Livreto - Missa Solene da Abertura do Jubileu Extraordinário da Misericórdia


SANTA MISSA DA FESTA
DO BATISMO DO SENHOR
ABERTURA DA PORTA SANTA DO
JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA
PRESIDIDA PELO SANTO PADRE
MARIANO V

ABERTURA DA PORTA SANTA

1. Estando todos reunidos na Porta Santa da Arquibasílica de São João de Latrão, com os paramentos brancos como para a missa, o Santo Padre adentra na praça acompanhado de seus diáconos e cerimoniários. O Santo Padre porta a mitra ou a tiara e a férula, com capa pluvial de cor branca ou festiva. Enquanto isso canta-se:
  
CHRISTUS VINCIT!
CHRISTUS REGNAT!
CHRISTUS IMPERAT!
 
CHRISTUS VINCIT!
CHRISTUS REGNAT!
CHRISTUS IMPERAT!
EXAUDI, CHRISTE
EXAUDI, CHRISTE
 
TEMPORA BONA HABEANT! TEMPORA BONA HABEANT!
REDEMPTI SANGUINE CHRISTI.
FELICITER! FELICITER! FELICITER!
PAX CHRISTI VENIAT!
REGNUM CHRISTI VENIAT!
DEO GRATIAS!
AMEN

O Santo Padre, chegando em sua cadeira, depõe a férula e a mitra ou tiara.
 
SAUDAÇÃO
 
2. Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres:
 Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: E com o teu Espírito.
 
Um leitor faz o pronunciamento da Bula do Ano Santo:
«Misericordes Sicut Pater» (ou Misericordiosos como o Pai) é o convite ao Cristão a voltar-se ao Pai, a contemplar o Seu coração, e a viver uma vida de humildade, de misericórdia e de compaixão com aquele que precise de nós. “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus.” (cf. 1João 4,7). É em torno deste amor que giramos, pois “misericordioso é aquele que tem compaixão da miséria alheia” (Stº. António de Lisboa).

Podemos pensar no momento do enamoramento de Deus por nós em sua Kenose, que a considero como perfeita e plena epifania da Misericórdia de Deus que se dá em Cristo na Cruz: “Ele, existindo em forma divina, não se apegou ao ser igual a Deus, mas despojou-se, assumindo a forma de escravo e tornando-se semelhante ao ser humano.” (cf. Fl 2, 6-7) entretanto essa mesma Misericórdia à vista do Senhor, em nós, é implacável. E somos chamados a refletir sobre o nosso modus misericordiæ e a forma em que vivemos, dia-a-dia, a forma de sermos misericordiosos com o mundo.

O grande paradoxo do amor é este mesmo: “Quem quer salvar a sua vida vai perdê-la, mas quem perder a vida por mim e pelo Evangelho vai encontrá-la.” (cf. Mc 8,35) de modo a que “o amor mais perfeito é o correspondido […] no qual a vontade da pessoa se une (inere) ao ser da outra” (São Tomás de Aquino).

E olhando ao que a igreja vivenciou no ano de dois mil e vinte e três, julgo necessário sermos estes discípulos da misericórdia. Pois: “A Misericórdia torna o homem mais leve e ao mesmo tempo solto para Deus.” (Trecho da Homilia do Santo Padre Inocêncio IV, 2020). E também porque estamos nas vésperas do 15° Aniversário do nosso apostolado, julgo necessário uma preparação forte para o próximo ano que se avizinha, onde celebraremos então o grande Jubileu Eclesial. E eu mesmo o disse neste Natal: “Cristo nasceu para nos mostrar o significado da Misericórdia” (Da Homilia do Natal do Senhor, Missa do dia, do Papa Mariano IV) e é voltados para Ele que entendemos a Misericórdia de um Deus que, desceu do alto e fez-se Carne igual a nós.

Então, chamados a vivermos a Misericórdia de Deus, em nosso meio, até porque é mesmo Ele que O diz: “O meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11, 30); Eu, através desta Carta Apostólica Iubilate Misericordiæ, DETERMINO o Santo Jubileu Extraordinário da Misericórdia para toda a orbe Habbletiana com início na Festa do Batismo do Senhor, no oitavo dia do mês de janeiro do ano da encarnação do Senhor de 2024, Ano Litúrgico B.

Do mesmo modo estendo às Sés de Roma; às Basílicas-Menores; às Sés Catedrais e às Igrejas Matrizes das Vigararias o direito de abrir as Portas Santas da Misericórdia, onde todos possam entrar, renovando o convite: “Abri as portas a Cristo e deixai-O entrar!” (S. João Paulo II).

O Jubileu Extraordinário da Misericórdia deve concluir ao entardecer do dia 8 de dezembro deste mesmo ano, com o encerramento das Portas Santas. Neste ano de Graça e Benção do Senhor, todos aqueles que passarem estas portas alcançarão a Indulgência Plenária seguindo todas as normas prescritas no Manual de Indulgências.

Do mesmo modo àqueles que estejam sob pena de excomunhão e passarem por esta porta, manifestando verdadeiro arrependimento e com desejo de retornar em comunhão com a Santa Sé, pode fazê-lo, tendo em vista que é um ano de Misericórdia.

Que Maria, Mãe de Misericórdia, conceda-nos a graça de vivermos este ano Santo focados no convite do Senhor: “Vem e segue-me” (cf. Lc 18, 22).

Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 3 de janeiro do ano de 2024, primeiro do meu Pontificado.


Marianvs, PP. V

O Santo Padre recebe a mitra e caminha até a frente da Porta Santa.
 
3. Recebe o martelo e bate na porta três vezes, enquanto isso, canta:
Pres: APERITE MIHI PORTAS IUSTITIÆ
Ass: INGRESSUS IN EAS, CONFITEBOR DOMINO.
Com as palmas das mãos, o Santo Padre empurra a porta e abre-a.
 
Entretanto, o Santo Padre recebe o Hierofante e se ajoelha, faz então um breve momento de oração em silêncio.
 
4. Depois levanta-se, ergue o hierofante e segura uma vela na mão direita e entra solenemente na Arquibasílica de São João de Latrão. Precedido pelo turíbulo, a cruz processional e o diácono com o Evangelho, caminha a frente da procissão de entrada para dentro da basílica. Enquanto isso, canta-se:

MISERICORDES SICUT PATER!
MISERICORDES SICUT PATER!

DEMOS GRAÇAS AO PAI, PORQUE É BOM
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
CRIOU O MUNDO COM SABEDORIA
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
CONDUZ SEU POVO NA HISTÓRIA
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
PERDOA E ACOLHE OS SEUS FILHOS
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.

MISERICORDES SICUT PATER!
MISERICORDES SICUT PATER!

DEMOS GRAÇAS AO FILHO, LUZ DAS GENTES
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
AMOU-NOS COM UM CORAÇÃO DE CARNE
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
DELE RECEBEMOS, A ELE NOS DOAMOS
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
O CORAÇÃO SE ABRA A QUEM TEM FOME E SEDE
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.

MISERICORDES SICUT PATER!
MISERICORDES SICUT PATER!

PEDIMOS AO ESPÍRITO OS SETE SANTOS DONS
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
FONTE DE TODO BEM, DULCÍSSIMO ALÍVIO
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
POR ELE CONFORTADOS, OFEREÇAMOS CONFORTO
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
O AMOR ESPERA E TUDO SUPORTA
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.

MISERICORDES SICUT PATER!
MISERICORDES SICUT PATER!

PEDIMOS A PAZ AO DEUS DE TODA A PAZ
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
A TERRA ESPERA O EVANGELHO DO REINO
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
GRAÇA E ALEGRIA A QUEM AMA E PERDOA
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA
SERÃO NOVOS OS CÉUS E A TERRA
É ETERNA A SUA MISERICÓRDIA.
 
MISERICORDES SICUT PATER!
MISERICORDES SICUT PATER!

5. Chegando diante do altar o Santo Padre depõe a mitra e a férula e faz vênia, como de costume. Sobe ao altar e, antes de beija-lo, depõe a capa e põe casula e pálio, saúda o altar e o incensa.

HINO DE LOUVOR

Dirige-se ao lugar e inicia-se o Hino de Louvor.

CANTO

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, 
DEUS PAI TODO-PODEROSO: 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, 
TENDE PIEDADE DE NÓS. 

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

SÓ VÓS SOIS O SANTO, 
SÓ VÓS, O SENHOR, 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
COM O ESPÍRITO SANTO, 
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Deus todo-poderoso e eterno, que proclamastes solenemente a Cristo como vosso amado Filho quando era batizado nas águas do rio Jordão e o Espírito Santo descia sobre Ele, concedei aos vossos filhos adotivos, renascidos pela água e pelo Espírito Santo, a graça de permanecerem sempre no vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 42, 1-4.6-7)

Eis o meu servo: nele se compraz minh'alma.

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura do Livro do Profeta Isaías.

Assim fala o Senhor: "Eis o meu servo – eu o recebo; eis o meu eleito – nele se compraz minh’alma; pus meu espírito sobre ele, ele promoverá o julgamento das nações. Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas. Não quebra uma cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega; mas promoverá o julgamento para obter a verdade. Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra; os países distantes esperam seus ensinamentos. Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos dos cegos, tirares os cativos da prisão, livrares do cárcere os que vivem nas trevas".

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

8. Ou no lugar da primeira, pode optar o celebrante por esta:

(At 10, 34-38)

Foi ungido por Deus com o Espírito Santo.

– Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: "De fato, estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença. Deus enviou sua palavra aos israelitas e lhes anunciou a Boa-nova da paz, por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele".

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 28)

9. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

– Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!
Ass.: Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

– Filhos de Deus, tributai ao Senhor, tributai-lhe glória e poder! Dai-lhe a glória devida ao seu nome; adorai-o com santo ornamento!
Ass.: Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

– Eis a voz do Senhor sobre as águas, sua voz sobre as águas imensas! Eis a voz do Senhor com poder! Eis a voz do Senhor majestosa!
Ass.: Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

– Sua voz no trovão reboando! No seu templo os fiéis bradam: "Glória!" É o Senhor que domina os dilúvios, o Senhor reinará para sempre!
Ass.: Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ABRIRAM-SE OS CÉUS E FEZ-SE OUVIR A VOZ DO PAI:
 EIS MEU FILHO MUITO AMADO; ESCUTAI-O, TODOS VÓS! 

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mc 1, 7-11)

Jesus recebeu o batismo.
E, enquanto rezava, o céu se abriu.

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo São Marcos.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, João Batista pregava, dizendo: “Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo”. Naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia, e foi batizado por João no rio Jordão. E logo, ao sair da água, viu o céu se abrindo, e o Espírito, como pomba, descer sobre ele. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho meu bem-querer”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: 
    Todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. 
    Todos se erguem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Irmãs e irmãos em Cristo, recordando o Batismo de Jesus, o Filho muito amado de Deus Pai, oremos pelos homens e pelas mulheres de toda a terra, dizendo:
Ass.: Confirmai-nos, Senhor, no vosso Espírito.

1. Pela santa Igreja, mãe dos cristãos, pelos ministros da Palavra e do Batismo e pelos que renascem da água e do Espírito, oremos. 

2. Pelos que têm sede da água viva, pelos que creem em Jesus, Filho de Deus, e por aqueles a quem a fé não ilumina, oremos. 

3. Pelos doentes que perderam a esperança, pelas crianças que perderam os seus pais e por aquelas a quem falta o amor e um lar, oremos.

4. Por todos nós que recebemos o Batismo, pelos que estão em graça e paz com Deus e por aqueles que entre nós vivem nas trevas, oremos. 
(Outras intenções).

Pres.: Senhor, nosso Deus, reavivai em nós, pelo Espírito Santo, o dom e a alegria do Batismo, para que vos chamemos nosso Pai e nos sintamos, de verdade, vossos filhos. Vós que viveis e reinais para sempre.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

FIZ DE TI UMA LUZ PARA AS NAÇÕES, 
PARA LEVARES A MINHA SALVAÇÃO 
ATÉ OS CONFINS DE TODA A TERRA, 
ATÉ OS CONFINS DE TODA A TERRA.

POVOS TODOS DO UNIVERSO, BATEI PALMAS, 
GRITAI A DEUS ACLAMAÇÕES DE ALEGRIA! 

SALMODIAI AO NOSSO DEUS AO SOM DA HARPA, 
SALMODIAI AO SOM DA HARPA AO NOSSO REI! 

PORQUE DEUS É O GRANDE REI DE TODA A TERRA, 
AO SOM DA HARPA ACOMPANHAI OS SEUS LOUVORES! 

DEUS REINA SOBRE TODAS AS NAÇÕES, 
ESTÁ SENTADO NO SEU TRONO GLORIOSO.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nossos sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Aceitai, Senhor, os dons que a Igreja Vos oferece, ao celebrar a manifestação de Cristo vosso Filho, para que a oblação dos vossos fiéis se transforme naquele sacrifício perfeito que lavou o mundo de todo o pecado. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
(Prefácio: O Batismo do Cristo no Jordão)

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte. Nas águas do rio Jordão, realizastes prodígios admiráveis, para manifestar o mistério do novo Batismo: do céu fizestes ouvir uma voz, para que o mundo acreditasse que o vosso Verbo estava no meio dos homens; pelo Espírito Santo, que desceu em figura de pomba, consagrastes Cristo vosso Servo com o óleo da alegria, para que os homens O reconhecessem como o Messias enviado a anunciar a boa nova aos pobres. Por isso, com os coros celestes, proclamamos na terra a vossa glória, cantando (dizendoa uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Ou, faça-se cantado:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!  
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA PARA DIVERSAS NECESSIDADES II
Deus guia a sua Igreja no caminho da salvação

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Sois verdadeiramente santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os acompanhais no seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está presente no meio de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos discípulos de Emaús, Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão da vida.
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Nós Vos suplicamos, Pai clementíssimo: enviai o vosso Espírito Santo, para que santifique este pão e este vinho,
    une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo,
    une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.

111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera da sua paixão, durante a última Ceia,
    toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
    Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

112. Então prossegue:
Pres.: De igual modo, no fim da Ceia,
    toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
tomou o cálice, deu-Vos graças e deu-o aos seus discípulos.
    Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

113. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé.
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai santo, celebrando o memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela sua paixão e morte na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e glorificastes, sentando-O à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor, enquanto esperamos a sua vinda gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação.

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Olhai para a oblação da vossa Igreja, na qual Vos oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como nos foi entregue, para que, pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.

1C.: Confirmai na unidade os que fomos chamados a participar da vossa mesa, para que todos nós, em comunhão com o nosso papa Mariano, o nosso Bispo N. com todos os bispos, presbíteros, diáconos e todo o povo cristão, seguindo os vossos caminhos na fé e na esperança, possamos irradiar no mundo a confiança e a alegria.

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.

2C.: Lembrai-Vos dos nossos irmãos, que adormeceram na paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé só Vós conhecestes: admiti-os a contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a plenitude da vida na ressurreição.

3C.: E também a nós, ao terminarmos a nossa peregrinação sobre a terra, recebei-nos na vossa morada eterna, onde viveremos sempre convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, os apóstolos e os mártires  e em comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e glorificaremos,
    une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
    E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Antífona da comunhão
Jo 1, 32.34
Eis aquele de quem João dizia: Eu vi, e dei testemunho de que este é o Filho de Deus.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
    O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

VÓS TODOS QUE FOSTES BATIZADOS EM CRISTO,
VOS REVESTISTES DE CRISTO, ALELUIA, ALELUIA. 

FILHOS DE DEUS, TRIBUTAI AO SENHOR, 
TRIBUTAI-LHE A GLÓRIA E O PODER! 
DAI-LHE A GLÓRIA DEVIDA AO SEU NOME; 
ADORAI-O COM SANTO ORNAMENTO! 

EIS A VOZ DO SENHOR SOBRE AS ÁGUAS, 
EIS A VOZ DO SENHOR COM PODER! 
EIS A VOZ DO SENHOR MAJESTOSA, 
SUA VOZ NO TROVÃO REBOANDO! 

EIS QUE A VOZ DO SENHOR QUEBRA OS CEDROS, 
O SENHOR QUEBRA OS CEDROS DO LÍBANO.
EIS QUE A VOZ DO SENHOR LANÇA RAIOS, 
A VOZ DE DEUS FAZ TREMER O DESERTO. 

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme pra nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor, que nos alimentais com este dom sagrado, ouvi benignamente as nossas súplicas e concedei-nos a graça de ouvirmos com fé a palavra do vosso Filho unigénito para nos chamarmos e sermos realmente vossos filhos. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Concedei, ó Deus, a vossos fiéis a bênção desejada, para que nunca se afastem de vossa vontade e sempre se alegrem com os vossos benefícios. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

Ó MÃE DO REDENTOR, DO CÉU Ó PORTA, 
AO POVO QUE CAIU, SOCORRE E EXORTA, 
POIS BUSCA LEVANTAR-SE, VIRGEM PURA, 
NASCENDO O CRIADOR DA CRIATURA: 
TEM PIEDADE DE NÓS E OUVE, SUAVE, 
O ANJO TE SAUDANDO COM SEU AVE!
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