VIRGEM!
VÓS, VENCEDOR DO ESTÍMULO DA MORTE,
ABRISTES AOS FIÉIS O REINO DOS CÉUS,
VÓS ESTAIS SENTADO À DIREITA DE DEUS,
NO GLORIOSO TRONO DO VOSSO PAI!
NÓS CREMOS E CONFESSAMOS FIRMEMENTE
QUE DE LÁ HAVEIS DE VIR A JULGAR NO FIM DO MUNDO.
A VÓS PORTANTO ROGAMOS QUE SOCORRAIS OS VOSSOS SERVOS
A QUEM REMISTES COM O VOSSO PRECIOSÍSSIMO SANGUE.
FAZEI QUE SEJAMOS CONTADOS NA ETERNA GLÓRIA,
ENTRE O NÚMERO DOS VOSSOS SANTOS.
SALVAI, SENHOR, O VOSSO POVO E ABENÇOAI A VOSSA HERANÇA,
E REGEI-OS E EXALTAI-OS ETERNAMENTE PARA MAIOR GLÓRIA VOSSA.
TODOS OS DIAS VOS BENDIZEMOS
E ESPERAMOS GLORIFICAR O VOSSO NOME AGORA E POR TODOS OS SÉCULOS.
DIGNAI-VOS, SENHOR, CONSERVAR-NOS NESTE DIA E SEMPRE SEM PECADO.
TENDE COMPAIXÃO DE NÓS, SENHOR,
COMPADECEI-VOS DE NÓS, MISERÁVEIS.
DERRAMAI SOBRE NÓS, SENHOR, A VOSSA MISERICÓRDIA,
POIS EM VÓS COLOCAMOS TODA A NOSSA ESPERANÇA.
EM VÓS, SENHOR, ESPEREI, NÃO SEREI CONFUNDIDO.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Que o Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.
Ass: Amém.
Pres: Aquele que nos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho vos enriqueça com o dom da imortalidade.
Ass: Amém.Pres: E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com alegria a festa da Páscoa, possais chegar exultantes à festa das eternas alegrias.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
56. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!
O povo responde:
Ass: Graças a Deus, aleluia, aleluia!
CANTO
REGINA CAELI LAETARE, ALLELUIA,
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA.
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA.
ORA PRO NOBIS DEUM. ALLELUIA.
REGINA CAELI LAETARE, ALLELUIA,
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA.
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA.
ORA PRO NOBIS DEUM. ALLELUIA.
Seções:
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Folheto Celebrativo
II Domingo da Páscoa
II Semana da Páscoa
Ordenação Episcopal
