SEMANÁRIO LITÚRGICO
DOMINGO DE PÁSCOA,
DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
09/04/2023
TEMPO PASCAL
Dia de Páscoa
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO
O SENHOR RESSURGIU, ALELUIA, ALELUIA!
É O CORDEIRO PASCAL, ALELUIA, ALELUIA!
IMOLADO POR NÓS, ALELUIA, ALELUIA!
É O CRISTO SENHOR, ELE VIVE E VENCEU, ALELUIA!
O CRISTO, SENHOR RESSUSCITOU,
A NOSSA ESPERANÇA REALIZOU:
VENCIDA A MORTE PARA SEMPRE,
TRIUNFA A VIDA ETERNAMENTE!
O SENHOR RESSURGIU, ALELUIA, ALELUIA!
É O CORDEIRO PASCAL, ALELUIA, ALELUIA!
IMOLADO POR NÓS, ALELUIA, ALELUIA!
É O CRISTO SENHOR, ELE VIVE E VENCEU, ALELUIA!
O CRISTO REMIU A SEUS IRMÃOS,
AO PAI OS CONDUZIU POR SUA MÃO;
NO ESPÍRITO SANTO UNIDA ESTEJA,
A FAMÍLIA DE DEUS, QUE É A IGREJA!
O SENHOR RESSURGIU, ALELUIA, ALELUIA!
É O CORDEIRO PASCAL, ALELUIA, ALELUIA!
IMOLADO POR NÓS, ALELUIA, ALELUIA!
É O CRISTO SENHOR, ELE VIVE E VENCEU, ALELUIA!
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ASPERSÃO
1. O rito da bênção e aspersão da água pode ser realizado em qualquer igreja ou oratório, em todas as missas dominicais, mesmo quando antecipadas no sábado à tarde.
Este rito substitui todo o ato penitencial.
2. O sacerdote de pé junto à cadeira, voltado para o povo, tendo diante de si a vasilha com a água que vai ser abençoada convida o povo a rezar, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Irmãos e irmãs em Cristo, invoquemos o Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando nosso batismo. Que ele se digne ajudar-nos para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.
E, após um momento de silêncio, continua, de mãos unidas, rezando uma das seguintes fórmulas:
Pres: Senhor nosso Deus, velai sobre vosso povo e, ao celebrarmos a maravilha da nossa criação e a maravilha ainda maior de nossa redenção, dignai-vos abençoar + esta água. Fostes Vós que a criastes para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da vossa misericórdia: por ela libertastes o vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram a nova aliança que era vosso desejo concluir com os seres humanos; por ela finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor
Ass: Amém.
4. Tomando o aspersório, o sacerdote asperge a si mesmo e aos ministros, em seguida ao clero e ao povo, percorrendo a igreja, se for oportuno.
Enquanto isso, canta-se um dos cantos seguintes, ou outro canto adequado.
CANTO DE ASPERSÃO
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO,
ALELUIA, ALELUIA!
TODOS A QUEM CHEGA ESTA ÁGUA
RECEBEM A SALVAÇÃO E PROCLAMAM:
ALELUIA, ALELUIA!
5. Voltando à cadeira e terminado o canto, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS DEUS PAI TODO PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS E GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
SENHOR, JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS FILHO DE DEUS PAI
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA,
VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
Ou, para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, por vosso Filho Unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(At 10, 34a. 37-43)
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Comemos e bebemos com ele depois que ressuscitou dos
mortos
Leitor: Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: “Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: ‘Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’”.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Leitor: ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
Ass.: ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
Leitor: DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!” A CASA DE ISRAEL AGORA O DIGA: “ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!”
Ass.: ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
Leitor: A MÃO DIREITA DO SENHOR FEZ MARAVILHAS, A MÃO DIREITA DO SENHOR ME LEVANTOU. NÃO MORREREI, MAS AO CONTRÁRIO, VIVEREI PARA CANTAR AS GRANDES OBRAS DO SENHOR!
Ass.: ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
Leitor: A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAM, TORNOU-SE AGORA A PEDRA ANGULAR. PELO SENHOR É QUE FOI FEITO TUDO ISSO: QUE MARAVILHAS ELE FEZ A NOSSOS OLHOS!
Ass.: ESTE É O DIA QUE O SENHOR FEZ PARA NÓS: ALEGREMO-NOS E NELE EXULTEMOS!
SEGUNDA LEITURA
(Cl 3, 1-4)
9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
Esforçai-vos por alcançar as coisas do alto,
onde está Cristo.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses
Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SEQUÊNCIA PASCAL
CANTAI, CRISTÃOS, AFINAL:
"SALVE Ó VÍTIMA PASCAL!"
CORDEIRO INOCENTE, O CRISTO
ABRIU-NOS DO PAI O APRISCO.
POR TODA OVELHA IMOLADO,
DO MUNDO LAVA O PECADO.
DUELAM FORTE E MAIS FORTE:
É A VIDA QUE VENCE A MORTE.
O REI DA VIDA, CATIVO,
FOI MORTO, MAS REINA VIVO!
RESPONDE, POIS, Ó MARIA:
NO CAMINHO O QUE HAVIA?
"VI CRISTO RESSUSCITADO,
O TÚMULO ABANDONADO.
OS ANJOS DA COR DO SOL,
DOBRADO NO CHÃO O LENÇOL.
O CRISTO QUE LEVA AOS CÉUS,
CAMINHA À FRENTE DOS SEUS!"
RESSUSCITOU, DE VERDADE:
Ó REI, Ó CRISTO, PIEDADE!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
O NOSSO CORDEIRO PASCAL FOI IMOLADO,
CELEBREMOS, POIS, A FESTA NA SINCERIDADE E VERDADE
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 20, 1-9)
Ele devia ressuscitar dos mortos
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.
Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
EM PROCISSÃO VÃO O PÃO E O VINHO.
ACOMPANHADOS DE NOSSA DEVOÇÃO.
POIS SIMBOLIZAM AQUILO QUE OFERTAMOS:
NOSSA VIDA E O NOSSO CORAÇÃO.
AO CELEBRAR NOSSA PÁSCOA
E AO VOS TRAZER NOSSA OFERTA.
FAZEI DE NÓS, Ó DEUS DE AMOR,
IMITADORES DO REDENTOR.
A NOSSA IGREJA QUE É MÃE DESEJA,
QUE A CONSCIÊNCIA DO GESTO DE OFERTAR,
SE ATUALIZE DURANTE TODA A VIDA,
COMO O CRISTO SE IMOLA SOBRE O ALTAR.
AO CELEBRAR NOSSA PÁSCOA
E AO VOS TRAZER NOSSA OFERTA.
FAZEI DE NÓS, Ó DEUS DE AMOR,
IMITADORES DO REDENTOR.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nossos sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Transbordando de alegria pascal, nós vos oferecemos, ó Deus, o sacrifício pelo qual a vossa Igreja maravilhosamente renasce e se alimenta. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DA PÁSCOA I
O mistério pascal
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo neste dia em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o verdadeiro Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Morrendo, destruiu a morte, e, ressurgindo, deu-nos a vida. Transbordando de alegria pascal, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, para celebrar a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
(Cânon Romano)
80. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa João, por nosso bispo N., e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
Ass.: Conservai a vossa Igreja sempre unida!
81. Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!
82. "Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja celebramos o dia santo da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Veneramos também a Vhirghem Maria e seu esposo São José, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
Ass.: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.
88. O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres.: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
90. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
91. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
92. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
93. Em seguida, diz:
Pres.: EIS O MISTÉRIO DA FÉ!
Ass.: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO. VINDE, SENHOR JESUS!
94. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
95. Prossegue, de braços abertos:
Pres.: Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
96. Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Pres.: Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.
97. Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.
98. Bate no peito dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e Cecília, Anastácia e todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
Ass.: Concedei-nos o convívio dos eleitos.
99. E o sacerdote prossegue:
4C: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.
100. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS OS PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS OS PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS OS PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ, A VOSSA PAZ!
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
CELEBREMOS NOSSA PÁSCOA,
NA PUREZA, NA VERDADE:
ALELUIA, ALELUIA!
DAI GRAÇAS AO SENHOR, POIS ELE É BOM!
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
CELEBREMOS NOSSA PÁSCOA,
NA PUREZA, NA VERDADE:
ALELUIA, ALELUIA!
A MÃO DIREITA DO SENHOR FEZ MARAVILHAS,
A MÃO DIREITA DO SENHOR ME LEVANTOU!
CELEBREMOS NOSSA PÁSCOA,
NA PUREZA, NA VERDADE:
ALELUIA, ALELUIA!
NÃO MORREREI, MAS, AO CONTRÁRIO, VIVEREI
PARA CANTAR AS GRANDES OBRAS DO SENHOR.
CELEBREMOS NOSSA PÁSCOA,
NA PUREZA, NA VERDADE:
ALELUIA, ALELUIA!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Guardai, ó Deus, a vossa Igreja sob a vossa constante proteção para que, renovados pelos sacramentos pascais, cheguemos à luz da ressurreição. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO SOLENE
Dia de Páscoa
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Que o Deus todo-poderoso vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado.
Ass: Amém.
Pres: Aquele que nos renova para a vida eterna, pela ressurreição do seu Filho vos enriqueça com o dom da imortalidade.
Ass: Amém.Pres: E vós que, transcorridos os dias da paixão do Senhor, celebrais com alegria a festa da Páscoa, possais chegar exultantes à festa das eternas alegrias.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
56. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!
O povo responde:
Ass: Graças a Deus, aleluia, aleluia!
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
Ó MORTE, ONDE ESTÁS, Ó MORTE?
QUEM ÉS TU Ó MORTE?
QUAL A TUA VITÓRIA?
RESSUSCITOU! ALELUIA!
Ó MORTE, ONDE ESTÁS, Ó MORTE?
QUEM ÉS TU Ó MORTE?
QUAL A TUA VITÓRIA?
JESUS RESSUSCITOU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
ALEGRIA, IRMÃOS ALEGRIA,
NÓS HOJE CANTAMOS:
O SENHOR RESSURGIU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
ALEGRIA, IRMÃOS ALEGRIA,
NÓS HOJE CANTAMOS:
O SENHOR RESSURGIU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
Seções:
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Domingo de Páscoa
Semanário Litúrgico
