XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o
canto de entrada.
Antífona
da entrada
Se
tiverdes em conta as nossas faltas, Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, Senhor Deus de Israel.
CANTO
SENHOR, SE LEVARDES EM CONTA AS NOSSAS FALTAS
QUEM PODERÁ SUBSISTIR?
MAS EM VÓS ENCONTRA-SE O
PERDÃO,
DEUS DE ISRAEL, DEUS DE
ISRAEL!
1. DAS PROFUNDEZAS EU CLAMO A VÓS, SENHOR,
ESCUTAI A MINHA VOZ!
VOSSOS OUVIDOS ESTEJAM BEM ATENTOS
AO CLAMOR DA MINHA PRECE!
2. SE LEVARDES EM CONTA NOSSAS FALTAS,
QUEM HAVERÁ DE SUBSISTIR?
MAS EM VÓS SE ENCONTRA O PERDÃO,
EU VOS TEMO E EM VÓS ESPERO.
3. NO SENHOR PONHO A MINHA ESPERANÇA,
ESPERO EM SUA PALAVRA.
A MINH'ALMA ESPERA NO SENHOR
MAIS QUE O VIGIA PELA AURORA.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o
sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O
sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte
fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se
o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos:
Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos
pecadores.
Após um
momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos
os nossos pecados.
Ass.: Confesso
a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes, por pensamentos
e palavras, atos e omissões (e, batendo no peito,
dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E
peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a
Deus, nosso Senhor.
Segue-se
a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus
todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à
vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo,
tende piedade de nós.
Ass.: Cristo,
tende piedade de nós.
Pres.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
SENHOR, SENHOR, Ó SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, SENHOR, Ó SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, SENHOR, Ó SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, SENHOR, Ó SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Ass.: Glória
a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei
dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos
adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de
Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que
tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do
Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o
Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
1.SENHOR DEUS, REI DOS
CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS, NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
2. SENHOR JESUS
CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE
NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA
SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS, NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
3. SÓ VÓS SOIS O SANTO,
SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS, NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS!
FINAL: AMÉM!
AMÉM!
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos
oram em silêncio, por algum tempo.
Então o
sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça preceda e
acompanhe sempre as nossas ações e nos torne cada vez mais atentos à prática
das boas obras.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Is 25,6-10a)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
«O Senhor preparará um banquete
e enxugará as lágrimas de todas as faces»
– Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Sobre este monte, o Senhor do Universo há de preparar
para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos
deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. Sobre este monte, há de
tirar o véu que cobria todos os povos, o pano que envolvia todas as nações;
destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as
faces e fará desaparecer da terra inteira o opróbrio que pesa sobre o seu povo.
Porque o Senhor falou. Dir-se-á naquele dia: «Eis o nosso Deus, de quem
esperávamos a salvação; é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança.
Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou. A mão do Senhor pousará sobre
este monte».
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças
a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 22(23))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– O Senhor é meu pastor nada me faltará!
Ass.: O
Senhor é meu pastor nada me faltará!
– O
Senhor é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em verdes prados, conduz-me
às águas refrescantes e reconforta a minha alma.
Ass.: O Senhor é meu pastor nada me faltará!
– Ele
me guia por sendas direitas por amor do seu nome. Ainda que tenha de andar por
vales tenebrosos, não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo: o vosso
cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.
Ass.: O
Senhor é meu pastor nada me faltará!
– Para mim preparais a mesa à vista dos meus
adversários; com óleo me perfumais a cabeça e o meu cálice transborda.
Ass.: O
Senhor é meu pastor nada me faltará!
–A bondade e a graça hão de acompanhar-me todos os
dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
Ass.: O
Senhor é meu pastor nada me faltará!
SEGUNDA LEITURA
(Fl 4, 12-14.19-20)
9. Se
houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
«Tudo posso n’Aquele que me conforta»
– Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
Irmãos: Sei viver na pobreza e sei viver na
abundância. Em todo o tempo e em todas as circunstâncias, tenho aprendido a ter
fartura e a passar fome, a viver desafogadamente e a padecer necessidade. Tudo
posso n’Aquele que me conforta. No entanto, fizestes bem em tomar parte na
minha aflição. O meu Deus proverá com abundância a todas as vossas
necessidades, segundo a sua riqueza e magnificência, em Cristo Jesus. Glória a
Deus, nosso Pai, pelos séculos dos séculos. Amen.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças
a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo ilumine os
olhos do nosso coração, para sabermos a que esperança fomos chamados.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me
a tua bênção.
O
sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não
houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 22, 1-10)- Forma Breve
Ou estás com inveja,
porque estou sendo bom?
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte,
na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.:
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Mateus.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o
diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o
Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes
dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O
reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para
o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não
quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos
convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo
está pronto: Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu
campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos,
trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus
exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse
então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos.
Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que
encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que
encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados».
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra
da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O
sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e
sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos
céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a
julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica;
na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na
vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em
seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs, levemos nossos pedidos a Deus, que é
amor, pedindo para que ele preencha o nosso coração com a sua ternura, dizendo:
Ass.: Atendei
nossa prece, ó Senhor.
1. Pelo Santo Padre
Mariano que iniciou o seu Ministério Petrino, para que o Senhor o fortaleça e o
conduza à verdade, rezamos:
2. Pelos
trabalhadores que não recebem o seu salário e pelos injustiçados pelos patrões,
para que sintam a recompensa eterna, rezamos:
3. Pela
Igreja que nesse mês recorda as Sagradas Escrituras, para que a Palavra do
Senhor inspire os nossos corações, rezamos:
4. Pela
nossa comunidade orante, para que proclame a vida e a verdade, rezamos:
(Outras
intenções).
Pres.: Senhor,
vos suplicamos: Atendei as nossas preces em comunidade orante e tornai os
nossos corações humildes, para que vos possamos receber dignamente. Por Cristo,
nosso Senhor.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
1. CONFIAREI, NESSA VOZ QUE NÃO SE IMPÕE,
MAS QUE OIÇO BEM CÁ DENTRO NO SILÊNCIO A SEGREDAR.
CONFIAREI, AINDA QUE MIL OUTRAS VOZES
CORRAM MUITO MAIS VELOZES PARA ME FAZER PARAR.
E AVANÇAREI, AVANÇAREI NO MEU CAMINHO;
AGORA EU SEI QUE TU COMIGO VENS TAMBÉM
AONDE FORES, AÍ ESTAREI, EM TI AVANÇAREI.
O SENHOR É MEU PASTOR, SEI QUE NADA
TEMEREI
ELE GUIA O MEU ANDAR SEM MEDO AVANÇAREI.
(2X)
2. CONFIAREI, NA TUA MÃO QUE NÃO ME PRENDE
MAS QUE ACEITA CADA PASSO DO CAMINHO QUE EU FIZER.
CONFIAREI, AINDA QUE O DIA ESCUREÇA,
NÃO HÁ MAL QUE ME ACONTEÇA SE CONTIGO EU ESTIVER.
E AVANÇAREI, AVANÇAREI NO MEU CAMINHO;
AGORA EU SEI QUE TU COMIGO VENS TAMBÉM
AONDE FORES, AÍ ESTAREI, EM TI AVANÇAREI.
O SENHOR É MEU PASTOR, SEI QUE NADA
TEMEREI
ELE GUIA O MEU ANDAR SEM MEDO AVANÇAREI.
(2X)
3. CONFIAREI, POR VERDES PRADOS ME LEVAS
E EM TEU OLHAR SOSSEGAS A PRESSA DO MEU OLHAR.
CONFIAREI, A FRESCURA DAS TUAS FONTES
DEIXA A MINHA VIDA CHEIA, MINHA TAÇA A TRANSBORDAR.
E AVANÇAREI, AVANÇAREI NO MEU CAMINHO;
AGORA EU SEI QUE TU COMIGO VENS TAMBÉM
AONDE FORES, AÍ ESTAREI, EM TI AVANÇAREI.
O SENHOR É MEU PASTOR, SEI QUE NADA
TEMEREI
ELE GUIA O MEU ANDAR SEM MEDO AVANÇAREI.
(2X)
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se
vai tornar pão da vida.
Em
seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca
o cálice sobre o corporal.
Se não
houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras
acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De
coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me,
Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai,
irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai
todo-poderoso.
Ass.: Receba
o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem
e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Aceitai,
Senhor, as orações e as ofertas dos vossos fiéis e fazei que esta
celebração sagrada nos encaminhe para a glória do céu.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA PARA DIVERSAS NECESSIDADES II
(Deus guia a sua Igreja no caminho da salvação)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações
ao alto.
Ass.: O nosso
coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos
graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso
dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor,
Pai santo, criador do mundo e fonte de vida, é verdadeiramente nosso dever, é
nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte. Porque nunca
abandonais a obra da vossa sabedoria, mas continuais a atuar no meio de nós com
a vossa Providência. Com o poder do vosso braço guiastes outrora o povo de
Israel através do deserto e agora acompanhais sempre a Igreja, peregrina sobre
a terra, com o poder do Espírito Santo, e a conduzis através dos tempos à
alegria perfeita do vosso reino, por nosso Senhor Jesus Cristo. Por Ele, com os
anjos e os santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO! O CÉU E A TERRA PROCLAMAM
A VOSSA GLÓRIA.
HOSSANA, HOSSANA, NAS ALTURAS.
BENDITO AQUELE QUE VEMEM NOME DO SENHOR.
HOSSANA, HOSSANA, NAS ALTURAS.
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Sois
verdadeiramente santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os
acompanhais no seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está
presente no meio de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos
discípulos de Emaús, Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão
da vida.
110. Une as
mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Nós
Vos suplicamos, Pai clementíssimo: enviai o vosso Espírito Santo, para que
santifique este pão e este vinho,
une as
mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo e + Sangue
de nosso Senhor Jesus Cristo.
une as
mãos
111. Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera da sua paixão, durante a última Ceia,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado
sobre o altar, e prossegue:
tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus
discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para
adorá-la.
112. Então
prossegue:
Pres.: Do
mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e
prossegue:
tomou o cálice, deu-Vos graças e deu-o aos seus
discípulos
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em
seguida, diz:
Pres.: Mistério
da Fé
Ass.: Anunciamos,
Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
114. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai
santo, celebrando o memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela
sua paixão e morte na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e
glorificastes, sentando-O à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor, enquanto
esperamos a sua vinda gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da
salvação.
Olhai para a oblação da vossa Igreja, na qual Vos
oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como nos foi entregue, para que,
pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade,
entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
1C.: Confirmai
na unidade os que fomos chamados a participar da vossa mesa, para que todos
nós, em comunhão com o nosso papa Mariano, o nosso Bispo N., com todos os
bispos, presbíteros, diáconos e todo o povo cristão, seguindo os vossos
caminhos na fé e na esperança, possamos irradiar no mundo a confiança e a
alegria.
2C.: Lembrai-Vos
dos nossos irmãos que adormeceram na paz de Cristo, e de todos os defuntos,
cuja fé só Vós conhecestes: admiti-os a contemplar a luz do vosso rosto e
dai-lhes a plenitude da vida na ressurreição.
3C.: E
também a nós, ao terminarmos a nossa peregrinação sobre a terra, recebei-nos na
vossa morada eterna, onde viveremos sempre convosco e com a Virgem santa Maria,
Mãe de Deus, os apóstolos e os mártires (são N.
o santo do dia ou o padroeiro) e em comunhão com todos
os santos, Vos louvaremos e glorificaremos,
Junta
as mãos.
Por Jesus Cristo, vosso Filho.
115. Ergue o
cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por
Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do
Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai
nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso
reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de
cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do
mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e
conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos
e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Ou,
faça-se cantado:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com
o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus
pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir
sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes
os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor,
eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei
salvo.
Antífona da comunhão
Sl 33,11
Os ricos empobrecem e passam fome;
mas nada falta aos que procuram o Senhor
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas
espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
OS RICOS EMPOBRECEM E PASSAM FOME;
MAS NADA FALTA AOS QUE PROCURAM O SENHOR.
1. A TODA A HORA BENDIREI O
SENHOR,
O SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE
NA MINHA BOCA.
A MINHA ALMA GLORIA-SE NO
SENHOR:
OUÇAM E ALEGREM-SE OS
HUMILDES.
2. ENALTECEI COMIGO O SENHOR
E EXALTEMOS JUNTOS O SEU
NOME.
PROCUREI O SENHOR E ELE
ATENDEU-ME,
LIBERTOU-ME DE TODA A
ANSIEDADE.
3. VOLTAI-VOS PARA ELE E
FICAREIS RADIANTES,
O VOSSO ROSTO NÃO SE COBRIRÁ
DE VERGONHA.
ESTE POBRE CLAMOU E O SENHOR
O OUVIU,
SALVOU-O DE TODAS AS
ANGÚSTIAS.
4. O ANJO DO SENHOR PROTEGE
OS QUE O TEMEM
E DEFENDE-OS DOS PERIGOS.
SABOREAI E VEDE COMO O
SENHOR É BOM:
FELIZ O HOMEM QUE N’ELE SE
REFUGIA.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que
a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme para nós
em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar,
o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da
comunhão."
Deus de infinita bondade,
que nos alimentais com o Corpo e o Sangue do vosso
Filho,
tornai-nos também participantes da sua natureza
divina.
Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Tempo Comum, II)
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos
o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio
sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide
em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças
a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
1. SOIS A SEMENTE QUE HÁ-DE CRESCER,
SOIS A ESTRELA QUE HÁ-DE BRILHAR.
SOIS O FERMENTO DA TERRA E O SAL,
LUZ NOVA NO MUNDO A ALASTRAR.
VÓS SOIS O SOL DA MANHÃ A NASCER,
SOIS A ESPIGA QUE HÁ-DE CRESCER.
VÓS SOIS NO MUNDO DENÚNCIA DO MAL,
PROFETAS QUE VOU ENVIAR.
IDE, AMIGOS, PELO MUNDO,
ANUNCIANDO O AMOR,
MENSAGEIROS DA VIDA, DO
PERDÃO E DA PAZ.
SEDE, AMIGOS, TESTEMUNHAS DA MINHA RESSURREIÇÃO,
SEDE MINHA PRESENÇA: EU CONVOSCO ESTAREI.