Livreto Celebrativo - Santa Missa Ferial, Terça-feira da 4ª Semana do Tempo Comum

Terça-feira da 4ª Semana do Tempo Comum
30.01.2024

SAUDAÇÃO

Reunido o povo, o sacerdote e os ministros encaminham-se para o altar enquanto se executa o cântico de entrada.

GLORIAI-VOS EM SEU NOME QUE É SANTO,
EXULTE O CORAÇÃO QUE BUSCA A DEUS!
PROCURAI O SENHOR DEUS E SEU PODER,
BUSCAI CONSTANTEMENTE A SUA FACE!

DAI GRAÇAS AO SENHOR, GRITAI SEU NOME,
ANUNCIAI ENTRE AS NAÇÕES SEUS GRANDES FEITOS!

GLORIAI-VOS EM SEU NOME QUE É SANTO,
EXULTE O CORAÇÃO QUE BUSCA A DEUS!
PROCURAI O SENHOR DEUS E SEU PODER,
BUSCAI CONSTANTEMENTE A SUA FACE!

CANTAI, ENTOAI SALMOS PARA ELE,
PUBLICAI TODAS AS SUAS MARAVILHAS!

GLORIAI-VOS EM SEU NOME QUE É SANTO,
EXULTE O CORAÇÃO QUE BUSCA A DEUS!
PROCURAI O SENHOR DEUS E SEU PODER,
BUSCAI CONSTANTEMENTE A SUA FACE!

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Ant. (Sl 105, 47) - Salvai-nos, Senhor nosso Deus, reuni vossos filhos dispersos pelo mundo, para que celebremos o vosso santo nome e nos gloriemos em vosso louvor.
Ao chegar ao altar, o sacerdote, feita uma inclinação profunda juntamente com os ministros, beija o altar e, conforme as circunstâncias, incensa a cruz e o altar. Depois, dirige-se para a sua cadeira, juntamente com os ministros

Terminado o cântico de entrada, sacerdote e fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.

Depois, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
O povo responde:
℟. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

O sacerdote, ou o diácono, ou um ministro idóneo, pode fazer aos fiéis uma brevíssima introdução à Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial, dizendo:
℣. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Seguidamente, o sacerdote, ou um ministro idóneo, diz ou canta as seguintes invocações ou outras semelhantes:
℣. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.
℣. Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟. Cristo, tende piedade de nós.
℣. Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.
Estendendo as mãos sobre o povo, reza a absolvição:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟. Amém.

ORAÇÃO DA COLETA

Terminado o hino, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
℣. Oremos
E todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns momentos. Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz a oração coleta.
Concedei-nos, Senhor nosso Deus, adorar-vos de coração sincero e amar todas as pessoas com verdadeira caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
No fim, , o povo responde:
℟. Amém

PRIMEIRA LEITURA
(2Sm 18, 9-10. 14b. 24-25a. 30-19, 3)

O leitor vai ao ambão e lê a primeira leitura, que todos escutam sentados.
— Leitura do Segundo Livro de Samuel

Naqueles dias, Absalão encontrou-se por acaso na presença dos homens de Davi. Ia montado numa mula e esta meteu-se sob a folhagem espessa de um grande carvalho. A cabeça de Absalão ficou presa nos galhos da árvore, de modo que ele ficou suspenso entre o céu e a terra, enquanto a mula em que ia montado passou adiante. Alguém viu isto e informou Joab, dizendo: “Vi Absalão suspenso num carvalho”. Joab tomou então três dardos e cravou-os no peito de Absalão. Davi estava sentado entre duas portas da cidade. A sentinela que tinha subido ao terraço da porta, sobre a muralha, levantou os olhos e divisou um homem que vinha correndo, sozinho. Pôs-se a gritar e avisou o rei, que disse: “Se ele vem só, traz alguma boa nova”. O rei disse-lhe: “Passa e espera aqui”. Tendo ele passado e estando no seu lugar, apareceu o etíope e disse: “Trago-te, senhor meu rei, a boa nova: O Senhor te fez justiça contra todos os que se tinham revoltado contra ti”. O rei perguntou ao etíope: “Vai tudo bem para o jovem Absalão?” E o etíope disse: “Tenham a sorte deste jovem os inimigos do rei, meu senhor, e todos os que se levantam contra ti para te fazer mal!” Então o rei estremeceu, subiu para a sala que está acima da porta e caiu em pranto. Dizia entre soluços: “Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri eu em teu lugar? Absalão, meu filho, meu filho!” Anunciaram a Joab que o rei estava chorando e lamentando-se por causa do filho. Assim, a vitória converteu-se em luto, naquele dia, para todo o povo, porque o povo soubera que o rei estava acabrunhado de dor por causa de seu filho.
Ao término da leitura, o leitor diz: 
Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
℟. Graças a Deus.

SALMO
(Sl 85)

O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde com o refrão.

℟. Inclinai vosso ouvido, ó Senhor, e respondei-me!

— Inclinai, ó Senhor, vosso ouvido, escutai, pois sou pobre e infeliz! Protegei-me, que sou vosso amigo, e salvai vosso servo, meu Deus, que espera e confia em vós!
℟. Inclinai vosso ouvido, ó Senhor, e respondei-me!

— Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Animai e alegrai vosso servo, pois a vós eu elevo a minh’alma.
℟. Não fecheis o coração, ouvi hoje a voz de Deus!

— Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. Escutai, ó Senhor, minha prece, o lamento da minha oração!
℟. Inclinai vosso ouvido, ó Senhor, e respondei-me!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia ou outro cântico, requerido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico. 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

O CRISTO TOMOU SOBRE SI NOSSAS DORES, CARREGOU EM SEU CORPO AS NOSSAS FRAQUEZAS.

ALELUIA, ALELUIA,  ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Entretanto, o sacerdote impõe incenso, sendo usado, no turíbulo. Em seguida, o diácono que tiver de proclamar o Evangelho, profundamente inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
Me conceda a vossa bênção.

O sacerdote, em voz baixa, diz:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde: 
Amém

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, diz em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho. 

EVANGELHO
(Mc 5, 21-43)

A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos acólitos que podem levar o incenso e os círios, e diz:
℣. O Senhor esteja convosco. 
O povo responde: 
℟. Ele está no meio de nós. 

O diácono ou o sacerdote diz:
℣. Proclamação do Evangelho de + Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ao mesmo tempo faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo na fronte, na boca e no peito, e o mesmo fazem todos os demais.
℟. Glória a vós, Senhor. 

A seguir, quando se usar o incenso, o diácono ou o sacerdote incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, e pediu com insistência: “Minha filhinha está nas últimas. Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!” Jesus então o acompanhou. Numerosa multidão o seguia e comprimia. Ora, achava-se ali uma mulher que, há doze anos, estava com uma hemorragia; tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía, e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. Ela pensava: “Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada”. A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa?” Os discípulos disseram: “Estás vendo a multidão que te comprime e ainda perguntas: ‘Quem me tocou’?” Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo. A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade. Ele lhe disse: “Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença”. Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo: “Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?” Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo. Basta ter fé!” E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando. Então, ele entrou e disse: “Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo”. Começaram então a caçoar dele. Mas, ele mandou que todos saíssem, menos o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam. Depois entraram no quarto onde estava a criança. Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” — que quer dizer: “Menina, levanta-te!” Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣. Palavra da Salvação. 
O povo aclama: 
℟. Glória a vós, Senhor.

Em seguida, beija o livro, dizendo em silêncio
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Depois, segue-se a homilia, que deve ser feita pelo sacerdote ou pelo diácono, todos os domingos e festas de preceito e recomendada nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
℣. Irmãos e irmãs, tendo ouvido a Palavra do Senhor e respondido a ela com nossa profissão de fé, dirijamos ao Senhor nossos pedidos e com confiança lhe peçamos:
℟. Escutai nossa prece, Senhor.

1. Senhor, que nos convidais a viver segundo a vossa Lei; conduzi nossos corações para a prática da justiça com coração humilde.
℟. Escutai nossa prece, Senhor.

2. Senhor, que proclamastes os pobres em espírito como herdeiros do vosso Reino; concedei-nos viver neste mundo sempre cultivando um coração e um espírito de pobreza.
℟. Escutai nossa prece, Senhor.

3. Senhor, que proclamastes as Bem Aventuranças como caminho de santificação dai-nos abraçar com coragem e alegria a bem aventurança que nos conduz a Vós.
℟. Escutai nossa prece, Senhor.

4. Senhor, a vida consagrada é chamada a viver o caminho proposto pelas bem aventuranças; concedei a todos e todas, que segundo o seu carisma, deem testemunho de Vós.
℟. Escutai nossa prece, Senhor.
(Outras intenções).
℣. Tudo isso vos pedimos, a Vós que viveis e reinais pelos séculos.
℟. Amém.



Terminada a oração universal, inicia-se o cântico do ofertório. Entretanto, os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o missal.

MINHA VIDA TEM SENTIDO, 
CADA VEZ QUE EU VENHO AQUI,
E TE FAÇO O MEU PEDIDO, 
DE NÃO ME ESQUECER DE TI.
MEU AMOR É COMO ESTE PÃO, 
QUE ERA TRIGO,
QUE ALGUÉM PLANTOU, 
DEPOIS COLHEU,
E DEPOIS TORNOU-SE SALVAÇÃO, 
E DEU MAIS VIDA,
E ALIMENTOU O POVO MEU:
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!

MINHA VIDA TEM SENTIDO, 
CADA VEZ QUE EU VENHO AQUI,
E TE FAÇO O MEU PEDIDO,
DE NÃO ME ESQUECER DE TI.
MEU AMOR É COMO ESTE VINHO, 
QUE ERA FRUTO,
QUE ALGUÉM PLANTOU, 
DEPOIS COLHEU
E DEPOIS ENCHEU-SE DE CARINHO,
E DEU MAIS VIDA, 
E SACIOU O POVO MEU:
EU TE OFEREÇO VINHO E PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
EU TE OFEREÇO VINHO E PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para as necessidades da Igreja e dos pobres, conforme os costumes locais.

O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal. 

A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio.

Depois, usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
℣. Oremos
Todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns momentos.
Em seguida, de braços abertos, o sacerdote diz;
Apresentamos, Senhor, no vosso altar os dons do nosso serviço. Acolhei-os com bondade e transformai-os em sacramento da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
No fim o povo aclama:
℟. Amém.

PREFÁCIO
Prefácio Dominical do T.C., III: A salvação dos homens, pelo homem

Abrindo os braços diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟. Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
℣. Corações ao alto.
O povo responde:
℟. O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
℟.. É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos:
℣. Na Verdade, é digno e justo é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nós reconhecemos que pertence à vossa imensa glória socorrer a nós mortais com a vossa divindade e servir-nos da vossa condição mortal remédio para nos libertar da morte e abrir-nos o caminho da salvação, por Cristo, Senhor nosso. Por ele os coros dos Anjos adoram vossa grandeza e se alegram eternamente na vossa presença. Concedei, também a nós, associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta com o povo.

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA!
HOSANA! HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para recitação:
℟. Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟. Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
℣. Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟. Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟. O Espírito nos una num só corpo!

1Cc. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Paulo, com (o nosso Bispo N.*) os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
℟. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

* Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

2Cc. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟. Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3Cc. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
℣. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟. Amém.

RITOS DA SAGRADA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
℣. Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
Abre os braços e, juntamente com o povo, continua:
℟. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

De braços abertos, o sacerdote diz sozinho:
℣. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote junta as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
℟. Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e juntando as mãos, diz:
℣. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟. O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
℣. No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!

Ou, para recitação:
℟. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou:
℟. Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: dona nobis pacem.
Estas invocações podem repetir-se várias vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez, diz-se: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos juntas, diz em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote genuflete, toma a hóstia, levanta-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice e, voltado para o povo, diz em voz alta:
℣. Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
E conclui:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E comunga com reverência o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E comunga com reverência o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se não há cântico de comunhão, recita-se a antífona:
Ant. (Cf. Mt 5, 3.5) - Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.

Para a comunhão sob as duas espécies, segue-se o rito descrito em seu lugar próprio.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, começa-se o cântico da comunhão.

BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

SENHOR DEUS, A VÓS ELEVO A MINHA ALMA
EM VÓS CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO!

BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

MOSTRAI-ME, Ó SENHOR, VOSSOS CAMINHOS
E FAZEI-ME CONHECER A VOSSA ESTRADA.

BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

VOSSA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA
PORQUE SOIS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO.

BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

RECORDAI, SENHOR MEU DEUS, VOSSA TERNURA
E A VOSSA COMPAIXÃO QUE SÃO ETERNAS.

BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM UM CORAÇÃO DE POBRE
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote ou o diácono, ou o acólito instituído, purifica a patena sobre o cálice e o próprio cálice.

Durante a purificação, o sacerdote diz em silêncio.

Então, o sacerdote pode voltar para a sua cadeira. Se convier, podem guardar-se uns momentos de silêncio sagrado, ou recitar um salmo ou um cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
℣. Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz.
Alimentados com o sacramento da nossa redenção, nós vos pedimos, Senhor, que, com este auxílio de salvação eterna, cresça sempre mais a verdadeira fé. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.

RITOS DE CONCLUSÃO

Seguem-se, se os houver, breves avisos ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟. Ele está no meio de nós.

℣. Ó Deus, abençoai o vosso povo para que se afaste de todo mal e alcance o que deseja. Por Cristo, nosso Senhor.
℟. Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.

Em seguida, o diácono ou o próprio sacerdote, de mãos juntas e voltado para o povo, diz:
Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟. Graças a Deus.

Em seguida, o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a inclinação profunda com os ministros, retira-se.

Se a Missa é seguida de outra ação litúrgica, omitem-se os ritos de despedida.
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