LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA POR INTENÇÃO DO CONCLAVE
NO 2º DIA DA SEDE VACANTE
14/10/2024
RITOS INICIAIS
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
1 Sm 2,35
Farei surgir para mim um sacerdote fiel que agirá segundo o meu coração e a minha vontade; e lhe darei uma casa que permaneça para sempre, e ele caminhará na minha presença todos os dias.
CANTO
ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM.
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO VEM!
NINGUÉM PARA ESTE VENTO PASSANDO,
NINGUÉM VÊ, ELE SOPRA ONDE QUER!
FORÇA IGUAL TEM O ESPÍRITO QUANDO
FAZ A IGREJA DE CRISTO CRESCER!
ESTAREMOS AQUI REUNIDOS
COMO ESTAVAM EM JERUSALÉM.
POIS SÓ QUANDO VIVEMOS UNIDOS
É QUE O ESPÍRITO SANTO VEM!
Chegado ao altar e feita a devida reverência, se põe diante do altar.
Toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
CANTO
Kyrie
KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
CHRISTE ELEISON.
CHRISTE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, pastor eterno, que com zelo constante governais o vosso rebanho, concedei à Igreja, em vossa imensa bondade, um pastor que vos seja agradável pela santidade e, com solicitude, sirva o vosso povo. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(Gl 4, 22-24. 26-27. 31-5, 1)
Não somos filhos de uma escrava; somos filhos da mulher livre.
— Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas
Irmãos, está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. Mas o filho da escrava nasceu segundo a carne, e o filho da livre nasceu em virtude da promessa. Esses fatos têm um sentido alegórico, pois essas mulheres representam as duas alianças: a primeira, Hagar, vem do monte Sinai; ela gera filhos para a escravidão. Porém, a Jerusalém celeste é livre, e é a nossa mãe. Pois está escrito: “Rejubila, estéril, que não dás à luz, prorrompe em gritos de alegria, tu que não sentes as dores do parto, porque os filhos da mulher abandonada são mais numerosos do que os da mulher preferida”. Portanto, irmãos, não somos filhos de uma escrava; somos filhos da mulher livre. É para a liberdade que Cristo nos libertou. Ficai pois firmes e não vos deixeis amarrar de novo ao jugo da escravidão.
— Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 112)
O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
— Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre!
℟.: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre!
— Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade!
℟.: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre!
— Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus.
℟.: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre!
— Quem pode comparar-se ao nosso Deus, que se inclina para olhar o céu e a terra? Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho.
℟.: Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
OXALÁ OUVÍSSEIS HOJE A SUA VOZ:
NÃO FECHEIS OS CORAÇÕES COMO EM MERIBA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Lc 11, 29-32)
"Nenhum sinal será dado a esta geração a não ser o sinal de Jonas."
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: “Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas. Com efeito, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim também será o Filho do Homem para esta geração. No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará juntamente com os homens desta geração, e os condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão. No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. Porque eles se converteram quando ouviram a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Fazem-se as preces da assembleia.
Pres.: Irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que envie o Espírito Santo sobre os Cardeais e sobre a igreja, dizendo com confiança:
℟.: Enviai, Senhor o vosso Espírito.
1. PELOS CARDEAIS, iluminai as suas conciências ao eleger o novo Papa, oremos.
2. PELA ELEIÇÃO, para que o Senhor designe um bom Pastor, oremos.
3. PELO CLERO, para que promovam a unidade entre todos, oremos.
4. PELO LAICATO, para que sintam a presença do Bom Pastor na pessoa do Papa e dos Bispos, oremos.
Pres.: Tudo isto vos pedimos, por Cristo nosso Senhor.
℟.: Amém!
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
SENHOR VEM DAR-NOS SABEDORIA
QUE FAZ TER TUDO COMO DEUS QUIS
E ASSIM FAREMOS DA EUCARISTIA
O GRANDE MEIO DE SER FELIZ.
DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!
DÁ-NOS, SENHOR, O ENTENDIMENTO
QUE TUDO AJUDA A COMPREENDER
PARA NÓS VERMOS COMO É ALIMENTO
O PÃO E O VINHO QUE DEUS QUER SER.
DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!
SENHOR, VEM DAR-NOS DIVINA CIÊNCIA
QUE, COMO O ETERNO, FAZ VER SEM VÉUS
TU VÊS POR FORA, DEUS VÊ A ESSÊNCIA
PENSAS QUE É PÃO, MAS É NOSSO DEUS.
DÁ-NOS, SENHOR, ESSES DONS, ESSA LUZ
E NÓS VEREMOS QUE PÃO É JESUS!
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Senhor, a abundância do vosso amor nos favoreça e, pelos dons sagrados que vos apresentamos com reverência, dai-nos a alegria de ver à frente da santa Igreja um pastor agradável ao vosso coração. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA PARA DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS, I
(A Igreja a caminho da unidade)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças e cantar-vos um hino de glória e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho reunistes uma só Igreja de todos os povos, línguas e nações. Por ela, vivificada pela força do vosso Espírito, não deixais de congregar na unidade todo o gênero humano. Manifestando a aliança do vosso amor, a Igreja irradia sem cessar a alegre esperança do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que prometestes para sempre em Cristo Jesus, Senhor nosso. Por isso, unidos a todos os Anjos dos céus, nós vos celebramos na terra, cantando (dizendo) com a Igreja inteira a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Ou, faça-se cantado:
CANTO
SANCTUS,
SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSANNA IN EXCELSIS.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o Pão para nós.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
e se tornem para nós o Corpo e + o Sangue
Une as mãos
de nosso Senhor Jesus Cristo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão, na noite da última Ceia,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção. Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
1C: Renovai, ó Pai, com a luz do Evangelho, a vossa Igreja que está em Roma. Fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis e os pastores do vosso povo, em comunhão com toda a ordem episcopal. Assim, neste mundo dilacerado por discórdias, o vosso povo brilhe como sinal profético de unidade e concórdia.
2C: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs, todas as almas do purgatório, que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, na ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.
3C: Concedei também a nós, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obediente à palavra do Salvador, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
CANTO
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI;
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI;
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI;
DONA NOBIS PACEM.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio, em seguida, comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio, em seguida, comunga o Sangue de Cristo.
Antífona de Comunhão
Jo 15,16
Eu que vos escolhi vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça, diz o Senhor.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
1. CANTAREI ETERNAMENTE AS MISERICÓRDIAS DO SENHOR
E PARA SEMPRE PROCLAMAREI A SUA FIDELIDADE.
VÓS DISSESTES: «A BONDADE ESTÁ ESTABELECIDA PARA SEMPRE»,
NO CÉU PERMANECE FIRME A VOSSA FIDELIDADE.
NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
2. «CONCLUÍ UMA ALIANÇA COM O MEU ELEITO,
FIZ UM JURAMENTO A DAVID MEU SERVO:
CONSERVAREI A TUA DESCENDÊNCIA PARA SEMPRE,
ESTABELECEREI O TEU TRONO POR TODAS AS GERAÇÕES».
NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
3. FELIZ DO POVO QUE SABE ACLAMAR-VOS
E CAMINHA, SENHOR, À LUZ DO VOSSO ROSTO.
TODOS OS DIAS ACLAMA O VOSSO NOME
E SE GLORIA COM A VOSSA JUSTIÇA.
NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
4. FALASTES OUTRORA EM VISÃO AOS FIÉIS E DISSESTES:
EXALTEI UM ELEITO DE ENTRE O MEU POVO.
ESTAREI SEMPRE A SEU LADO
E COM A MINHA FORÇA O SUSTENTAREI.
NÃO FOSTES VÓS QUE ME ESCOLHESTES, DIZ O SENHOR.
FUI EU QUE VOS ESCOLHI E VOS DESTINEI
PARA QUE DEIS FRUTO E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor, por vossa graça admirável, alegrai os refeitos pelo sacramento salutar do Corpo e do Sangue do vosso Filho, com o dom de um pastor que instrua vosso povo nas virtudes e faça penetrar no coração dos fiéis a verdade do Evangelho. Por Cristo, Nosso Senhor.
℟.: Amém.
ORAÇÃO PELA SÉ VACANTE
Todos rezam em conjunto a oração pela eleição do novo Romano Pontífice:
Suplicamos, ó Deus, com humildade: que vossa imensa piedade conceda à Sacrossanta Igreja Romana um Pontífice; que por seu zelo por nós, possa ser agradável a Vós, que seja assíduo no Governo da Igreja para a glória e reverência do Vosso nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.
RITOS FINAIS
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: A bênção de Deus, todo-poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℟.: Graças a Deus.
À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Seções:
II Dia de Sé Vacante
Livreto Celebrativo
Missa pelo Conclave
Missa por intenção do Conclave
Sé Vacante
